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Estávamos num parquinho de diversão, num desses pobres e indigentes amontoados de aparelhos rolantes, destinados a dar um pouco de alegria às crianças do bairro.
Eu e meu marido, ele encantado com as garotinhas que circulavam a seu redor, com sorrisos dadivosos e encantadores. Nem notou quando olhei o sujeito sentado perto da bilheteria, num dos recantos mais desprestigiado e sem nenhuma possibilidade de público.
Estava ali, sentado, solitário e folheava uma revista pornográfica, meio escondido de todos. E enquanto folheava a revista eu via sua mão apertando o contorno que se erguia na virilha.
Discretamente guiei meu marido até as redondezas do trem-fantasma e fiquei observando o movimento da mão apalpando o tecido levantado, enquanto o querido sorria para uma de suas conhecidas e começava a estabelecer um diálogo cativante com ela. Meus olhos percorriam o ambiente, dançando nas órbitas, em direção aos lábios da garota, que se achava a rival, em direção aos olhos do marido, encantado com a sua jovialidade , em direção ao cacete do rapaz, sendo acariciado pelas mãos grandes e rudes.
A garota manifestou publicamente o desejo de comer pipoca e eu, intimamente, desejo de piroca. Meu marido afastou-se, quase esquecido de minha existência e eu me aproximei mais das figuras monstruosas pintadas sobre as paredes de zinco. Era meia tarde , o sol queimava a pele e fazia tudo transpirar.
O sujeito percebeu minha presença, meu olhar furtivo sobre o volume na bermuda e cobriu-o com a revista, meio desconcertado. Eu olhei os monstros na parede e depois meu olhar novamente perscrutou o monstro escondido na bermuda florida . Ele afastou a revista, dando-me a oportunidade de avaliá-lo. Perguntei-lhe quanto deveria pagar de ingresso para ver o monstro e ele, após certificar-se do meu vivo interesse, disse que para mim seria de graça. Abriu o carrinho para que eu me sentasse, verificou se estava tudo encaixado e ligou o mecanismo. O carrinho deslizou e na segunda divisão, ao lado da figura horripilante do ameaçador Conde Drácula, parou.
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As luzes piscavam, mas não havia ruídos assustadores. E entre um piscar e outro de luzes vermelhas e azuis eu vi que ele se aproximava, a mão direita segurando a revista, a esquerda coçando o volume na bermuda meio encardida..
Ali, ao lado do Conde Drácula, curvou-se sobre o carrinho onde eu estava sentada e retirou - me os seios para fora da blusa decotada. Acariciou-os com força, demonstrando não muita prática e muito tesão. Eu aproximei meu rosto da bermuda e aspirei o odor forte de suor e sexo.
Os botões foram abertos, blusa e bermuda, e o cacete avantajado roçou minha pele, esfregou-se sobre os bicos de meus seios. Esfreguei a ponta dele ao redor das auréolas rosadas, para que se impregnassem de seu odor. Chupei a mama esquerda para sentir um pouco do sabor, para saber se devia mesmo. Depois segurei-o, admirei-o em sua rigidez e forma. Descobri a cabeçona inteira até que a pele liberasse todo o seu tamanho. Então abri os lábios e esfreguei-os com insistência despudorada sobre todas as curvas do cabeção do caralho.
Não o chupei...eu o devorei...até quase me sufocar entre suspiros e gemidos meus e dele. Ele queria foder, mas não era possível, não ali,naquele corredor escuro, naquele lusco-fusco, naquela situação. Não com o canalha ali perto, já com certeza cansado da conversa boba com a jovenzinha e à minha procura.
Então comecei a masturbá-lo e enquanto o masturbava, sentia seus dedos procurando conhecer as profundezas de minha boceta. Fez-me gozar sim, metendo os dedos freneticamente, atolando-os com violência dentro dos lábios bem melados e eu coloquei a mão em concha para que os jatos de sua porra não me lambuzassem toda.
Saiu e ligou novamente o mecanismo, de forma que quando o circuito se completou, ao descer do carrinho, meu marido já me esperava. Estava desacompanhado da jovenzinha e por sorte não resolveu pegar em minha mão.
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Mas deu-me um pequeno beijo nos lábios, perguntando-me se havia gostado do brinquedo. Disse-lhe que era assustador.