Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por marcfauvel

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
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Pela Janela do Barracão Teens marcfauvel 744 0 Nota 0
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O Despertar de Bruna - XII. Final 3 3 Comentários Teens marcfauvel 2320 2 Nota 4
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Mil e Uma Razões Possíveis Teens marcfauvel 1709 2 Nota 4
O Despertar de Bruna - X. O Penúltimo Irmão 3 3 Comentários Teens marcfauvel 2471 3 Nota 5
O Despertar de Bruna - IX. Jader Insistente 1 1 Comentários Teens marcfauvel 1746 2 Nota 4.5
Curto Episódio na Vida de um Adolescente 1 1 Comentários Teens marcfauvel 2371 3 Nota 4.5
O Despertar de Bruna - VIII. "Querido Diário..." 3 3 Comentários Teens marcfauvel 1109 2 Nota 4.5
O Despertar de Bruna - VII. Hora de ganhar a vida! 3 3 Comentários Hetero marcfauvel 1011 3 Nota 4
Da Webcam ao Delírio Gays marcfauvel 4594 3 Nota 4.5
Meu Surpreendente Amigo 1 1 Comentários Teens marcfauvel 1817 2 Nota 4.5
Minha Melhor Amiga... da Minha Irmã Hetero marcfauvel 1148 1 Nota 4.5
O Despertar de Bruna - VI. Inevitável Interlúdio 1 1 Comentários Hetero marcfauvel 1200 3 Nota 4.5
O Despertar de Bruna - V. A Noiva Teens marcfauvel 2200 1 Nota 4.5
O Despertar de Bruna - IV. Precocidade Arriscada 1 1 Comentários Hetero marcfauvel 2478 7 Nota 4.5
A Menina da Leg Amarela Hetero marcfauvel 2509 4 Nota 4
O Despertar de Bruna - III. Os Gêmeos Hetero marcfauvel 2227 4 Nota 4.5
O Despertar de Bruna - II. O que poderia ter sido 1 1 Comentários Hetero marcfauvel 2329 6 Nota 4.5
Verinha Hetero marcfauvel 2011 1 Nota 3.5
O Despertar de Bruna - I. Primórdios Inocentes 1 1 Comentários Teens marcfauvel 5109 16 Nota 4.5
Tá legal... mas só a cabecinha! 2 2 Comentários Gays marcfauvel 6491 20 Nota 4.5
A Diabinha de Arraial Hetero marcfauvel 1965 6 Nota 4.5
Em Xeque Teens marcfauvel 2107 3 Nota 4.5
Penetra de Quarto 1 1 Comentários Gays marcfauvel 3303 12 Nota 4.5
Longe Demais Gays marcfauvel 1422 3 Nota 4.5
Vendo Fotos no Colinho 3 3 Comentários Gays marcfauvel 5529 13 Nota 4.5
Nas Curvas do Meu Vizinho Gays marcfauvel 2058 9 Nota 4.5
Dia de Sol no Clube 1 1 Comentários Gays marcfauvel 1711 4 Nota 4.5
Meu Por Uma Noite 1 1 Comentários Gays marcfauvel 1825 2 Nota 5
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De Homem para Homem Gays marcfauvel 2161 4 Nota 5
Peãozinho Valente Gays marcfauvel 2180 3 Nota 4.5
A Filha do Zelador Hetero marcfauvel 1923 4 Nota 4
Meu Irmão, Meu Instrutor Sexual Teens marcfauvel 2753 5 Nota 4.5
Viajando... Teens marcfauvel 2018 1 Nota 4.5
Marilene Salvou o Sábado do Marcelo! Hetero marcfauvel 1030 3 Nota 5
A Menina do Ônibus Teens marcfauvel 3541 3 Nota 4.5

Nas Curvas do Meu Vizinho

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Escrito dia 01 de janeiro de 2008 na categoria Gays por marcfauvel

Cada vez que o M vinha ao meu prédio ficar com a galera, eu sentia algo estranho. Anos depois eu viria a entender, mas na época eu não percebia que aquele modo de ser que me perturbava tanto era o comportamento embrionário do que M viria a ser. A presença dele me perturbava sexualmente e isso era tudo que eu tinha como dado objetivo. Os cabelos louros até o pescoço, os traços finos, os grandes olhos azuis, as coxas grossas e a bunda volumosa e, claro, a atitude delicada, tudo isso me atraía como uma menina e a tal ponto que eu não conseguia deixar de olhar furtivamente sempre que eu tinha certeza de não estar sendo visto por ele e principalmente pelos outros. Mas algumas vezes, talvez por mera coincidência, eu o surpreendia me olhando logo depois que eu tinha passado os olhos por alguma parte do seu corpo. Quando nós nos separávamos eu me perguntava se ele percebia alguma coisa.

