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A Manquinha e o marginal.
Há muito tempo atrás, eu costumava freqüentar um riacho localizado a três quilômetros da cidadezinha onde morava. Havia uma vila de pessoas pobres não muito distante e eles geralmente iam se banhar ali. Muitos homens, rapazes, mulheres, moças e crianças, se misturavam às margens do riacho que, naquela época, possuía a água clara e cristalina correndo por sobre as pedras. E o local era muito bonito, cercado por pedras, rochas e até alguns montes onde a vegetação era abundante.
Eu freqüentava o local por dois motivos: primeiro porque realmente gostava de ficar tomando sol, deitado nas pedras ao lado da cachoeira e o segundo motivo, era o desejo de apreciar os rapazes e os homens que lá iam se banhar tentando escapar do calor que, nessa região é muito forte. Gostava de ficar apreciando-os, principalmente porque eram raros os que usavam calções de banho, e a maioria entrava na água só de cuecas, algumas largas, outras transparentes, outra rasgadas... não davam muita importância a esses detalhes,pois queriam mesmo era se divertir. Eu me excitava vendo aqueles volumes de vários tamanhos, cores e formatos.
Foi assim que, durante os anos que freqüentei aquele local, pude presenciar e até mesmo vivenciar situações que nem mesmo a mente mais fértil, poderia conceber, o que comprova aquela máxima: a realidade é mais surpreendente que qualquer ficção.
São muitos os casos que poderia contar, mas um dos que mais me marcou foi o caso do sujeito com a bicicleta e a Manquinha. Vou tentar me lembrar de todos os detalhes, embora tantos anos já tenham se passado:
Era um dia de semana qualquer e eu estava sozinho, deitado numa pedra, meio escondido pelos arbustos, tomando sol e esperando que chegasse alguém interessante para espiar. Não havia ninguém por ali, pois durante a semana, a maioria dos homens trabalhavam.
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Mas então vi surgir na estradinha de terra um homem pedalando uma bicicleta e levava uma garota em sua garupa. Eles pararam na margem do riacho e não perceberam a minha presença. Como o sujeito era o tipo que eu apreciava – magro, moreno e alto, eu me encolhi e me escondi mais ainda para ficar apreciando seu corpo. A principio pensei tratar-se de pai e filha. Porém, quando ele desceu da bicicleta eu percebi que se tratava de um malandro muito temido por aquelas redondezas e ela era uma garota apelidada de Manquinha, porque puxava de uma perna e não era nem um pouco bonita.
Ela, porém, não era pobre e pertencia à sociedade mais abastada. Fiquei curioso ao ver duas pessoas de classes sociais tão diferentes naquela peculiar situação. Observando melhor,senti um estremecimento de tesão:ele usava um calção azul largo e o calção estava armado por um caralho que, pelo volume, era inacreditável! Imaginei até que estivesse carregando uma garrafa de pinga ali dentro, o que era comum, pois muitos traziam sua própria bebida para se embebedar por ali. Mas não...ele estava com o caralho duro mesmo e eu pude perceber que, ao se espreguiçar, a cabeçona dele apareceu por baixo da perna do calção!
O sujeito verificou o local, pensou que estavam sozinhos e em seguida pegou a mão da Manquinha e obrigou-a a segurar o volume, enquanto dizia-lhe algo que eu, claro, não conseguia ouvir, devido a distância em que me encontrava escondido.
A manquinha ficou segurando por cima do tecido e ele, em seguida, tirou o membro duraço por debaixo da perna do calção e colocou a mãozinha dela ao redor.
Ela dizia algumas palavras,olhava o pintão, segurava, largava, ele a obrigava a segurar novamente, ela se recusava, até que ele, parecendo meio violento, agarrou a mãozinha com firmeza e obrigou-a a masturbá-lo lentamente. Enfim ela, meio amedrontada e chorosa, começou a punhetear aquele enorme caralho. Mexeu as mãos algumas vezes e parou, o marginal forçou sua cabeça para baixo, mas ela se recusou e saiu mancando para o riacho, meteu-se dentro da água e ficou quieta,parecendo zangada.
