Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por ribeiro

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PERDENDO OS TRÊS NO CU DA MATILDE Teens ribeiro 1150 9 Nota 4.5
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VIOLADO PERANTE A NAMORADA 2 2 Comentários Orgias ribeiro 2811 10 Nota 4.5
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PUNHETA NO TUBO DA MANGUEIRA OU A PRIMEIRA VEZ DA LAURA 1 1 Comentários Fetiche ribeiro 4490 19 Nota 4.5
MASTURBANDO-ME NOS JOELHOS DE MINHA IRMÃ 1 1 Comentários Incesto ribeiro 11978 47 Nota 4.5
APANHANDO NO CU COM O CACETE DA CLÁUDIA E DO MÁRIO Fetiche ribeiro 4268 41 Nota 4.5
ENRABADO E USADO COMO REPRODUTOR Gays ribeiro 6112 42 Nota 4.5
VIOLANDO O CU DE MINHA IRMÃ 2 2 Comentários Incesto ribeiro 18658 73 Nota 4.5
TRÊS PUNHETAS E UMA CALCINHA ROSA, FIO DENTAL Fetiche ribeiro 5991 47 Nota 4.5
CARNAVAL COM UMA GOSTOSA DE PAU FEITO Travestis ribeiro 6996 16 Nota 4.5
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AGARRADO EM FLAGRANTE PELO AMIGO CORNUDO Traição ribeiro 5625 25 Nota 4.5
ASSISTINDO A SESSÃO DE SEXO ENTRE CASAL Exibicionismo ribeiro 6413 27 Nota 4.5
PUNHETA NO CU DE MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 19077 37 Nota 4.5
PUNHETA ENTRE IRMÃOS Incesto ribeiro 9355 21 Nota 4.5
PUNHETA COM MELANCIA E UMA BELDADE AO TELEFONE Fetiche ribeiro 3617 13 Nota 4.5
MASTURBANDO_ME NO ARQUIVO COM A COLEGA DE TRABALHO Exibicionismo ribeiro 3560 15 Nota 4.5
NOITE DAS BRUXAS COM A IRMÃ DO NUNO Teens ribeiro 5455 7 Nota 4.5
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS - Conclusão Orgias ribeiro 3793 0 Nota 0
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS - Conclusão Orgias ribeiro 2358 4 Nota 4.5
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS- 1ª Parte Orgias ribeiro 4876 3 Nota 4.5
ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA- Conclusão Orgias ribeiro 1875 3 Nota 3.5
ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA-1ª PARTE Orgias ribeiro 2193 3 Nota 4
COMO FIZEMOS MINHA IRMÃ PROSTITUIR-SE Incesto ribeiro 14686 5 Nota 4.5
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ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- Conclusão Incesto ribeiro 7679 5 Nota 4
ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- 1ª Parte Incesto ribeiro 7967 9 Nota 4
A PRIMEIRA ORAL COM MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 10442 12 Nota 4.5
No banheiro com minha irmã Incesto ribeiro 13492 17 Nota 4.5

A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS - Conclusão

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Escrito dia 11 de novembro de 2007 na categoria Orgias por ribeiro

À nossa frente a sala estava repleta de rapazes todos nus. De rapazes é uma maneira de dizer pois eu era o mais novo, ainda não completara dezoito anos, os outros eram entre os 20 e os 40 e tal, e neste último grupo dois já tinham sido clientes que o Luís arranjara a minha irmã. Não havia uma só mulher além dela, e ainda bem, não me importava de dividi-la com outros homens mas não me imaginava com mais mulheres em orgias a dividir-me com ela, as janelas fechadas apesar do calor, um chicote de pele de boi e uma palmatória de 5 olhos pousados numa cadeira, uma terrina contendo o que vim a saber ser margarina derretida, num dos cantos da parede uma estaca com uma argola de prender no cimo aparafusada no chão (aliás tudo o que era mobília estava aparafusado no chão), e num dos outros uma cruz em forma de X, deitada horizontalmente, igualmente coberta de grilhetas, que se segurava suspensa do tecto por quatro correntes de ferro, uma em cada extremidade e era a única coisa que não estava fixa no chão. Compreendi logo que minha irmã seria amarrada naquela cruz, uma vez que ela assegurava um modo fácil de lhe fazer abrir as pernas e de as manter abertas enquanto durasse todo o acto. Ela também o entendeu.

