Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por ribeiro

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
Estória da Punheta numa Garrafa e a da Laura Apanhando no Cu Fetiche ribeiro 1425 6 Nota 4.5
INVERSÃO DE PAPÉIS COM A PUTA DO CARALHO NEGRO Fetiche ribeiro 2040 9 Nota 4.5
PERDENDO OS TRÊS NO CU DA MATILDE Teens ribeiro 1176 9 Nota 4.5
ESPORRADELA NA RACHA DA MINHA IRMÃ 1 1 Comentários Incesto ribeiro 7304 15 Nota 4.5
VIOLADO PERANTE A NAMORADA 2 2 Comentários Orgias ribeiro 2815 10 Nota 4.5
FÊMEA DO MÁRIO E MACHO DA CLAUDIA 2 2 Comentários Orgias ribeiro 3160 14 Nota 4.5
PUNHETA NO TUBO DA MANGUEIRA OU A PRIMEIRA VEZ DA LAURA 1 1 Comentários Fetiche ribeiro 4492 19 Nota 4.5
MASTURBANDO-ME NOS JOELHOS DE MINHA IRMÃ 1 1 Comentários Incesto ribeiro 11980 47 Nota 4.5
APANHANDO NO CU COM O CACETE DA CLÁUDIA E DO MÁRIO Fetiche ribeiro 4268 41 Nota 4.5
ENRABADO E USADO COMO REPRODUTOR Gays ribeiro 6113 42 Nota 4.5
VIOLANDO O CU DE MINHA IRMÃ 2 2 Comentários Incesto ribeiro 18660 73 Nota 4.5
TRÊS PUNHETAS E UMA CALCINHA ROSA, FIO DENTAL Fetiche ribeiro 5992 47 Nota 4.5
CARNAVAL COM UMA GOSTOSA DE PAU FEITO Travestis ribeiro 7000 16 Nota 4.5
O DELICIOSO CASTIGO DO COLEGA CORNUDO Gays ribeiro 6924 25 Nota 4.5
AGARRADO EM FLAGRANTE PELO AMIGO CORNUDO Traição ribeiro 5626 25 Nota 4.5
ASSISTINDO A SESSÃO DE SEXO ENTRE CASAL Exibicionismo ribeiro 6416 27 Nota 4.5
PUNHETA NO CU DE MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 19085 37 Nota 4.5
PUNHETA ENTRE IRMÃOS Incesto ribeiro 9358 21 Nota 4.5
PUNHETA COM MELANCIA E UMA BELDADE AO TELEFONE Fetiche ribeiro 3619 13 Nota 4.5
MASTURBANDO_ME NO ARQUIVO COM A COLEGA DE TRABALHO Exibicionismo ribeiro 3561 15 Nota 4.5
NOITE DAS BRUXAS COM A IRMÃ DO NUNO Teens ribeiro 5455 7 Nota 4.5
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS - Conclusão Orgias ribeiro 3797 0 Nota 0
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS - Conclusão Orgias ribeiro 2362 4 Nota 4.5
A TARDE EM QUE MINHA IRMÃ TEVE DE DAR PARA TODOS- 1ª Parte Orgias ribeiro 4877 3 Nota 4.5
ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA- Conclusão Orgias ribeiro 1881 3 Nota 3.5
ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA-1ª PARTE Orgias ribeiro 2193 3 Nota 4
COMO FIZEMOS MINHA IRMÃ PROSTITUIR-SE Incesto ribeiro 14689 5 Nota 4.5
SEGUNDO FORRÓBÓDÓ COLECTIVO COM MINHA IRMÃ- Conclusão Incesto ribeiro 4725 4 Nota 4.5
SEGUNDO FORRÓBÓDÓ COLECTIVO COM MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 6123 5 Nota 4
ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- Conclusão Incesto ribeiro 7681 5 Nota 4
ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- 1ª Parte Incesto ribeiro 7969 9 Nota 4
A PRIMEIRA ORAL COM MINHA IRMÃ Incesto ribeiro 10442 12 Nota 4.5
No banheiro com minha irmã Incesto ribeiro 13496 17 Nota 4.5

ESTÓRIAS DE MINHA IRMÃ ENQUANTO JOVEM PUTA-1ª PARTE

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Escrito dia 08 de novembro de 2007 na categoria Orgias por ribeiro

Já lhes contei anteriormente, como o Luís quase empalou pela minha irmã pelo buraco da rata, com um escopro de madeira para a obrigar a prostituir-se para nós. Ela aprendeu bem a lição, pois durante os cerca de seis meses de actividade, sempre que se mostrava relutante em ir ter com algum cliente, bastava eu ou o Luís ameaçar proporcionar-lhe idêntico tratamento, para a fazer logo mudar de ideias.

