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Após a memorável bacanal colectiva a que sujeitaramos minha bela irmã, eu passei mais de uma semana sem me atrever a tocar-lhe. Quando finalmente uma noite, cometendo a imprudência de o fazer com os meus pais deitados, lhe entrei no quarto e lhe exigi os seus favores, ela obedientemente abriu-me as pernas e deixou-me possuí-la sem objecções e sem um grito, como se depois daquela tarde de orgia desenfreada, não fizesse mais sentido para ela negar conceder-me qualquer parte do seu corpo. Mas adoptou a mesma postura inerte que já lhe conhecia. Imaginando que os seus dois orificios ainda estivessem doridos das nossas três vergas, uma das quais bem avantajada, não me incomodei. Até me agradava mais, pois me fazia sentir mais minha, submetendo-se à minha vontade unicamente por ser minha vontade, mas como ela persistisse naquela imitação de boneca insuflável acabei por me irritar:
- Isso vai ser sempre assim ? - cuspi-lhe- Ou também te finges de morta quando é o Carlos a pôr-se em cima de ti ?
- Depois daquilo mais ninguém se pôs em cima de mim. Só tu que não tens sentimentos. Naquela tarde não era uma puta que tu, e os teus amiguinhos queriam? E hoje não é isso que tu queres ? Não foi somente uma puta que sempre quiseste ? Pois então é isso que tens! Vá, vai chamar de novo os teus colegas e oferece-lhes a tua puta.
Não duvidei que fosse isso que ela desejava mesmo. Mas a sua interpretação dos meus actos, levou-me a declarar-lhe:
- Não! Não é uma puta que eu quero, é a ti. Amo-te maninha. Saibas que quis que gozasses tanto com aquilo, como nós. E tu gozaste que eu bem vi! Não achaste aquilo assim tão mau, pois não ?
- Se tu lá não estivesses eu seria capaz de pensar que me iriam matar no fim.
Afaguei-lhe ternamente os cabelos e beijei-a.
- Tolinha, claro que não. Quisemos dar-te uma boa coçadela, mais nada. Precisava muito que fosses inteiramente minha, e tu bem o sabias.
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- Eu confesso que muitas vezes fantasiei ser violada por alguém conhecido- admitiu.- Por isso é que quando me espreitavas eu não me queixei, em especial quando deixei de ser virgem, cheguei a querer muito que o fizesses, mas que não fosse assim. És meu irmão, és rapaz e mais velho, devias proteger-me e não trair-me.
E então expôs-me o risco de ficar falada se tudo se soubesse, de ficar grávida e não saber de quem ( que pateta, pensei, se ficares grávida o filho é do Carlos, e não de nenhum de nós, está bom de ver ), que o porco do Luís a chantageava para a comer novamente ( e o sacana, que nada me dissera! ). E acusava-me com razão, de ser o principal responsável por fazer dela uma rameira, sem direito a retribuição como qualquer rameira, e ao comparar-se a uma vadia seus olhos brilhavam-lhe de luxúria, e por isso, enquanto não se vingasse convenientemente em mim, não podendo recusar-se a ser usada, negava-se pelos menos a sentir prazer desse acto.
Esta sua vontade em se vingar de mim, aliada ao desejo do Luís de a foder, acabaria contudo por voltar-se contra minha mana, e levou-a a ser novamente protagonista involuntária de um segundo forrobódó colectivo.
Um dia o Luís abordou-me, para me informar que minha irmã oferecera-se a deixà-lo fazer tudo o que quisesse no seu corpo, se ele me proporcionasse um castigo igual ao que lhe dera a ela, que me fizesse sangrar o meu cuzinho. Eu nunca tive tendências homossexuais, mas ao ouvir aquilo lembrei-me das imagens dela sendo enrabada por ele, a dor e o gozo que lhe lera no rosto, e não lho disse por vergonha, mas não o teria recusado, mesmo tendo a certeza que meu buraco ao fundo das costas não sairia muito bem tratado. O Luís protestara com ela, dizendo que com homens e amigos nem pensar, mas ela tanto insistira com ele, afinal meu cu era, além de igual, tão virgem como o dela o fora, e a vontade dela em possuí-la de novo tanta, que aceitara.