O grupo de nudistas era composto de 18 galifões, e eu duvidava que minha irmã aguentasse até a ao final, mas Luís como sempre sossegava-me.

- Claro que aguenta! Já não é a primeira que estes doidos organizam farras destas. Ao contrário de nós homens, as mulheres aguentam todas as fodas que lhes conseguirmos dar. E apesar de brutos, sossega que todos eles sabem lidar com meninas. Elas saem daqui doridas, mas satisfeitas podes acreditar.

E na verdade todos aqueles garanhões, se encantaram com ela e minha irmã antes de ser iniciada na sessão levou uns apalpansos valentes de nós todos. Isso ia-a deixando com tesão que era o que todos pretendíamos. Quando vimos que ela já estava entusiasmada com tanta piroca, e tantas mãos de homens passeando-se livremente por ela, e que alguns já se queriam pôr nela, o Alfredo mandou-nos parar, e disse:

- Calma, meus senhores. Regras são regras, embora nem todos vocês as conheçam. Mas nada de penetrações por enquanto, primeiro vamos aos aquecimentozinhos.

Eu era um dos que não conheciam as regras, ninguém me dissera nada, mas como à terra onde fores ter, faz o que vires fazer, submetia-me a elas, tanto mais que tudo aquilo era novo para mim, e era fantástico estar a vivê-lo com a minha irmã.

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Foi-lhe então colocado um boçal, que tanto lhe servia de açaimo, como de mordaça, e que consistia numa tira de couro fortemente amarrada atrás da sua cabeça, forçando-lhe os cantos da boca bem por detrás dos dentes, uma outra tira ligada áquela circundava-lhe os maxilares e a cabeça, de modo a que ela não pudesse abrir nem fechar mais a boca, e no meio dessa tira, bem ao meio da boca dela, um buraco onde qualquer caralho teso como os nossos se conseguia encaixar, de modo a que ela não se pudesse escusar a fazer-nos uns broches, e sobretudo sem poder atacar-nos quando nos estivesse a chupar, como por vezes algumas, menos submissas, se poderiam sentir tentadas a fazer. E permitia-nos ainda escutar com alguma sonoridade os efeitos das nossas acções. Tive de reconhecer que aquilo era melhor do que qualquer mordaça que já usáramos.

- E não é só isso – esclarecia-me o Alfredo – há aqui alguns que gostam de as usar como urinóis, e esta é a única maneira de as obrigar a receber o mijo.

Assim açaimada, fizemo-la sentar-se junto a uma das paredes onde foi atada de braços abertos a duas argolas de lado a lado, e uma terceira apertando-lhe o pescoço como uma tenaz, como julgo se faria no passado em Espanha aos condenados ao garrote, impedindo-a de movimentar a cabeça, e fazendo a sua boquinha ainda mais acessível ao nosso apetite Seguidamente procedemos ao sorteio da ordem pela qual cada um de nós se serviria dela. Segundo as regras daquela singular irmandade, de cada vez que a fizéssemos suportar uma nova prova da sua obediência, e a voltássemos a distribuir pela comunidade, far-se-ia um novo sorteio. Todos respeitaríamos a ordem que nos calharia, e aguardaríamos a vez assistindo ao desempenho uns dos outros, sem interferir embora nos pudéssemos manifestar. No entanto, como entre os confrades se encontrava um que era parente próximo da ofertada, neste caso eu, teria direito a ser o primeiro a servir-me dela numa daquelas provas, à minha escolha. Escolhi a da cruz.

