Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por ribeiro

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
Estória da Punheta numa Garrafa e a da Laura Apanhando no Cu Fetiche ribeiro 1402 6 Nota 4.5
INVERSÃO DE PAPÉIS COM A PUTA DO CARALHO NEGRO Fetiche ribeiro 1998 9 Nota 4.5
PERDENDO OS TRÊS NO CU DA MATILDE Teens ribeiro 1147 9 Nota 4.5
ESPORRADELA NA RACHA DA MINHA IRMÃ 1 1 Comentários Incesto ribeiro 7294 15 Nota 4.5
VIOLADO PERANTE A NAMORADA 2 2 Comentários Orgias ribeiro 2808 10 Nota 4.5
FÊMEA DO MÁRIO E MACHO DA CLAUDIA 2 2 Comentários Orgias ribeiro 3157 14 Nota 4.5
PUNHETA NO TUBO DA MANGUEIRA OU A PRIMEIRA VEZ DA LAURA 1 1 Comentários Fetiche ribeiro 4488 19 Nota 4.5
MASTURBANDO-ME NOS JOELHOS DE MINHA IRMÃ 1 1 Comentários Incesto ribeiro 11978 47 Nota 4.5
APANHANDO NO CU COM O CACETE DA CLÁUDIA E DO MÁRIO Fetiche ribeiro 4267 41 Nota 4.5
ENRABADO E USADO COMO REPRODUTOR Gays ribeiro 6112 42 Nota 4.5
VIOLANDO O CU DE MINHA IRMÃ 2 2 Comentários Incesto ribeiro 18658 73 Nota 4.5
TRÊS PUNHETAS E UMA CALCINHA ROSA, FIO DENTAL Fetiche ribeiro 5990 47 Nota 4.5
CARNAVAL COM UMA GOSTOSA DE PAU FEITO Travestis ribeiro 6996 16 Nota 4.5
O DELICIOSO CASTIGO DO COLEGA CORNUDO Gays ribeiro 6921 25 Nota 4.5
AGARRADO EM FLAGRANTE PELO AMIGO CORNUDO Traição ribeiro 5625 25 Nota 4.5
ASSISTINDO A SESSÃO DE SEXO ENTRE CASAL Exibicionismo ribeiro 6411 27 Nota 4.5
PUNHETA NO CU DE MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 19075 37 Nota 4.5
PUNHETA ENTRE IRMÃOS Incesto ribeiro 9354 21 Nota 4.5
PUNHETA COM MELANCIA E UMA BELDADE AO TELEFONE Fetiche ribeiro 3615 13 Nota 4.5
MASTURBANDO_ME NO ARQUIVO COM A COLEGA DE TRABALHO Exibicionismo ribeiro 3559 15 Nota 4.5
NOITE DAS BRUXAS COM A IRMÃ DO NUNO Teens ribeiro 5455 7 Nota 4.5
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS - Conclusão Orgias ribeiro 3791 0 Nota 0
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS - Conclusão Orgias ribeiro 2357 4 Nota 4.5
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS- 1ª Parte Orgias ribeiro 4875 3 Nota 4.5
ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA- Conclusão Orgias ribeiro 1875 3 Nota 3.5
ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA-1ª PARTE Orgias ribeiro 2193 3 Nota 4
COMO FIZEMOS MINHA IRMÃ PROSTITUIR-SE Incesto ribeiro 14685 5 Nota 4.5
SEGUNDO FORRÓBÓDÓ COLECTIVO COM MINHA IRMÃ- Conclusão Incesto ribeiro 4718 4 Nota 4.5
SEGUNDO FORRÓBÓDÓ COLECTIVO COM MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 6119 5 Nota 4
ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- Conclusão Incesto ribeiro 7679 5 Nota 4
ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- 1ª Parte Incesto ribeiro 7964 9 Nota 4
A PRIMEIRA ORAL COM MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 10441 12 Nota 4.5
No banheiro com minha irmã Incesto ribeiro 13492 17 Nota 4.5

PUNHETA COM MELANCIA E UMA BELDADE AO TELEFONE

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Escrito dia 07 de dezembro de 2007 na categoria Fetiche por ribeiro

Depois da punheta que toquei no Arquivo da empresa, com a minha colega Laura, eu fiquei com vontade de a repetir, mas agora noutro contexto. Tal como muitos homens não gostam de passar a vida comendo a mesma mulher, eu igualmente não gosto de tocar ao bicho sempre da mesma maneira, pois acho que também para se fazer uma boa punheta o essencial é, além do tesão, imaginação.

