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Marido perfeito.
É claro que amo meu marido, com toda a sua doçura, todo o seu afeto e dedicação . Eu jamais amaria outro homem que não fosse o meu marido. Não vivo sem ele. Mas não se vive só de amor. O amor é necessário para vermos a vida através de sua rosada lente purificadora. Mas além do amor existe o sexo que é a fome necessária para saciar a outra parte, aquela que se refere ao instinto, aos desejos que estão localizados mais abaixo do coração.
Foi meu marido quem me apresentou o Bocão. Numa época em que apesar de todos os seus esforços, encontrava-me às vezes entristecida, sem saber explicar-lhe exatamente o que estava faltando. Bocão era um simples trabalhador em uma das empresas dele. Carregava mercadorias, fazia trabalhos gerais, de acordo com sua pouca capacidade intelectual. Mas era um bom motorista.
Meu marido sabia o que estava fazendo. Não foi traição de modo algum. Foi uma espécie de presente precioso devido à excelente qualidade para aquilo a que se propunha.
Nunca tivemos filhos, nem queremos ter. Nós nos bastamos. Um dia ele me presenteou com uma jóia belíssima e ao notar meus olhos de fingida satisfação, fez-me jurar que nunca o abandonaria, mesmo que não o amasse mais.. Eu jurei que nunca deixaria de amá-lo. E era verdade. Eu compreendi a profundidade de seu amor, quando ele escolheu o Bocão para dirigir o carro até a cidade onde morava minha mãe. Há quase um ano eu não a via, e ela não estava bem de saúde. Telefonava-lhe toda semana, mas tinha a necessidade de estar com ela.
Quando meu marido apresentou-me o Bocão como meu motorista, eu pensei que ele estivesse me pregando alguma peça de mau gosto.
Eu, modéstia a parte, sou uma bela mulher, visto-me de acordo com o que a posição social obriga e falo diversas línguas aprendidas em cursos no exterior e exercitada, de vez em quando, entre amigos de nossas relações sociais. Nunca meu marido percebeu um só olhar meu para outro homem, a não ser o de cortesia e boa educação. Não sou uma wifezinha qualquer... Meu marido é um executivo que ocupa cargo importantíssimo em uma multinacional que não cabe aqui citar o nome.
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O Bocão é um espécime que parece ser a prova viva de que realmente nossos ancestrais, durante o processo de evolução, foram os primatas. Não deve haver muitas diferenças entre ele e o homem de Cro-Magnhon. A não ser, é claro, diferenças de personalidade, pois ele é calmo, tranqüilo e prestativo. Muito prestativo. Ninguém pensaria que peças tão desiguais pudessem se ajustar tão perfeitamente.
Durante a viagem eu percebi o porquê de seu apelido: Bocão. Ele realmente tem a boca grande, não os lábios grossos, são até finos, mas a boca é grande. Não que fale demasiado, ao contrário, ele é bem reticente e calado. Mas a sua boca é grande, assim como os maxilares, rodeada por pêlos da barba que parece sempre mal feita. Deve ter uma língua enorme, também... pensei naquela ocasião.
Pareceu-me que ele cheirava a vinho... vinho de Espanha...eu olhei as mãos grandes e peludas, aliás como tudo nele, as mãos são peludas. Realmente dirigia muito bem, atencioso na estrada e nos outros veículos, até mesmo quando cansei de ir sozinha no banco traseiro e resolvi passar para o banco da frente, a seu lado.
Olhou minhas coxas que apreciam pela abertura lateral do vestido negro, mas não muito, não um olhar indiscreto, respeitoso e admirado, eu diria. O uniforme de motorista, azul-escuro, parecia não lhe cair bem. Não era um homem elegante, como meu marido, que qualquer roupa que use parece se assentar em todos os detalhes.
Olhou para o meu decote apenas com o rabo dos olhos, olhou três vezes, mas não se demorou no olhar, talvez para não parecer impertinente.
Eu, como a esposa do patrão, pude olhar para ele como alguém que desembrulha o presente, passo a passo, tentando descobrir o segredo dentro da caixa.
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Pois estava claro que havia uma surpresa. Meu marido não mo presentearia se não fosse algo especial.
E foi num posto de gasolina, dentro de um infecto banheiro escondido lá atrás que eu fui surpreendida. No “sanitário feminino” conforme estava muito mal escrito escrito ao lado na parede.
Eu havia pedido para ele parar o carro, era necessário abastecer de gasolina para continuar a viagem e eu precisava urgente fazer xixi.
Quando sai do cubículo imundo, após ter tomado mil precauções para não tocar em nada que pudesse me sujar, vi que ele, o Bocão havia entrado no banheiro e estava em pé ao lado da pia encardida onde eu relutava em lavar as mãos.
-A senhora quer agora, ou na viagem de volta?
-Quer o quê...? Perguntei sem entender.
Em resposta ele fez um círculo com os dedos da mão direita e enfiou um dedo dentro dele fazendo os movimentos característicos.
-O Dr. Sellfish (claro que ele pronunciava o nome de meu marido errado...) disse que deveria ser na volta, mas está difícil de agüentar...
-Não entendi, Bocão... o que deveria ser agora? Perguntei novamente como se não tivesse entendido o gesto anterior.
