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Quando passávamos as nossas férias em Marrocos, Luís dava-me as suas razões porque minha irmã se submetia calada a todas as nossas fantasias, sem nos denunciar.
- Não o faz porque nós a fazemos ter prazer. As mulheres não sentem a dor da mesma maneira que nós. Elas sabem que o que lhe dá mais prazer, é o que as faz doer mais. Mesmo ao foder, elas sentem dor na penetração. Mas depois sentem mais prazer que nós durante o acto, estou convencido. Todas as mulheres querem ser mães, mas sabem que vão sofrer para isso. Simplesmente, elas sabem que a dor vai valer a pena, porque as vai fazer experimentar uma outra condição. Por isso te garanto, meu caro amigo, enquanto as nossas pirocas a forem satisfazendo, ela nunca irá revelar nada a ninguém, porque estará sempre à espera de mais. Um homem que as saiba satisfazer fará sempre delas o que quiser.
As nossas férias em Marrocos foram agradáveis, mas nada de sexo. Estávamos num país estranho, de cultura diferente, onde o relacionamento homem mulher era pautado por um grande distanciamento entre os sexos, e nós não íamos arriscar confusões. Habituado no entanto, como estava, a gozar o corpo de minha irmã, não resisti durante os 12 dias que lá passamos, a tocar duas vezes ao bicho. O Luís que não apreciava fazer ponhetas, no entanto, não despejou o saco vez nenhuma. Não admira que quando regressamos, e a encontramos em casa, lhe tivemos logo dado uma monumental foda cada um. Apesar das palavras do Luís, minha irmã estava furiosa connosco. Não gostara que lhe tivéssemos mijado na boca, e achara descomunal a tareia que levara, bem como excessivo o número de homens que a possuíram. Durante as nossas férias ela não fodera vez nenhuma com o Carlos, pois além de ainda lhe doerem as partes intimas, receara que ele lhe visse os vergões que lhe infligíramos na pele, e tivera de inventar uma infecção urinária. Não admitia mais que lhe voltássemos a fazer o mesmo.
O Luís disse-lhe que andava a pensar nisso, mas lhe propunha um negócio. Ela seria poupada de futuro a novas sessões, se nos ajudasse aos dois, a comer a irmã do Nuno, a Alexandra, um pouco mais nova que ela. Eu nunca transara com outra mulher além de minha irmã, e não me ralava, ela chegava-me perfeitamente, mas o Luís desejava muito ver-me pôr noutra. E já há muito tempo que andávamos tentando convencer o Nuno a ajudar-nos, afinal ele fizera parte do Grupo do Bacanal que fizera o primeiro assalto colectivo à minha irmã, perdera a virgindade com ela, e estava por isso na hora de nos retribuir, mas ele recusava-se. Nem pensar, a irmã era donzela, podia acabar grávida, a minha irmã já não tinha os três quando lhe saltáramos em cima, e por aí fora…
- E como é que posso fazer isso? – perguntou ela.
O Luís disse-lhe que ela deveria conviver mais com a Alexandra, contar-lhe algum dos seus episódios sexuais com o namorado, ver qual seria a reacção dela, depois dizer-lhe, mas muito em segredo, que mais de uma vez fora agarrada por ele, Luís, e tivera relações com ele, e que agora mesmo gostando muito do Carlos, sentia-se bem quando ele a agarrava e a possuía, pois segundo ele, a melhor forma de acordar uma virgem para os prazeres da carne, é ser uma amiga mais experiente a introduzi-la neles.
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- E depois diz lá se não foi bom para ti? É isso que tens de lhe fazer ver.
Minha irmã conhecia bem a Alexandra, e acabou por concordar, não sem antes nos ter feito jurar que não seríamos brutos com ela, e só a amarraríamos se fosse mesmo necessário. E alertou-nos para a possibilidade de ela ficar grávida, pelo que seria melhor precavermo-nos com preservativos. Sossegámo-la. Não lhe bateríamos embora a pudéssemos ameaçar de o fazer, e não nos viríamos na sua vagina, já que nenhum de nós achou aliciante a ideia de ter o seu pau coberto com uma película de látex enquanto a cobria.
