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Retomando a meada no fio onde a deixara, começo por vos dizer que me ajeitei então por cima dela, carregando-lhe nos músculos dos braços com os joelhos, para melhor a imobilizar, e montei-a. Minha irmã gemeu, e pediu-me com os olhos que não lhe fizesse isso, mas em vão. O seu ar de súplica ainda me dava tais tesão, achei que as lágrimas que lhe vieram aos olhos, e o medo que lhe lia no rosto, a tornavam mais bonita. Ao procurar enfiar-lhe o aríete de uma só vez até à base para a fazer gemer mais, senti como que uma barreira a impedir-lhe a entrada, e ouvi a voz do Luís dizendo-me que a sabidona estava a contraír os músculos vaginais. Apliquei-lhe dois fortes tabefes nos bicos das mamas, e ela deixando de resistir voltou a adoptar a anterior postura frigida. Continuei a tentar enfiar-lhe meu membro de um jacto, mas o puxão súbito do prepúcio fez-me parar a meio, e eu deixei-me saborear aquela pausa na entrada da gruta misteriosa, para logo no minuto seguinte prosseguir inexorável até ao fundo. Oh, buraquinho húmido e gostoso, com que prazer me aconchego dentro de ti! Oh, como eu quereria conseguir fazer entrar nele também os meus colhões e os meus pentelhos, como eu gostaria de caber todo lá dentro, rebentá-lo para mais ninguém o utilizar, ohh! o dilúvio branco saindo de mim, o desejo saciado...
Saí de cima dela, suado. Era a vez do Nuno, nós os dois por sermos virgens e por a farra ser ideia nossa, eramos os primeiros, mas ele tão excitado ficara ao ver-me foder minha irmã, que tinha-se já esvaído e deixara uma mancha leitosa e amarelada no tapete que eu iria ter de disfarçar. Ainda se encostou nela mas a sua coisa negou-lhe a chave que lhe permitiria entrar.Então o Luís montou -a depois de a ter limpo com um lenço. Os movimentos cadenciados que imprimia às ancas e aos quadris, e o tempo que nela permaneceu, indicavam com efeito não ser ele inexperiente no acto de fazer meninos. Mas nem com ele minha irmã manifestou qualquer emoção, que não fosse expressão de dor.
Quando também ele se veio, o Nuno pediu que lhe tirassem a mordaça, pois mesmo murcha queria meter-lhe a pila na boca. Que se o fizesse ficaria com ela grossa e também a poderia comer. Mas o Luís desincentivou-o:
-Tás doido! Com o asco que ela está, ainda ta cortava com os dentes - era capaz de ter razão- esfrega-a antes nas mamas ou no pito.
O Nuno deve ter pensado que não valia a pena sair capado de tal aventura, e decidiu consolar-se nas partes indicadas, que essas ao menos não tinham dentes. Quando ao fim de algumas roçadelas a grila lá finalmente se endireitou e ele satisfeito, conseguiu enfiá-la no buraco por onde os bébés saem, e também por onde entram. No entanto, mais uma vez a sua prestação foi má. Dos três foi o que menos tempo se conseguiu conter .
Eu por mim teria terminado ali a orgia, pois que todos nos viéramos já, e ninguém saía dali virgem. Mas o Luís, que já vira muitos filmes hard core, era de outra opinião:
Encontre as morenas mais safadas em sua cidade!!!
- Eu por mim sou homem para lhe dar outra. Não é todos os dias que se petisca um corpinho destes. E ainda não comemos tudo o que ela tem para nos dar.
Pediu-me então para o deixar fazer as coisas à maneira dele, o que concordei. Deixando-lhe apenas manietadas as mãos, colocou-a de joelhos no tapete manchado pela esporra do Nuno, o tronco repousando de barriga para baixo sobre a colcha, colocou-lhe uma almofada alta no púbis para lhe altear as ancas, de modo a melhor nos oferecer o cu. Minha irmã estava aterrorizada pois percebia bem o que a esperava, e o seu medo ainda mais nos exitava. De novo reclamei meus direitos de primazia, ainda para mais tratando-se do seu único lugar do corpo que com toda a certeza mantinha virgem. O Luìs argumentou mas cedeu.
- Não te vais aguentar muito, galhofou. Isso ia-se ver. Em verdade, eu não estava com muito tesão,e para me excitar mais apliquei-lhe algumas sonoras palmadas naquele rabo branquinho e sem pelos, e ao vê-lo ficar vermelho, o resultado foi o que esperava . Sentindo a pila mais dura, esfreguei-a por trás no seu grelinho, e só após isso é que lhe afastei as duas entradas daquele bueiro que nas mulheres e nos homens é igual, e penetrei-a com força, aliás tinha de ser com força pois o seu cu era apertadissimo, só forçando se conseguia entrar nele, gozando não tanto pelo facto de a estar a enrabar, mas por ser o primeiro a fazê-lo. Apetecia-me tirar-lhe a fita adesiva que lhe tapava a boca, e ouvi-la gemer, implorar que parasse, o pior era se a ouviam da rua, e por isso não a tirava, sentia meu pau ficar quase esmagado tal a pressão com que era apertado por aquele canal tão estreito, até que sem me conter mais me voltei a esporrar, e o monstro já flácido saiu de dentro dela, sem esforço algum.
