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Depois da punheta que toquei no Arquivo da empresa, com a minha colega Laura, eu fiquei com vontade de a repetir, mas agora noutro contexto. Tal como muitos homens não gostam de passar a vida comendo a mesma mulher, eu igualmente não gosto de tocar ao bicho sempre da mesma maneira, pois acho que também para se fazer uma boa punheta o essencial é, além do tesão, imaginação.
A minha colega tem um telefone fixo no quarto, (ela vive com os pais) usado essencialmente para ligação à Internet, e era para este telefone que eu, que estava gozando as minhas férias de Verão, à noite lhe ligava preferencialmente, em especial quando lhe queria escutar as suas histórias mais íntimas, evitando o telemóvel não fosse correr o risco de ela estar com o namorado. Nos dois ou três primeiros dias, ela não atendeu, sinal que provavelmente estava ocupada com o seu amante e a minha telepunheta teve de ser adiada, mas no quarto ou quinto dia, finalmente ouço-a a perguntar-me do outro lado de lá da linha:
- Estou?
Fiquei encantado em ouvir-lhe a voz.
- Então, Laura, tudo bem contigo? Tenho ligado todas as noites, mas não te tenho apanhado.
- Tenho saído com o Vítor (era o rapaz com quem ela andava saindo), e é por isso( era o que queria ouvir) . Mas porque não me ligas para o trabalho?
Tê-lo-ia feito se não achasse que ali ela não estaria disponível para me relatar as suas histórias eróticas. E como já contei, como sei que ela também se divertia muito excitando-me e fazendo-me tocar punheta com as suas confissões, decidi abrir meu jogo com ela.
- Não o fiz, porque estes dias longe de ti, sem te ouvir, estão-me deixando com o saco cheio. E eu não gosto de o esvaziar sozinho sem ouvir as histórias que tu contas tão bem. Cada vez me custa mais passar sem as tuas histórias.
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Ela riu-se.
- Então tu és como as criancinhas pequenas que não adormecem sem a mãe lhes contar histórinhas da carochinha?
- É isso mesmo – confirmei – É por isso que queria que me atendesses, e fizesses a vez de minha mamã. Mas não quero um conto da carochinha, pois a esses conheço-os todos. Gostaria que me contasses antes um conto para adultos, daqueles picantes mas verídicos, em que tu és a personagem principal.
- Porque é que não arranjas tu uma história dessas, e depois ma contas a mim? Eu iria gostar muito de a ouvir – retorquia ela, mas no fundo eu percebia-lhe na voz o gozo que lhe dava saber que me entesoava com a história que me contaria, e com o que eu iria fazer no final dela. E contou-me então a história de como dera uma valente foda com um antigo namorado, em cima do capôt do carro dele, numa zona à beira-mar, bem pertinho da estrada, para que quem passasse os pudesse ver perfeitamente a fornicar, e de como se divertiram muito com aquilo. Ao ouvi-la, só lamentei não ter sido testemunha presencial do acto, e minha pila pôs-se logo de pé como fica sempre que a ouço contar tais histórias, ainda para mais com a soma de pormenores com que ela as recheava, pois a Laura era muito meticulosa em relatar detalhadamente os mais pequenos pormenores. Uns pinguinhos de esporra já tinham começado a verter na minha cueca, e eu para me excitar ainda mais enquanto me tocava, perguntava-lhe de que tamanho era o caralho dele, se eles estavam completamente nus, ou não, se as pessoas que passavam se metiam com eles ou se se limitavam a ver sem dizer nada. Ela a tudo respondia, até que um suspiro mais profundo que deixei escapar a fez perceber o que eu estava fazendo.
- Seu punhetas – atirou-me ela, gozona – então foi para isso que me telefonaste?
- Que é que tu queres, Laura? Sabes como é! Homem sem mulher a quem meter, tem de se desenrascar sozinho. E estou a adorar fazê-lo enquanto te ouço. É como se te estivesse comendo a ti.
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- Homem que o é de verdade, não toca punheta como os rapazinhos. Procura mulher.
- Então, deixa-me ser o teu rapazinho, e deixa-me acabar minha punheta, que me está sabendo tão bem, e não me desligues o telefone – eu empregava um tom suplicante, que ela tanto gostava de me ouvir, algo teatral, procurando convencê-la do estado desesperado dos meus tomates. A Laura cedeu, como da primeira vez que me punheteei com ela, no Arquivo.