- E depois?
- Depois só precisamos que nos ponhas a sós com ela, que o resto é connosco. Vais fazer o teu irmão provar outra ratinha que não a tua.
Abreviando. Minha irmã cumpriu à risca as instruções, e transmitia-nos que cada vez mais a notava crescentemente excitada pelos pormenores picantes da sua relação a três. Muitas vezes mesmo, a irmã do Nuno confidenciara-lhe que na cama, lembrando-se delas, sentia a sua passarinha ficar húmida, e tocava-se coisa que nunca fizera anteriormente, até sentir um calor subir-lhe por ela acima, e aquilo era muito gostoso, embora nunca tivesse chegado ao orgasmo. Compreendemos que a virgenzinha estava a começar a sentir fome de pau.
Só a comemos contudo na véspera do Halloween. Não recordo já porquê, meus pais tinham saído, só voltariam no dia seguinte para a romagem ao cemitério, como é costume no 1º de Novembro, e minha irmã marcou com ela em nossa casa, a seguir ao jantar, para irem a uma festa das Bruxas, que então se começavam a organizar, no carro do Carlos. Era mentira. Minha irmã estava proibida de sair à noite, como castigo por ter reprovado de ano, pelo que não haveria outra festa senão aquela que estávamos pensando fazer com ela em nossa casa.
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Quando chegou, e minha irmã a conduziu à sala, a Alexandra ficou admirada por nos ver ali.
- Lembras-te de te ter dito que o Luís me agarrou à força? Pois não foi só o Luís quem o fez. Meu irmão também ajudou à festa (não lhe falou do irmão dela), e agora querem brincar um bocado contigo. Peço-te que os deixas fazer isso, eles não te vão magoar, tu vais gostar, é melhor do que esfregar a passarinha com a mão, e porque se não deixares vai ser pior para ti e para mim também.
Alexandra nem queria acreditar naquilo. Era uma amiga quem lhe dizia aquilo? Ela não era um objecto de quem nos pudéssemos aproveitar, apenas porque nos apetecia, mas nos seus olhos via-se tesão. E algum medo também. E eu acho que os dois juntos tornam as mulheres fascinantes. Meu pau e o do Luís que com as palavras de minha irmã, já queriam pular dentro das cuecas, ainda mais empinados ficaram com a expressão do seu olhar.
- Também te vão comer a ti? – quis saber .
Não minha irmã seria poupada por imposição minha, nunca me interessei por orgias com mais de uma mulher, e a miúda pareceu ficar tranquila, julgo que se sentiria mais inibida com outra rapariga presente. Minha irmã saiu da sala, em voz baixa recomendou-nos que não exagerássemos, e deixou a irmã do Nuno connosco.
-Vamos, despe-te – ordenou-lhe o Luís, autoritário e grosseiro como sempre. Mas ela não se despiu.
- Muito bem, é como quiseres - e saltamos-lhe em cima, houve alguma luta da parte dela mas não muita, tal como minha irmã da primeira vez ela não queria demonstrar que cedia, em todo o caso sua resistência era inútil, em breve sucumbia aos nossos dois corpos. E ali no chão a começámos a despir, peça a peça. Ela tentou então novamente debater-se, mas lembrámos-lhe que se a roupa se rasgasse a deixaríamos ir nua para casa. E se isso acontecesse que explicação daria ela aos pais? Afinal eles só sabiam que ela ia ter com minha irmã, porque ela lhes dissera. A irmã do Nuno acalmou-se então e deixou que a despíssemos. Em breve aquelas maminhas pequeninas, que eram o seu único senão, e os pentelhos negros como os olhos dela surgiram perante nós em todo o seu esplendor. Mas o Luís não se dava por satisfeito.