Nunca vou me esquecer do dia em que M foi ao meu prédio vestindo um short velho, de jeans desbotado até o branco e que certamente já não era mais do seu número. Naquele dia eu não fui o único a fazer cara de espanto com a aparição dele no prédio. A diferença entre a minha reação e a dos outros foi que a minha não era sarcástica, mas carregado de desejo sexual. O tal short era tão curto que deixava expostas as polpas da bunda! E tão apertado que marcava tudo, deixando o pinto como uma bola, a bunda grande e empinada, cavada entre os dois gomos firmes e redondos e apertava as coxas lisas e bem feitas, que pareciam ainda mais grossas. Para mim, era como uma bomba sensual pronta para explodir com qualquer um de nós. Eu queriai que ele não se sentasse mais, que ficasse ali, se mexendo na minha frente, fazendo aquele corpo se revelar por dentro do short. Eu não conseguia parar de olhar.

Mas ele tinha vindo jogar e foi o que nós fizemos. No meu prédio, todos jogavam esconde-esconde porque o lugar era perfeito para isso. Havia mil corredores, subsolos, lixeiras, escadas, jardins... que garantiam boas duas horas de jogo divertido e emocionante. Sempre que eu podia, ia me esconder junto com o M e, quando já estávamos bem acostumados com a presença um do outro, não nos importávamos em ficarmos em silêncio, em alguma espaço exíguo que nos obrigava a ficar colados, algumas vezes um por trás do outro. Quando ele ficava por trás, eu não sentia a menor intenção de contato, mas quando era eu, ele não conseguia esconder a excitação que, aos poucos, foi se tornando no mais explícito desejo de sentir a minha ereção, a tal ponto que M queria ficar na frente e se empinava todo para me sentir contra a sua bunda. Quando o jogo acabou, ele foi para casa se despedindo de todos, mas me deixando com um aceno de mão e um olhar de canto de olho que, para mim, foram cheios de sentido.

Aos poucos, M foi começando a vir de propósito com aquele short impossível. Quantas vezes eu gozei na cueca enquanto me esfregava nele sonhando com seu interior! Nós passamos a jogar com o objetivo de nos encontramos nos esconderijos para “brincar”. Assim que chegávamos, ele se punha de joelhos, se apoiava no muro, se empinava todo e olhava para mim, buscando o meu olhar que não desgrudava daquela bunda dividida em dois gomos irresistíveis. Eu me punha de joelhos e o agarrava pela cintura, puxando-o para mim e me deleitando com o contado quente, ao mesmo tempo macio e firme. M se entregava, se deixava puxar, agarrar... Ele me dizia: “Se quiser, pode passar a mão na minha bunda” e eu sentia a textura incomparável da carne. Às vezes, a mão dele passava para trás e apalpava o meu pau todo duro, ora em bola, ora verticalmente atravessado na calça ou do short. A cada encontro eu ia sentindo que se tornava menos possível ficar só naquilo, mas não tinha coragem de pedir o inevitável. O jogo terminava invariavelmente na despedida - lacônica mas cheia de significado - de dois amigos que não podem deixar de se rever.

Me lembro de ter me dado conta de que M não ia ao prédio há algum tempo. Mas os dias se passaram, os afazeres normais ocuparam lugar e acabei reentrando no ritmo normal do prédio. Um belo dia, recebi um telefonema dele, dizendo que não podia mais vir ao prédio por causa dos estudos... mas que eu podia ir à sua casa se quisesse. Me acendi na hora e prometi ir no mesmo instante. Desembestei escadaria abaixo, atravessei o pátio, saí pelo portão de cima, toquei a campainha na casa dele, o portão abriu automaticamente, trotei escada abaixo e cheguei ao pequeno pátio sombrio dos fundos da casa. M veio atender. Ele estava usando apenas a calça frouxa de um velho pijama de flanela, o que o deixava nu da virilha para cima. Fingi naturalidade e passei por ele para entrar, retribuindo seu olhar sereno apenas com um sorriso que não revelava um décimo da minha alegria por estar ali. Ele me disse para ir direto até o quarto, entrou atrás de mim e fechou a porta. Fiquei em pé por um momento, vendo as coisas dele e não escondendo o espanto por ver violetas em flor no quarto de um cara. Ele explicou que adorava flores e que era ele que cuidava do jardim. Mesmo não achando natural, coloquei isso no cômputo da sensibilidade do meu amigo e o admirei um pouco mais. Mas o “motorzinho” voltara a ser acionado e eu comecei a encontar mil meios de olhar para o corpo do M sem ser visto. Se ele virava as costas, eu olhava de rabo-de-olho para o início do rego rosado da bundinha visivelmente nua dentro do pijama fino. Se, quando de frente, ele olhava para fora ou para outra coisa que não eu, meu olhar se dirigia sorrateiramente para o início do “V” da virilha, que delimitava a barriga ligeiramente abaulada. A idéia fixa foi se formando e me deixando completamente concentrado na busca do momento propício. Nós falamos de algumas coisas, na forma fragmentada habitual das nossas conversas. Eu acabei me sentando na cama enquanto M colocava as músicas de que gostava. Depois ele veio se sentar ao meu lado para mostrar discos novos, eu olhei um por um, me levantei para colocar uma música e, de costas, percebi que ele se deitou na cama (ele se acomodou emitindo um ruído sonolento). Quando eu me virei para voltar à cama, M estava deitado de bruços, me olhando e sorrindo, com os polegares enfiados no elástico da calça do pijama, que ele tinha descido até o final da bunda alta e branca. Eu me lembro de ter sorrido, olhado para a porta e para ele, esperando o consentimento para trancá-la a chave.

