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Noviço na praça.
A praça central é o lugar onde todas as vontades se manifestam e, às vezes, acabam se encontrando, pelo menos para aqueles que têm olhos para ver. E eu, embora muito jovem, tenho.
A longa fila de bancos de granito embaixo da carreira de coqueiros e palmeiras, que oferecem boa sombra sob o sol do meio dia é o lugar perfeito para aqueles que desejam fugir da pressão familiar , dos problemas financeiros e até mesmo das desilusões...Alguns buscam ali, também, a cura para a solidão,acho. Após caminhar metade da cidade à procura de emprego, eu me sentei para descansar um pouco. O velhinho, no banco ao lado, me viu, e já há dias me conhece. As plantas entre os bancos crescem altas e impedem a visão do outro , mas mesmo assim ele se esforçou, até que eu notei o seu sorriso.
Não era o que eu queria para manter uma conversa interessante, mas ele se levantou e veio sentar-se ao meu lado. Ele é simpático sim, não há como negar, e ele age como se fôssemos amigos. Sabe que estou penando à procura de emprego, mesmo de office boy já estaria bom , e perguntou se tive sorte.
Disse-lhe que não , que em todos os lugares onde estive, prometeram que logo que houvesse uma vaga, me avisariam . Mas eu sei que essa promessa é só uma desculpa para despachar os chatos.
O velhinho me olhou e em seus olhos miúdos, espertos, e em sua voz eu percebi o cuidado que ele tinha ao escolher as palavras para não me magoar. Contou que todos, praticamente passam por momentos como esse e que ele também já os passou. E enquanto falava, apoiava a mão enrugada e trêmula em meu braço, procurando um contato que , a princípio parece ser apenas paternal.
Mas eu sei que não é. Também não me incomodei. Ouvi-o falar, com a mesma paciência que ele usava pra escolher as palavras e conter os gestos .. Tem mais de setenta anos, e a pele do rosto ainda é bem conservada e sem muitas rugas. Contou que já foi muito bonito e desejado quando era mais moço e que agora, restavam apenas as recordações. Perguntei-lhe se teve muitas namoradas e ele me olhou malicioso: não só namoradas...namorados , também...e eu percebi onde queria chegar.
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A mão trêmula, que antes se apoiava em meu braço, agora descansava sobre minha perna esquerda. A outra mão ele mantinha bem segura em uma bengala escura e trabalhada, apoiada sobre o linho branco de seu terno .. Carregava também um jornal dobrado, que depositou ao lado no banco.
Eu não sou homossexual, não sou gay, nada disso. Mas eu deixei. Talvez por simples azaração, ou talvez por curiosidade, eu deixei que a mão dele apertasse levemente minha perna.
Ele me contou que houve um tempo, na Grécia antiga, onde os rapazes eram instruídos e amados por sábios anciãos e isso parecia ser o modo mais lógico de passar aos jovens os conhecimentos e experiências dos mais antigos.
Enquanto me falava sobre os costumes dos gregos eu vi sua mão se aproximar do volume de meu cacete adormecido embaixo do jeans rasgado. Havia um grande rasgo na perna, perto do bolso, e o jeans é largo, pois não gosto de usar roupas apertadas. Apertada mesmo, só a vida... Também não uso cuecas, pois li, não sei onde, que o saco sendo muito aquecido ou espremido acaba destruindo os espermatozóides.
Perguntei-lhe se as mulheres na sua juventude eram gostosas como as de hoje e ele me explicou que era tudo igual. Não mudou nada. Porém, ocorria tudo no maior silêncio. E os homens também...Que esse negócio de dizer que o mundo está perdido porque os homens estão virando gays , é besteira...antigamente era a mesma coisa , mas ninguém se declarava. Por isso parecia que não existiam muitos gays. Mas era só aparência.