A minha colega tem um telefone fixo no quarto, (ela vive com os pais) usado essencialmente para ligação à Internet, e era para este telefone que eu, que estava gozando as minhas férias de Verão, à noite lhe ligava preferencialmente, em especial quando lhe queria escutar as suas histórias mais íntimas, evitando o telemóvel não fosse correr o risco de ela estar com o namorado. Nos dois ou três primeiros dias, ela não atendeu, sinal que provavelmente estava ocupada com o seu amante e a minha telepunheta teve de ser adiada, mas no quarto ou quinto dia, finalmente ouço-a a perguntar-me do outro lado de lá da linha:

- Estou?

Fiquei encantado em ouvir-lhe a voz.

- Então, Laura, tudo bem contigo? Tenho ligado todas as noites, mas não te tenho apanhado.

- Tenho saído com o Vítor (era o rapaz com quem ela andava saindo), e é por isso( era o que queria ouvir) . Mas porque não me ligas para o trabalho?

Tê-lo-ia feito se não achasse que ali ela não estaria disponível para me relatar as suas histórias eróticas. E como já contei, como sei que ela também se divertia muito excitando-me e fazendo-me tocar punheta com as suas confissões, decidi abrir meu jogo com ela.

- Não o fiz, porque estes dias longe de ti, sem te ouvir, estão-me deixando com o saco cheio. E eu não gosto de o esvaziar sozinho sem ouvir as histórias que tu contas tão bem. Cada vez me custa mais passar sem as tuas histórias.

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Ela riu-se.

- Então tu és como as criancinhas pequenas que não adormecem sem a mãe lhes contar histórinhas da carochinha?

- É isso mesmo – confirmei – É por isso que queria que me atendesses, e fizesses a vez de minha mamã. Mas não quero um conto da carochinha, pois a esses conheço-os todos. Gostaria que me contasses antes um conto para adultos, daqueles picantes mas verídicos, em que tu és a personagem principal.

- Porque é que não arranjas tu uma história dessas, e depois ma contas a mim? Eu iria gostar muito de a ouvir – retorquia ela, mas no fundo eu percebia-lhe na voz o gozo que lhe dava saber que me entesoava com a história que me contaria, e com o que eu iria fazer no final dela. E contou-me então a história de como dera uma valente foda com um antigo namorado, em cima do capôt do carro dele, numa zona à beira-mar, bem pertinho da estrada, para que quem passasse os pudesse ver perfeitamente a fornicar, e de como se divertiram muito com aquilo. Ao ouvi-la, só lamentei não ter sido testemunha presencial do acto, e minha pila pôs-se logo de pé como fica sempre que a ouço contar tais histórias, ainda para mais com a soma de pormenores com que ela as recheava, pois a Laura era muito meticulosa em relatar detalhadamente os mais pequenos pormenores. Uns pinguinhos de esporra já tinham começado a verter na minha cueca, e eu para me excitar ainda mais enquanto me tocava, perguntava-lhe de que tamanho era o caralho dele, se eles estavam completamente nus, ou não, se as pessoas que passavam se metiam com eles ou se se limitavam a ver sem dizer nada. Ela a tudo respondia, até que um suspiro mais profundo que deixei escapar a fez perceber o que eu estava fazendo.

- Seu punhetas – atirou-me ela, gozona – então foi para isso que me telefonaste?

- Que é que tu queres, Laura? Sabes como é! Homem sem mulher a quem meter, tem de se desenrascar sozinho. E estou a adorar fazê-lo enquanto te ouço. É como se te estivesse comendo a ti.

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- Homem que o é de verdade, não toca punheta como os rapazinhos. Procura mulher.

- Então, deixa-me ser o teu rapazinho, e deixa-me acabar minha punheta, que me está sabendo tão bem, e não me desligues o telefone – eu empregava um tom suplicante, que ela tanto gostava de me ouvir, algo teatral, procurando convencê-la do estado desesperado dos meus tomates. A Laura cedeu, como da primeira vez que me punheteei com ela, no Arquivo.

- Está bem! – condescendeu – Mas já que dizes que queres fazer de conta que me estás a comer, então vamos tornar a tua pívia mais realista.

