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Naquele dia decidi que a punheta que tocaria com minha irmã mais nova, Sara, seria diferente das habituais. Eu tocava punheta com ela todos os dias, quase sempre depois de saber que ela tinha dado ao namorado, pois nada me dá mais tesão do que tocar ao bicho perante uma mulher que acabou de foder com outro.
Com minha irmã, experimentei e gozei, todo o tipo de punhetas. Feitas com as mãos, é de mãos que deriva a palavra masturbação, com os pés, com a boca, nas mamas… Mas ainda não tínhamos feito punheta no cu. Além de umas maminhas bem feitas, não importa se grandes ou não, logo que bem feitas e tesas, o que eu mais gosto é de cus. De mulheres, bem entendido, nada tenho contra os homens que gostam de cu de outros homens, mas a minha tara no que se refere a traseiros, são os femininos. E é claro, só para ver, apalpar, cheirar, lamber, esfregar meu caralho neles enquanto me punheteio, ou me punheteiam, não para meter, pois o que eu gosto mesmo é de punheta. O cu de minha irmã era magro, como todo o restante corpo dela, mas era algo arrebitado, e depois o contraste que fazia o tom claro das suas nádegas, desenhando o contorno de suas calcinhas, no moreno de sua restante pele (mesmo as mamas eram mais escuras que seu rabo, pois ela fazia topless), faziam-me levantar o cacete sempre que o via. E além do mais, eu sabia que Sara era virgem daquela entrada, pois o namorado nunca lhe comera o cu, talvez porque naquela época anda havia o preconceito que comer cu, mesmo de mulher, não era aceitável. Achei assim que estava na hora de fazer nele o altar de minha próxima esporradela.
Nessa noite, quando lhe entrei no quarto, Sara vestia um top e uma calcinha cor de leopardo, o que lhe dava um ar muito exótico, bastante justos, realçando-lhe cada forma do seu corpo. Estava divinal! Disse-lhe que me queria vir no seu cu. E acrescentei a ameaça que fazia sempre, de a denunciar a nossos pais, se ela não me deixasse fazê-lo, mas fazia-o porque adorava sentir que a subjugava, como ela adorava sentir ser subjugada por mim. Era um jogo que nos deixava a ambos húmidos de tesão.
- Em que posição é que me queres? De pé, de gatas, contigo por baixo…?– perguntou-me ela, virando-se costas para mim, um brilho atrevido no olhar.
- Primeiro faz um strep, que eu logo decido. E vai-me despindo enquanto tiras a roupa.
Eu estava de t-shirt e calções de dormir. Minha irmã executou alguns movimentos desajeitados de dança, afinal ela nunca o fizera, e música a condizer era o que não havia ali, tirou primeiro o top, envergava um soutien branco por baixo, em seguida despiu a minha shirt, envolveu-me com os seus braços, suas mamas por baixo do soutien branco deslizaram por meu peito nu, minha pixota tesa sob os calções bateu-lhe pela primeira vez nas pernas, depois suas mãos fizeram deslizar o calção cor de pele de leopardo, e ela apenas em lingerie esfregava as suas pernas nas minhas enquanto me tirava os calções. Eu fiquei completamente nu, o membro a pulsar brilhante de esperma na ponta. Punheteei-me um pouco apenas pelo gozo de sentir minha piça tesa na mão, seus joelhos esfregavam-me os colhões enquanto as mãos já lhe tinham desapertado o soutien permitindo-lhe exibir os marmelinhos pequenos mas perfeitinhos, onde minha boca sem pedir licença já assentara arraiais e se entretinha a sugar-lhe os mamilos. Quando finalmente, também a calcinha minúscula que apenas lhe tapava o sexo e o rego do cu caiu, esfreguei minhas mãos na sua ratinha, e elas ficaram húmidas do tesão dela. Levei-as à boca e com a língua lambi-as como fazia sempre. Adoro o sabor do tesão de uma mulher, misturado com o meu, antes de uma boa punheta!
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- Faz-me um minete – pediu-me ela. Mas naquela noite, eu queria que tudo fosse diferente, e não me apetecia lamber-lhe a cona.
- Vou-te fazer um minete mas não vai ser na cona – retorqui-lhe – Vai ser no teu cu.
Ela já estava nua, virei-a para poder apreciar bem aquele cu magnífico, e que era o primeiro que eu tinha à minha mercê, esfreguei minha cara nele, enfiei o nariz no seu rego, obrigando minha irmã a gemer. Entretanto ia-a insultando:
- Minha puta! A deixares o teu irmão a esfregar-te o cu, minha coirona!- ela delirava ouvindo aquilo.
