Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por dgs_apolo

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SURPREENDIDO PELA ESTAGIÁRIA 4 4 Comentários Hetero dgs_apolo 1579 2 Nota 4.5
MÉNAGE COM AS UNIVERSITÁRIAS 1 1 Comentários Orgias dgs_apolo 1316 2 Nota 5
UNIVERSITÁRIA APRENDENDO UMA LIÇÃO 1 1 Comentários Hetero dgs_apolo 907 2 Nota 4
UNIVERSITÁRIA TESUDA 2 2 Comentários Hetero dgs_apolo 1480 3 Nota 4.5
TRÊS PAUZUDOS E UMA AMIGA DA FACU Orgias dgs_apolo 3376 4 Nota 4.5
PUTINHA CASUAL Hetero dgs_apolo 1243 0 Nota 0
FUNCIONARIA NOTA 10 Hetero dgs_apolo 2068 5 Nota 4.5
DELICIA DE CUNHADINHA Teens dgs_apolo 3665 4 Nota 4.5
AOS 18, UMA NINFETA E DOIS CACETES Teens dgs_apolo 4439 7 Nota 4.5
A SECRETÁRIA NINFETA DE 18 ANOS 1 1 Comentários Teens dgs_apolo 3888 5 Nota 4.5
AS PUTINHAS DO MSN - PARTE 1 Teens dgs_apolo 4574 6 Nota 4.5
AS PUTINHAS DO MSN - PARTE 2 Teens dgs_apolo 1624 4 Nota 4.5
AS PUTINHAS DO MSN - PARTE 3 Teens dgs_apolo 1389 5 Nota 4.5
AS PUTINHAS DO MSN - PARTE 4 Teens dgs_apolo 1771 4 Nota 4.5
SANDUICHE COM A NAMORADA DO AMIGO Hetero dgs_apolo 2853 5 Nota 4.5
DEPILANDO UMA JOVEM BOCETINHA Hetero dgs_apolo 3039 6 Nota 4.5
DEVORANDO UMA CASADA POR INTEIRO Hetero dgs_apolo 4523 4 Nota 4.5
A GOSTOSA DO MESSENGER Hetero dgs_apolo 2103 2 Nota 5
EMPREGADINHA FOGOSA Teens dgs_apolo 6489 5 Nota 4.5
MEU PRIMEIRO MÉNAGE Orgias dgs_apolo 8234 11 Nota 4.5
MINHA DOCE CUNHADA DE 15 ANOS Teens dgs_apolo 16342 24 Nota 4.5
TREPANDO NA PRAIA DESERTA Hetero dgs_apolo 3930 3 Nota 4.5
UM TESÃO DE NINFETA 1 1 Comentários Teens dgs_apolo 6745 6 Nota 4.5
NOVA VIZINHA ME TIROU DO SÉRIO Hetero dgs_apolo 3114 6 Nota 4.5
LIÇÃO DE CASA: METENDO NA COLEGIAL Teens dgs_apolo 11712 66 Nota 3.5
UMA GATA AMANTE DO SEXO CASUAL Teens dgs_apolo 2800 45 Nota 3.5
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USEI E ABUSEI DA NINFETA CASADA Teens dgs_apolo 8258 63 Nota 3.5
VIZINHA TESUDA DEMAIS Hetero dgs_apolo 7237 82 Nota 3.5

EMPREGADINHA FOGOSA

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Escrito dia 22 de outubro de 2007 na categoria Teens por dgs_apolo

Durante trinta dias, a filha de minha empregada a estava substituindo por motivo de doença. Durante 30 dias, transamos alucinadamente todos os dias, e inevitavelmente chegava todos os dias atrasado na empresa. Kátia é uma morena que mede cerca de 1.72m, 58 kg, olhos verdes, cabelos castanhos encaracolados, pele morena bem bronzeada, seios médio e levemente empinados, e uma bunda muito arredondada e durinha.

Como empregada ela era super eficiente, e como amante era simplesmente excepcional. Nossas trepadas matinais eram as melhores, pois quando ela chegava em meu apto. eu geralmente estava dormindo e ela muito sapeca ia me despertar com uma deliciosa chupada.

Quando não precisava viajar, retornava para almoçar e dar mais uma trepada de sobremesa. Certa manhã revolvi apimentar mais ainda nossas transas sugerindo a ela um delicioso jogo erótico à maneira do que tanto me excitava. Combinamos tudo para a hora do almoço. Kátia ia ficar no apto. e agiria como se estivesse sozinha, fazendo seus afazeres. Eu me esconderia atrás da cortina da sala (um ótimo esconderijo) e esperaria para espiá-la. Ao chegar para o almoço, coloquei-me em meu esconderijo. Kátia apareceu vestindo uma miniblusa transparente, sem sutiã. Os mamilos rijos e duros quase furavam o pano. O short de malha era bem marcante no rego. Usava ainda um aventalzinho rendado na frente. Ela ligou o rádio, foi espanando os móveis e dançando. Fingia não me ver, mas ficava propositalmente abrindo as pernas quando esticava os braços para espanar mais alto. Ou, então, movia bem depressa os braços de modo a deixar os seios balançando à vontade. Que tesão vê-la trabalhar...

