Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos de Sado

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
ESTICANDO A PILA E OS TOMATES DO CORNO EM CASA DE RENATO Sado sandra 1638 4 Nota 4.5
ENRABANDO O CORNO NA SALA DE TORTURAS DE RENATO Sado sandra 1023 3 Nota 4.5
A ESPORRADELA QUE DEU PRETEXTO A UMA NOITE DE TORTURA Sado sandra 930 2 Nota 5
Minha iniciação 1 1 Comentários Sado Nice40 699 1 Nota 5
Meu namorado me viu dando p/ o pai dele e me deu uma surra!! 3 3 Comentários Sado Angel_Erotics 1875 4 Nota 4.5
COM RAIVA DE JANETE 1 1 Comentários Sado gabriel 1950 1 Nota 5
AQUELA NOITE ESTRANHA Sado gabriel 577 1 Nota 5
Fui literalmente usado Sado Vassili 1470 1 Nota 5
O PROFESSOR QUE NÃO TINHA TESÃO Sado sandra 1339 3 Nota 4.5
A PUNHETA QUE VALEU A MEU FILHO APANHAR NO CU ONTEM À NOITE 2 2 Comentários Sado sandra 3658 7 Nota 4.5
Fui o culpado pelo estupro 3 3 Comentários Sado Beto123 4307 20 Nota 4.5
FILHO PUNHETAS, MARIDO CORNO E EU PRÓPRIA ENRABADOS POR MEU AMANTE 4 4 Comentários Sado sandra 2767 7 Nota 4.5
COMO AJUDEI RENATO A ENRABAR MEU FILHO Sado sandra 5166 17 Nota 4.5
Eles não tiveram pena Sado Beto123 3205 21 Nota 4.5
EU E MEU AMANTE AJUDANDO MARIDO CORNO E FILHO A ESVAZIAREM OS TOMATES Sado sandra 3160 15 Nota 4.5
Penetração a fundo Sado Vassili 2776 1 Nota 5
ESPOSA TRAIDORA E MARIDO CORNO ENRABADOS PELO AMANTE 1 1 Comentários Sado sandra 4861 22 Nota 4.5
Switcher, uma ficção!!!!! Sado Vassili 1310 2 Nota 4
Delírios de prazer no Sul de Minas Sado Macalango 1495 2 Nota 4.5
Spanking e inversão no Sul de Minas Sado Macalango 2456 1 Nota 4
HUMILHANDO MARIDO CORNO COM MEU AMANTE Sado sandra 4637 17 Nota 4.5
Redondinho para Ela pisar. Sado Bola 2959 21 Nota 4.5
TORTURADO NO PARQUE DA CIDADE Sado SADOC 2198 4 Nota 4.5
APRESENTAÇÃO DE SADOC Sado SADOC 2004 2 Nota 3.5
eu de novo Sado marcelouro 1172 2 Nota 2.5
TORTURANDO MEU CORNINHO E FODENDO COM AMANTE NO DIA DA MULHER 1 1 Comentários Sado sandra 3549 15 Nota 4.5
SEXO COM O MEU PILA MURCHA Sado sandra 1669 12 Nota 4.5
Tale of a Bloody Love Sado bloodyrose 1136 5 Nota 3.5
SEXO A TRÊS NO ESCRITÓRIO Sado sandra 4499 15 Nota 4.5
ELA FOI PRESA MERECIDAMENTE 1 1 Comentários Sado Beto123 2999 32 Nota 4.5
VIOLAÇÃO POR ENCOMENDA COMO PRENDA DE ANIVERSÁRIO Sado sandra 3821 14 Nota 4.5
Mãe e filha minhas amantes Sado babam 4903 6 Nota 4.5
O CLIENTE QUE GOSTAVA DE APANHAR COM O CHICOTE Sado sandra 3430 14 Nota 4.5
A RECOMPENSA DE SER MEU CORNO Sado sandra 4296 12 Nota 4.5
SEGUNDA LIÇÃO DE SUBMISSÃO DE MEU NAMORADO Sado sandra 3088 4 Nota 4.5
A PRIMEIRA LIÇÃO DE SUBMISSÃO DE MEU NAMORADO Sado sandra 2835 2 Nota 4.5
PERDI AS PREGAS NO GINECOLOGISTA - parte 3 Sado arlete_gauchinha 7454 4 Nota 4
PERDI AS PREGAS NO GINECOLOGISTA - parte 2 Sado arlete_gauchinha 4675 6 Nota 4.5
PERDI AS PREGAS NO GINECOLOGISTA - parte 1 Sado arlete_gauchinha 6515 4 Nota 4.5
Dominado em Brasília III Sado Luck 2666 1 Nota 5
Dominado em Brasília II Sado Luck 1480 0 Nota 0
Dominado em Brasília - Parte I Sado Luck 1627 0 Nota 0
Fazenda Pindapora.1850. 1 1 Comentários Sado Amigaço 3739 8 Nota 4.5
Minha Madrasta - Parte I 1 1 Comentários Sado luaesol 5651 2 Nota 5
Completamente Dele Sado Natasha Torres 6404 10 Nota 3.5
Barranqueiros Sado Amigaço 12739 106 Nota 3.5
Fantasia da minha namorada Sado pittbullnit 36000 133 Nota 3.5
Minha Esposa Escrava Sado mestre_sado 14146 112 Nota 3.5
Eu e ana paula Sado mestre_sado 4811 79 Nota 3
Como me tornei um dominador. Sado mestre_sado 2976 79 Nota 3.5

