Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por sandra

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TRANSANDO COM PRESIDIÁRIO NO BANCO DO JARDIM-1ª PARTE Hetero sandra 2227 2 Nota 5

SEXO COM O GATO NA COZINHA DA REPÚBLICA

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Escrito dia 17 de novembro de 2007 na categoria Zoofilia por sandra

Não sei se a história que vou contar, e que foi verídica pois aconteceu comigo, se enquadra perfeitamente na categoria de sexo com animais, pois não fui penetrada, nem houve contacto dos nossos órgãos sexuais, acho que ela não passa de um relato da capacidade masturbatória de alguns animais domésticos, no caso um gato preto e branco. E depois porque, quando se fala ou se lêem relatos, de sexo com animais, parte-se do principio, ou pelo menos é essa a ideia que tenho, de que a iniciativa de tais actos parte sempre do elemento humano, o que não é o caso da história que pretendo dividir convosco, pois nela foi do animal que partiram todas as iniciativas, como ireis constatar.

Como já contei anteriormente, desempenhei várias profissões para poder pagar meus estudos de Direito, em Coimbra, até prostituta cheguei a ser, e não me envergonho disso embora não ande, até pelo respeito que devo ao meu marido, a apregoá-lo por aí aos quatro ventos. Entre os muitos ofícios que exerci, fui cozinheira numa república estudantil, cujo nome não referirei por uma questão de privacidade. O emprego era bom, pois além do pouco tempo que me ocupava permitir-me assistir às aulas práticas, e estudar, ainda ganhava algum dinheiro, e fazia duas refeições (almoço e jantar), grátis.

Como muitas repúblicas, esta tinha um gato europeu, de três anos de idade, muito meigo, de nome Brotero por ter sido encontrado junto ao Liceu Avelar Brotero. A Luísa, namorada de um dos repúblicos, e que passava muitas noites na república, atestava as qualidades reprodutórias do Brotero, ao dizer-me certa vez que desde que o gato ali chegara, passara a ser normal topar-se nas redondezas, com ninhadas de gatinhos da mesma cor do Brotero, mas dos quais ele, como bom gato macho que era, nem se preocupava em saber que existiam.

Eu já começara a namorar com o Rui, meu actual marido, e ele almoçava muitas vezes na república connosco, e por vezes de tarde, ficávamos por lá estudando e namorando, no comprido banco de madeira que ladeava a mesa da cozinha, quase sempre sozinhos pois finda a refeição, cada um ia à sua vida. Nós já namorávamos há perto de dois meses, mas eu ainda não o deixara comer-me, embora já praticássemos algumas intimidades. De todos os meus namorados ele foi o que me comeu ao fim de mais tempo, e se calhar é por isso que a nossa relação ainda dura. Ele sabia que eu fora uma rapariga fácil, e eu queria ter a certeza de que ele me amava mesmo como eu o amava a ele, para que se um dia acabássemos, eu para ele não tivesse sido uma aventura, e ele para mim não tivesse sido apenas mais um a passar sobre o meu corpo. Ele compreendia isto e aceitava (também que remédio ele tinha, se me queria mesmo?), mas quando estávamos a sós, depois de alguns beijos mais ardentes, e de uns apalpões nos meus peitos, a pila começava a avolumar-se-lhe nas calças, eu própria sentia os meus interiores começando a ficarem húmidos, e o Rui como qualquer namorado naquelas circunstâncias, pedia sempre mais, de preferência uma trepada, está claro, mas na falta dela, uma ponheta, um pequeno toque nos meus genitais, só para que a pila dele ao menos fosse conhecendo o buraco que um dia seria dela, dizia ele. E eu ria-me com tais palavras, os argumentos que os namorados utilizam para levar a sua avante e despejar o saco de uma forma ou de outra, pensava, e ia-lhe dizendo que não, que a frequência de Direito do Trabalho se aproximava e era melhor estudar, além disso ali não lhe iria eu mexer na pila, nem deixar que ele a tirasse fora para a dar a conhecer fosse a quem fosse, uma vez que podia entrar alguém. E ele também se ria com as minhas recusas.

O Brotero, que se encontrava presente, é que não parecia achar graça áquilo. Quando o Rui me começara a beijar a boca e a apalpar os seios, notei que ele que até então se espreguiçava na janela ao sol, começou a interessar-se pelo nosso programa, e não tirava os olhos, bem abertos, de nós. Quando o Rui me puxou mais para ele, e se posicionou no banco de maneira a que suas coxas se encostassem às minhas e eu lhe pude sentir no meu rabo por debaixo da saia a força da tesão dele, o Brotero veio a correr, e ronronando o que nele era raro, começou a esfregar-se nas minhas pernas. O pelo do gato, embora curto, era sedoso e estava quente do calor do sol. Senti uma volúpia percorrer-me o corpo todo. Tanto mais que as mãos do Rui tinham entrado pela minha camisola, desapertado os botões da camisa, puxado o soutien um pouco para baixo, e massajavam-me os bicos das mamas, levando-me ao rubro. Eu já estava esquecida das lições de Direito de Trabalho! E resolvi aquecer ainda mais aquela história. Levantei um pouco minha saia, e com as cuecas postas encostei minha ratinha ao local das calças onde o pau do Rui se revelava, e esfreguei-me toda ali. Ele sentia a racha da minha ratinha, e eu sentia a ponta do piçalho dele duro, querendo entrar ali dentro, e aquilo era quase tão bom como tê-lo mesmo metido lá dentro, só não acreditava que meu namorado se fosse aguentar muito tempo, ele era muito menos experiente sexualmente do que eu, e pensei mazinha que ele ia sofrer um vexame se se esporrasse ali e tivesse de voltar para o quarto dele com as calças sujas.