Durante todo o tempo que durou a música, Kátia “trabalhou” espanando os móveis da sala. Sua dança, sua movimentação frenética e o forte calor do dia deixaram-na com o rosto suado, brilhante. Até suas coxas morenas brilhavam com o suor.

Abanando-se com um leque, ela foi até o quarto. Pude vê-la erguer a blusa, exibindo suas tetas maravilhosas, para refrescar-se mais à vontade. Em seguida, ela tirou o short, ficando apenas de avental.

Chegou a vez do aspirador de pó... Jamais imaginei tal objeto como um estimulador erótico, mas era. Kátia armou o aparelho, agachou-se para ligá-lo na tomada, exibindo-me seu cuzinho e a parte carnuda de trás da boceta. Foi se movendo para frente e para trás. Ora o pano do avental tapava, ora deixava à amostra seus dois buraquinhos deliciosos. Criativa, ela começou a “aspirar” a sua boceta. Claro que ela não metia o aparelho lá, mas deixava-o bem perto da vagina e ia soltando gritinhos de prazer. Juro que tive vontade de sair do meu esconderijo e exibir meu caralho durão já fora da calça, doido pra participar da brincadeira. Mas resolvi esperar mais, pois queria ver até onde o exibicionismo e a imaginação de Kátia podia chegar.

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Ela deixou o aspirador excitar a sua bocetinha durante algum tempo, antes de voltar a aspirar o pó da sala. Mas desta vez subiu no cano do aparelho para cavalgá-lo, ora levantava, ora se sentava com força, metendo o cano de metal entre suas dobras... Abria bem as pernas e depois fechava as coxas sobre o cano, ia e subia... Descia sobre o cano, apertava as coxas... Ela estava cada vez mais excitada, passando a língua pelos lábios, mordia o canto da boca e gemia baixinho... Tirou a miniblusa e exibiu as tetas de bicos tão durinhos. Com uma das mãos segurava o cano no aspirador, com a outra ia alisando ora um bico, ora o outro.... O aventalzinho tapava a boceta, mas no erguer e baixar do corpo ela às vezes exibia sua boceta gulosa.

Estava quase saindo do meu esconderijo novamente e partir para a ação quando Kátia desligou o aparelho. Ela disse em voz alta que iria para a cozinha preparar a almoço para seu padrão gostosão que deveria estar chegando a qualquer momento. Esperei alguns minutos antes de ir a cozinha, porque não podia vê-la do meu esconderijo. Caminhando devagar, tirei a camiseta e a calça. O caralho estava grande, duro! Fiquei nu, inteiramente, e parei na porta da cozinha. Kátia estava de costas para mim, mexendo na pia. O rádio tocava um rock bem agitado. Ela começou a rebolar, exibindo sua bunda gostosa para mim. Continuava usando só o avental. Eu me escondi na área de serviço e a deixei à vontade. Ela pegou cubos de gelo para passá-los por todo o corpo: seios, barriga, nuca, rosto. Deu uma chupada na pedra de gelo, que esfregou na boceta também.

Pegou um pepino grande, untou-o com manteiga. Seus olhos brilhavam. Ficou de frente para mim, mas sem me ver, agachou-se, com as pernas bem abertas. Eu vi sua boceta rosada e o clitóris bem exibido. Devagar foi metendo o legume pela vagina adentro. Conseguiu enfiar mais da metade do pepinão na sua boceta faminta. Metia e tirava o pepino de lá com os olhos fechados, e o rosto voltado para trás... um tesão.

Tirou o pepino da vagina e começou a tatear o cu, com a ponta daquele cacete vegetal. Saí do esconderijo. Estava doidão. Fui lambendo seus peitos, fungando na sua orelha, louco, louco... Esfregava meu caralho na entrada da sua vagina, e, catando o pepino da mão dela, meti meu dedo no seu cuzinho. Ela gemia loucamente pedindo para enfiar cada vez mais.

Ajeitei o pepino, encostado no chão, posicionei o cuzinho dela sobre aquele instrumento vegetal e fiz força. Ela gritou, porque a entrada do cu era um pouco apertada e porque dispensou qualquer lubrificante mesmo eu oferecendo. Difícil era entrar a ponta. Meti de novo. Na terceira vez, metade do pepino estava espetado em seu cuzinho. Com cuidado para o pepino não escapar do lugar, ergui suas pernas. Ela se apoiou no chão e abriu as pernas, arregaçando a boceta para mim. Estoquei em sua vagina, enquanto com uma das mãos movimentava o pepino num vaivém. Ela se ajeitava como podia, apoiada nos braços. Era uma posição difícil, mas de um tesão incrível. Estoquei fundo e ela gritou. Eu comecei a falar, a gritar, a dizer loucuras, e metia o caralho intercalando com o pepino. Eu continuava metendo bem fundo e ouvia ela gritar que ia morrer de tanto tesão. A gente permaneceu nesta posição louca enquanto ela agüentou ficar se apoiando nos braços. Depois ela encostou as costas no chão, puxou o pepino para fora do cuzinho, arreganhou as pernas pro chão, e implorou pelo meu cacete. Fui com tudo, metendo até as bolas com muita vontade. Sua boceta estava toda úmida, tesuda.

