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Chapeleta, a palavra significa um chapéu. Muito usado em contos pornôs porque se assemelha à cabeça do pênis, mais saliente, mais larga, mais evidente que o resto do tronco onde ela se posiciona.
Nesses contos, ela é usada no sentido hiperbólico, isto é, um chapéu bem grande, um chapelão, enfim, um cabeção.
Este pensamento me veio agora, já a salvo, enquanto relembrava minhas tentativas de encontrar um caralho que tivesse a chapeleta sonhada por mim, em meus momentos de desespero. Eu desejava desde sempre encontrar um sujeito que tivesse realmente a ponta do pênis tão grande que pudesse me satisfazer de uma vez por todas.
Observei em fotos, várias vezes, os cavalos e os jegues em estado de excitação e verifiquei a forma estranha que apresentavam suas chapeletas pulsando no final dos seus membros. Achei-as feias. Não era exatamente aquilo que procurava , embora o tamanho pudesse ser comparável.
No íntimo, acreditava que meus desejos jamais seriam realizados, pois dificilmente um homem poderia ter nascido com aquelas proporções tão desejadas por mim. Meu desejo era ser possuído por um macho que tivesse um membralhão tão grande , grosso e chapeletudo que fosse quase impossível de ser chupado e que causasse sérios danos às pregas do cu arrombado por ele.
Descartei centenas de homens após checar seus pênis, percebendo desanimado que a maioria absoluta possuía aquela parte da anatomia normalmente constituída sem nenhum atrativo a mais, tornando-os todos quase semelhantes. Alguns eram até ridículos exibindo glandes diminutas, pontudinhas, mais finas que o corpo do pênis – bico de lamparina, como costumam dizer.
Vivi nessa constante expectativa até os vinte anos de idade e já estava, nessa data, tão desiludido em minha busca pelo cálice sagrado que cheguei a pensar em praticar o suicídio, uma vez que a vida não oferecia solução para meus problemas. A necessidade de encontrar o sujeito que possuísse aquela particularidade havia se tornado, em minha mente, uma determinação tão imperiosa que o não cumprimento da missão tornava tudo o mais desprovido de interesse e propósito.
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Assim, revoltado após tantas tentativas inúteis, avisei a todos, amigos e inimigos, que me jogaria da janela do prédio mais alto, em protesto contra as injustiças do destino. A notícia logo se espalhou pela população e eu observei, desgostoso, a enorme quantidade de pessoas lá embaixo, gritando em coro:
-Pula! Pula! Pula!
A janela onde havia me aboletado, ficava no décimo andar do prédio onde morava o prefeito e possuía uma sacada construída com barras de ferro. Posicionei-me ali, agarrado às barras, os pés apoiados na borda, de costas para o vazio. O prefeito, ao perceber a movimentação ao redor, perturbou-se e resolveu chamar o Corpo de Bombeiros, na tentativa vã de fazer com que eu abandonasse o meu intento, atrapalhando o sábado, o tráfego e até o tráfico.
Agarrei-me às barras de ferro muito resistentes e projetei meu corpo para o vazio tentando não olhar diretamente para baixo, onde a multidão continuava fervorosamente a me incentivar para que não desistisse do ato tresloucado. Estava já prestes a soltar as mãos que me mantinham preso às barras quando ouvi a sirene do carro de bombeiros se aproximando numa velocidade impressionante.
Em questão de minutos surgiram vários bombeiros na janela ao lado da qual eu me encontrava e tentaram estabelecer comunicação. Um deles, o chefe, com certeza, perguntou-me por que estava querendo pôr fim à minha vida.
Expliquei-lhe então os motivos: possuía um cu tão largo e uma boca tão faminta que jamais havia conseguido me satisfazer com homem algum, devido ao tamanho ridículo das chapeletas apresentadas.
Ele conversou comigo com sua voz segura e confiante, treinado que era para essas situações, tentando convencer-me que isso não era motivo suficiente para acabar com minha vida, que eu reconsiderasse a situação.
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Respondi-lhe que aquela era minha decisão final e que nada nesse mundo me faria mudar esta decisão.