Nesse instante, eu tentei me posicionar melhor e acabei pisando num graveto seco, ele ouviu o barulho, olhou para a direção onde eu me escondia e guardou o pau dentro do calção. A Manquinha permaneceu na água rasa do riacho e começou a se banhar. Ele, porém, parecia meio desconfiado e veio para a direção onde eu me encontrava escondido. Eu me encolhi, tentei me esconder por entre as folhas dos arbustos e isso foi pior, pois ele percebeu o movimento e se aproximou mais até ficar bem próximo a mim: Ouvi sua voz , certamente dirigida para alguém que imaginava estar ali, mas não podia ver:
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-Tá espiando o quê aí , vagabundo?
Sabia que não adiantaria mais me esconder,portanto, me ergui, saí do meio dos arbustos e meio trêmulo de medo, fiquei olhando para ele – não exatamente para ele – olhava para baixo, aquele volume que continuava erguendo a perna do calção. Ele se aproximou de mim e estava tão zangado que percebi o punho da mão fechada pronto para o soco.
-Calma amigo... eu não vi nada...estava só tomando sol aqui na pedra...
-Sabia que posso te rachar a cabeça com um murro se contar por aí o que viu?
Eu tremia como uma vara verde, pois minha estatura não era exatamente a de um pugilista...
-Pode ficar tranqüilo... eu não vi nada...juro...não vou contar nada...
-E por que você estava olhando, então? Por que ficou aí escondido igual calango, seu safado? Tu tá tremendo, parece bicha, cara...tu é bichinha...? Gosta de ficar olhando os cacetes dos caras? É isso?
Não pude responder nada, embora naquela época não suportasse a idéia de ser chamado de bicha , fiquei mudo,mas meus olhos continuavam a olhar o volume incrível no calção azul. Acho que compreendi, naquele instante, que a raiva dele era principalmente por eu ter estragado a sua transa com a Manquinha. Então, humildemente disse-lhe:
-Por favor, não me bata...eu estava espiando sim...mas eu sei quem ela é....pode ficar sossegado...nunca ninguém vai saber de nada...eu prometo...
Ele continuava zangado, a mãozona pesada ameaçadora, fechada, e pareceu-me que sentiu um certo desprezo ao perceber que eu era bicha , então disse:
-E eu, como é que fico? Que você vai ficar de boca fechada, eu sei...se falar eu te arrebento...mas e aí? Você cortou meu barato...seu viadinho safado...espiando os outros por aí ,feito um cagueta de merda...
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A Manquinha continuava se banhando na água do riacho e aparentemente havia se esquecido do assédio. Eu reuni toda minha coragem e olhei para o seu rosto magro e comprido, feio até, porém de uma carga tão máscula que meus pensamentos saíram de uma só vez através da voz trêmula :
-Se você quiser... eu vou-me embora já...faço o que você mandar...mas por favor não me machuque...só isso que peço...
Ele sentiu o medo em meu semblante, olhou pra Manquinha e fez-lhe um sinal que não entendi. Gritou-lhe:
- Manera aí...
Dizendo isso, se adiantou para trás das pedras maiores e arrastou-me junto rudemente:
-Venha cá...se tu tava tão interessado em olhar, tu vai ver de bem perto...tu sabe chupar uma rola? Tu vai limpar a minha...pode crê...
Eu estava muito assustado, pois ele poderia se zangar mais ainda e até me matar ali mesmo, sem testemunha, seria fácil...
-Tu gosta de lamber um cacete bem ensebado, não gosta? Gosta ou não gosta?
Parecia sentir prazer em me humilhar e eu não tinha como contradizê-lo:
-Gosto... gemi , com medo de dizer algo que o contrariasse.
Ele encostou-se na pedra grande, baixou o calção e exibiu o caralho que,desde o primeiro momento que o vi, continuava incrivelmente com a mesma rigidez:
-Então manda ver...não quero ver cara de nojo, não...tem que chupar gostoso, viado..tem que limpar tudo...se não ...a coisa vai ficar feia pro teu lado..
Longe de querer contrariá-lo eu me ajoelhei sobre as folhas secas e olhei o cacete escuro,muito grosso e bem cabeçudo.
Mas antes que pudesse fazer algo,ele segurou-o e puxou a pele para trás,descobrindo a glande inteira.