Mas não foi isso que aconteceu, pois o Brotero quando nos viu naquele esfreganço, resolveu intervir, não sei se em minha defesa, ou se em defesa do que ele considerava ser seu. Saltou para o meu colo, e habitualmente tão meigo, começou a bufar ao Rui, todo encrespado. Este ia-o enxotar com uma sapatada, mas eu que observara o comportamento do gato desde o inicio, impedi-o.

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- Deixa-o estar! Quero ver o que o Brotero vai fazer.

E cocei-o com a mão atrás das orelhas e do pescoço, como ele tanto gostava que lhe fizessem, para não se ir embora. Ele recomeçou a ronronar, com o focinho farejou a minha saia, mesmo por cima da minha vagina, como se fosse uma gata com cio ele devia reconhecer pelo odor que eu estava cheia de tesão, levantei ainda mais minha saia, fiquei com a cueca à mostra, era um convite explícito ao felino como quando num prostíbulo de Amsterdão, dois antes atrás, me expunha perante os olhares ávidos dos clientes em busca de prazer. Não sabia o que o Rui iria pensar, mas não me importava, nem me preocupava já a entrada de alguém na cozinha. Minha vagina ficou então apenas separada do focinho do Brotero pelo pano fino da cueca, sentia nela o nariz húmido e frio do gato, por vezes também as picadelas dos seus bigodes, parecia que igualmente o gato, tal como o Rui, queria entrar, mas aquele sabia que haveria de ficar só pelo cheiro e por isso não forçava, agora era a língua dele que se abeirava da minha cueca e ma começava a lamber, sabia ter a cueca húmida e que o gato lambia os vestígios do meu tesão como se eu fosse da sua espécie, o Rui estava atónito com aquilo, eu também mas gosto que me façam minetes e queria mais.

- Não me vais achar uma porca se fizer o que estou a pensar? - sussurrei - lhe ao ouvido.

O Rui não sabia no que eu pensava, mas também queria vir onde aquilo pararia.

- Claro que não!

Óptimo! E depois se ainda ninguém viera interromper até agora, não seria por certo naquele momento. Afastei a cueca para o lado, agora minha ratinha estava ao alcance da boca do Brotero, e este entendeu o que eu queria. Sem que lhe fosse indicado o caminho, a língua dele já não lambia o pano da cueca, mas o que ele ocultara, e a sua língua era diferente de todas as línguas de homens que já me tinham lambido, era áspera, parecia uma lixa, mas era delicioso senti-la no meu clíctoris, parecia que ele se grudava nela. Não havia dúvidas. Talvez por muito ter praticado com as belas exemplares da sua espécie, o Brotero sabia fazer um minete! Como os meus seios se encontravam por fora do soutien, ainda que tapados pela camisola, pedi ao Rui para continuar a brincar com meles.

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- Não pares! Continua a mexer-me nas mamas.

De pronto ele obedeceu, ou não lhe desse grande alegria colocar as mãos nas minhas mamas. Meus dedos tocaram nos grandes lábios, sem afuguentar o animal, abriram-nos lentamente até deixarem minha fenda desguarnecida, que a sua língua pequenina, fina, áspera e porosa explorou com sofreguidão, até eu me vir de pernas abertas, no banco onde toda a república comia.

Mas o Brotero não queria apenas divertir-se de boca. À medida que o minete ia continuando, a excitação sexual do quadrúpede era maior. Seu pénis diminuto – quando digo diminuto, digo-o pelos nossos padrões humanos, não sei se pelos padrões da sua raça o Brotero não pudesse ser considerado bastante avantajado – e completamente vermelho como se estivesse em carne viva, achava-se já exposto sobre a minha perna direita, onde os seus quartos traseiros assentavam. Será que ele iria tentar meter aquela amostra de pilinha num órgão como o meu, já farto de levar com cacetes bem grossos? Não, o Brotero era inteligente, sabia que minha gruta não tinha entrada para pila de gato. Nem era preciso. Continuando a lamber-me, encostava sua pilinha em minha perna gordinha e nua, e fazendo os mesmos movimentos que faria se estivesse a penetrar uma das gatas da rua, veio-se abundantemente em cima dela, e deixando na minha pele o mesmo gosto quente da esporra de homem. Aquela pelos vistos era uma variante que o bicho arranjara para uma momentânea falta de gata, ou uma maneira que ele, por falta de mãos, inventara para tocar ponheta. Depois satisfeito, lambeu-se demoradamente nas partes, como fazem todos os gatos, e voltou para a sua janela ao sol.

Nós os dois ainda nos rimos um bom bocado com aquilo, até eu me levantar e ir à casa de banho passar água na vagina onde o gato me lambera, e na perna onde ele se viera.

Quando regressei à cozinha, o chumaço das calças do Rui desaparecera com a espera.

- Vamos lá estudar Direito do Trabalho! – disse eu, porque trabalho é trabalho e conhaque é conhaque.

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- Vamos lá – assentiu o Rui, não muito convencido, pois preferiria ter continuado no esfreganço. Mas a meio do estudo, olhou para o Brotero que ainda satisfeito e aliviado dormia de novo ao sol, comentou para mim:

- Que é que tu tens, Sandrinha, que provocas tesão até aos gatos?

Não resisti a provocá-lo:

- Deve ser este meu ar de puta!

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