Compare Preços de: PS2 | iPod | Notebook Celeron | Wii | MP3
Teve uma época que eu tava saindo com uma moça meio “estranha”. Ela era recatada, certinha, mas quando bebia, virava uma diaba! E assim tínhamos transas alucinantes! Hoje vou relatar uma que eu tive com ela.
Fui a casa dela, estávamos de beijinhos, amassos, etc., e vi que não ia consegui nada já que ela tava sóbria, mas era notório que ela tava com tesão, fazia uma semana e meia que a gente não dava umazinha. Era um sábado, e resolvemos dar uma volta. Como não somos chegados em barzinhos quando estamos sozinhos, passamos no mercado e compramos umas coisinhas: Ruffles e Smirnoff. Fomos pra uma avenida a beira-mar, da nossa cidade (quem conhece Florianópolis sabe onde é). Bebemos e comemos o salgadinho, e minha gata já foi ficando descontraída. Ah, eu não descrevi ela! Ela é branca, cabelos cacheados, meio baixinha, mas do tipo gostosa, nenhuma lata de banha, com bunda grande (devido ao quadril avantajado) e peitos grandes/nédios, um rostinho lindo. Ela é peluda, pro “padrão” feminino, o que me deixa com tesão, e peço pra ela não depilar a xana, nem os braços, apenas as pernas, costas e suvaco, e a bunda.
Naquela noite, ela tava com uma blusa rosa, um pouco decotada, e uma calça jeans. Ela bebeu bastante, umas 3 garrafas, ficou bem alterada; não de ficar bêbada, mas de ficar solta, safada, uma putinha mesmo. Me beijava e passava a mão no meu peito, até o meu pau. Levei ela pro banco de trás do carro e abri a blusa (a minha era de abotoar, dessas tipo social) pra ela beijar e lamber meu peito – ela adora isso. Deixei-a abrir minha calça, minha cueca, e tirar meu pau pra fora; assim que se viu livre ela chupou. Com as mãos, massageava meu saco, chupando só com a boca; engolia até o talo e passava a língua nele, ou ficava só com a cabeça na boca e passava a língua nele; de vez em quando, tirava e lambia meu saco, enquanto eu batia meu pinto na cara dela.
Ela quis logo que eu a comesse, mas resolvi adiar isso. Tirei os peitos dela pra fora da blusa, e chupei os dois, abocanhando o peito e passando a língua nos biquinhos, enquanto apertava o outro, ou passava a mão na sua xoxota, por cima da calça. Ela foi ficando louca de tesão, e gemia alto, as pessoas na rua ouviam tranquilamente, sorte que quase não havia ninguém por ali. Foi aí que me bateu a tara exibicionista, mais voyeur do que exibicionista; mandei ela sair do carro, do jeito que estava, e tirar toda a roupa. Ela nem questionou, já que estava doida de tesão e bebida. Ficou peladinha no meio da rua, aquele corpão todo exposto. Ela estava bem peludinha nesse dia, os pentelhos quase cobrindo a buceta, mas nada que cobrisse a bichinha. Botei as roupas dela no porta malas, pra garantir que ela ficaria peladinha o quanto eu quisesse.
Mandei ela entrar no carro, no banco de trás, e sentar de pernas abertas; dei uma garrafa vazia pra ela enfiar na buceta. Ela pegou, deu uma chupada, e enfiou a parte mais fina e ficou se masturbando com ela. Mandei que enfiasse ela toda, e a safada mexeu, mexeu, e entrou o resto. Ela fez uma carinha de sapeca enquanto apertava os seios. Pulei pro banco de trás e enfiei meu pau na sua boca, fodendo-a como se fosse uma racha. Segurava sua cabeça, enfiando o pau até o fundo da sua garganta, soltando pra ela respirar as vezes. Repeti aquele movimento várias vezes, ou então tirava o pau da minha boca, dava um tapa no rosto dela e puxava seu cabelo pra trás, dizendo:
- Você é uma puta?
Encontre as mais safadas ruivinhas em sua cidade!!!
- Sou!
- De quem?
- Sua!
- Repete, sua vaca!
- Sou sua puta!
- Mais alto! (Enfiando o pau na boca dela e apertando um seio)
- dadpahdfahfiaf
- Não entendi! (tira a o pau da boca)
- Ahhhh... SOU SUA PUTAAAAA!
- Então, tira essa garrafa da buceta.
Ela tirou, tava toda melada, me abaixei e deu um tapa na sua cona, enfiei uns dedos, tirei e dei pra ela chupar o seu caldo. Ela lambia como uma puta mesmo, enquanto eu chupava sua bucetona. Procurava beijar e enfiar a língua lá dentro, lambendo todo seu líquido, fazendo ela berrar de tesão. Passava a língua pela sua virilha, coxas, cu, voltando pra buceta; intensifiquei as chupadas e ela gozou.
- gostou, puta?
- amei!
- mas não acabou ainda!
