Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por ribeiro

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
Estória da Punheta numa Garrafa e a da Laura Apanhando no Cu Fetiche ribeiro 1399 6 Nota 4.5
INVERSÃO DE PAPÉIS COM A PUTA DO CARALHO NEGRO Fetiche ribeiro 1991 9 Nota 4.5
PERDENDO OS TRÊS NO CU DA MATILDE Teens ribeiro 1141 9 Nota 4.5
ESPORRADELA NA RACHA DA MINHA IRMÃ 1 1 Comentários Incesto ribeiro 7293 15 Nota 4.5
VIOLADO PERANTE A NAMORADA 2 2 Comentários Orgias ribeiro 2808 10 Nota 4.5
FÊMEA DO MÁRIO E MACHO DA CLAUDIA 2 2 Comentários Orgias ribeiro 3155 14 Nota 4.5
PUNHETA NO TUBO DA MANGUEIRA OU A PRIMEIRA VEZ DA LAURA 1 1 Comentários Fetiche ribeiro 4486 19 Nota 4.5
MASTURBANDO-ME NOS JOELHOS DE MINHA IRMÃ 1 1 Comentários Incesto ribeiro 11978 47 Nota 4.5
APANHANDO NO CU COM O CACETE DA CLÁUDIA E DO MÁRIO Fetiche ribeiro 4267 41 Nota 4.5
ENRABADO E USADO COMO REPRODUTOR Gays ribeiro 6112 42 Nota 4.5
VIOLANDO O CU DE MINHA IRMÃ 2 2 Comentários Incesto ribeiro 18655 73 Nota 4.5
TRÊS PUNHETAS E UMA CALCINHA ROSA, FIO DENTAL Fetiche ribeiro 5989 47 Nota 4.5
CARNAVAL COM UMA GOSTOSA DE PAU FEITO Travestis ribeiro 6995 16 Nota 4.5
O DELICIOSO CASTIGO DO COLEGA CORNUDO Gays ribeiro 6918 25 Nota 4.5
AGARRADO EM FLAGRANTE PELO AMIGO CORNUDO Traição ribeiro 5625 25 Nota 4.5
ASSISTINDO A SESSÃO DE SEXO ENTRE CASAL Exibicionismo ribeiro 6410 27 Nota 4.5
PUNHETA NO CU DE MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 19075 37 Nota 4.5
PUNHETA ENTRE IRMÃOS Incesto ribeiro 9354 21 Nota 4.5
PUNHETA COM MELANCIA E UMA BELDADE AO TELEFONE Fetiche ribeiro 3613 13 Nota 4.5
MASTURBANDO_ME NO ARQUIVO COM A COLEGA DE TRABALHO Exibicionismo ribeiro 3558 15 Nota 4.5
NOITE DAS BRUXAS COM A IRMÃ DO NUNO Teens ribeiro 5454 7 Nota 4.5
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS - Conclusão Orgias ribeiro 3791 0 Nota 0
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS - Conclusão Orgias ribeiro 2357 4 Nota 4.5
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS- 1ª Parte Orgias ribeiro 4873 3 Nota 4.5
ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA- Conclusão Orgias ribeiro 1874 3 Nota 3.5
ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA-1ª PARTE Orgias ribeiro 2193 3 Nota 4
COMO FIZEMOS MINHA IRMÃ PROSTITUIR-SE Incesto ribeiro 14685 5 Nota 4.5
SEGUNDO FORRÓBÓDÓ COLECTIVO COM MINHA IRMÃ- Conclusão Incesto ribeiro 4717 4 Nota 4.5
SEGUNDO FORRÓBÓDÓ COLECTIVO COM MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 6118 5 Nota 4
ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- Conclusão Incesto ribeiro 7678 5 Nota 4
ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- 1ª Parte Incesto ribeiro 7962 9 Nota 4
A PRIMEIRA ORAL COM MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 10437 12 Nota 4.5
No banheiro com minha irmã Incesto ribeiro 13491 17 Nota 4.5

ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA- Conclusão

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Escrito dia 08 de novembro de 2007 na categoria Orgias por ribeiro

O cliente preferido de minha irmã era o Sr. Santos, vendedor imobiliário já reformado, viúvo, que a recebia na sua própria casa, não só porque além do pagamento que nos fazia mal a entregávamos, ainda lhe costumava dar no final uma gorjeta (minha irmã tinha o direito de ficar com o dinheiro das gorjetas que recebesse), mas sobretudo porque era o único que gostava que ela, inteiramente pelada lhe batesse ferozmente nas nádegas, que ele igualmente nu lhe apresentava em posição de gatas. Minha irmã habituada até então a ser ela apanhar de nós, apreciava desempenhar com ele o papel de verdugo, e segundo nos contava, aplicava-se com esmero naquela tarefa, chibatando-lhe o cu com uma chibata artesanal de vime, que o seu próprio cliente lhe entregava, até o ver coberto de fios de sangue, ou até que o seu braço não aguentasse mais, como se se quisesse vingar nele das sevícias brutais que lhe fazíamos sofrer. Além disso o sr. Santos não a comia, nem o caralho dele, ainda segundo as palavras dela, parecia ser grandemente capaz de a penetrar. Ao que parecia, o Sr. Santos só ficava com ela de pé, após muito ser chibatado, quando o seu cu se apresentava já coberto de vergões vermelhos, e então mandava-a colocar-se de quatro, o rabo dela voltado para ele, encostava-se a ela, esfregava-lhe a piroca já tesa na entrada do cu e da pomba, a cabeça da pixota parecia querer entrar dentro dela, na primeira vez minha irmã pensou que ele lha fosse meter, mas não, limitava-se a esfregá-la nele, roçando-lhe os lábios e o olho de trás, enquanto a invectivava.

- Gostarias de apanhar com ela, não gostarias minha puta? Mas não vais ter essa sorte. Minha piça merece melhor sorte do que provar a boceta e a peida de uma vadia como tu.

E com a mão ia-lhe batendo suavemente no rabo, minha irmã dizia que nunca ele a magoara, até que se vinha todo nas entradas dela, e era já quando seu caralho se encontrava completamente murcho e sem tesão que minha irmã tinha de lhe fazer uma mamada, pois ele gostava que a língua dela lhe removesse do instrumento todos os vestígios do seu gozo.

Foi difícil convencer o Luís a deixar-se espancar por ela. Segundo ele como nossa escrava que era, nunca a deveríamos deixar tomar tal atitude connosco a menos que a estivéssemos a pensar matar de seguida, tal como faziam os senhores de Roma com os seus escravos nas festas das Saturnais, mas eu queria oferecer-lhe tal compensação. Minha irmã já não falava há muito em vingar-se de mim, mas eu imaginava que se a oportunidade lhe surgisse ela não desdenharia usar o chicote na minha pele, tal a alegria que lhe via no olhar sempre que nos relatava os açoites que tinha proporcionado ao Sr. Santos. Para o convencer, ou pelo menos convencê-lo a me deixar experimentar tal tratamento, pois nenhum de nós fazia nada com ela sem o acordo do outro, lembrei-me de uma passagem de uma obra do Marquês de Sade que lera recentemente, em que um personagem afirmava que o espancamento daquela parte do corpo provocava um afluxo de sangue às partes genitais, e consequentemente um maior tesão. Luís então deixou-se convencer, e muitas vezes no meu quarto ou no dela, os nossos dois cus foram açoitados pela chibata do meu pai, só que agora empunhados por aquelas mãozinhas delicadas de menina. A única diferença é que finalizados os açoites (eu aguentava a dor mais do que o Luís embora ele fosse bem mais forte do que eu, pois enquanto esperava que minha irmã se desse finalmente por satisfeita, incentivando-a até muitas vezes a continuar embora já estivesse todo a sangrar, ele era sempre o primeiro a ordenar-lhe que parasse), não nos contentávamos em esfregar-lhe os nossos cacetes, mas a penetrávamos completamente pelos dois orifícios, pois nos parecia uma tolice despejar os tomates fora dela quando o podíamos fazer dentro. E o meu depravado parceiro era obrigado a dar a mão à palmatória, e reconhecer que ser espancado antes de foder constituía um excelente afrodisíaco que ele nunca tinha provado, muito embora não o desejasse tomar muitas vezes.