O primeiro contemplado na primeira prova foi o Antero. Mais um circuncidado embora com um pau de tamanho ligeiramente inferior ao meu. Aproximou-se dela, e com a mão esquerda pois era canhoto conduziu o piçante até à entrada daquela fenda na tira de couro que lhe rasgava os cantos da boca se ela se movesse, e obrigou-a a fazer-lhe um broche. Minha irmã não podia mover a língua livremente, nem naquela posição ele lhe poderia exigir que lhe lambesse os colhões como eu muito gostava quando me fazia um broche a mim, mas mesmo assim ia-lhe lambendo a ponta da gaita conforme podia, mas era cada vez mais difícil, a tira tapando-lhe a boca dificultava-lhe a entrada de ar, a piça dele ainda mais a asfixiava, ela só podia respirar pelo nariz, só queria que ele se viesse e desse a vez ao próximo embora não lhe agradasse levar com a esporra dele pela garganta abaixo, mas ele retirou-se de dentro da boca dela sem se ter vindo, fôramos avisados que havia mais pratos e tanto ele, como muitos de nós, incluindo eu, não quisemos logo esvaziar os tomates para sentir mais a adrenalina sexual do acto. Mais tarde minha irmã contou-me que a esporradela dele fora uma pequena mijadela antes de se retirar. Minha irmã já uma vez provara o mijo do Luís, e abominava aquele gosto morno e salgado, ainda mais morno e salgado do que o do leite dos tomates, mas quando o ouviu dizer, conta com mais daqui a bocado, percebeu que iria ter de se conformar com a ideia de que teria de beber ainda uma boa porção daquele líquido.

Quando o Antero retirou o piçalho, foi a vez do Augusto, e assim sucessivamente até ao décimo oitavo. Eu fui o sétimo. Quando a rodada de broches terminou, o Alfredo como mestre de cerimónias libertou-a, colocou-a no centro da divisão, nós todos em círculo, e adjectivou-a de puta e focinheira.

- E o que é que merece uma puta? – perguntava-nos ele. Uns diziam que merecia ser fodida ainda para mais com um corpo daqueles, outros que a chicoteássemos, outros as duas coisas como eu e o meu amigo Luís. Mas já todos sabíamos que era esta última quem prevaleceria.

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- De joelhos! – ordenou-lhe. Nada que ela não estivesse habituada.

- Reconheces ser uma puta, e que mereces ser castigada?

Minha irmã demonstrou estar bem ensinada, tantas as vezes que lhe fizéramos aquela pergunta.

- Reconheço!

- Então beija o chicote, e agradece o castigo.

Ela assim o fez. Nunca nos lembráramos daquilo, mas era delicioso ouvi-la agradecendo a tareia que ia levar, ainda para mais adivinhando-se no seu semblante que de bom grado se furtaria a ela.

Minha irmã foi de seguida amarrada de pé a uma outra argola pelo Luís, que pediu e obteve permissão para o fazer, pois essa era uma das tarefas do mestre de cerimónias Alfredo. Novo sorteio, desta vez eu fiquei em quarto, e um indivíduo de nome Henrique, já com mais de 45 anos em primeiro. Estipulou-se que ela não poderia ser chicoteada nas pernas e braços para não lhe deixar vestígios em zonas publicamente expostas no Verão, nem no cu, o espancamento no cu viria no fim e o chicote não era reservado para esse fim. Como se tratava de minha irmã ficou estipulada uma surra mínima, cada um de nos só lhe podia açoitar a pele 5 vezes, o que mesmo assim perfazia o bonito total de 90 açoites. Nunca meu pai me sovara daquele jeito.

Como sempre Luís era um optimista.

- Ela está com sorte garanto-te. Se fosse uma mulher da vida, como algumas que já cá vieram, levava o dobro ou o triplo. A da manete comeu com 30 de cada um embora dessa vez só fossemos 5. E já te disse: eles sabem que ela é uma menina, não uma qualquer. Isso é considerado uma atenuante.