- E como o faremos? – indaguei

- Já vais ver! Tens à mão uma peça de fruta, suficientemente grande para caber a tua pila toda lá dentro?

- Uma melancia, pode ser?

- Está inteira?

- Está.

- Óptimo! Não estava a pensar em algo tão grande mas pode ser. Vai buscá-la e traz uma faca de cozinha.

Percebi logo o que a Laura queria que eu fizesse, mas não me descosi. Num ápice voltei da cozinha com a melancia, e uma faca. Eu nunca fizera aquilo, e estava completamente de pau feito só de imaginar que a punheta iria sair melhor do que imaginara quando peguei no telefone e ela me atendera

- Agora – instruía-me – faz um buraco numa das extremidades, que não seja mais largo que a tua pila, nem maior que ela. Eu espero.

- Vai contando mais histórias – pedia-lhe, mas nem era preciso, a meticulosa operação ia-me manter o cacete tão duro como as conversas da Laura. E enquanto ela obedientemente, me narrava outra das suas histórias eróticas, eu abria um buraco na melancia, e com a ajuda da faca, em movimentos rotativos como se estivesse a descaroçar um ananás, ia escavando no miolo do fruto uma gruta apertadinha, não muito profunda, de modo a que minha glande quando a penetrasse tocasse naquela massa esponjosa, e procurava fazer com que ela se assemelhasse o mais possível aos interiores íntimos de um corpo feminino.

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- Já está – disse-lhe quando terminei.

- Então enfia-lhe o caralho, de uma vez só, até aos colhões, como faria um homem de verdade fodendo a sério.

Aquela sua linguagem de carroceiro, ou de puta de rua, confirmavam-me que ela também se achava cheia de tesão, apesar das quecas que dava com o namorado. Ainda pensei em pedir-lhe que pegasse num objecto fálico, e o penetrasse nela, mas achei melhor não o fazer. Ela se achasse necessidade fá-lo-ia, eu queria, precisava mesmo muito, de despejar os balões e queria lá saber se ela ficava naquele”voyeurismo” telefónico. Apressei-me a seguir o seu conselho. De uma estacada arremessei minha pila naquele buraquinho virgem de melancia, tive de fazer alguma força porque a casca dura, exterior, uma vez enfiada a cabecinha, resistiu à penetração do restante corpo mais avantajado da piroca, agarrei a outra extremidade com as duas mãos, e puxei-a mim, como qualquer homem puxaria a mulher que tem debaixo dele, nua, se ela se lhe tentasse esquivar, puxei-a enterrando cada vez mais a piroca no seu miolo mole, até sentir os tomates baterem-lhe na entrada apertada, e sempre agarrando-a com as duas mãos, sufocando-a no meu baixo - ventre, comecei a socá-la com ânimo, esmagando-lhe o miolo em cada soco das minhas coxas. Fi-lo com brutalidade, se em vez de uma melancia fosse uma mulher, esta teria gemido de dor com certeza, mas meu pau inflamava sentindo o seu interior húmido e fresco, e foi agradável sentir toda aquela humidade e frescura desaguarem em sumo por cima do meu caralho. Se fosse uma mulher autêntica que estivesse ali, sentiria minha esporra morna e salgada dentro dela, mas eu comendo a melancia queria lá saber de mulher que não fosse a Laura falando comigo através da linha telefónica a narrar-me, como fodera em Lisboa com um sobrinho do Director, não sei se com os dedos enfiados em sua rachinha, ou se se consolando apenas com meus gemidos de prazer, e a minha respiração arquejante, quando não me podendo mais aguentar, me deixei vir e esporrei todo meu tesão naquele buraquinho doce e húmido, que tanto podia ser um cu ou uma cona, verde por fora e vermelho vivo por dentro.

Quando terminei minha punheta, Laura perguntou-me se estava mais aliviado.

- Muito mais, graças a ti, obrigado! E tu, que vais fazer agora?

- Ligar ao Victor. Ainda não é tarde.

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Lembrei-me da tarde no Arquivo, ela dissera-me que depois de ter assistido à minha punheta, dera a mais gostosa transa com ele. Desejei-lhe que a que iria dar de seguida, lhe soubesse tão bem como então aquela lhe soubera. Tranquilizou-me:

- Fica descansado! Vai saber!

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