Era a vez do Nuno, ainda que o aspecto murcho do seu piçalho não o parecesse mostrar dotado para tal combate. E com efeito ele não conseguiu enrabá-la. É certo que se pôs de pé, mas a sua piça simplesmente não tinha força para penetrar por aquela entrada que teimosamente se obstinava em permanecer fechada para ele, pois só de assalto aceitava ser franqueada. Frustado com as suas tentativas, e com os sarcasmos do Luís que o invectivava de piça mole, paneleiro, e outras bocas do género, afastou-se e aquele tomou-lhe o lugar de bom grado. Mas antes de lhe ir ao cu, a sua maior experiência fez-lhe pedir-me que fosse à cozinha buscar azeite, não lhe queria meter o bacamarte sem o olear primeiro. Obedeci-lhe e não resisti eu mesmo a esfregà-lo naquele membro espetado, julgo que não foi bem por ter vontade de lhe tocar, mas para chocar ainda mais minha irmã. O Luís riu-se:
- Bem me parece que tu também és paneleiro. Vê lá se queres levar com ela. Acredito que tenhas um cuzinho bem bom , mas não duvido que mesmo arrombado o da tua irmã seja melhor.
E com o dardo bem engordurado, pôs-se-lhe a bombar por trás sem piedade. Apesar de lhe ter dado uma foda minutos atrás, estava novamente cheio de tesão, o que aliado à grande dimensão do seu caralho, não deve ter tido grande dificuldade em atingir-lhe o troço, embora eu na altura nem soubesse o que isso era. Apesar da mordaça que lhe oprimia a boca, foi perceptível o urro que minha irmã soltou ao ser assim rasgada.
Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!
- Meu piça de merda !- era a vez de me envergonhar a mim - A desbundada da tua irmã era ainda virgem do cu, e tu não foste capaz de lhe tirar os três.- E dizendo isto parecia um picoto, tão depressa o dardo entrava dentro dela como saía, forçando-a a manter o cu aberto, e a contorcer-se de dor. Sempre que recuava minha irmã soltava um suspiro de alívio, para de imediato um esgar doloroso lhe assomar à face a cada novo arremesso no cu. No entanto, pela primeira vez nessa tarde, eu vi-a gozar. Senti-me perdoado pelo que lhe fizera sofrer. Valera a pena tudo, mesmo a dor e o sofrimento. E ao sabê-la gozando eu quis gozar mais uma vez, enquanto ele estava dentro dela, fazê-la ser trespassada por duas lanças, não sei se para a torturar ainda mais, se para absorver algum do gozo e dor que sentia. Ponhete-ei-me um pouco, infiltrei-me debaixo dela de modo a servir-lhe de leito, e penetrei-lhe o entre pernas pela segunda vez, os meus colhões roçando nos do Luís, as minhas pernas misturando-se com as deles, os meus abraços abraçando a ambos, era muito mais fácil tomá-la pelo portão da frente do que pelo da rectaguarda, até que o meu amigo se veio, sujando-a a ela e a mim com o seu liquido. Tirei a pila sem me ter vindo, meus balões não estavam assim tão cheios para me fazerem vir pela terceira vez. Desconsolado não sei se o Nuno tocava ao bicho, se se limitava a fazer festas à pilinha.
Antes de a desamarrarmos avisei-a:
- A partir de agora sou eu quem vai ficar com as tuas pilulas. e só te dou uma por dia para não engravidares. Ao soltar-te se gritares ou contares a alguém o que aconteceu, eu mostro a caixa das pilulas ao pai, e digo-lhe que foste tu quem nos pediste para te comermos, para que ele e todos, incluindo o Carlos, saibam quem tu és.
Desta vez minha irmã acreditou na ameaça, por não ser só minha, mas de três adolescentes cheios de testorona. Combináramos obrigà-la a dar-nos banho, mas ela estava demasiado fraca para isso. Mal a soltamos tombou no chã, tremendo como se estivesse com gripe, tal fora a violência do tratamento a que a submetêramos. Do seu rabo saía um fio de sangue que lhe escorria para a vagina, e eu receei que tivessemos ido longe de mais, e sofressemos consequência por tal loucura mas o Luís ria-se, dizendo que a única consequência era ela tão cedo não poder voltar a foder. Demos-lhe nós um banho, para apagarmos os vestigios de tal bacanal , e ela meteu-se na cama pedindo-me apenas que às 9 horas lhe levasse a pílula, e não desceu para jantar pretextando que estava com um pouco de febre. O que acontecia muitas vezes quando ficava a estudar todo o dia, pelo que em casa ninguém estranhou. À noite, quando secretamente lhe levei a pastilha e um copo de leite perguntei-lhe como se sentia, embora a achasse com melhor aspecto.
- Taradão- ameaçou-me- ainda te vou fazer pagar por isto.
E fez com efeito. Mas para já era ela a minha escrava, e eu o seu senhor prepotente e cruel. E isso bastava-me.