Cheguei à cama arrancando minha calça e sem camiseta, pronto para passar a perna esquerda por cima de M e deitar sobre as suas costas. Senti minha glande em contato com cada um dos gomos, minhas bolas resvalando na pele mais abaixo e minhas coxas se encaixarem nas suas. Nós gemíamos sem parar enquanto eu fazia movimento de cópula apoiado com as mãos na cama. Me lembro de ter me esfregado nele durante uns minutos e gozado no rego, no alto da bunda e nas costas, nos melando todos e nos obrigando a nos limpar com papel-jornal de rascunho. Depois de alguns minutos, M abriu a porta, olhou para ver se ninguém tinha chegado e disparou pelado para a cozinha, voltando com uma toalha de papel numa mão e duas latinhas de coca na outra. Nós tomamos as cocas conversando sobre o prazer que cada um sentia fazendo aquilo e como tudo começou. Eu confessei o que senti quando o vi pela primeira vez de short branco e ele admitiu que quando o vestiu percebeu que ia provocar reações e que chegou a se sentir encabulado. Não resisti e pedi a ele para vestir o short. Ele foi até o armário, pegou o short e jogou para mim. Só de olhar, dava para perceber que estava tinha realmente ficado pequeno para ele! Pedi que ele o vestisse e o vi enfiá-lo até ter que puxá-lo com certa força coxas acima. Quando chegou no lugar, a abertura era tão grande que eu tive que ajudá-lo a fechar o zíper. M então se virou, ficando de costas. O short ficava tão esticado que o jeans parecia que ia estourar! Eu via os dois gomos - profundamente divididos pela costura - quase ocultarem a extremidade das bocas do short e as polpinhas de cada gomo desenhando-se no alto das coxas grossas. M puxou o short ao máximo para cima e virou-se de frente, deixando-me ver o pau esmagado por cima das bolas, formando um volume considerável. Ele deu um passo na minha direção e, olhando diretamente em meus olhos, se aproximou e me beijou na boca. Eu estava tão excitado, que nem me passou pela cabeça recusar. Agarrando aquela bunda que me alucinava, nos beijamos longamente enquanto nossos paus endureciam um contra o outro. Depois do beijo, M se virou e me deixou ficar me esfregando contra a sua bunda no short. Fiquei nisso por alguns instantes, até que senti o short começar a descer. Continuei agarrado à bunda do M, agora nua contra o meu corpo. Meu pau era uma estaca duríssima. Em dado momento, M me pediu um tempo e foi pegar a toalha de papel que ele tinha trazido da cozinha minutos antes e deixado em cima da mesa do computador. Quando ele abriu a mão, vi que havia algo enrolado no papel. Era uma boa porção de margarina. Entendi logo e perguntei ao M se ele já tinha feito. Ele sorriu maliciosamente e fez que sim com a cabeça, livrando-se completamente do short e, com as pernas bem afastadas, separou os gomos da bunda expondo um cuzinho discreto, rosado, regularmente raiado e aparentemente tão intacto quanto o meu. Quando encostei meu dedo com manteiga no orifício, M separou mais os gomos e, como um pequeno diafragma, o cuzinho abriu-se expondo a pele lisa e rosada. Passei manteiga em toda a volta e M me disse para deixar um pedacinho bem no meio, que derreteria com calor quando a bunda se fechasse. Limpei minha mão e me preparei. M apoiou-se com as mãos numa longa bancada de madeira, debruçou-se bem, abriu um pouco as pernas e me fez sinal para começar. Eu me aproximei, abri sua bunda (ele me mandou abrir mais e sem medo de forçar), encostei a cabeça do pau diretamente no cuzinho e fiz um primeiro esforço. Meu pau estava duríssimo. Senti minha glande contra a manteiga escorregadia e, avançando com o peso do corpo, comecei a empurrar meu pau para dentro. M se ajeitou e começou a gemer baixinho, dizendo “Vai... mete... mete...” para me estimular a continuar. Como meu pau escapulisse do buraco, tive que