Mas ele não respondeu nada... apenas segurou-me pela cintura e empurrou-me para dentro do cubículo. Trancou a porta e encostou-me contra a parede de ladrilhos amarelados. A mão grande e peluda procurou a abertura lateral de meu vestido e percorreu tudo até chegar às minhas calcinhas. Eu pensei em gritar por socorro, pedindo ajuda, estava sendo sexualmente atacada, mas antes que o grito saísse, minha mão foi forçada a segurar seu pênis por cima das calças. O grito falhou e eu fiquei confusa sem saber direito o que fazer, o que pensar...
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A mão grande, rude e peluda entrou por baixo do nylon e achou minha racha, ainda úmida da urina e o dedo entrou nela fazendo círculos dentro do canal apertado.
Minhas pernas ficaram imediatamente bambas a ponto de quase não poder me sustentar, mas ele me sustentou com o dedo atolado em minha racha e a boca, o bocão colado ao bico do seio que escapara para fora do decote – cheiro de vinho espanhol – o braço segurando-me pela cintura enquanto me bolinava tropegamente.
-Não...aqui não...há lugares mais apropriados...por favor espere...
-Não dá mais pra esperar, dona Mith...agora já começou...agora tem de acabar...
Com um só puxão rasgou minhas calcinhas de nylon e curvou-me sobre o vaso sanitário, minha perna erguida até o salto se apoiar sobre a borda do sanitário e ficou esfregando os dedos nos lábios da boceta, até sentir meu primeiro orgasmo. O sumo descarregou-se sobre seus dedos e lubrificou-me. Gozei por causa do inusitado da situação e porque há semanas eu não conseguia gozar com meu marido.
Demorou um pouco abrindo as braguilhas e de repente olhei para o membro sendo exibido, me descontrolei, tentei desvencilhar-me, mas ele me agarrou e me botou na posição anterior. Esfregou o dorso do caralho entre os lábios de minha boceta de modo que observei a cabeçona vermelha surgindo entre minhas coxas. Comecei a sentir a intromissão absurda... Minha mão procurou envolvê-lo e eu consegui enfim sentir qual o tamanho do presente.
Não havia como escapar de seu abraço e eu me entreguei conforme me convinha. Havia um boceta e um caralho, ridículos, desenhados na parede à minha frente e eu observei boquiaberta aquilo enquanto me abria toda para recebê-lo.
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Ele é um pouco mais baixo que meu marido, mais atarracado, e a posição vertical permitiu que eu assistisse, pouco depois, olhando por entre as coxas abertas, o avanço até as bolas peludas se aproximarem dos meus pentelhos. Pensava que me conhecia intimamente, mas não sabia ainda que minha boceta poderia se abrir em tal proporção...Até aquele dia, eu só havia fodido com meu marido,meu primeiro e único namorado, amor à primeira vista.
-Você é casado, Bocão? Perguntei, e a pergunta me pareceu fora de propósito naquela hora, abrindo mais as pernas e erguendo mais a bunda para facilitar-lhe o caminho.
-Sou... mas não fala dela agora,não Dona Mith...é muito feia...vai me tirar o tesão...
Eu senti arder as paredes internas da vagina enquanto ele tentava se introduzir inteiro e agarrei o trinco da porta do mitório ... não sei como ninguém ouviu.... aquele caralho e aquela boceta ridículos desenhados na parede...eu não conseguia desviar os olhos ...o caralho do Bocão entrando e saindo cada vez mais forte, melado, um barulho escandaloso, molhado de foda... O caralho era tão grosso que eu percebia os lábios da boceta serem empurrados para dentro e depois saltarem quando era desatolado e tive que abri-los com os dedos , deixando caminho bem livre para que não se esfolassem com a fricção. Pensei que minha boceta jamais voltaria a ter o tamanho normal...Gozei novamente e o barulho da foda cresceu na medida em que ele se atolava e desatolava.
-O Dr. Sellfish falou pra não gozar dentro, Dona Mith...mas o bom é gozar lá no fundo...a senhora é quente, putona...é gostosa...mulher de classe...mas gosta do tamanho, né? Já gozou umas três vezes nesse cacete, não foi?
Eu ia dizer que não...que ele deveria gozar fora como meu marido ordenara mas senti o esguicho quente enchendo me duas , três vezes até que o cacetão escorregou e eu olhei espantada para aquilo balançando melado de esperma , manchando o uniforme de motorista com as gotas esbranquiçadas de porra.
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Não havia papel higiênico ali,claro ... peguei minha calcinha preta e limpei os lábios da boceta – uma quantidade de porra e gala nela e a joguei no cesto de lixo.
Carregou-me trôpega e desalinhada para o carro e prosseguimos a viagem.
Meu marido perguntou-me, depois, se havia gostado do presente e contei-lhe tudo,com todos os detalhes, inclusive que havíamos desobedecido suas recomendações e o Bocão tinha gozado dentro e me emporcalhado toda com grossos jatos de porra .
Ele explicou-me que não deveria me preocupar com isso, já que o Bocão, evidentemente, havia feito todos os exames de sangue ao ser contratado na empresa e era um macho saudável.
Nós nos beijamos apaixonadamente e ele estava excitadíssimo. Foi uma noite gloriosa. Já com os olhos fechando de sono, ele me segredou:
-Só há um problema: se algum dia eu desconfiar que ele a ama, eu mato os dois...
-Eu sei disso, meu amor...