- Se nos obrigas a usá-lo de novo vai ver como elas te mordem ! - ameaçávamo-la - Vais levar uma foda que nunca mais esquecerás. Aqui o aríete vai-te entrar pela frente, e sair-te pelo olho do cu, garanto-te.

Minha irmã imediatamente se esquecia das conversas em que nos afirmava que não se importava que déssemos cabo dela, pois assim se veria livre de nós, e tratava logo de se arranjar para ir ter com o homem que o Luís (era sempre ele) lhe arranjara. Nunca mais voltamos assim a tratá-la daquela maneira durante esse tempo todo, apesar de alguma mágoa minha, que mesmo sabendo não ter coragem de ir muito longe, andava com enorme vontade de lhe enfiar o escopro pelo menos na entrada daquele cuzinho maravilhoso, só para lhe poder ver o seu ar assustado, e enrabá-la em seguida. Na primeira vez que a fizemos estar com um cliente (aventura narrada no conto COMO FIZEMOS MINHA IRMÃ PROSTITUÍR-SE), depois de ela ter apanhado com aquele falo afiado na suas partes intimas, e mesmo sabendo que ela estava toda dorida, não resistimos na viagem para casa, a parar o carro no mesmo monte onde lhe metera-mos horas antes o talo, para a possuirmos à vez, apesar dos seus insistentes pedidos para o não fazermos, pois para nós poucas coisas nos davam mais prazer, do que fodê-la após ela ter sido comida por outros. Uma noite, em que me deitara com ela, minha irmã questionou-me se eu deixaria o Luís furá-la de um lado a outro como ameaçara como se fosse, a fazer fé nas crónicas, um novo Vlad Dracull da Transilvânia.

- Amo-te muito, querida mana - respondi-lhe - Sabes bem que nunca tive outra mulher além de ti, e por nada te gostaria de magoar dessa forma. Mas tu és tanto minha como do Luís. Mais do que és do Carlos. Por isso se ele te quisesse furar de um lado a outro eu deixaria, que remédio, foi esse o nosso trato. Aliás tu és suficiente inteligente para escolheres. Se ele te tivesse furado de um lado a outro, como ameaçou, era porque tu tinhas consentido, pois tinhas sempre alternativa de te submeteres. E eu não sou capaz de acreditar que te deixasses sangrar podendo evitá-lo.

Minha irmã suspirou.

- Pois! Já devia esperar isso. Mas o Luís, embora foda bem, assusta-me. Tenho medo do que ele me possa fazer.

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Era isso mesmo que nós queríamos: que ela, se divertisse connosco, mas sentisse medo. Apesar de tudo procurei tranquilizá-la. O Luís e eu só lhe faríamos mal se ela não colaborasse, de outro modo não teria nada a recear. Minha irmã conformou-se como sempre, e nessa noite dei-lhe uma das mais memoráveis quecas da minha vida. Era sempre assim: as ameaças e a perspectiva de ser torturada sem piedade, faziam-na entregar-se completamente durante o acto sexual, como a mim e ao Luís elas nos davam um tesão tão grande, que só ao fim de muito foder conseguíamos aplacar.

Como já assinalei no conto anterior, as razões principais que nos levaram a prostituir minha querida mana, foi testar a obediência dela, e ao mesmo tempo que a humilhávamos indecentemente, ganhar algum dinheiro à custa do corpo dela. Descobrimos então um outro; era maravilhoso recriar com ela os momentos que minha irmã passava com os clientes, e que ela nos relatava pormenorizadamente, como se eles servissem de ensaio para as orgias em que a obrigávamos a participar. E são hoje algumas dessas estórias sórdidas, que eu gostaria de trazer aqui, esperando que elas façam pôr de pé a pila dos meus leitores, como faziam então pôr a nossa, e quem sabe, talvez convencer as queridas leitoras a imitar minha irmã, e dar dessa forma prazer a homens como eu, e o meu amigo, que entre meninas bem comportadas e outras bem malandras, preferem sem hesitação estas últimas.

