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Hetero | BLoveSexy | 3508 | 14 | |
| Virando o ano dando | Travestis | meinhasoquete | 5709 | 44 | ||
| LIDIANE E SEUS DOIS MARIDOS | Orgias | vanderpop | 3731 | 8 | ||
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| ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- Conclusão | Incesto | ribeiro | 7678 | 5 | ||
| ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- 1ª Parte | Incesto | ribeiro | 7962 | 9 | ||
| ASSALTO COLECTIVO À MINHA IRMÃ- 1ª Parte | Incesto | ribeiro | 7962 | 9 | ||
| A PRIMEIRA ORAL COM MINHA IRMÃ | Incesto | ribeiro | 10435 | 12 | ||
| Dando pro vigia | Travestis | meinhasoquete | 5370 | 53 | ||
| Feriadão com a minha irmã | Incesto | taradao | 14293 | 113 | ||
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Encorajado com o sucesso da minha aventura narrada no relato No Banheiro Com Minha Irmã, não pensei senão em repetir a façanha. Mas ela após aquele episódio não voltara a levar a levar o Carlos para a cama lá em casa, de modo a eu a poder apanhar em flagrante, e desse modo coagi-la mais facilmente e levá-la a ceder às minhas intenções, tal como fizera da primeira vez.
Eu, que já começava a achar as ponhetas em que me esvaía sozinho no banheiro da casa de banho, em vez de o fazer nas mamas dela, ou suprema ventura! na cona dela, muito sem sabor, resolvi colocar-lhes um pouco de sal. E, assim enquanto não arranjava pretexto para a fazer dar-me de novo as suas mamas para eu me esporrar nelas, sempre que nos encontrávamos sós em casa, o que acontecia muitas vezes pois ela não o evitava, numa pura manifestação de exibicionismo, procurava passar por ela todo nu, de pau feito, em direcção à casa de banho, voltando a passar por ela depois de me ter aliviado, já com o piçalho em ponto morto. E como é óbvio, não perdia oportunidade de a espiar trocando-se no quarto, ou tomando banho, enquanto minha mão esfregava com raiva minha pila, para cima e para baixo, arfando pesadamente para que ela percebesse claramente que o seu maninho mais velho também olhava para ela com olhos de homem ainda não iniciado no corpo de mulher, e que tal como o seu namorado Carlos estava ali louco de tesão, pronto a comê-la se ela quisesse.
Minha irmã que no passado me chamara porco e tarado, parecia não se importar agora com tais delírios onanistas, nem em lhes pôr cobro queixando-se aos nossos pais. Seria por já não ser virgem, e tivesse medo que eu lhes revelasse isso? Ou porque depois de me ter vindo nas suas mamas, ela passara a achar normal meu desejo por ela? Hoje acrescento uma outra hipótese: agradar-lhe-ia saber que o seu corpo de menina recém desflorada era tão sexualmente sugestivo para dois rapazes mais velhos, um dos quais irmão, que faziam dela a sua amante secreta?
Ao recordar que foi ela quem provocou o nosso segundo encontro intimo não tenho grandes duvidas da viabilidade desta última hipótese.
Uma manhã, em que a espiava no quarto vestindo-se, ela pressentindo-me como sempre, pediu-me que entrasse e a ajudasse a apertar o soutien, que era de fecho atrás. Ela, de costas para mim, tinha apenas vestida uma calcinha branca rendada, justa que lhe realçava a forma das nádegas, e eu que já estava de pau duro atrás da porta, ainda com mais tesão fiquei vendo-a assim exposta. Sem pensar mais, encostei minhas coxas ao seu rabo, imaginando como seria bom enrabá-la, fazendo-lhe sentir o estado da minha pica, enquanto com as mãos lhe arremessava o soutien ao chão, e lhe apalpava aquelas maminhas lindas que no outro dia tanto gozo me tinham dado.
- Pára! - pediu-me ela sem convicção, numa voz sumida e lânguida.
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- Então porque me chamaste aqui, sabendo o estado em que deixas quando te vejo assim ?- perguntei-lhe- Tenho tanto tesão por ti como o Carlos.
- Tu és meu irmão !- ela justificava-se com pruridos morais que me deixavam furioso.
- E tu não és virgem!- atirei-lhe à cara- Queres que eu conte ao pai ?