- Está bem! – condescendeu – Mas já que dizes que queres fazer de conta que me estás a comer, então vamos tornar a tua pívia mais realista.
- E como o faremos? – indaguei
- Já vais ver! Tens à mão uma peça de fruta, suficientemente grande para caber a tua pila toda lá dentro?
- Uma melancia, pode ser?
- Está inteira?
- Está.
- Óptimo! Não estava a pensar em algo tão grande mas pode ser. Vai buscá-la e traz uma faca de cozinha.
Percebi logo o que a Laura queria que eu fizesse, mas não me descosi. Num ápice voltei da cozinha com a melancia, e uma faca. Eu nunca fizera aquilo, e estava completamente de pau feito só de imaginar que a punheta iria sair melhor do que imaginara quando peguei no telefone e ela me atendera
- Agora – instruía-me – faz um buraco numa das extremidades, que não seja mais largo que a tua pila, nem maior que ela. Eu espero.
- Vai contando mais histórias – pedia-lhe, mas nem era preciso, a meticulosa operação ia-me manter o cacete tão duro como as conversas da Laura. E enquanto ela obedientemente, me narrava outra das suas histórias eróticas, eu abria um buraco na melancia, e com a ajuda da faca, em movimentos rotativos como se estivesse a descaroçar um ananás, ia escavando no miolo do fruto uma gruta apertadinha, não muito profunda, de modo a que minha glande quando a penetrasse tocasse naquela massa esponjosa, e procurava fazer com que ela se assemelhasse o mais possível aos interiores íntimos de um corpo feminino.
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- Já está – disse-lhe quando terminei.
- Então enfia-lhe o caralho, de uma vez só, até aos colhões, como faria um homem de verdade fodendo a sério.
Aquela sua linguagem de carroceiro, ou de puta de rua, confirmavam-me que ela também se achava cheia de tesão, apesar das quecas que dava com o namorado. Ainda pensei em pedir-lhe que pegasse num objecto fálico, e o penetrasse nela, mas achei melhor não o fazer. Ela se achasse necessidade fá-lo-ia, eu queria, precisava mesmo muito, de despejar os balões e queria lá saber se ela ficava naquele”voyeurismo” telefónico. Apressei-me a seguir o seu conselho. De uma estacada arremessei minha pila naquele buraquinho virgem de melancia, tive de fazer alguma força porque a casca dura, exterior, uma vez enfiada a cabecinha, resistiu à penetração do restante corpo mais avantajado da piroca, agarrei a outra extremidade com as duas mãos, e puxei-a mim, como qualquer homem puxaria a mulher que tem debaixo dele, nua, se ela se lhe tentasse esquivar, puxei-a enterrando cada vez mais a piroca no seu miolo mole, até sentir os tomates baterem-lhe na entrada apertada, e sempre agarrando-a com as duas mãos, sufocando-a no meu baixo - ventre, comecei a socá-la com ânimo, esmagando-lhe o miolo em cada soco das minhas coxas. Fi-lo com brutalidade, se em vez de uma melancia fosse uma mulher, esta teria gemido de dor com certeza, mas meu pau inflamava sentindo o seu interior húmido e fresco, e foi agradável sentir toda aquela humidade e frescura desaguarem em sumo por cima do meu caralho. Se fosse uma mulher autêntica que estivesse ali, sentiria minha esporra morna e salgada dentro dela, mas eu comendo a melancia queria lá saber de mulher que não fosse a Laura falando comigo através da linha telefónica a narrar-me, como fodera em Lisboa com um sobrinho do Director, não sei se com os dedos enfiados em sua rachinha, ou se se consolando apenas com meus gemidos de prazer, e a minha respiração arquejante, quando não me podendo mais aguentar, me deixei vir e esporrei todo meu tesão naquele buraquinho doce e húmido, que tanto podia ser um cu ou uma cona, verde por fora e vermelho vivo por dentro.
Quando terminei minha punheta, Laura perguntou-me se estava mais aliviado.
- Muito mais, graças a ti, obrigado! E tu, que vais fazer agora?
- Ligar ao Victor. Ainda não é tarde.
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Lembrei-me da tarde no Arquivo, ela dissera-me que depois de ter assistido à minha punheta, dera a mais gostosa transa com ele. Desejei-lhe que a que iria dar de seguida, lhe soubesse tão bem como então aquela lhe soubera. Tranquilizou-me:
- Fica descansado! Vai saber!