O seu primeiro cliente, o vendedor de automóveis, era um dos mais fiéis fregueses de minha irmã, e foi um dos que mais dinheiro nos deu a ganhar, até porque quase sempre quando ela ia ter com ele ao seu cantinho de amor, ele aguardava-a com o seu sócio, pois tal como nós gostava de a dividir com outro homem, pagando a dobrar. Minha irmã costumava começar por lhes fazer um broche, quase sempre aos dois ao mesmo tempo, e eles procuravam enfiar-lhe os respectivos piçalhos até ao fundo da garganta, fazendo-a sufocar, enquanto ela, com cara de enjoada os masturbava e chupava até eles a mandarem parar, tomando-lhe então de assalto o buraco do baixo ventre, e o do fundo das costas . Dizia ela que a pica do primeiro era quase o dobro da do segundo, era uma pica maior do que a do Luís, o que a deixava completamente esfrangalhada no final, em especial quando ele se decidia a comer-lhe o cu, coisa que felizmente para ela, ocorria poucas vezes, ele preferia usar preferencialmente a greta da frente, a de trás era mais utilizada pelo seu parceiro, bem menos abonado sexualmente, e por isso bem menos devastador para a sua integridade intima. Escusado será dizer, que inúmeras vezes lhe exigimos que a sua boquinha delicada nos prestasse as mesmas mamadas duplas, e eu sentia um prazer danado sentir a pixota tesa do meu parceiro esfregando-se na minha, enquanto lhe disputávamos os mistérios daquela boca entreaberta, em especial quando nos vínhamos os dois ao mesmo tempo, e a fazíamos engolir a nossa langonha, algo que ela nunca se habituou a gostar. Curiosamente, ele tão contrário a contactos homossexuais nunca reclamou daquela prosmiscuidade que eu, pela parte que me tocava, procurava acalentar sempre que podia. Uma das posições preferidas daqueles dois, no final da mamada era penetrá-la de gatas como já nós lhe fizéramos várias vezes. O dono da pica maior, deitava-se por baixo dela, e dava-lhe no pito sem dó nem piedade, enquanto o da pila mais modesta, se encaixava por detrás dela e lhe tomava o cu, os colhões de ambos roçando-lhe o buraco que a respectiva verga tomava de assalto. Outras vezes, porém, faziam-na pôr-se de joelhos, o tronco de um deles completamente deitado por cima de um divã que havia na sala para momentos como aquele, as pernas pendentes para fora da cama, no meio das quais minha irmã se enfiava, o tronco dela deitado sobre o dele, e ao mesmo tempo que ia apanhando na cona, ia sendo enrabada por trás pelo outro parceiro. Curiosamente nenhum deles se servia das mamas dela, o que para nós parecia inconcebível, pois se havia bocado do corpo de minha irmã que achávamos delicioso, era os seus tenros mas duros marmelinhos. Ainda segundo ela, o mais bem nutrido de genitais, era contudo o que mais cedo se esporrava, enquanto o outro era como o Luís, capaz de estar dentro dela, horas seguidas sem esvaziar os tomates.

Um outro cliente, este construtor civil, comia-lhe a rata, preferencialmente por trás, numa pensão barata que se dedicava ao comércio de meninas. Minha irmã abominava ser conduzida a tal local, já que as putas da casa não encaravam com bons olhos aquela intrusa que não era do seu meio e tinha ali comércio com um homem, e desconfio que os boatos que se espalharam sobre ela, devem ter partido de tais meninas. Minha irmã inclinava as costas para a frente, as pernas bem abertas de modo a que a sua cona fosse bem visível de trás, e era naquela posição que o construtor a tomava até ejacular abundantemente dentro dela.

Havia ainda um empregado de comércio, frequentador assíduo de prostíbulos, velho conhecido do Luís, e sem dúvida o mais pobre de todos os que se puseram em cima dela, mas cujo vício por meninas adolescentes era tanto, que dizia-se chegava a não comer para dispor de dinheiro para os prazeres carnais. Este no entanto, não era tão dotado de imaginação, e o seu desempenho sexual limitava-se a pôr-se em cima dela, enquanto minha irmã de pernas abertas esperava, numa atitude típica de puta, que ele se viesse e se fosse embora. E pelo menos, dois clientes habituais, só gostavam de a foder na posição de frango assado, as pernas completamente estendidas na direcção da cabeça pousada na almofada, os pés apoiados na cabeceira da cama, o grelinho aberto completamente oferecido à luxúria, e um outro, gerente bancário, gostava de se servir de minha irmã, colocando-a em cima da suas coxas, os pés dela encostados na sua face, enquanto ele de pau feito lhe ia penetrando o pito e o cu alternadamente, mas sempre que retirava o caralho de um daqueles buracos tratava de enfiar logo no mesmo o dedo indicador, de modo que nenhum dos buracos ficava sem algo dentro dele. Mas não eram apenas a pila e o dedo que ele ocupava. Enquanto a ia comendo ia-lhe lhe sugando os dedos dos pés um a um, voluptuosamente como se estivesse saboreando um cacete. De vez em quando, sentindo que os colhões ameaçavam despejar a sua tesão, retirava a piça abruptamente e a fazia chupá-la, e minha irmã confessava-me que era o que lhe sabia pior, ser obrigada a chupar-lhe a piça sabendo à merda dela, pior ainda do que quando se vinham na boca dela e a faziam engolir o esperma. Sempre que lhe dizíamos que o gerente a tinha requisitado (ele requisitou-a quatro vezes durante esse tempo) minha irmã procurava lavar o cu o melhor que podia, mas por mais que lavasse, dizia ela, havia sempre resquícios de cocó na piça dele, quando ela lhe fazia o broche.

