Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por ribeiro

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
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PERDENDO OS TRÊS NO CU DA MATILDE Teens ribeiro 1174 9 Nota 4.5
ESPORRADELA NA RACHA DA MINHA IRMÃ 1 1 Comentários Incesto ribeiro 7304 15 Nota 4.5
VIOLADO PERANTE A NAMORADA 2 2 Comentários Orgias ribeiro 2814 10 Nota 4.5
FÊMEA DO MÁRIO E MACHO DA CLAUDIA 2 2 Comentários Orgias ribeiro 3160 14 Nota 4.5
PUNHETA NO TUBO DA MANGUEIRA OU A PRIMEIRA VEZ DA LAURA 1 1 Comentários Fetiche ribeiro 4492 19 Nota 4.5
MASTURBANDO-ME NOS JOELHOS DE MINHA IRMÃ 1 1 Comentários Incesto ribeiro 11980 47 Nota 4.5
APANHANDO NO CU COM O CACETE DA CLÁUDIA E DO MÁRIO Fetiche ribeiro 4268 41 Nota 4.5
ENRABADO E USADO COMO REPRODUTOR Gays ribeiro 6113 42 Nota 4.5
VIOLANDO O CU DE MINHA IRMÃ 2 2 Comentários Incesto ribeiro 18660 73 Nota 4.5
TRÊS PUNHETAS E UMA CALCINHA ROSA, FIO DENTAL Fetiche ribeiro 5992 47 Nota 4.5
CARNAVAL COM UMA GOSTOSA DE PAU FEITO Travestis ribeiro 7000 16 Nota 4.5
O DELICIOSO CASTIGO DO COLEGA CORNUDO Gays ribeiro 6924 25 Nota 4.5
AGARRADO EM FLAGRANTE PELO AMIGO CORNUDO Traição ribeiro 5626 25 Nota 4.5
ASSISTINDO A SESSÃO DE SEXO ENTRE CASAL Exibicionismo ribeiro 6416 27 Nota 4.5
PUNHETA NO CU DE MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 19085 37 Nota 4.5
PUNHETA ENTRE IRMÃOS Incesto ribeiro 9357 21 Nota 4.5
PUNHETA COM MELANCIA E UMA BELDADE AO TELEFONE Fetiche ribeiro 3619 13 Nota 4.5
MASTURBANDO_ME NO ARQUIVO COM A COLEGA DE TRABALHO Exibicionismo ribeiro 3561 15 Nota 4.5
NOITE DAS BRUXAS COM A IRMÃ DO NUNO Teens ribeiro 5455 7 Nota 4.5
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS - Conclusão Orgias ribeiro 3797 0 Nota 0
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS - Conclusão Orgias ribeiro 2362 4 Nota 4.5
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS- 1ª Parte Orgias ribeiro 4877 3 Nota 4.5
ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA- Conclusão Orgias ribeiro 1881 3 Nota 3.5
ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA-1ª PARTE Orgias ribeiro 2193 3 Nota 4
COMO FIZEMOS MINHA IRMÃ PROSTITUIR-SE Incesto ribeiro 14689 5 Nota 4.5
SEGUNDO FORRÓBÓDÓ COLECTIVO COM MINHA IRMÃ- Conclusão Incesto ribeiro 4725 4 Nota 4.5
SEGUNDO FORRÓBÓDÓ COLECTIVO COM MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 6123 5 Nota 4
ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- Conclusão Incesto ribeiro 7680 5 Nota 4
ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- 1ª Parte Incesto ribeiro 7969 9 Nota 4
A PRIMEIRA ORAL COM MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 10442 12 Nota 4.5
No banheiro com minha irmã Incesto ribeiro 13495 17 Nota 4.5

PUNHETA ENTRE IRMÃOS

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Escrito dia 15 de dezembro de 2007 na categoria Incesto por ribeiro

Já lhes disse que gosto mesmo é de tocar punheta. Se perdi a virgindade muito tarde (não se riam, mas isso aconteceu já perto dos 30 anos), foi porque os orgasmos que obtinha fazendo sexo sozinho, me bastavam. Se me tornei viciado em punheta, à minha irmã mais nova, Sara, o devo já que foi ela quem me iniciou na arte que eu depois continuei sozinho.

Eu explico. Estava no café com os amigos, tinha 18 anos, era ainda virgem, e como achava feio tocar ao bicho, andava sempre com os tomates cheios, e as cuecas pingadas. Minha irmã, de 15 anos, provocava-me tesão, mas eu não ousava tocar-lhe, tanto mais que ela namorava com um tipo da minha idade. Mas nessa tarde, ela entrou aflita no café, pediu para me falar à parte, contou que estava em casa com o namorado, porta fechada com chave por dentro, nosso pai chegara, não conseguira entrar. Pedia-me que inventasse uma desculpa, que fora eu quem me esquecera da chave, que me recompensaria. Minha piça pulou dentro das calças, os tomates ficaram-me mais húmidos.

- E que é que tu estavas a fazer, com a chave por dentro? – perguntei, severo.