Ao ver aquilo, senti meu estômago se apertar e uma vontade de vomitar: ao redor da glande que era semelhante a uma ameixa das grandes, havia inúmeras bolotas de cor acinzentada e de odor muito peculiar, pois conforme soube tempos depois, existem homens com essa particularidade: a produção de esmegma é tão abundante que formam bolotas grandes ao redor da aba da cabeça após três ou quatro dias sem se lavar...
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Maldosamente ele forçou-me a ficar bem próximo daquilo e aproximou-o de meus lábios:
-Limpa tudo... come o sebão...não é pra cuspir...quero ver engolindo o sebão...
Ele esfregou um lado da caceta em minha boca, o sulco ensebado e as bolotas foram se esfarelando entre meus lábios , eu tentava não vomitar, minha saliva tornou-se grossa e eu tentei engolir a primeira porção com ânsia de vômito,mas ele obrigou-me a continuar:
-Se cuspir, apanha... tem que engolir tudo...tu não tá chupando direito, seu viado...falei pra chupar....sabe como é ? ...Chupar...
Desesperado para que aquela tortura acabasse logo, colei meus lábios ali no sulco ensebado e devorei todas as bolotas macias, minha saliva tornou-se grossa e escorregadia,aquela substância colava-se nos cantos da boca e eu engoli tudo,sentindo o estômago se revirar.
Quando aquele lado do sulco estava limpo, ele mostrou o outro lado e eu já estava tão transpassado pelo desespero que obedeci cegamente, meus lábios se fechando sobre o pescoço atrás da glande, sobre as bolotas cinzentas, soltando-as com a língua e engolindo tudo misturado com a saliva cada vez mais grossa, descendo-me pela garganta que ardia devido àquele suco rançoso que eu era obrigado a engolir..
Mesmo com tudo isso, ele ainda não estava satisfeito e segurou minha cabeça,mandou-me abrir a boca e apontou a cabeçona em frente aos meus lábios:
-Ainda tem bastante...não acabou...faz o serviço completo...chupa aí...se cuspir,apanha...tira tudo isso...que a branquinha lá não gosta...não quero ver nenhum fiapo de sebo...tá entendendo?
Enfiou a cabeçorra até eu quase sufocar e ficou esperando que eu fizesse o serviço como exigia.
Não sei dizer com certeza o que me ocorreu a seguir, mas fui tomado por forte onda de tesão, desespero, medo e desejo, tudo misturado, pois agarrei o caralhão dele com as duas mãos, arregacei-o completamente e passei a chupar a cabeçona inteira, as placas de esmegma sobre ela desapareceram rapidamente até que surgiu a pele avermelhada e brilhante, mostrando que não havia mais nada a ser consumido.
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E enquanto fazia isso, em meu desespero, eu gemi: - Goza logo...por favor...goza ...não aguento mais...
Ao ouvir essas minhas palavras ele me afastou com um forte empurrão, eu caí sentado sobre a grama, sobre o mato que nos rodeava e ele rosnou :
-Qualé, seu filhadaputa...tá pensando que sou o quê?
E só então eu notei que a Manquinha estava em pé atrás de mim, observando tudo. Calmamente perguntou a ele com sua vozinha melodiosa:
-Já tá bem limpo? Tá pronto...?
-Já...tá quase...venha ... disse ele com sua voz grossa e rude.
Meio atordoado ainda, eu vi a Manquinha se aproximar dele, segurar-lhe o caralho teso e pulsante com as mãos, friccioná-lo lvárias vezes e em seguida,curvou-se, colou os pequenos lábios sobre a ponta arredondada da cabeçona e engoliu o primeiro jato de porra, gorgolejou, engoliu mais um e todos os outros. Depois se afastou lambendo os lábios, gulosa:
-Tinha bastante, hoje!
Fiquei bestificado ao ver aquilo, mas ele me tirou do ar com um tapão que deixou meu rosto todo vermelho:
-Já sabe, bichinha...bico calado...ou...
Eles se afastaram e de longe observei ele colocar a Manquinha na garupa da bicicleta. Desapareceram para os lados da vila. Eu permaneci ainda no riacho algum tempo, lavando minha boca com a água corrente, enfiando o dedo na garganta para vomitar, mas durante uns três dias ainda podia sentir o gosto e o cheiro do esmegma que havia engolido.
A Manquinha, pra quem não a conheceu, era a filha do delegado da cidade.