Nem todos os cliente porém a procuravam com intenções de a penetrar, alguns procuravam outras formas de prazer. Minha irmã aprendeu mais sobre os vícios sexuais dos homens do que poderia imaginar, e sei hoje implicitamente que se sente enriquecida por isso, como eu me sentiria se tivesse aprendido sobre os das mulheres. Havia os que pagavam apenas para lhe apreciarem o corpo nu de moça jovem, às vezes tocando à ponheta sobre ele, outros nem isso. E havia igualmente os que apenas desejavam que ela lhes fizesse uma mamada, ou até uma simples ponheta, como era o caso de um individuo, industrial de panificação, que pagou por duas vezes apenas para obter satisfação manual. É claro, eram estes os clientes que minha irmã mais gostava de ter pois era mais fácil para ela satisfazê-los.

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- Não entendo – comentava o Luís – se é para tocar ao bicho, não vale a pena ir às putas. Isso faz-se em casa. Sabe ao mesmo, e sempre sai mais barato.

Pois, mas pelo visto nem todos pensavam como ele. Eu que começara por experimentar as ponhetas de minha irmã antes de lhe ir ao pito, preferia muito mais as mãos dela a tocar-me o instrumento, do que as minhas. E havia também outros, (eram raros mas existiam), que mesmo sabendo tratar-se de uma cona usada por muitos, não se importavam de lhe fazer nela uma minete, ou a procuravam para a prática do 69 que suas legítimas esposas se recusavam a fazer-lhes.

O cliente mais peculiar contudo era um indivíduo dos seus 60 anos, que tanto eu como o Luís conhecíamos pelas suas actividades voyeuristas, pois que ele passava as tardes, e boa parte das noites, a deambular pelos recantos solitários dos jardins frequentados por namorados espiando-os. Tanto eu como o meu amigo o considerávamos impotente, por nos parecer que um homem com colhões capazes de satisfazer uma mulher, não andaria perdendo o seu tempo apreciando o desempenho dos outros, ainda para mais quando esse desempenho naqueles sítios a maior parte das vezes não vai além de uns beijos mais quentes, e umas esfregadelas mais intimas, e ainda mais corroboramos a nossa opinião quando no final minha irmã nos confidenciou que o homem se limitara a despi-la (não lhe ordenara que se despisse integralmente, despira-a ele próprio) e uma vez totalmente pelada lhe cheirara a rata, lhe tocara de leve com a língua como um provador na cozinha verificando se o tempero está bom, e lhe introduzira um dedo, depois outro dedo, e mais um terceiro dedo, e um quarto, até por fim lhe meter o quinto dedo, e os dedos deviam ser a sua piça pois nenhuma outra coisa mais lhe meteu, mas uma vez introduzidos os cinco dedos da mão direita, ele movimentou-os livremente dentro dela, e aquilo era pior que a piroca avantajada do Luís dentro dela, fazia-a doer terrivelmente, e minha irmã pediu-lhe que parasse mas infrutiferamente, até compreender que ele pretendia que ela se viessse, o que ela não era capaz com a pachacha doendo daquela maneira, até que por fim se lembrou de simular um orgasmo. E ao fazê-lo, só então, ele tirou a grila dele para fora, uma grila grande mas completamente flácida, circuncidada como a do Luís e mesmo com ela assim murcha, esporrou-se abundantemente pelo chão, o que a deixou surpresa. Apesar da grande experiência sexual de ambos, nem ela nem o Luís alguma vez tinham tido conhecimento de um homem vindo-se com a piça murcha. E eu também não, embora comparado com eles a minha experiência fosse muito mais limitada pois nunca tinha ido às meninas, nem muito menos o tinha sido vez alguma.

Julgo que escusado será dizer, que nunca fomos capazes de recriar com a nossa putazinha a tara de tão peculiar cliente, pela simples razão que quer eu, quer o Luís, não éramos capazes de ver minha irmã nua, ou de nos divertirmos com ela, sem que nossas pilas se pusessem em riste.

Mas reparo que me estou a alongar mais que o previsto, e o que tenho para contar ainda dá outro tanto. Peço desculpa mas são tão doces essas recordações que em começando a falar delas tenho de deixar o resto para a segunda parte. Até já.

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