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- Isto não tem piada nenhuma se não a amarrarmos. Vai-me buscar as cordas ao meu saco.
Ao ouvir aquilo, a pequena voltou a debater-se, desta vez com mais força, e minha irmã atraída ou inquieta pelo barulho entrou precisamente quando já a amarrávamos e amordaçávamos. Perante o seu olhar de censura, o Luís disse-lhe:
- Teve de ser. E tu desaparece já daqui, senão nem sabes o que te faço! Só vens quando te chamarmos.
Eu compreendia a fúria dele. A entrada de minha irmã, podia criar na irmã do Nuno, a ideia que tinha ali quem a protegesse e pudesse vir em socorro dela, e nenhum de nós queria isso. Minha mana também o entendeu, e tratou de sair logo da sala. Amarramos-lhe os braços atrás das costas, tendo-os primeiramente manietados com um lenço de seda para não lhe deixarmos marcas, e deitámo-la no sofá. Só então nos despimos, e constatamos com prazer que a visão dos nossos corpos nus, e em especial a pila avantajada do Luís, a deixavam excitada.
- Nunca viste nenhuma piroca tesa, pois não? – perguntei-lhe, esfregando-lha na cara. Ela dignou-se acenar que não. -Pois agora estás a ver duas.
Chamámos então minha irmã para ela nos vir chegar vaselina nos nossos cacetes. Como ela era virgem, e lhe queríamos usar as duas entradas, combináramos usar vaselina. Se ela se tivesse mostrado mais disponível seria ela a lubrificar-nos, mas assim amarrada não podia ser. Minha irmã esfregou cuidadosamente a vaselina com as mãos, como se nos estivesse masturbando, para dessa forma despertar mais o desejo na sua amiga, e retirou-se.
A sorte ditara que o Luís seria o primeiro a tirar-lhe os três da vagina, enquanto eu lhe tiraria os do cu, com grande mágoa minha, pois preferia que o piçalho enorme do meu parceiro se servisse primeiro do cu dela, facilitando-me a entrada a mim. Deixei-o pois ir à frente, mas primeiro pedi-lhe que me deixasse fazer um minete, gosto sempre de sentir na boca o sabor do grelo que vou comer, e ele que não o apreciava fazer, consentiu-o. De joelhos, lambi-lhe o clictóris, os lábios, penetrei-a suavemente com a língua até a deixar toda molhada, e quando senti que ela se estava a vir, retirei-me.
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Ele então, sem cerimónias, enfiou-lhe aquela haste bem avantajada pela rata dela, até à base. Apesar de a ter lubrificado, ela gemeu de dor e torceu-se toda, um fio de sangue corria-lhe pelas pernas abaixo, o seu selo de origem num instante fora rompido, felizmente o sofá era de couro, seria fácil limpar, e agora com a pila toda lá dentro, o Luís dedicava-se a fazer os movimentos de tira-mete, de que gostava tanto, e fazia tão bem segundo dizia minha irmã. E ela que nos momentos imediatos ao sangramento, se mostrara apática e parecia se mostrar disposta a permanecer inerte enquanto durasse a foda, agora entregava-se a ele e os movimentos pélvicos de ambos confundiam-se como um bailado perfeito. Era bonito vê-los fodendo! Será que eu também fodia assim bonito aos olhos dos outros?