Minha irmã olhou-me, olhos esfuziantes de gozo, o gozo que eu mais velho ainda não provara, e devolveu-me outra pergunta:

- Que é que haveria de estar a fazer, com o meu namorado de portas fechadas?

Safada! Ela fechava-se em casa, e abria as pernas a ele. Bom, pensei, se ela já não era virgem, não haveria motivo para eu a respeitar. Ela era minha irmã, mas era bem gostosa, e ainda que magricela, e de maminhas pequenas, tinha uns belos olhos negros, e umas pernas muito bem feitas, e eu estava mesmo muito a precisar de esvaziar meus balões com uma mulher como fazia a generalidade dos meus amigos. Disse-lhe que assumiria a culpa perante o pai, mas lhe cobraria nessa noite.

Meu pai lá engoliu a desculpa que inventei, ainda que de pulga atrás da orelha, e eu logo nessa noite a procurei no seu quarto, e lhe exigi que me compensasse como concordara. Perguntou-me que é que queria que me fizesse. Expliquei-lhe sinceramente a minha virgindade, que estava a precisar de mulher, e uma vez que ela já tinha o grelinho arrombado, e sem o selo de origem, não via motivo para que não me desse a mim, o que dava ao outro. Contestou. Que se eu necessitava tanto de fêmea, e não conseguia arranjar uma, que fosse às putas, pois ela não era dessas. Além disso, éramos irmãos, ela nunca se entregaria a um irmão, se traísse o namorado. Ameacei-a voltar atrás na história que contara ao pai, ela cedeu um pouco.

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- Mas entende, não te vou dar o que dou ao Carlos. Penetração é só mesmo com ele. E tu para gozares, não precisas de meter. Aceito fazer-te todos os preliminares que faço com o Carlos, desde que prometas não me enterrar o teu pilau na minha passarinha, nem no meu rabo. Prometes?

- E vais utilizar o quê, para me fazeres despejar os tomates? – quis saber.

- As minhas mãos e a minha boca, pois está claro!

Perante tal proposta, saída daquela boquinha pequenina, em forma de coração, e com os lábios bem rosados, que é que haveria de responder? Uma punheta tocada por suas mãos, e uma mamada executada por aqueles lábios, ainda que já profanados pela piroca do Carlos, compensavam bem a falta do grelinho que Sara não me queria dar.

Acedi com a condição de tirarmos a roupa um ao outro, e minha irmã concordou.

Quando me baixou a cueca, vi que apreciou com prazer o tamanho do meu instrumento, era bem abonado, 17 cms, mais ou menos, uma chapeleta tipo cogumelo, a cabeça completamente destapada pois fui circuncidado aos 7 anos, onde borbulhavam as primeiras gotas de esperma impacientes para sair cá para fora, eivado de veias, uns colhões grandes, pendentes, húmidos de tesão, vermelhões, cujas mãos dela tactearam com agrado, meticulosamente, fazendo com que meu caralho fosse ficando cada vez mais dilatado. Era a primeira vez que uma rapariga me tocava em tais partes, e eu comecei a sentir que meus colhões não iriam aguentar muito tempo tais carícias.

- Ah, minha puta! – gemi-lhe baixinho, pois meus pais no andar de baixo, poderiam escutar – tu queres é que me esporre todo aqui, para não precisares de me chupar o pau, nem de me tocares ao bicho, mas estás enganada. Se me vier já, faço-te engolir toda a esporra.

Ela riu-se.

- Ó meu tolo, descansa que te vou engolir a esporra. Ou como é que tu pensas que faço desaparecer a do Carlos, para não engravidar?

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Ela pelo visto, sabia da coisa. Meu piçalho de tão esticado pelo tesão, parecia ir rebentar de tal modo se entesoava sabendo que tinha ali, disposto a servi-lo, uma depravada. Arranquei-lhe então a roupa, as mamas miudinhas já eu vira muitas vezes na praia, pois a Sara costumava fazer topless, mas os seus pentelhos não, e eram castanhos claros como o seu cabelo, cerrados, muito certinhos. Sem roupa deitei-a para trás, de costas sobre o edredon, levantei-lhe as pernas. Ela deixou conduzir-se sem resistência, estiquei-as para trás o mais que pude, expus-lhe a cona, eu nunca vira uma cona, sua racha estava aberta, talvez fosse por já não ser virgem, cheirava bem aquela gretazinha, ela tinha-a lavado antes de ir para a cama,, e tinha uns lábios rosados à volta, que eu beijei e tacteei com sofreguidão, obrigado mana por me deixares ver a tua cona, que linda ela é!, disse-lhe, e ela sentia-se contente pelo meu interesse pela sua cona, e por meus lábios a beijarem, e ia ficando húmida, enquanto voluptuosamente suas coxas nuas, e suas nádegas, se esfregavam no aveludado do edredon. Como já disse, uma vez, não gosto de meter meu piçalho em ninguém, mas gosto muito de ver uma coninha, em especial de uma menina jovem como era minha irmã sabidona, ou um belo cu.

- Vou roçar a minha piroca no teu grelinho. E pouco barulho, que eu não meto.