segurá-lo para mantê-lo na horizontal. Meu esfoço aliado ao de M surtiram resultado e comecei a sentir a cabeça sendo comprimida pela pressão do cu. Os gemidos de M aumentavam, mas ele não parou de de me mandar continuar. Ele se acomodou com os cotovelos na bancada, ficando curvado a quase 90 graus com as pernas bem abertas e eu entre elas. Senti minha glande sendo esmagadae, momentos depois, ser tragada para dentro. A pressão nela cessou imediatamente, passando para o início do tronco do meu pau e percorrendo-o quase até as bolas. M gemia sem parar, exclamando “Que delícia...! Não pára! Mete tudo! Quero sentir esse saco bater na minha bunda! Come o meu cu! É teu!” Quando meu pau não pôde mais avançar, agarrei M pela cintura e comcei a fazer o vai-e-vem. Ele desandou a me chamar de gostoso, dizer que queria o meu pau dentro dele há um tempão, que eu era o macho dele, que ele não ia dar para mais ninguém se eu quisesse... e que me amava. Tudo me dava muito tesão, mas eu não sabia como reagir a essa última declaração. Me limitei a continuar socando, mas uma coisa era certa: eu conseguia beijar o M e isso era totalmente inesperado para mim. Mesmo que eu não conseguisse dizer que o amava, adorava a nossa intimidade e queria continuar a comer a bundinha dele para sempre. Eu pensei em todas essas coisas sentindo meu pau deslizar para dentro e para fora do buraco gostoso do meu amigo lourinho, que às vezes se desligava de mim para se virar e me dar um longo beijo de língua, fazendo-me sentir seu pau semi-duro resvalar no meu e acariciando-me as costas e a bunda, beijando-me o pescoço. Quando entrei nele pela última vez, meu desejo de gozar dentro era tão forte, minha convicção de seu consentimento tão inabalável que eu não hesitei em puxá-lo para mim com toda a força e deixar meus espasmos fazerem o resto. Senti meu pau se dilatar e, mergulhando fundo, ejetar o líquido quente e melado, uma, duas , três, quatro, cinco vezes, enquanto M tentava opor uma última resistência para não desabar de tesão. Meu pau deslizou livremente, vezes sem conta, dentro do cuzinho inundado com meu esperma, provocando lágrimas de prazer em M, que gemia choramingando, implorando que eu ainda não parasse. Eu ainda estava fazendo os movimentos quando ele pegou minha mão e levou para frente. Senti o contato com o sexo bem duro e adivinhei o pedido implícito do meu amigo. Sem deixar de penetrá-lo, masturbei lentamente o seu pau, sentindo os reflexos no meu pau através do seu cu, que começou a pulsar. Senti o líquido que antecede o gozo na minha mão e o espalhei pelo pau, pressionando-o bem. Eu aproveitava para sincronizar minha penetração com os movimentos dessa punheta, que não tardou em desembocar num orgasmo farto, que eu direcionei para a barriga do M. A cada espasmo seu, meu pau era esmagado por uma fortíssima contração do cu. Isso acabou me fazendo gozar de novo e nós dois gememos juntos até despencarmos no chão ainda encaixados. Quando nos separamos, M deitou a cabeça na minha barriga e nós ficamos uns momentos parados, ofegantes, apenas comentando a sensação dos nossos paus amolecendo. E o final foi insesperado para mim. Ao comentar que eu estava sentindo uma certa dorzinha na glande, percebi movimento na altura da virilha e, sem poder ver direito, senti meu pau ser manipulado por algo quente e molhado. M tinha começado a chupá-lo para me aliviar. A sensação era deliciosa e, claro, ao contrário de adormecer meu pau, acordou-o novamente. Novo orgasmo veio rápido, sem espasmos e o pouco de esperma de que eu ainda dispunha desceu pela garganta do meu amigo. Nunca vou esquecer dessa época da minha vida, tão livre de censura, em que eu me perdia nas curvas do meu vizinho M.

Ache solteiros sexy em sua cidade!!!

FIM

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