- Estou surpreendido contigo! Afinal os livros, ou pelo menos alguns, sempre valem alguma coisa - reconhecia.

Este senhor foi um dos que continuou a encontrar-se com ela, mesmo quando ela já deixara de se prostituir regularmente.

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Finalmente, gostaria de deixar aqui o registo de um outro cliente, cinquentão, igualmente construtor civil, generoso nas gorjetas, sempre muito bem vestido e minha mana apreciava-o por isso, mas que só a teve duas vezes, pois não gostava da rotina de comer a mesma puta varias vezes. A mania dele eram as fodas em pé, que lhe eram ministradas em casa de uma senhora de idade, que lhe servia de alcoviteira e que lhe cobrava um tanto pelo empréstimo do quarto onde tais encontros secretos tinham lugar. Ainda receei que por minha irmã ser de menor idade, a velha fosse levantar problemas mas não. Ela queria era receber o dinheiro do aluguer, e não se incomodava com tais detalhes. O construtor todo nu, encostado a uma alta cómoda de madeira de pinho, começava por exigir que de joelhos minha irmã, sem tirar a roupa, o masturbasse e lhe chupasse o pau, que era sensivelmente do tamanho do meu (17 cms.) Depois, assim estimulado, agarrava nela tirava-lhe as cuecas por baixo da saia (minha irmã estava proibida de usar calças nas duas vezes que a levamos a ele, proibição desnecessária uma vez que ela mesmo de Inverno não gostava de usar calças), apalpava-lhe a parreca demoradamente, introduzia-lhe o dedo indicador, e encavalitando-a nas suas ancas penetrava-a, enquanto os braços dele a sustinham pelo cu. Para não se esforçar tanto, minha irmã estendia as pernas em cima do tampo da cómoda, e ficava ali a ser socada até ele se satisfazer. O que excitava mais minha irmã, que afirmava nunca ter nenhum orgasmo a sério com qualquer cliente, e nos excitava igualmente a nós dois, seus chulos, era o facto de ele embora lhe apalpasse as partes íntimas e a possuísse completamente despido, nunca lhe querer ver a vagina, nem lhe admitia que ela lhe mostrasse um simples pentelho, como se aquilo fosse algo que devesse estar permanentemente escondido.

Quantas fodas saborosas nós não lhe demos, depois disso, por sobre a mini-saia, só imaginando o que estava por debaixo! Numa dessas ocasiões, ela curvou-se um pouco para a frente, e a saia curta subiu-lhe para a barriga, expondo aos nossos olhos a sua mata frondosa e a pombinha já tantas vezes violada. Furioso por nos ter estragado a fantasia, Luís aplicou-lhe um soberbo pontapé na cona que a atirou até meio do quarto, e que se tivesse sido desferido nos tomates de um de nós por certo os teria rebentado. E como Maria vai com as outras, vendo aquilo, eu para não lhe ficar atrás atestei-lhe mais um, mas fui mais meigo, contentei-me em pontapeá-la ao de leve no traseiro.

-Quem é que mandou mostrar-nos a cona, puta? Só a mostras quando te mandarmos, percebes?

A vida de puta come a beleza às mulheres pelos menos é o que se depreende, ao contemplar o aspecto acabado das meninas da rua, em especial as mais batidas pelo tempo. Sabíamos assim que não a podíamos manter muito tempo em tal actividade, tanto mais que o glutão do Luís tinha dias em que lhe arranjava mais do que um cliente, era raro o dia em que ela não tivesse nenhum encontro, e na escola já se murmurava sobre as suas constantes saídas. O namorado, a leste de tudo como sempre, já começara a achar-lhe a rata muito larga, e estranhava, afinal não eram assim tantas as vezes que ele lá ia, o que não surpreendia, dando ela para tantos era ele quem menos recebia. Mas desde que começáramos a prostituí-la eu achava que minha irmã estava muito mais bonita, tinha um ar mais depravado, o seu rosto fazia-me lembrar os seus (e os nossos) pecados secretos, no íntimo eu sabia que ela se orgulhava da vida que a obrigávamos a levar, e para mim esse seu orgulho a tornava mais atraente e apetecida.