Luís entretanto, por impropérios, insurgia-me a começar a encarregar-me da parte que me coubera em primeiro, e que era o único canal onde poderíamos ejacular. Prometera-mos a minha irmã que não haveria penetrações duplas simultâneas, mas tanto eu como o Luís sabíamos que essa era uma promessa que não pensávamos cumprir, tão saborosas as achávamos. Como ele estivesse por cima dela, fi-los rolar ao contrário no sofá, agora eram as costas dela que estavam para cima, ajeitei-lhe os quadris com as mãos de modo a que o seu cuzinho fechado e implume, ficasse mais à feição do meu piçalho, abri-lhe suavemente as bordas, beijei-as, e enquanto minhas mãos lhe apalpavam os seios, e a iam deixando ficar com os bicos durinhos, repeti no cu dela o minete que lhe fizera à frente momentos antes. Era saboroso sentir na minha língua os movimentos pélvicos dela sempre que era socada na vagina, fiz por cobrir toda aquela entrada de saliva para que o meu caralho pudesse deslizar mais depressa, e quando o senti bem latejante procurei imitar o Luís e espetá-lo de uma assentada. Não o consegui, porque os músculos do cu dela se contraírem com a dor, e mo impediram, mas entrara mais de ¾ e o resto não tardou a encontrar-se no interior da mesma lura. Eu, apesar de só ter praticado com uma cobaia, já tinha alguma experiência no assunto! Oh, buraquinho apertado, parecia o de minha irmã na primeira vez que lhe fora ao cu!
Alexandra agora já não se rebelava. Entregara-se por completo áquela dupla penetração, o Luís já lhe retirara a mordaça da boca e a beijava, minhas mãos e as dele tocavam-se por sobre as coxas dela, apalpando-lhe os genitais, comecei a sentir a á usual sensação que anunciava o final daqueles momentos, meu piçalho parecia que ia rebentar com a pressão que aquele bailado lhe causara, eu por mim, rendia-me, ia ficar por ali, e vim-me no momento em que a irmã do Nuno se vinha. Luís compreendeu que não seria daquela vez que eu ia provar a rata doutra rapariga
- Está bem! - condescendeu ele - já provaste outro cu, fica para a próxima. E tu – disse voltado para Alexandra – também já provaste o sabor da carne, ficaste a saber o que é o esguicho de um homem, e gostaste, por isso não vou gastar minha esporra contigo. Reservo-a para a tua amiguinha que te traiu, e a quem deves agradecer. E bico calado quanto ao que se passou aqui, porque ela irá negar que combinara sair contigo, ou que estiveste aqui.
A Alexandra também percebia que não poderia contar com o testemunho de defesa dela, nem parecia assim tão zangada connosco para o invocar. Via-se que não seria ela a tocar no assunto com alguém.
Minha irmã passou-lhe o vestido a ferro, que estava engelhado, enquanto tomávamos banho os três. Retivemos porém Alexandra, até muito próximo da meia - noite, hora a que o mais tardar teria de estar em casa, altura em que a conduzimos a casa no Mini do Luís, pois não queríamos que ela chegasse muito antes da hora limite para não levantar suspeitas, nem sermos avistados não fosse dar-se o caso dela nos denunciar. Mas tudo coreu bem, ou não fosse aquela a véspera de Halloween, e todas as bruxas estivessem connosco!
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Pela primeira vez na vida, como os meus pais não estavam, dormimos os três juntos, na cama larga deles, e os dois buraquinhos de minha querida maninha voltaram a ser-nos úteis. Desta vez eu comi-lhe a buceta, enquanto o Luís a enrabava, e no final ela perguntou-me:
- Então que tal achaste a vagina da Alexandra?
- Fiquei-me pelas traseiras.
- É possível? – admirou-se.
Acho que descobri nessa noite a minha propensão a ser fiel.
- É para que vejas. Enquanto me puder servir da tua, acho que não me vou preocupar em procurar outra.
Luís ressonava já. Ele também não se viera na Alexandra, como teria feito noutros tempos. Minha irmã aconchegou-se mais a nós, e adormeceu feliz, por se sentir assim tão especial para nós. Fora por isso que ela nos pedira para não batermos na Alexandra, e não por nenhum sentimento de compaixão. Se fizéssemos nas outras o mesmo que lhe fazíamos, como poderia ela continuar a ser-nos especial?