E encavalitando-me sobre suas coxas esticadas para trás, comecei a punhetear-me, a cabeça da piroca completamente encostada ao portão de sua cona, besuntando-a de esporra, enquanto os meus colhões lhe esfregavam o cu, como se quisessem esmagar-se de encontro a ele. Minha irmã pensou que eu me viria daquele modo, mas eu não esquecera a sua promessa, e quando senti o caralho ficar cheio de esperma pronta a disparar parei.

- Agora vais-me fazer tu, como prometeste.

Pus-me todo em cima do peito dela, ela agora estendera as pernas para a frente, apertei-lhe as duas mamas, de modo a fazer um reguinho apertado no meio delas, que com alguma boa vontade se poderia considerar parecido com o reguinho da entrada de sua cona, e naquele canal espetei meu dardo. Minhas ancas executavam os mesmos movimentos como se lhe estivesse a comer a rata, e que já vira fazer no cinema, mas eram as mãos dela, agarradas nas mamas, para cima e para baixo, fazendo-as friccionar no meu caralho, e ao me puxar a pele da piça para trás e para a frente, que me tocavam realmente à punheta. E pode lá haver punheta melhor, do que a que é tocada nas mamas bem feitas de uma mulher!

Mas eu queria mais! Quando vi que minha irmã já tinha as mamas bem cobertas com o meu leitinho, mandei-a parar, minha irmã com as mãos limpou as mamas, e com a língua lambeu por sua vez as mãos, deleitando-se com o sabor da minha esporra. Eu nunca provara leite de homem, e até tinha nojo de o fazer, mas ao contemplar o deleite com que minha irmã mais nova lambia o liquido de minha masculinidade não resisti a lamber-lhe também as mãos e as mamas. Era um paladar novo! Minha esporra, era quente, grossa, viscosa, ligeiramente salgada, e era boa. Gostosa. Ainda hoje sempre que toco uma solitária, gosto de engolir, por vezes mesmo lambendo o chão com a língua, a esporra que meus tomates libertam no fim do tesão. Cuidadosamente lambi-lhe todos os vestígios de esperma das mamas, deixei-as limpinhas, e os movimentos de minha língua, em especial quando lhe tocava a auréola dos mamilos, faziam-na estremecer de prazer. Quando ela já se achava perfeitamente limpinha, ajoelhei-me sobre seus ombros, minha piça tocando-lhe a boca, meus colhões pousados nos seus queixos, um pequeno movimento dos meus joelhos para a frente, fez deslizar meu cacete para dentro de sua boca, agora era a sua língua húmida e quente quem me limpava os vestígios de esperma do meu caralho, e lhe explorava cada milímetro de extensão, lhe afagava a racha da cabecinha, seus dentes iam-me trincando uma vezes suavemente, outras mais profundamente, deixando-me pequenas marcas de dentadas, em especial quando sentia que eu me estava quase a vir, eram os seus lábios agora quem me punheteavam, enquanto suas mãos me acariciavam o saco, me apertavam as bolas rugosas, minhas ancas moviam-se cada vez mais furiosamente como se a estivessem a socar, mentalmente eu via-me todo dentro dela, meu corpo dentro do dela como o do Carlos estivera nessa tarde, meus colhões faziam desaguar todo o líquido de minha tesão na minha piroca, e a esporra corria da piroca para a cabeça desta, assomava cada vez em maior quantidade à rachinha de minha cabeça, a língua e os movimentos de mão de minha irmã tinham-se tornado exageradamente rápidos, a pele da piroca era puxada para trás e para a frente com muito mais intensidade, e foi então que senti um esguicho quente sair de mim, a cabeça de minha piça estava agora completamente no fundo da garganta dela, e a esporra que saía entrava-lhe directamente por ela abaixo. Invejei-a. Não poder eu beber toda aquela minha esporra que constituía bem a prova do meu gozo.

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Sara estava agora ela, excitadíssima. Sua cona pingava de tesão. Abriu-me as pernas, deitada na cama. Seu grelinho novamente oferecido, exigindo prazer.

- Lambe-me agora a pitinha – pediu-me, com voz suplicante.

Ajoelhei-me perante ela, e lambi-a o melhor que pude. Seus pés, pendentes da cama, esfregavam-me as bolas e o pilau murcho que começou a entesar-se de novo, minha língua penetrava-lhe na racha, estava húmida, morna e salgada, como a minha esporra. Tal como me eu viera na boca dela, minha irmã rapidamente atingiu o orgasmo e gozou na minha boca, e o sabor do seu gozo era parecido com o meu, igualmente quente, viscoso, grosso e salgado. Se não se tivesse vindo logo, eu estou certo que me teria posto novamente em pé, e tê-la-ia feito tocar-me mais uma punheta.

- Vou querer mais de futuro. Se não, denuncio-te ao pai. – avisei-a.

Mas não havia necessidade de ameaças. Minha irmã não me deixaria comê-la, esse era um privilégio exclusivo do namorado, mas gostara tanto daquela punheta com broche e minete, que estava disposta a repeti-la comigo. E eu assim tratado, digam lá se tinha precisão de andar a procurar mulher que me deixasse meter! Aquelas punhetas valeram bem todas as conas que não comi!

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