Mas não era apenas a sua postura a indiciar a alegria da sua condição. Era também o esmero com que ela se aperaltava para ir ter com os clientes. Minha irmã maquilhava-se cuidadosamente, ainda que não com exagero, desenhava o contorno dos lábios com baton, punha rímel nos olhos, procurava levar uma mini-saia, ou pelo menos uma saia que não lhe ultrapassasse os joelhos, escolhia cuidadosamente os sapatos que ia calçar, quase sempre de tacão alto para a fazer parecer maior, de cores garridas e tiras abertas para lhe deixarem ver os pés, e torná-la mais oferecida. De tal maneira era cuidadosa a arranjar-se que mal entrava no carro, o Luís não resistia a dizer-lhe:

- Estás tal e qual uma puta! Quem sabe se não tens aí o teu futuro!

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Mas não era apenas no vestuário externo que minha irmã se aprimorava. O dinheiro que o aluguer do seu corpo lhe proporcionava, era usado na compra de lingerie sexi, cuecas curtinhas que lhe tapavam apenas o rego do cu e a pombinha, soutiens rendados que lhe deixavam ver os biquinhos das mamas, peças intimas de cor vermelha, azul ou preta que deixavam qualquer homem de pau feito só de a ver com elas vestidas, e que provocadoramente gostava de exibir perante os clientes, e perante nós.

Quando finalmente achamos que era tempo de terminar com aquela loucura, e lho comunicamos, minha irmã exteriormente congratulou-se, mas no seu intimo sabíamos que tal como nós ela tinha pena de já não continuar a desempenhar a “mais velha profissão do mundo”, e que foi o primeiro ofício que ela teve na vida.

- Não penses que estás completamente livre – o Luís a fazer o papel de advogado do Diabo - É bem possível que ainda venhas a ter de estar disponível a abrires as pernas, porque se algum cliente me abordar para te pedir eu não lhe vou dizer que deixaste de exercer.

Nessa tarde ela encontrava-se com o Sr. Santos. Era um dia quente, estava-se nos inícios do Verão, e quando a trazíamos de volta a casa no Mini 1000 verde, o Luís fez um desvio e levou-nos ao Monte de… onde quase a empalara meio ano antes, e parou o carro. Minha irmã ficou pálida de pavor. Imaginava que se a tínhamos conduzido de novo a tal sítio não era para que ela nos chibatasse como acontecia após os seus encontros com o vendedor imobiliário.

- Foi aqui que soubeste o que te ia acontecer – lembrou-lhe ele .

- Pois foi – assentiu.

- Sai! – ordenou - lhe.

Eu saí primeiro para a deixar sair.

- Agora despe-te! Mas lentamente.

Meu amigo não me falara em nada, mas eu podia ver que ele planeara algo. Minha irmã ainda esboçou um breve movimento com os lábios, mas prontamente o travou por ter percebido a tempo que só agravaria mais a sua situação se dissesse alguma coisa. Nós ficamos ali vendo-a tirar as peças de roupa uma a uma, ficamos completamente excitados quando ela surgiu diante de nós apenas tapada com as peças diminutas e rendadas de uma lingerie vermelha que condizia extraordinariamente com o seu tom moreno de pele, e os seus olhos verdes, até que também aquelas suas duas últimas peças caíram ao chão, e o seu tom moreno de pele surgiu integral sem artefactos aos nossos olhos, ela sabia despir-se diante de nós como provavelmente se sabia despir perante os seus clientes, mas ela sabia que não o devia fazer, quanto mais ela nos excitava nós mais vontade tínhamos de a humilhar. Quando ela finalmente se exibiu nua, como de comum acordo eu e o Luís tiramos as nossas roupas, mas não o fizemos como ela lentamente, a bem dizer nós despojamo-nos do nosso parco vestuário, aquele era um local ermo e tranquilo mas creio que nos teríamos desnudado no centro de qualquer praça movimentada, tal era a nossa loucura.