Fiz ela sair do carro e dar uma volta na rua. Ela saiu e ficou andando perto do carro. Eu já tava doido de tesão, precisava esvaziar meu saco. Saí do carro e agarrei ela por trás, enfiando um dedo na sua cona, apertando um seio e beijando seu pescoço. Abri a porta e fiz ela se abaixar, ficando em pé, mas com o corpo deitado no banco. Tirei o pau pra fora da calça e meti naquele bucetão, segurando ela pela cintura. Aumentava e abaixava o ritmo, puxava seu cabelo e batia na sua bunda. Percebi que ia gozar e puxei seu cabelo até ela se levantar e encostar em mim, e gozei muito na sua bichinha (ela tomava anticoncepcional, e não tinha doenças). Tirei e mandei ela segurar pra porra não escorrer.
Mandei ela andar pela rua, mas sem tirar a mão da cona, pra porra não escorrer. Que tesão, ela peladona com a mão na pomba no meio da rua, andando... Vale ressaltar que já eram mais de 3hs da madrugada, por isso não havia grande movimento, mas quando passava um carro, buzinava. Mandei ela vir até mim e tirar a mão, pra gala escorrer. Ela tirou e foi escorrendo pela perna dela enquanto andava. Peguei ela pelo braço e botei dentro do carro. Fui dirigindo até chegar a um trapiche. Ela tava com tesão ainda, e eu também.
Encontre as mais safadas ruivinhas em sua cidade!!!
Saímos, ordenei que ela caminhar no trapiche até o final dele, o que ela fez rebolando. Chegando ao final do trapiche, fui ao encontro dela e mandei ela se debruçar no pára-peito, e meti com força nela. Socava tudo dentro dela, fazendo-a rebolar no meu pau; virei ela de frente e mandei brasa de novo, ao mesmo tempo em que chupava seus peitos. Senti ela gozando de novo, e resolvi explorar seu cuzinho. Fi-la ficar de quatro, e dei umas lambidas no seu brioco, posteriormente enfiando o dedo indicador. Ela deu um gemidinho, mas não reclamou. Brincava com o cu dela, e dava o dedo pra ela chupar, e enfiava de novo no seu rabinho, mas não queria comê-lo ainda. E foi engatinhando até o carro, comigo atrás, dando tapas na sua bunda. Chegando lá, pegue a garrafa que ela havia metido na buceta, e meti no seu cu (a parte fina), e fiquei brincando com ela ali.
- você tem coragem de agüentar algo maior?
- tenho!
- então entra no carro, sua puta
- ahm tah
- Agora senta na marcha!
Ela ficou meio receosa, mas eu dei um tapinha na cara dela e ela criou coragem. Ajeitou a marcha na entrada do cu e foi descendo devagar. Depois que entrou a “cabeça”, o restou foi fácil. Que visão linda, ela com uma cara de dor, tesão, a buça pingando (de líquidos misturado com gozo meu e dela) e a marcha atolada no seu cu. Cheguei mais perto e chupei os seios dela, levando-a a loucura. Por fim, mandei ela sair do carro, sentei na beirada do banco, virado pra fora, e puxei ela pro meu colo, metendo no seu cu. Ela me cavalgou enquanto eu novamente puxava seus cabelos e xingava ela de puta, rampeira, cu largo, etc. Paramos, e fomos pro banco de trás, virei ela de lado e botei no seu cu, de novo. O cuzinho dela era muito gostoso, apertadinho, e de vez em quando ela “piscava” ele, é de endoidecer. Acelerei meus movimentos e gozei dentro do seu cu, bastante até, contando que já havia gozado. Tirei meu pau e enfiei a garrafa de novo, e mandei ela sair do carro e andar, com a garrafa no cu. Aos poucos, a porra ia caindo e enchendo a garrafa, acho que deu uns 200ml. Ela tirou a garrafa e tomou a gala.
Ache solteiros sexy em sua cidade!!!
Entramos no carro e fomos pra casa, mas nem entramos: dormimos ali dentro mesmo. Acordei antes, e como ela ainda tava pelada, bateu aquele tesão, e fui lá chupar a buceta dela; ela acordou, mas me deixou continuar; ela empurrava minha cabeça pra perto dela, apertava com as pernas, tava louquinha já. Acabou por gozar comigo. Nem esperei, abaixei minha calça e meti na buceta dela, arrancando um gemido alto dela. Ela reclamou que tava doendo, então, tirei e meti no seu cu. Ela não gostou muito, então resolvi fazer-lhe uma espanhola. Segurou os peitos e meti no meio deles, ah como era gostoso, meu pau ia quase na boca dela e voltava, era demais. Fui “metendo”, metendo, metendo, metendo, metendo, até que gozei, no seu “entre peitos”, pescoço e queixo. Recolheu com a mão e lambeu o que pode.
Fui até o porta-malas, e pegue suas roupas, mas não deixei ela se vestir. Levei ela até em casa, pelada no banco da frente, e ainda a fiz me pagar um boquete na frente da sua casa. A emoção, o risco, me fez gozar rapidinho na sua boca. Ela engoliu, e só então dei sua roupa, ou melhor, parte dela: a calcinha e o sutiã ficaram comigo. Ela tava acabada: cabelos despenteados, olheiras, e fedendo a porra. Entramos na sua casa e ainda fiquei por lá até o almoço, pra garantir que ela não tomaria banho, pra ficar com aquele cheiro de sexo.
Quando der, posto mais aventuras nossas.