O CLIENTE QUE GOSTAVA DE APANHAR COM O CHICOTE

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Escrito dia 26 de dezembro de 2007 na categoria Sado por sandra

Meu marido tem insistido comigo para que eu relate, alguns episódios do meu tempo de prostituta. Na verdade se não o tenho feito, é porque guardo com muito mais prazer outro tipo de relações que mantive, em que a componente da compensação monetária não esteve envolvida, e me tem feito guardar aqueles para outra altura.

Em todo o caso das minhas recordações de menina da vida, as de que guardo melhores lembranças, são indiscutivelmente as que ocorreram em Coimbra, algumas das quais já eu namorava com o Rui. Como a que se segue.

Ele era assistente universitário - assisti à defesa da sua tese de doutoramento, alguns anos mais tarde - 30 e poucos anos, bem cuidado fisicamente. Pagava bem. 3000 escudos por cada sessão, ou 15 euros actuais, o que nos anos 80 era muito dinheiro para uma moça como eu. Fora-me introduzido por uma colega, a Tita, que nunca estivera com ele, pois era muito magra, e ele preferia as moças mais cheias de rosto e corpo, mas que o conhecia através de uma amiga que já lhe disponibilizara seus favores. Outra das razões porque não saíra com ele, era porque a Tita não se prestava a todo o tipo de coisas, ao passo que eu não era tão selectiva.

- Vai com cuidado, porque o dr. é um tanto excêntrico – avisou-me – E prepara-te para apanhar no cu.

Bom, o meu cu, já não estava em estado de inocência, não era essa predilecção dele que me iria fazer perder o cliente.

Encontramo-nos nessa noite à hora marcada, e o ponto de encontro foi a Confeitaria ... Discretamente saímos, embarcamos no seu carro e nos fizemos transportar até Condeixa, onde ele me levou para uma pequena casa, de aspecto rural, com algumas outras vivendas dispersas, à volta. Não era um local totalmente isolado, mas não se podia dizer que existissem muitos vizinhos. Mal entramos, levou-me para o quarto, no andar de cima, e eu exigi-lhe o pagamento. Ele apenas frisou que aceitara contratar-me porque a Tita lhe garantia que eu era uma moça aberta, capaz de topar qualquer parada, e se pagava aquela quantia exigia que eu o satisfizesse plenamente. Argumentei que qualquer parada era como quem diz, não aceitaria que ele me maltratasse, nem me amarrasse num local daqueles, embora o deixasse dar-me uns açoites, se assim o entendesse. Ele afiançou-me que não me bateria, e pelo contrário, ele é que exigia que eu lhe batesse com força, mas que quereria meter-me na boca, no pito e no cu. Tranquilizada, tomei então o pagamento, guardei-o na carteira, e despimo-nos integralmente.

Aproveite a vida, viva grandes romances ai na sua cidade!!!

Eu nunca estivera antes em presença de um masoquista - o segundo foi meu actual marido – e a ideia que tinha era que os homens seguidores de Masoch, tinham todos a pila pequena. Se no que se refere ao meu marido é verdade, aquele no entanto apresentava um sr. piçalho com 20 ou 22 cms. de comprimento, grosso, com 6 ou 7 cms. de diâmetro, circuncidado como manda a tradição dos galifões, e uns pendentes vermelho vivo, avantajados como sei lá o quê. Uma característica: não tinha pentelhos. Até os tomates se apresentavam glabros, muito embora se percebesse que ele depilava tais partes. Contudo apesar de suas dimensões, o pau dele ainda não exibira sua demonstração de fogo, a cabeça continuava apontada para os pés como que envergonhada. Outra coisa que me chamou a atenção foi o fato das suas nádegas e costas ostentarem sobejas marcas de açoites.

- Vamos, chama-me impotente, capado, o que quiseres – pedia-me, ou melhor exigia-me ele, uma vez que era o cliente – mas goza-me por eu estar sem tesão.

