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Poucas vezes comi mulher, e homem nunca, porque do que eu gosto mesmo é de tocar punheta. Mas sou fetichista na punheta, não gosto de ficar simplesmente esfregando o pau, esporrando-me para o buraco da sanita. Gosto, por exemplo, de enfiá-lo num preservativo e tocar ao bicho enquanto acaricio umas calcinhas sexys que compro propositadamente para este fim, fingindo que estou comendo mulher de verdade, e já cheguei a fazê-lo falando ao telefone com amigas. Mas as melhores punhetas que toquei até hoje, foram com a minha colega Laura. Hoje é de uma delas, a primeira, que vou aqui falar.
A Laura é loira, olhos azuis, gordinha, rabo cheio e tesudo, mas mamas pequeninas, brincalhona e divertida, um pouco mais velha do que eu. Solteira, mas desbundada. A gente olha para ela, e adivinha que ela gosta de foder, e o faz sem preconceitos. Conheci-a quando entrou para a minha empresa, e ficou a trabalhar comigo. Em pouco tempo ficamos grandes amigos, e como ela é uma pessoa aberta desabafava muito comigo. Fiquei a saber que o então seu namorado era o último de uma enorme lista de não sei quantos, com quem ela andou antes dele, que já andara com um homem casado, e por aí fora. Nada me incita mais a tocar punheta, do que ouvir da boca de uma mulher as suas histórias sexuais (coisa que a maioria delas é muita recatada a fazer). Por isso no final de a ouvir narrar-mas, não resistia a levantar-me e ir à casa de banho tocar uma rapidinha. Ela, vivaça, como é, não tardou muito a aperceber-se disso, e ainda mais lhe dava para falar das suas histórias. Às vezes mesmo, vinha ter comigo, e propositadamente esfregava seus seios por baixo da sua roupa sobre minhas costas, fazendo-me sentir os biquinhos espetados de suas mamas, só para me provocar. E então é que a punheta me sabia bem! Se eu fosse outro tipo de homem, erncararia aquilo como um convite a comê-la, mas como disse, eu gosto mesmo é de punheta. Mas também pude perceber que a Laura gostava de saber que eu me entesoava com as conversas delas, e comecei a acalentar o desejo de me punhetear com ela. E a oportunidade surgiu!
Um dia a Laura adoeceu, e esteve um mês sem vir trabalhar. Quando regressou, a empresa tinha sofrido algumas alterações de organização de espaços, e ela admirou-se com as modificações da nossa sala.
- E o Arquivo, já vistes como está?
Não, ela ainda não vira, e ofereci-me para lhe mostrar o novo rosto do Arquivo. Era mentira, o Arquivo não sofrera qualquer alteração, mas era na cave, e nunca lá ia ninguém, além de nós os dois. O sítio ideal para a minha primeira punheta com ela.
Mal abri a porta, a Laura exclamou espantada perante as mesmas estantes com dossiês empilhados, organizados por nº de processo:
Aproveite a vida, viva grandes romances ai na sua cidade!!!
- Não vejo nada de novo!
- Surpresa! – disse-lhe eu – Trouxe-te aqui porque quero estar a sós contigo. – e empurrando-a contra a parede, fechei a porta, e comecei a beijá-la na boca, e a apalpá-la por cima da roupa. Meu piçalho levantara-se e eu esfregava-o nas pernas dela. A Laura debatia-se mas sem grande convicção.
- Estás maluco! Pode entrar alguém – mas eu, embora sem muita experiência na matéria, podia perceber claramente que o contacto do meu pau, estava-a deixando igualmente com tesão.
- Não digas disparates! Sabes muito bem que nunca cá vem ninguém!
- Mesmo assim – objectava minha colega – eu namoro, não quero foder contigo.
Ainda bem! Eu gosto de ver uma rachinha feminina, já paguei a mulher para abrir as pernas, para poder ver-lhe a rachinha enquanto me punheteio, mas não aprecio meter meu pau dentro de buracos de ninguém, e estava-me por isso, sentindo um pouco culpado por estar a entesoá-la apenas para me satisfazer a mim. Saber que ela não queria foder comigo deixou-me mais aliviado, e deu-me vontade de prolongar mais aqueles momentos.
- Tu deixas-me louco de tesão, Laura – e minha boca deslizava-lhe pelo pescoço abaixo, minhas mãos começaram a desapertar-lhe a blusa, tactearam-lhe o soutien, desapertaram-no ignorando os seus pedidos para parar, e expuseram-lhe as maminhas pequeninas, mas firmes, perante os meus olhares. É outra coisa que gosto muito de ver nas mulheres, mamas. E não só de ver. De tocar e de mordiscar, também. E foi isso que fiz. Masturbei-lhe as maminhas como se estivesse masturbando minha pila, as maminhas ficaram mais duras, minha língua tacteou-lhe os mamilos, lambeu-os, lambeu-lhe as mamas, e no final, como se fosse um bebé, sorvi-os, primeiro lentamente, depois mais freneticamente, como se estivesse a fazer um broche. A Laura encostada à parede, gemia baixinho de prazer, uma das mãos esfregava a vagina por baixo da saia, a outra esfregava meu caralho, por cima de minhas calças, e já não me pedia para parar.
Entre e se relacione com alguém de sua cidade!!!
Minha cueca já devia estar molhada de esporra, mas eu ainda não me tinha vindo, e estava na hora de o fazer e terminar aquilo até para nossa ausência não se tornar suspeita, afinal estávamos no nosso horário de trabalho, e patrão não paga para que nos estivéssemos ali a esfregar. Minhas mãos baixaram das mamas dela para as suas coxas grossinhas, levantaram-lhe a saia, baixaram-lhe a cueca, seus pentelhos eram loiros como o cabelo. Ela tentou impedir-me, mas eu disse-lhe que não a iria comer, e ela não opôs mais resistência. Então, com ela sossegada, a palma de minha mão esquerda aberta esfregou-lhe suavemente toda a abertura do seu entre pernas, senti-a húmida, meu dedo indicador perfurou-a, e ela caindo ligeiramente para a frente, deixou que o dedo entrasse todo e a masturbasse. Minha mão direita desapertou o fecho das calças, tirou-me o caralho para fora e encostou-o à entrada da cona da Laura, lambuzei-lhe os lábios com as gotas de líquido que escumava pela cabeça. Ela pensou de certeza que apesar das minhas palavras eu a queria penetrar e tentou esquivar-se, mas pressionando meu corpo contra o dela imobilizei-a, e com o meu órgão tocando no dela, ponheteei-me gulosamente puxando energicamente meu prepúcio todo para trás como lembro minha me fazia em bébé. E com que prazer ela deixava que minha glande a descoberto, tocasse nos seus lábios, com que gosto esfregava sua entrada na minha cabecinha, com que volúpia recebeu na sua entrada secreta o dilúvio incontido do meu tesão, enquanto meu dedo, em movimentos de vai-vém, executava dentro dela uma dança frenética que a fazia fechar os olhos e gemer de prazer! Como ela estava húmida! E que poça de esporra ficou no chão, e que tive de limpar sozinho, pois mal nos viemos, ela rindo-se partiu em debandada! Uma hora mais tarde, já plenamente absorvidos pelo trabalho, perguntei-lhe se gostara. Disse-me que sim, bastante. E na manhã seguinte, mal entrou, aproximou-se da minha secretária, e esfregando as mamas no meu ombro, disse-me:
- Esta noite, eu e o meu namorado, demos a maior transa da nossa vida. Valeu a pena aquela sessão no Arquivo!
Imaginem a punheta que bati, logo no intervalo do café!