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ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- 1ª Parte

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Escrito dia 17 de setembro de 2007 na categoria Incesto por ribeiro

Após a nossa sessão de sexo oral, narrada anteriormente, minha maninha passou a aceitar com naturalidade que eu descarregasse nela a minha tesão. Deixei de a espreitar no banho, e sempre que os meus pais não estavam ela consentia em partilhar o chuveiro comigo, punheteando-me e chupando-me a pica, sem que eu tivesse necessidade de recorrer a ameaças para o conseguir. O seu voluntarismo contudo, tinha o condão de a não fazer sentir-se humilhada, e com o passar do tempo eu compreendi que precisava de a forçar a fazer algo que ela não queria para poder voltar a sentir a mesma excitação dos nossos primeiros encontros íntimos. Não fora com beijinhos e carícias que conseguira os meus primeiros avanços, mas com ameaças e coacções e passara a apreciar-lhes o sabor. Outra coisa que me aborrecia, era ela não me deixar fodê-la, apesar das minhas insistências para o fazer. Que não, dizia ela, tinha medo de engravidar, e não saber sequer se o filho que carregava no ventre era do namorado ou meu, que me devia contentar com os prazeres que ela me proporcionava, e não ser guloso. Nem mesmo quando lhe descobri na carteira uma embalagem de Anovlar, e lhe fiz ver que não fazia sentido aquele seu medo, ela se dispôs a abrir-me as pernas. Não se importava que me continuasse a servir-me dela da mesma forma de sempre, mas meter-lhe a pila não, os seus interiores era uma coisa especial que ela guardava só para o Carlos. Ainda voltei a brandir a ameaça da denúncia, mas debalde.

Um dia, estando eu em casa do Nuno, meu colega de turma e meu melhor amigo, e que tal como eu nunca tinha conhecera mulher, ele confidenciou-me já há muito sentir vontade de ver a irmã, que é quatro anos mais nova, e uma febra de fazer parar o trânsito, nua e até mesmo transar com ela. E que ultimamente para se estimular sempre que se masturbava, passara a fazê-lo com uma foto dela em biquini, tirada no Verão passado. Orgulhoso pela minha maior experiência nesse domínio, contei-lhe detalhadamente as proezas cometidas com minha irmã, e a forma como o tinha conseguido.

- E não a comeste ?!- espantou-se ele- Se apanhasse a minha irmã a foder com alguém, e com um carteira de contraceptivos na mala, podes crer que a teria obrigado a ir até ao fim. Mesmo que tivesse de a obrigar ou tirar-lhe as pílulas dizendo que as ia mostrar a todos. Afinal pelo que contas, ela apesar de se mostrar esquivo no início acaba sempre por gozar tanto como tu.

Pois, mas infelizmente a irmã dele tinha todo o ar de ser ainda donzela, e não devia andar com pílulas na carteira. Nesse momento enquanto ouvíamos tocar à campainha no andar de baixo, e os passos da mãe dele a encaminhar-se para abrir a porta, eu não pude deixar de notar que o Nuno tinha razão. Ela sempre gostara tanto como eu de todos os abusos que lhe fizera, e não duvidava muito que depravada como era não lhe desagradaria de todo ser penetrada por duas pirocas virgens como as nossas. Estava portanto na hora de minha irmã me deixar provar-lhe, fosse de que maneira fosse, o seu fruto especial que ela reservava para o seu namorado especial. E por puro gozo, ou por castigo pelo tempo que me fizera perder, decidi associar o meu amigo, que afinal era ainda mais virgem do que eu, pois não passara da fase das ponhetas solitárias à queca que lhe pretendia dar.

- Ouve lá!- perguntei-lhe de chofre- se um dia apanhares a tua irmã, numa situação como a minha, de modo a poderes obrigá-la a fazer-te tudo o que quiseres, prometes que me deixas trepar nela?

O Nuno ficou a olhar para mim.

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-Porque me perguntas isso ?

-Porque se mo prometeres podemos já amanhã comer os dois a minha.

Eu sabia que ela no dia seguinte estaria em casa, estudando para os testes, procurando compensar o tempo que perdia faltando às aulas para foder com o Carlos, que já voltara a levar para casa. O Nuno ficou excitado com a perspectiva. Há muito que tal como eu, ele queria perder a virgindade sem recorrer aos serviços de uma profissional.

- E como o faremos ?

Expôs-lhe o plano que gizara momentos antes, e que por configurar uma violência muito maior do que tudo que já cometera com ela, pôs-me logo a coisa em pé. Eu gostava, e continuo a gostar muito de minha irmã, mas já vos confessei noutro relato o prazer que me dava humilhá-la e obrigá-la a ceder. O Nuno não levantou objecções em participar dele, e foi então que ouvimos a voz do Luís, entrando:

- Que belo plano que vocês arranjaram para comer a irmã do …( permitam-me conservar o anonimato ), seus depravados! Pois garanto-vos que também não quero ficar de fora.