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- Rápido! No chão, deita-te!

Ali perto havia um relvado, e foi nele que minha irmã se deitou. Luís então lentamente, dirigiu-se à porta bagagem do carro, abriu-a e voltou de lá com meia dúzia de cordas de nylon, fita adesiva e uma tesoura de mato. Minha irmã fechou os olhos, como quem espera o pior. Enrolámo-la então sobre ela, tipo bola, as mãos e os pés junto à cabeça, e foi nessa posição que a amarramos fortemente. Eu aprendera bem com o Luís a fazer nós de escuteiro. Depois tiramos à sorte quem seria o primeiro a servir-se dela, e a sorte daquela vez escolheu-me a mim.

- Atenção – preveniu-me o Luís – não lhe vás ao cu. Isso fica para o fim.

Que é que ele teria em mente? Está bem, eu logo iria saber!

Naquela posição, fi-la fazer-me um broche para espevitar ainda mais, e depois comi-lhe a entrada da frente com todos os vagares, deliciado por constatar como aquela posição era penosa para ela. Em seguida foi a vez do meu parceiro, que a fez fazer-lhe exactamente o mesmo que a mim. Então ele mandou-me ir à mala do carro trazer o que lá estava. O que é que podia ser? Está claro, o escopro de madeira com cerca de meio metro. Já estava a começar a imaginar o que o Luís ia fazer, e embora tivesse acabado de dar uma foda momentos atrás, comecei a ficar novamente com a pila em pé só de imaginar o que se ia passar.

- É para tu o usares nela – disse-me ele então – estavas mortinho por lhe dares umas estocadas com ele, que eu bem sei. Por isso aproveita agora então, que este tipo de coisas não é para serem feitas muitas vezes.

Como o meu amigo sabia ler bem os meus pensamentos! Pena que ele não compreendesse que já há muito eu andava com vontade de provar o soardo dele.

Minha irmã, amarrada como estava, sacudia-se toda, procurando ingloriamente libertar-se, enquanto se rebolava no chão. Era inútil! Como ela se parecia com uma bola!. E foi como uma bola que a agarramos, lhe colamos a boca com fita adesiva, lhe tapamos as narinas com a mesma fita apenas lhe deixando dois pequenos orifícios para ela respirar com parcimónia, e a transportamos para perto de um carvalho já bastante descarnado onde a amarramos melhor completamente abstraídos da imprudência que seria sermos apanhados em tal cenário..

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- Não lha vais meter na cona, vais-lho enfiar no rabo – disse-me ele, ou mandou não sei bem, tanto comigo como com a minha irmã era sempre ele a comandar.