Esperava que sim, senão estaríamos todos metidos num bonito sarilho. E sabiam. Devia ser por isso que naquela não era a primeira vez que acontecimentos como aquele ali ocorriam, e ninguém até então incomodara. Pude ver que o chicote não descrevia grandes movimentos no ar, e posso dizer que embora meu pai nunca me tivesse aplicado uma dose tão grande de açoites provocara-me por certo mais dor de cada vez que assentava o açoite nas minhas costas. Mesmo assim minha irmã torcia-se de cada vez que as suas costas eram tocadas, do boçal saíam-lhe gemidos abafados mas todos entendíamos que ela sufocava por gritar, quando chegou a minha vez tive pena de não lhe poder desferir as chicotadas que me apetecessem até lhe esfolar as costas ou a ver tombar desacordada, acho que todos lamentávamos o mesmo, e no final além dos vergões, vários fios de sangue escorriam-lhe suavemente pelas costas abaixo. Fiquei preocupado. O sangue manchar-lhe-ia a blusa, e seria complicado de explicar aos meus pais. Mas agora não podíamos voltar atrás, tanto mais que ela estava sendo desagrilhoada da parede, tremendo como sempre que era submetida a uma experiência mais violenta, e denotando alguma dificuldade em se movimentar sozinha, para ser amarrada na cruz suspensa do tecto. Alfredo lembrou-me que eu reclamara o meu direito de primícia naquela sessão, por isso meu nome não seria sorteado. Aquele era precisamente o momento em que a confraria lhe atacaria a ratinha, pois ali deitada era impossível ir-lhe ao cu. Só então fiquei sabendo para que servia a margarina derretida.

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- Antes de a foderes – disse-me o Alfredo – e como somos muitos, é melhor besuntares bem a tua piça com a margarina, pois sempre ajuda a entrar melhor, e vai ajudá-la a aguentar com nós todos. E besunta-lhe também a rata.

Segui o seu conselho, e besuntei meu pau abundantemente com a ajuda de um pincel do tipo dos que se usam para untar as formas dos bolos. Mas antes de lhe passar a margarina nas partes decidi oleá-la doutra forma bem mais gostosa para ambos. Como ainda aquela entrada não tinha sido usada, não me coibi de me ajoelhar defronte ao seu entre pernas e lhe fazer um soberbo minete que a deixou mais descontraída. E logo que a minha língua lhe penetrou no grelinho encontrou-o húmido, tão húmido como poucas vezes o sentira, demonstrando à evidência como as duas primeiras sessões a tinham deixado melada, o suco de suas partes íntimas pingava para dentro de minha boca, misturava-se com a minha saliva, e eu engolia aquela mistura, do seu boçal saíam gemidos audíveis mas estes agora eram de prazer, os movimentos da sua pélvis indicavam que ela estava tendo o primeiro orgasmo da tarde. A assistência aplaudiu. Com um sorriso agradeci-lhe ela se ter vindo comigo. Mesmo assim não a poupei. Ela já se viera mas eu ainda não, e estava a precisar de o fazer. Não lhe lubrifiquei a porcalhota, ela estava suficientemente húmida para precisar de ser lubrificada, e eu era o primeiro a lá ir. Encostei as minhas coxas às dela, e enfiei o talo de uma vez só até sentir os meus colhões baterem-lhe nos portões e comecei a fodê-la. Imaginei como seria bom ser enrabado enquanto estava ali comendo minha irmã, mas embora meu cu estivesse completamente exposto para aquela assembleia de depravados, nenhum se mostrou interessado em fazê-lo. O Antero porém mal eu comecei a socá-la com força, perguntou se já alguém lhe mijara na boca anteriormente, o Luís respondeu-lhe ter sido o único a fazê-lo.

- Melhor! Assim já sabe com o que conta! – e dirigindo-se a ela, enfiou novamente a piça, já novamente em pé, no buraquinho oval do açaimo e mijou abundantemente para dentro da garganta dela. Quando o Luís lhe mijara na boca fizera-o com a piça fora da boca dela, apontando-lhe o jacto de mijo para o intervalo de seus lábios abertos, mas o Antero tinha-a enfiada até à entrada da garganta dela, e parecia mijar-lhe directamente para o estômago dela. Nos olhos dela lia-lhe a repulsa, mas na posição em que estava era forçada a bebê-lo, e a engasgar-se com ele. Pareceu-me que ia vomitar. Antero também o percebeu.