Sua mão já se encontrava próxima ao rasgo da calça e ele percebeu que eu não me incomodava , então, discretamente seu dedo tocou a ponta do meu cacete quase á mostra no rasgo da calça.
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Até que,encorajado pelo meu silêncio cúmplice, perguntou-me se era tão grande quanto parecia. Expliquei que nunca medi, mas calculava uns vinte centímetros quando está bem duro. Ele sorriu ternamente e me pediu para vê-lo.
Eu resolvi ser camarada e olhei pros lados, curujando se não vinha alguém. Não, ninguém por perto. Então enfiei a mão no rasgo da calça , aumentei mais o tamanho dele, puxei o tecido e deixei o cacete e o saco aparecerem livremente para que ele pudesse ver tudo e saciar sua vontade. .
Acho que nós, jovens, somos um pouco exibicionistas. Porque não havia desejo nenhum em mim , não sentia tesão por aquele velhinho , claro, e no entanto, só de saber que ele me olhava com tanto prazer , o cacete começou a engrossar e pulsar meio caidão sobre perna esquerda.
O velhinho observava tudo , por segundos , a princípio sem me tocar. O cacete ficou parcialmente duro, meia bomba, como dizemos, e então ele colocou sua mão sobre ele e puxou a pele para trás de modo que a cabeça vermelha ficou descoberta. Não sei se muitos são assim, mas o meu, depois que endurece mesmo, o cabresto fica preso atrás da cabeça e não tem jeito de trazê-lo para a frente novamente e até eu senti o cheirão de sebo que exalava dele após dois dias sem ser arregaçado..
O velhinho não tirava mais os olhos da minha pica e sua língua não parava de lamber os lábios.
Claro que estava com muita vontade de me chupar,mas esse pensamento não me deixou lá muito satisfeito. Achei que ele já estava passando da conta e eu já estava quase me guardando quando ele abriu o jornal e colocou-o aberto sobre minha mala,cobrindo-a completamente. Depois sua mão entrou por baixo e ele ficou me alisando,alisando,segurando, acariciando...
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A respiração dele estava descontrolada, meio arfante, e eu caí na risada ao me lembrar da música “Mata o véio... mata o véio...” Acho que tem uma música que fala isso, não sei direito...
Logo fiquei sério de novo, pois ele começou a bolinar a cabeça do cacete e parecia saber como fazer isso. Quero ver aquele que não fica com o bicho em pé ... O cacete ficou em ponto de bala! Começou a me punhetear ali mesmo na praça, por baixo do jornal, e ainda tirava a mão depois de esfregar bastante em volta do cabresto e levava até a boca para sentir o cheiro do cacete suado...
Tezão é uma merda, cara! Quando chega , a cabeça de baixo manda mais que a de cima . Eu me levantei, olhei pros lados, nada de guarda, ninguém olhando, me aproximei do velho e botei a pica na sua boca e deixei ele chupar a cabeça três ou quatro vezes, me protegendo com as folhas de jornal colocadas pelos lados.O velhinho estava faminto. Gostou do sabor do queijo e limpou tudo rapidamente. E depois se esbaldou, segurando com a mão trêmula no pé da rola se envolveu, boca macia, gulosa, fofa...Engolia e chupava até na metade. Parecia xoxota molhada de puta bem treinada! Foi só um espirro doido que ele engoliu de uma vez... nem melou...
E pra voltar de ônibus, com o pinto querendo sair pelo rasgo da calça? Eu peguei o jornal pra me cobrir e quando já ia me levantando, o velhinho me passou um cartão :
-É o endereço de um comerciante, amigo meu...ele precisa de um rapaz experiente em computação...eu estava só esperando você chegar para entregá-lo...você já está empregado... e tenha juízo... Você pode ter um grande futuro nessa empresa... é só usar a cabeça...
Aproveite a vida, viva grandes romances ai na sua cidade!!!
Tá vendo só ? Tudo pode acontecer numa praça principal... até coisa boa!