Kátia implorava para meter cada vez mais rápido, e minhas estocadas foram ficando mais fortes e ágeis resultando em um orgasmo muito intenso, fazendo-a tremer dos pés a cabeça. Segurei minha empolgação e fiquei curtindo minha putinha gozando alucinadamente.

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Em seguida, a safada sentou-se de pernas abertas na bancada. Segurei firme suas coxas e voltei a meter muito lentamente. Adoro contemplar meu vigoroso instrumento, entrando mais e mais, até desaparecer por completo. Como sua bocetinha estava completamente depilada, era possível admirar muito mais. Até Kátia, ficava olhando meu caralho latejante invadi-la por inteiro, e seus gemidos deixavam claro o quanto estava gostoso.

Sem mais nem menos, ela deitou-se por completo, abrindo suas belas pernas oferecendo-se livremente. Cai de boca em sua boceta que estava completamente melada, mas não me demorei muito, pois ela implorava por mais ferro. A sacana gemia de olhos fechados massageando seus peitos elevando meu tesão a níveis estratosféricos.

Peguei a garrafa de vinho, que ela já havia aberto e colocado no gelo, e fui derramando lentamente em seu corpo. Enquanto meu caralho consumia sua bocetinha lentamente, um delicioso vinho branco gelado caía sobre seu corpo banhando sua barriga esculpida, seus seios maravilhosos e suas coxas deliciosas.

Kátia arrepiou-se toda e pediu por uma nova posição. Sentou-se na bancada e envolveu-se em meu pescoço. Já havia entendido o recado, e, erguendo-a com cuidado, comecei a fodê-la de pé (sua posição preferida). Com poucas erguidas, esta posição pressiona muito o caralho para dentro da boceta, fiz Kátia gozar em poucos instantes. No momento em que Kátia teve seu orgasmo fulminante, ela lentamente teve o impulso de parar, pois sabia que o peso aumentaria e normalmente apoio-a sobre uma mesa ou cama rapidamente. Porém neste dia, resolvi fazer uma musculação extra e continuei erguendo-a ainda mais alto, o que representou mais estocadas durante o momento do seu orgasmo. Kátia que não esperava pela mudança de planos sentiu-se consumida por um tesão ainda maior e seu orgasmo foi prolongado arrancando lágrimas de alegria.

Resolvi que era hora de gozar, pois afinal já estava nessa brincadeira toda já fazia uma hora e ainda precisava almoçar e retornar ao trabalho. Ao me virar, deparei-me com o “cacete verde” e resolvi fechar com chave de ouro.

Pedi a Kátia que se apoiasse de quatro na bancada e enfiei mais um pouco daquele pepinão em seu cuzinho. Ela respondeu rebolando como uma verdadeira putinha implorando por mais ferro. Enquanto o pepino se acomodava em sua grutinha, meus dedos faziam a festa em sua boceta ensopada.

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Saquei o pepino fora e o enfiei em sua boceta. Coloquei quase todo o pepino dentro dela. Depois de levar umas boas palmadas, meti meu cacete em seu cuzinho, e assim minha empregadinha ficou feliz da vida com seus dois buraquinhos preenchidos.

Não existia mais milagre que pudesse retardar meu gozo, apesar de que a visão era maravilhosa: meu cacete entrando e saindo de seu cuzinho arrombado, e um cacete verde atolado em sua bocetinha.

Quando revolvi aumentar as estocadas, segurei firme o pepino e a masturbei simultaneamente, enquanto meu pau chegava ao fundo da grutinha prensando minhas bolas. Kátia gemia e gritava feita uma louca, e no momento em que iniciou uma seqüência de reboladas, não agüentei e explodi em gozo dentro dela. Ficamos ainda ali parados, completamente imóveis, ouvindo apenas nossa respiração e as batidas do coração. Saquei meu cacete lentamente, onde uma quantidade absurda de leite fresco transbordava escorrendo-lhe pelas pernas. Kátia tirou o pepino de sua boceta e o chupou com muito cuidado e não se contentando, agarrou meu cacete dando-lhe um verdadeiro banho de língua.

Enquanto minha empregada putinha, terminava o almoço que mal tinha começado, aproveitei para tomar uma ducha refrescante bastante demorada. Durante o banho, meu sorriso de satisfação ficou estampado em meu rosto que perdurou durante o restante da tarde.

Almoçamos na cozinha, inteiramente nus, e em seguida voltei para o trabalho (logicamente atrasado). A cozinha estava uma verdadeira zona e Kátia perdeu a tarde inteira para colocar tudo em ordem, mas não reclamou porque cheguei bem na hora da janta, e aí já dá para imaginar não?

Email e MSN: dgs_apolo@hotmail.com

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