Eu comecei então a ficar excitada com aquele pedido até então inédito para mim, e gozei com a ideia de o humilhar com palavras que quase todos os homens consideram humilhantes. Mas não me admirei. Afinal eu sempre gostei de ser insultada quando estou a foder. Comecei então a insultá-lo como ele me pedia, chamando-lhe piça de arame, impotente, eunuco, que o pau dele só servia para mijar, e não era capaz de comer mulher. Ele pedia perdão por estar em presença de uma mulher como eu de pau murcho, e à medida que o nosso diálogo se desenrolava, seu cacete ia inchando e subindo até atingir umas dimensões assustadoras, e a ficar de pé como que desafiando as leis da gravidade. Então o meu cliente pediu-me que com as mãos lhe desferisse umas valentes palmadas no caralho, por ele não ter sido cavalheiro e não se ter posto anteriormente de pé perante mim (palavras textuais, que lhe voltaria a ouvir repetir). Embora não me sentisse magoada com a falta de atenção do seu membro, e muito menos tivesse vontade de o castigar por isso, apressei-me a fazer-lhe o que me fora ordenado. Mas pelos vistos não o fiz com a intensidade desejada, pois ele exigiu-me que lhe desse com mais força. Redobrei o ritmo das minhas palmadas. Paf! Paf! Sempre que minha palma lhe encostava na glande, sentia-a mais húmida, o caralho dele parecia um tubo oco oscilando para baixo e para cima ao som de minhas palmadas, enquanto ele assim torturado se contorcia de prazer e de dor. Apliquei-lhe talvez uma vintena de palmadas, antes que me mandasse parar e me derrubasse na cama, de barriga para cima. Sua pila apresentava-se vermelha, mas parecia ter aguentado bem tal tratamento. Estava tesa e dura como a de um touro de cobrição!

- Rápido, faz-me uma mamada!

Enfiei-lhe o tronco em minha boca, chupando-o com todo o profissionalismo. Suas mãos apertavam-me a cabeça contra a pélvis, embora o caralho dele me sufocasse eu não podia retirar a cabeça para trás, tal a pressão que me fazia, e esse foi o tratamento mais brusco que me deu.

- Os colhões! Trinca-me os colhões e chupa-mos! Besunta-mos de esporra! – mandava ele, libertando-me a cabeça finalmente.

Aproveite a vida, viva grandes romances ai na sua cidade!!!

Minhas mãos encaminharam-lhe o saco para dentro da boca apesar de ele mal caber lá dentro, espalhei nele a esporra dele que tinha na língua, chupei-o, trinquei-o, mordisquei-o. Ele entre gritos de tesão, gabava minha “performance”. Eu estava mesmo merecendo os 3000 escudos que o professor desembolsara. E fez-me uma coisa que nunca nenhum cliente me fizera. Sempre em cima de mim, virou-se ao contrário, seu cu ficou encostado à minha cara, mandou que enquanto lhe chupava os tomates e a pila, lhe fosse lambendo também o cu, e fez-me um mimete, algo que a maioria dos clientes tem nojo de nos fazer. Em pouco tempo, eu vinha-me na boca dele, e ele bebeu deliciado todo meu suco, introduzindo a língua bem no fundo de meu grelo, lambendo tudo bem lambido. Só então ele se esporrou copiosamente, consentindo-me em deixar cuspir o sémen para um copo de plástico.

Saiu de cima de mim, seu piçalho estava flácido novamente, tirou um chicote de tiras compridas de uma gaveta, e colocando-se de gatas, mandou que lhe açoitasse as nádegas com força. Como já percebera quando me mandara bater-lhe no órgão genital, que ele apreciava ficar marcado, e não me parecia tão perigoso bater-lhe em tal sítio, entusiasmei-me e ministrei-lhe as chicotadas solicitadas com o devido fervor. As tiras não lhe atingiam apenas as nádegas, mas também as coxas, deixando-as igualmente cobertas de extensos filamentos finos e vermelhos, enquanto ele gemia e se rebolava todo como se estivesse sendo enrabado. Quando não podendo suportar mais o suplício me mandou parar, sua pixota estava de nova armada. Mandou-me então colocar de gatas, mergulhou um dedo no copo onde regurgitara seu esperma, e enfiou-mo no cu, depois meteu mais outro, obrigando-me a gemer um pouco quando os senti vencer a barreira do anel, e com a cabeça enfiada no meu entre pernas, fez-me novo minete e me sugou o clítoris. Confesso que a sensação de ter o clictoris sugado não foi das melhores, mas aquela língua entrando e saindo no meu pito em simultâneo, compensava-me perfeitamente. Em pouco tempo voltei a sentir-me húmida, ou não fosse de tesão fácil.