Hoje tenho a impressão que era isso que ela queria ouvir. Ela queria-se convencer que eu a forçava a ceder, como se a estivesse a violar, porque isso lhe dava pica, como me dava pica a mim, convencer-me que a estava obrigando a fazer algo que ela não queria, e a vê-la humilhando-se perante mim como uma puta, fazendo-lhe sentir que era a sua maior experiência sexual que a colocava nas minhas mãos. Ou será que procuro acreditar nisso, apenas para que a minha consciência não me acuse, tantos anos já se passaram, de a ter violentado ?
Minha irmã deixou-se então conduzir à cama, onde a deitei. Lambi-lhe demoradamente os marmelos, até os sentir ficar duros como o meu caralho, e suguei-os como se estivesse mamando neles. Ao mesmo tempo, com a mão por dentro da sua calcinha, introduzia-lhe os dedos na rata, imitando os movimentos de uma pica. O corpo de minha irmã distendia-se com os meus toques, e eu apesar de não ter experiência na matéria percebia bem que ela estava gozando com aquilo. Tirei-lhe então a cueca, e pedi-lhe:
- Abre-me as pernas, que eu quero ir-te ao pito, pôr os cornos ao Carlos – falava assim em vernáculo, para que ela se sentisse humilhada, e o meu prazer fosse maior. Mas ela não se mostrou ofendida , apenas me disse:
- Nem penses! Não tens preservativo, e eu não quero correr riscos!
-Eu não me esporro lá dentro- prometi
-Nem penses! Deixo-te fazer como da outra vez. Mas primeiro quero que me lambas a parreca, pois deixaste-me cheia de tesão.
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A perspectiva de ter na boca o grelo de minha irmã parecia-me bom demais, mas decidi exigir-lhe uma contrapartida.
- De acordo, desde que me faças um broche. Aposto que já o fizeste a ele.
Minha irmã não disse sim nem não, e eu aproveitei para traduzir o seu silêncio como um consentimento tácito. Obriguei-a com as mãos a tirar-me as cuecas, e deitei-me totalmente em cima dela, as minhas pernas enlaçando-lhe o pescoço, na esperança que ela me fizesse um 69, a pica tesa e húmida beijando-lhe os lábios, enquanto minha cabeça se afogava nas coxas dela, e os meus olhos se deliciavam com a visão da brecha que a Natureza lhe moldara na curvatura do seu baixo ventre, simplesmente maravilhado com aquelas pétalas rosáceas que lhe adornavam o buraco e apeteciam trincar. E foi o que comecei por fazer. Afastei-lhe os pentelhos clarinhos, e mergulhei minha língua naquele buraquinho apetitoso, titilando-a ora com ela ora com os meus dedos impacientes, cada vez com mais ritmo à medida que me apercebi que os movimentos da sua pélvis iam ficando mais rápidos, até acabar por sentir um liquido escorrendo daquela gruta para dentro da minha garganta. Soube mais tarde que ela tivera um orgasmo.
Minha irmã, que enquanto lhe fazia o minete, se limitara a afagar-me carinhosamente a pila, assim que se veio tratou de me demonstrar que apesar da sua pouca idade já perdera igualmente a inocência da boca, com bons broches que á teria feito a ele. Pediu que me virasse de frente para ela e me sentasse nos seus ombros, e eu fiquei contente por ser ela a comandar as operações. Começou então a lamber-me lentamente os colhões túrgidos, com movimentos lentos e circulares, da trás para a frente até alcançar a base da piça. Então fazendo com a boquinha um O estreito onde o meu cacete cabia à justa começou a sugar-me o membro como uma ventosa, tão depressa mo conduzindo quase até à entrada da glote, como o empurrando para trás até ele quase lhe sair pela boca, deixando-me a glande a descoberto, enquanto a sua língua repetia nela os mesmos carinhos que tivera com as minhas bolas. Por duas vezes eu estivera quase a vir-me dentro dela, mas ela experientemente continha-me trincando-me deliciosamente a gaita com os dentes, voltando a repetir tudo até que um estremeção mais violento do meu caralho lhe anunciou que eu não ia aguentar mais.
- Anda, vem-te !- convidou-me ela, colocando meu dardo no rego das suas mamas, tal como lhe fizera na primeira vez que me viera nela, e em breve o seu peito e face ficaram besuntados com o liquido que saía de mim.
No final a nossa sessão acabou no duche, num banho a dois. Disse-lhe então que de futuro ia querer voltar a fazer aquilo mais vezes com ela.
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- Ninguém pode saber disso – foi a única condição que ela me estipulou, que era a maneira que encontrou de me dizer que aceitava ser minha como era do Carlos.
Querida mana!