- Se vomitares faço-te em tiras, puta – ameaçou-a, e ela deve ter acreditado na ameaça pois conteve o vómito.

Quando me vim dei a vez ao Henrique, e o gesto do Antero foi repetido por muitos outros, incluindo por mim. A cada novo parceiro os gemidos de minha irmã iam-se tornando cada vez mais audíveis, apesar da margarina tinha a pássara toda dorida, cada nova foda era mais dolorosa que a anterior, todos os seus movimentos nos pediam para parar, mas em vão. Só quando o décimo oitavo se saciou, lhe foi concedido um breve intervalo.

Mas logo o Alfredo fez notar que tínhamos todos as pilas murchas, e era preciso voltar a pô-las de pé a fim de podermos comer o segundo prato que ela tinha ainda para dar. Minha irmã nem queria acreditar que a mesma dúzia e meia de tarados, depois daquilo tudo ainda se preparasse para lhe arrombar o cu. Por gestos deu-nos a entender que pretendia lavar-se, mas não lhe foi concedido. Foi dobrada sobre uma cadeira, o seu cu apoiado no travessão superior das costas da mesma parecendo fazer músculo, as suas pernas e os pés amarrados aos pés traseiros da cadeira, o tronco caindo sobre o assento, os braços e as mãos amarrados às pernas dianteiras, a cabeça quase tombando no chão. Estava na vez de entrar em acção a “ menina dos cinco olhos “. Naquela posição cada um aplicou-lhe meia dúzia de palmatoadas em cada nádega, no total 216 palmatoadas, desferidas com mais força que as chicotadas, os gritos amordaçados dela provavam que estava a suportar mal a provação, e quando acabamos os golpes eram bem mais visíveis do que os das costas. O seu rabo ficou completamente vermelho, via-se que ia ficar pisado, em muitos sítios a pele ameaçava esfolar, e o sangue escorria-lhe mais abundante do que após as chicotadas. Minha irmã não iria poder usar a cueca no final, nem se sentar. Mas a sessão de palmatoadas despertou de novo em nós o desejo sexual. E o final foi aquela soberba enrabadela colectiva que a fizemos passar. Fui o décimo segundo a comer-lhe o cu, e pude apreciar como o olho se encontrava completamente aberto, e como a minha piça que habitualmente tanto tinha que forçar para conseguir entrar, se acomodava perfeitamente no seu interior. Mas ela sofreu mais ao ser enrabada por tantos do que quando lhe fôramos ao pito. Apesar de tudo não foi totalmente mau para ela. Se lhe tivéssemos ido ao cu no início quando nossos cacetes estavam com mais tesão, ela teria sofrido bem mais. Mesmo assim minha irmã permaneceu caída no chão, durante bastante tempo, arquejante, quando a libertamos, pareceu nem dar conta de que a lavávamos e de o Henrique, que era enfermeiro, a ter tratado. Mas não a podíamos levar para casa naquele estado. Confiávamos que ela no dia seguinte estivesse melhor, e decidi aceitar a hospitalidade do Alfredo nessa noite, tendo ficado o Luís de nos vir buscar no Mini de manhã. Apenas telefonei aos meus pais informando que ficaríamos na casa de praia dos pais de um colega que meu pai conhecia vagamente, e ele só se preocupou em inquirir se o Carlos também estava. Não pai, fica descansado, o namorado dela não está cá. Ainda bem, não quero poucas vergonhas, e tu como rapaz e mais velho tens obrigação… Pois, pois, papá, já sei o resto.

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No dia seguinte, minha irmã já se encontrava melhor, ainda que se sentisse bastante combalida. Sempre tagarela, pouco falara desde a tarde anterior, mas a meio do caminho, procurando não encostar o rabo no assento do banco traseiro, pois ainda lhe doía, lembro-me que comentou:

- Não sei o que é que vocês se vão lembrar de me fazer ainda!

Então já éramos dois. Mas fosse o que fosse, só esperava me divertir tanto como até ali. E que ela se divertisse também.

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