Nesse ponto já havia três bombeiros a alguns passos de mim, na sacada da janela, mas toda vez que notava algum movimento deles para me agarrar, eu ameaçava soltar as mãos e mergulhar no espaço. Os gritos lá embaixo eram cada vez mais animadores:
-Pula, bicha! Pula, bicha! Pula, bicha!
Ao perceber o quanto eu estava inclinado a atender aos pedidos insistentes da população, o chefe dos bombeiros resolveu agir de forma mais objetiva e abrindo a braguilha do seu uniforme, mostrou-se : “Dê uma olhada aqui, meu amigo...este serve?” Olhei o pênis dele e verifiquei que não era nada especial, igual às centenas que já havia experimentado antes e soltei a mão esquerda, balançando-me no ar num ato de desespero.
A população manifestou-se num estrondoso som:
-OOOOOOOHHHHHhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!
Mas ainda não foi desta vez que tiveram seu desejo realizado. Voltei a me agarrar com as duas mãos às grades quando ouvi um tropel atrás dos três que tentavam me agarrar e um outro bombeiro invadiu a sacada aos gritos:
-Chefe ! Eu acho que posso resolver o desejo dele!..
-Você, Amaretto? Tem certeza do que está falando?
-Certeza absoluta, Chefe! Só lhe peço autorização pra usar a escada magirus e o problema estará resolvido...
Em questão de minutos, percebi que a movimentação se tornava febril à minha volta, meus braços já estavam doendo muito, de modo que não poderia me manter naquela posição por muito mais tempo. As mãos suavam, tornavam-se escorregadias e as barras de ferro ardiam me as palmas das mãos. Então vi a escada magirus se aproximando e lá no cimo dela, o bombeiro Amaretto com as calças arriadas mostrava-me seu caralho.
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Ao vê-lo, todo o meu pensamento voltou-se imediatamente para a necessidade de sobrevivência, a qualquer custo! Lutei com todas as minhas forças até que minha boca colocou-se a centímetros daquela chapeleta imensa.
O manobrista da escada magirus era realmente bem treinado, de modo que bastou o bombeiro Amaretto apontar para o local certo e meus lábios se fecharam ao redor daquilo sem a menor possibilidade de adaptação. Eu estava maravilhado! Nunca havia vislumbrado semelhante tamanho de caralho antes em toda minha vida!
Animadíssimo, fiz um esforço hercúleo para descer o moletom e curvar-me, mostrando a bunda bem aberta para ele. A escada magirus foi reposicionada, aproximou-se mais e começou a estremecer no momento em que o cabeção começou a entrar no cu e eu me senti, pela primeira vez, completamente arrombado e preenchido!
Balançando-me bem seguro às grades, mexi o cu em várias posições até sentir que as pregas estavam finalmente sendo arregaçadas tal como sempre o desejara. Era o fim de minhas desilusões! Quando já estava completamente engatado a ele, o bombeiro Amaretto aproveitou-se da situação para me agarrar e trazer-me de encontro ao seu corpo fortíssimo.
E o resto entrou todo nesse instante. Foi a glória! Principalmente ao sentir os enormes borrifos de porra bem lá no fundo do poço... E ele carregou-me em seus braços até colocar-me a salvo e seguro no chão. O bombeirão sorria orgulhoso de sua cirúrgica intervenção, procurando a melhor posição para as fotos dos repórteres.
Toda a Corporação se abraçou em sinal de satisfação e alegria ante mais um resgate levado a cabo ( e que cabo! ) com absoluta maestria! O prefeito, ao ver os flashes dos fotógrafos, desceu para cumprimentar os bombeiros acaloradamente. Prometeu-lhes até medalha de honra ao mérito em cerimônia a ser realizada na Câmara, numa sessão especial.
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A multidão, finalmente, dispersou-se irritada, lograda em sua expectativa de ver sangue no asfalto:
-AAAAAAAAAAAAaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!
É claro que guardei com carinho o cartão com o número do celular do Amaretto ...
Se pensam que vou passá-lo para vocês, estão muito enganadas, amigas! Fodam-se! É preciso rebolar para se conseguir o que se quer. Nada é fácil nessa vida...