O Luís que chegara quando ouvíramos a campainha, escutara a conversa do lado de fora, era mais velho do que nós, embora andasse na mesma turma porque já tinha reprovado vários anos. Para mim associá-lo aos nossos planos, não era problema. O Luís já tinha ido às putas, e a parreca de minha irmã podia bem com três paus dentro dela. Aceitei-o por isso de bom grado no Grupo da Bacanal, como lhe chamou o Nuno

Nessa noite conforme planeado, tratei de esconder no meu quarto meia dúzia de cordões de cortinados, que minha mãe guardara na arrecadação, bem fortes, um rolo de fita adesiva de calafetar, e disse a todos ao jantar, que no dia seguinte depois do almoço o Luís e o Nuno vinham estudar comigo. Como desde a nossa primeira mamada, não voltara a ser dissimulado com ela, minha irmã não desconfiou de nada.

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Quando no outro dia os meus amigos chegaram, ela já se encontrava encerrada no quarto, e sem o saber já lhe tinha surripiado a carteira de pílulas. Quanto a nós, fomos para o meu quarto e despimo-nos por completo.

A primeira coisa que fizemos, foi medir com os olhos nossas picas, embora já nos tivéssemos visto nus no balneário da escola. O Luís era o que tinha de longe, a piça e os colhões mais avantajados do grupo, medindo mais de 20 cms. de pau, e era o único de nós que fora circuncidado. A do Nuno era a mais pequena e fina das três, não teria mais de 13 cms. e era a que se apresentava mais flácida, ao passo que as nossas se encontravam tesas, só com a perspectiva da farra que se ia seguir, e foi por isso muito gozado pelo Luís, o que o deixou embaraçado. A minha verga não se comparava, nos seu 17 cms que eu já a tinha medido, com a do nosso colega mais velho, mas ganhava claramente no confronto com a do Nuno. Além disso, estava louquinha por provar o fruto proibido, e sabia que não me iria deixar ficar mal.

Abri então a porta do quarto, e em voz alta chamei por minha irmã. Contrariada por ser interrompida, ela veio vestindo uma blusa de manga curta branca, e uma saia que lhe dava pelos joelhos de cor azul ganga, e ficou admirada ao entrar por me ver de pau feito. Pensou talvez que me queria aliviar nela como das outras vezes, quando qualquer ruído a fez voltar a cabeça. Então viu que eu não estava sozinho, e a visão do piçalho enorme do Luís fê-la estremecer.

-Que é que vocês me estão a pensar fazer ?- perguntou assustada, porque tal situação era inteiramente nova para ela.

- Oh minha maninha – ironizei- és assim tão inocente para perguntares ? O que é que achas que três piças tesas pretendem fazer com uma boazona como tu ? ( Na verdade eram só duas tesas, pois a do Nuno não deixava de apontar para o chão, como que envergonhada.)Vais dar-nos a nós o mesmo que dás ao Carlos.

-Que é que vocês pensam que sou ?

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- Foi o Luís quem respondeu.

-És a puta do Carlos, e agora vais ser também a nossa puta.

Ela tentou correr para a porta, mas o Luís rasteirou-a, colocamos-lhe os joelhos e cima do peito para ela não se debater, e colámos-lhe a boca com a fita. Despojámo-la em seguida de toda a roupa, deitámo-la na minha cama, e amarramos-lhe as mãos à cabeceira da cama, mas para a não magoar, nem lhe deixar marcas no corpo, atámos-lhe primeiro os pulsos com um lenço de seda e tivemos o mesmo cuidado com os tornozelos que prendemos aos pés da cama. Contentes miramos aquele corpinho maravilhoso, de pernas abertas, totalmente exposto para nós, beijando-o e lambendo-o como quem sorve uma sobremesa que se quer fazer render o mais tempo possível, e enfiando-lhe os dedos na coninha- às vezes os três ao mesmo tempo. Mas minha irmã não se mostrava excitada como das vezes em que fizéramos tais cenas.

A boceta dela já começara contudo a produzir o seu efeito na pilinha do Nuno, que começava a mostrar-se excitada com a visão daquela gruta escancarada, e quis montá-la de imediato.

-Calma lá- interpôs-me- O combinado foi ser eu o primeiro – e passei-lhe á frente. Deitei-me então em cima dela, massajando-lhe as mamas com a piça e os colhões, e comecei por lhe fazer um minete. Gosto muito de fazer minetes, e não o queria fazer depois dos outros se terem esporrado nela. Minha irmã que apreciava que lhe passassem a língua, mostrou-se insensível desta vez. Azar o dela, pensei. Não seria por isso que eu não iria gozar. E gozei. Mas como este conto está ficando comprido, e mesmo não sendo a Sherazade entretendo o seu sultão com histórias das 1001 e Uma Noites, acho melhor narrar a forma como nós gozamos para uma segunda parte que segue dentro de momentos.

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