Sara pediu então para se instalar melhor. Dirigiu-se para a cama, deitou o peito ao comprido nela, suas pernas ajoelhadas no tapete, aquele cu branquinho, lisinho, e sem sombra de pelo, estava agora na posição de dádiva, completamente ofertado à minha pessoa. Posicionei-me por detrás dela, ligeiramente curvado para que minha piça e meus colhões lhe pudessem tocar o rego e as bordas sem me ajoelhar, um espectador presente pensaria que eu a ia enrabar, afastei as pregas do olho para os lados procurando alargar-lhe o mais possível o buraco, lambi-o como se estivesse fazendo um minete na racha da frente, enfiei nele a minha língua, deixei que ela entrasse o mais fundo possível naquela gruta inexplorada, procurando que ela sentisse bem aquele gosto delicioso a cu de menina, e só depois então, quando ela já tinha o olhinho coberto de saliva minha, meti naquele buraco a chapelete larga de meu caralho, e foi a única parte do corpo que meti nela, o resto da haste da piça ficou ali meio enfiada no seu rego, minha mão direita envolvendo o restante tronco que ficara fora do seu rego. Sara acusou o toque e gemeu, pediu-me que não metesse mais, mas eu não queria meter mais, queria apenas que ela sofresse um pouco, minhas coxas apertavam-me os colhões contra as suas nádegas de modo a que eu os sentisse comprimidos como gosto quando toco punheta encostado a uma mulher, e com a mão comecei a dar inicio aos movimentos de auto satisfação que todos os leitores homens conhecem bem, e que eu pessoalmente não troco por cona nenhuma.
Minha irmã sentindo as estocadas que a minha pele ao ser puxada para trás e para a frente, lhe provocava no rego, e ao sentir o calor da langonha que com tais movimentos se ia libertando pela cabecinha da piça em pequenas quantidades, começou a suspirar de prazer, suas mãos tocavam-lhe nas mamas, demorando-se nos mamilos que acariciavam mais intensamente, apertando-nos de vez em quando obrigando-se a gemer, e eu compreendi que tal como eu fazia com minha piroca, Sara estava punheteando suas mamas.
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- Esfrega-me um joelho na rata, maninho, por favor… - pedia ela como um faminto deve pedir pão para a boca. Eu fiz-lhe a vontade, ela também estava fazendo a minha. E à medida que minha mão ia imprimindo mais ritmo à punheta, minha irmã esfregava furiosamente a buceta cada vez mais húmida no meu joelho.
- Não vou tardar muito a vir-me – avisei-a.
- Então enfia-me primeiro um dedo na rata, depressa. Quero sentir qualquer coisa dentro da minha rata, para me poder vir também.
Mais uma vez lhe obedeci. Comecei a punhetear-me com a mão esquerda, por achar que lhe tocaria melhor com a direita, passei esta por baixo de suas coxas, e meu dedo entrou perfeitamente no seu grelinho, tão húmido ele se achava. Comecei a socá-la com o dedo, enquanto bem na entrada do cu dela, minha cabecinha começava a dar sinais de que estava pronta para golfar toda a esporra daquela punheta. Felizmente que minha irmã entregando-se ao meu dedo invasor completamente enfiado até à base, tão excitada se encontrava que não precisou de muito tempo para se vir toda, quase na mesma altura em que minha esporra, completamente liberta agora, lhe inundava o rego, e o cobria de um branco espesso e abundante, que ele não conseguia conter, e se espalhava pelas suas pernas abaixo. Eu fechara minha palma da mão quando minha irmã atingira o orgasmo, e lambera-a, mas ao ver tal quantidade de esporra escorrendo pelo seu canal ameaçando manchar o tapete, não resisti. Ajoelhei-me, estendi a língua, limpei-lhe com ela a esporra que já lhe alcançara as coxas, encostei-a de seguida ao bocado de carne que no meio das suas coxas separa o cu da cona, e ali com a boca completamente aberta, deixei que todo o leitinho vertido no meu gozo, me entrasse por ela dentro, me escorresse na garganta, e fosse fazer companhia aos restos do jantar que ainda não tivessem sido digeridos. E aquela minha esporra tinha um paladar diferente de todas as outras minhas esporras que já tinha provado, porque a ser quente, salgada, viscosa, acrescia o paladar ao cu da minha irmã, à merda de minha irmã, aos peidos de minha irmã. Ou pelo menos assim me parecia, e eu achava-a por isso bem mais gostosa.
Quando terminamos, perguntei-lhe:
- Como é que tu estavas com tanto tesão, se esta tarde fizeste amor com o Carlos? Será que as minhas punhetas te satisfazem mais que as piladas dele?
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Minha irmã riu-se, mas admitiu:
- Gosto de fazer amor com o Carlos, mas contigo é mais transgressão. Não é só o facto de sermos irmãos. É as coisas que tu arranjas para gozares sem me comeres. E me fazeres gozar. Se não fôssemos irmãos, e contássemos a alguém como fazemos sexo todos nos gozariam. Mas é tão bom como quando o Carlos me mete a pila na minha ratinha. E é isso que eu acho divertido e me dá tesão.
Aprendi então com ela que um homem pode gozar tanto com uma mulher, e fazê-la gozar, mesmo sem a comer. E ainda hoje, se arranjo uma parceira para passar a noite, informo logo que não a vou comer porque do que eu gosto mesmo é de tocar punheta. Se ela achar que se pode divertir na mesma, que venha. Se não, que vá procurar cacete noutro lado.