- Agora vais levar com o cacete na tua rata – e apesar de estar ali numa transacção comercial, não me apetecia outra coisa. Ele por trás, á cão, invadiu meu grelo, suas coxas bateram com força em minhas nádegas, seu caralho estava gigantesco de luxúria e ao entrar projectou-me para a frente. Foi maravilhoso senti-lo entrar tão a direito! Tombei minha cabeça em cima da colcha da cama, e deixei durante imensos minutos que meu rosto se esfregasse nela, enquanto ele me socava com a mesma força com que eu lhe batera, suas mãos esfregando-se nos meus seios, fazendo-me delirar. Como é possível haver quem faça voluntariamente voto de castidade, se o sexo é tão bom?

Ele veio-se primeiro mas dispôs-se a permanecer com a piça dentro de mim, até eu me vir igualmente pouco depois. Novamente me voltou a estender o chicote.

- Ainda queres mais?! – eu já tinha a noite ganha, tinha gozado sem contar, não me importava que as coisas ficassem por ali. Mas ele foi inflexível:

- Ainda não te fui ao cu! E avisei-te que iria querer lá meter.

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Pois fora. Desta vez quis que as chicotadas lhe fossem desferidas de pé, e distribuídas pelo corpo todo. Apoiou as palmas das mãos no tampo de mármore da cómoda, de frente para o espelho, enquanto eu o voltava a chicotear. O segundo espancamento durou mais tempo, e deixou-o muito mais marcado. Quando as chicotadas eram desferidas de cima para baixo, as tiras compridas envolviam-lhe os ombros, atingiam-lhe o peito, sobre os mamilos, mas ele arfava de satisfação vendo no espelho as caretas de dor que fazia. Seu caralho erguera-se de novo, e ele começou a punhetear-se, ordenando-me que não parasse de lhe bater com o chicote.

Quando achou que o seu corpo já estava devidamente tatuado de chicotadas, quis que lhe fizesse novo broche, e o voltasse a trincar, até o sentir suficientemente húmido e duro para me sodomizar. Então, tirando um pequeno fio que me pareceu ser um atacador de sapato, mandou que com um nó de estrangulamento bem forte, o amarrasse ao redor da base do pénis. Cerrou os dentes quando o amarrei, sua piroca ficou com um tom mais arroxeado, mas com um aspecto mais imponente. A base, junto aos colhôes, ficou mais estreita, mas o resto do tronco apresentava-se agora mais grosso, e a sua entrada no meu anûs afigurava-se-me mais dolorosa. Quem diz que vida de puta é fácil, nunca o foi de certeza.

Antes de entrar na minha entrada traseira, o jovem assistente universitário impôs-me que lhe espalhasse no pau, com as mãos, o esperma que se espalhara pelas minhas coxas, e o que ainda se continha no copo, sugestão que acolhi de bom grado, pois me facilitava a penetração anal. Só depois me enrabou – na incómoda posição de aranha, ele deitado de barriga para o ar, minhas costas ligeiramente acima do seu peito, a cabeça para trás, minhas mãos apoiadas na cama junto aos seus ombros, meu cu assente em suas coxas, o cacete volumoso todo lá dentro, entrando e saindo na cadência dos tomates. Só quando ao fim de vários minutos lhe disse que não aguentava mais, ele me fez virar de lado, sem tirar fora, e continuando a socar-me o rego, começou a masturbar-me a vagina com os dedos, enquanto me mordia as orelhas e o pescoço, por vezes mesmo os mamilos quando em movimentos de maior elasticidade os conseguia alcançar. De lado doía mais, porque a pila saía fora mais vezes, e quando isso sucedia ele voltava a metê-la, e era doloroso sentir constantemente forçar o anel do olho, embora ele estivesse mais largo a cada penetração, mas mesmo assim gozei mais uma vez.

- Ah! Grande puta! Sais daqui arrombada, mas satisfeita! – vangloriava-se ele, e era verdade. – Já vais ver onde vou depositar o meu leitinho!

Ainda não tinha acabado de falar, e já sua piroca saíra do meu cu, e fazendo-me levantar uma perna para cima, voltara a enfiar-ma na rata. Não esteve ali muito tempo. Sentindo vir-se, voltou a tirá-la, colocou-se por cima de mim, ajoelhou-se sobre meu rosto, sua mão segurando a pila em minha direcção não deixava dúvidas de suas intenções. Abri a boca, e deixei que ele se viesse nela mais uma vez, a última daquela noite. Quase vomitei sabendo que tinha metida na boca uma coisa que estivera no meu cu, mas vida de puta tem destas coisas. Não me admirava que a Tita e outras não estivessem dispostas àquilo, nem pelos três contos de réis que ele pagava. Mas elas prostituíam-se para arrecadar um dinheiro extra, e eu para poder comer e pagar os estudos. E enquanto tive de os pagar, encontrei-me com ele mais vezes, sempre no mesmo local, quase até às vésperas do meu casamento. Três mil escudos representavam o preço do aluguer mensal do quarto de estudante onde dormia.

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