E foi o que fiz. Enquanto ele lhe afastava a entrada do cu eu encostei a ponta ao olho e enfiei-lhe uma bocadinho da ponta, Luís recomendou-me que tivesse cuidado, era preciso segurar bem no escopro com uma mão para que o mesmo entrasse a direito e não a fizesse sangrar, e tu minha vacoila, recomendava-lhe, se tens amor aos teus interiores trata de não te mexeres muito, eu receava não ser capaz mas já ele me dava uma pequena pedra para servir de martelo, começa, só fazendo é que se aprende, desferi uma pequena pancada que o fez penetrar um ou dois centímetros, vá mete mais um pouco, incentivava-me ele, mas eu hesitava, não lhe queria rasgar o cu, nem causar-lhe um acidente grave de que me viesse a arrepender, eu não lhe queria causar mal, apenas divertir-me e pensava para mim mesmo que imaginar enfiar-lhe o toro, ou ver o Luís que tinha mais sangue frio do que eu, fazê-lo era suficiente, não era preciso fazê-lo mesmo, eu já tinha o piçalho todo em pé, mas o Luís gozava-me ao ver-me fraquejar, como é mariquinhas de merda?, agora que tens a oportunidade é que fraquejas? se não fazes tu faço eu, e desta vez garanto-te que lho hei-de enfiar bem mais fundo do que da outra vez, e eu não sei se foi esta última ameaça, se o terror cada vez maior da minha pobre irmã, se enfim, a minha enorme vontade de o fazer, e bati com a pedra no cabo, uma, duas, três, quatro vezes , empurrando o aríete mais para dentro, eram pancadinhas leves mas que lhe iam forçando a entrada, e de cada vez que eu batia via os músculos das nádegas dela contraírem-se de dor, Luís continuava segurando as brechas do cu para facilitar a entrada do cacete, e eu ia-lhe tomando o gosto, as minhas marteladas eram dadas com breves intervalos mas sempre à mesma velocidade, e o cabo ia penetrando como um órgão masculino avantajadíssimo, até que Luís desta vez mais responsável do que eu me mandou parar e me mandou espreitar lá para dentro. Como o olho do cu alargara, que canal escuro e sinuoso ele era, quase tão amplo como o diâmetro do meu caralho! Mas sem aquele pedaço de toro lá dentro o anel começava a ceder, e as duas brechas pareciam já estar começando a fechar-se lentamente.

- Rápido - disse-me o Luís – enfia lá a piça enquanto ela está assim com o cu aberto. Vais ver como é bom sentir-lhe o cu a fechar-se quando tens a piça lá dentro.

Foi o que me apressei a fazer, e tive que lhe dar a razão. Até então eu gostava de ir ao cu, para sentir forçar a entrada do olho, e gozar o prazer que era sentir a piroca num buraco muito apertado que ela própria ia alargando. Mas agora estava a ir ao cu, e a sensação era a contrária, minha piça entrava perfeitamente no olho, percorria sem pressões a entrada toda do cagueiro dela, e uma vez acomodada no seu interior ia sentindo todos aqueles músculos fechando-se, comprimindo-a, até a fazerem despejar num orgasmo louco que eu nunca tinha sentido.

- Não podemos forçar assim tanto a cona das gajas – explicava-me ele – mas no cu, como estás vendo, com jeitinho, não há problema. Agora sai daí que é a minha vez. E tu – voltado para mim -abre-lhe agora as bordas para o pau entrar melhor.

Minha irmã só não se encolheu porque amarrada como estava não o podia fazer.

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Quando terminou, o sol começava a pôr-se e nós ajudámo-la a vestir-se e a recompor, pois lhe doíam as articulações todas. Ela apenas nos perguntou, já no interior do carro:

- Porque me voltaram a fazer isto?

Mas já devia saber a resposta, ela questionava porque as nossas palavras lhe davam tesão e nos davam mais tesão a nós:

- Para que saibas o que te acontecerá se alguma vez nos desobedeceres. E como viste – acrescentava o Luís – nem o teu irmão te vale.

Não lhe dissemos que apesar disso, nós gostávamos muito dela. Não lho dissemos mas ela percebeu-o quando paramos numa florista, e pela primeira vez desde que andávamos com ela, oferecemos-lhe um bonito ramo de rosas vermelhas. Minha irmã recebeu o ramo, sem uma palavra, mas com um sorriso que lhe iluminava a face, e a tornava mais bonita. Imaginei-a sem o vestido como há momentos atrás, as rosas condiziam com a cor rubra da lingerie, e foi a minha vez de sorrir. Além de serem uma prova do amor que lhe devotávamos, elas eram um acto de justiça. Tanto elas como a sua cuequinha rendada e o soutien justo e decotado realçando-lhe todos os contornos das mamas, tinham sido pagos com o seu corpo, e eram o seu corpo convertido em bens de consumo. E as férias, que nesse Verão eu e o Luís planeáramos passar em Marrocos, também.

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