- É claro que não te vou ao cu. Se quiseres alinhar comigo, vamos é agarrá-la nós, e fazer outra bacanal com ela ( já se teria passado mês e meio da primeira ). - Mas não levamos o Nuno. A prestação dele foi tão fraca que só estorvou.
Completamente de acordo. Ele então, depois de me explicar o plano que minha irmã delineara para me humilhar, explicou-me a maneira como o iríamos contrariar.
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Dois dias mais tarde, sós em casa, minha irmã entrou no meu quarto, onde conhecera nossa brutalidade, começou por se esfregar em mim, mordeu-me os lóbulos das orelhas, o que sempre me deixa em pé, acariciou-me no meio das calças, e quando sentiu a grila dura, desabotoou-me a braguilha e tirando-a para fora punheteou-me suavemente de modo a que não me viesse. Se não soubesse que era por ali que me pretendia sacrificar ao mesmo bastão que a escancarara a ela , e que o meu encomendado violador já fora introduzido em casa, aguardando no corredor o momento propicio para aparecer, eu dever-me-ia congratular por a ver assim mudada .
E foi esse o papel que desempenhei, correspondendo aos seus beijos e afagos, apalpei-a toda e dizendo-lhe como a gostava de ver assim, e depois de nos termos despido completamente, achámo-nos rebolando no chão, nossas bocas coladas uma na outra, os braços e as pernas misturados, eu já dentro dela trespassando-a com força, sempre com mais força, e via bem que embora ela estivesse gostando da foda, estava surpreendida, o Luís já deveria ter entrado, e começado a tratar do meu cu, forçando-me se preciso fosse pois era bem mais forte que eu, mas esse era o acordo feito com ela, comigo o acordo era outro, era deixar-me vir gozando atrás da porta se lhe apetecesse até vir tomar a parte dele. Mas eu não me quis vir. Achei que seria muito mais excitante vê-la apanhar da porra imensa do Luís com a minha tesa, e tirei-a fora quando ela já estava próxima do orgasmo. Decepcionou-se.
- Vais ter tempo de te vires, se quiseres- sosseguei-a. E chamei o meu parceiro que entrou de imediato. Os olhos azuis de minha irmã arregalaram-se-lhe de espanto.
- Então já sabias ?- perguntou, boquiaberta.
- Como vês, minha querida mana- confirmei-Só espero que o Luís tenha gostado do espectáculo que deste.
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- Gostei pois !- o ar galhofeiro dele, sempre que se tratava de sexo- mas como não gosto de fazer à mão, e ainda não consolei aqui a mangueira- e tirando-a para fora, exibia-a, inchadíssima como sempre- venho de boa vontade ajudar à festa. Chega para mim ?
Claro que chegava, embora minha irmã protestasse que não fora esse o trato.
- Cala-te oferecida !Então pensavas que ia comer o cu ao teu irmão, estando aqui uma espevitada como tu com um melhor para me oferecer ? E como parece teres gostado da última enrabadela que te levaste, fica descansada que te vou dar outra. Mas primeiro quero comer a parte da frente.
Cedi-lhe então o lugar. O piçalho dele enfiou-se na toca que o meu acabara de abandonar, empurrando-o violentamente de uma vez só como o vira já ter feito. Os vestígios do esperma que eu deixara devem ter-lhe facilitado a penetração, pois minha irmã, embora gemesse, pareceu aguentar bem a estocada. Invejei-a. A punição que ela tinha idealizado fizera-me olhar para o membro do Luís com olhos de desejo, e ainda hoje imagino como naquele momento gostaria que ele me tivesse enrabado a mim igualmente. Acredito, que tendo-me iniciado sexualmente com relações incestuosas, passei a achar normais quase todas as formas de fazer amor, coisa que o Luís não, talvez por isso ele fosse mais preconceituoso do que eu em matéria de ligações ao mesmo sexo, e eu, assim sendo, não devia imaginar como seria bom provar do que não ia ter, mas aproveitar antes os prazeres que me eram destinados. Mas vamos deixar isso para o conto que se segue.