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Olá. Como eu contei no meu primeiro conto (quando comi o cuzinho da secretária casada), nesse fim de semana passado (14/01/2006), eu comi a estagiária da repartição onde eu trabalho. E tudo graças ao meu chefe casado e safado. É mais um conto longo, mas vale a pena ler até o final. Primeiro, deixa eu me identificar: sou moreno, tenho 1,74m, olhos e cabelos castanhos, um pouco gordinho, mas compenso isso com alegria, simpatia e romantismo. Tenho 28 anos e sou de São Paulo.
Bom, uma semana antes desse acontecido, eu tinha comido a secretária na repartição que estava vazia. Isso foi numa sexta-feira. Na terça da semana seguinte, estava conversando com o meu chefe sobre mulheres (eu não falei nada sobre a secretária porquê sabia que ela não iria gostar e que podia melar a nossa transa dessa sexta), quando ele, que é casado a pouco mais de 2 anos, disse que já tinha pego algumas mulheres do nosso trabalho. Ele não queria citar nomes mas, como eu estava insistindo muito (até falei pra ele que "meu, ajoelhou, agora reza), ele falou de duas que ele pegou. E o detalhe: duas estagiárias.
Uma já não trabalha mais com a gente desde o meio de 2005, mas todos sabiam que ela era bem galinha, já que tinha rodado na mão de vários homens daqui, inclusive eu (comigo foi só uns beijos, mas ela tinha me dito que já fez algumas loucuras aqui, como transar com um funcionário no estacionamento ou chegar uma hora antes de todo mundo e meter com um outro funcionário no banheiro). A outra é que me surpreendeu: uma garota de 18 anos chamada Paula (nome fictício), que é linda, tem olhos claros, mas é quase transparente de tão branca. Ele é gostosa (quando resolve ir com calça jeans mais apertada, o que é raro). Tem os peitos bem pequenos, no estilo daquela personagem Bebel da Grande Família. Aliás, dá pra tirar uma base de como ela é olhando aquela atriz.
Tirando o fato da Paula ser mais bonita e ter mais bunda que ela, no resto as duas são iguais. Quando ele falou, não acreditei, já que ela é um poço de timidez. Falei que não acreditava e ele ria. Perguntei como foi e ele disse que foi na semana de Ano Novo. Na quarta-feira dia 29/12, estavam os dois na seção, e tinha ainda mais umas duas pessoas no prédio. E ele, cara de pau e xavequeiro pra caramba, começou a puxar conversa com ela, perguntando sobre a família dela, sobre os estudos dela, e por ai. Ele disse que ela ficou um pouco sem graça no começo mas, depois de alguns minutos, já estava bem a vontade. Ele brincava com ela dizendo que ela devia dar trabalho pro pai dela, já que devia ter vários homens babando por ela. Ela dizia que mais ou menos, mas que não era tanto nos últimos meses já que estava sem namorado. Ele foi fechando o cerco e acabou perguntando sobre sexo. Ele disse que ela ficou muito sem graça e bem vermelha, mas que respondeu logo. Que já não era mais virgem, mas que só tinha transado duas vezes. Bom, a partir dai, era só ter paciência e esperar o momento certo pra "atacar". Ele perguntou se podia levar ela pra casa, e ela aceitou. No caminho, conversa vai, conversa vem, e os dois terminaram num motel perto da Marginal Tietê. Segundo ele, não foi bom porquê ela tava insegura demais e meio que arrependida, tanto que terminaram rápido e foram embora. Eu ouvia tudo isso e não acreditava. Foi quando ele sugeriu chamar ela na sala e perguntar. Eu disse que não precisava, mas ele fez questão. Meu chefe não é um cara do tipo bonitão, mas é bem brincalhão e super gente fina. Deve ter seus 37 anos, e desde que eu o conheço (a uns 6 anos), sempre foi assim, putão.
Ficou algum tempo meio que de molho por causa do casamento, mas agora estava na "ativa" de novo. Quando ela entrou (nesse dia estava muito bem vestida), meu chefe já falou direto: - Paula, nós não transamos na semana do Ano Novo? Ela não sabia onde enfiar a cara de vergonha. Ele continuou: - É que o Kito não acreditou quando eu disse. Ela, totalmente sem reação, disse um "sim" que só deu pra perceber porquê ela balançou a cabeça afirmando também. Eu me levantei, cheguei perto dela e disse: - Putz, desculpa, é que eu não estava acreditando. Mas eu percebi que você ficou tão sem jeito que já me arrependi de ter duvidado dele. Ela se virou e saiu. Fiquei com aquela cara de idiota. Meu chefe ria. Sai da sala dele e fiquei pensando no que aconteceu. Antes de ir embora, fui na mesa dela e pedi desculpas de novo. Ela estava com uma cara daquele tipo "putz, fudeu, todo mundo vai saber". Falei que não iria contar nada a ninguém, já que imaginaria como seria constrangedor pra ela (falei isso me lembrando da casada, colocando ela na mesma situação). Ela sorriu e agradeceu. Depois, na quarta-feira e na quinta-feira, parecia que ela tinha mudado. Ela veio com umas roupas que definiam mais o seu corpo, além de estar bem mais "amigável" comigo, já que, antes de terça, ela mal falava comigo.
Na quarta sentamos perto no refeitório na hora do almoço e conversamos um pouco. Na quinta, saimos no mesmo horário e fomos conversando até o ponto. Mas sem tocar no assunto sexo. Na sexta-feira, na hora do almoço, ela veio do meu lado e perguntou: - Você comentou alguma coisa com alguém? Respondi que não, que não era assunto meu. Ela fez uma expressão de alívio e me olhou bem nos olhos. Até deu um calafrio, confesso. Me perguntou: - Porquê o Rogério (nome fictício do meu chefe) te falou isso? Respondi o que tinha falado no dia, mas acrescentei que o início da conversa foi porquê falávamos sobre mulheres. Ela se mostrou interessada no assunto e perguntou: - E o que ele disse de mim? Ele falou como foi? Não respondi como meu chefe tinha dito que foi, mas falei que ele disse que ela estava nervosa ou coisa assim. Ela respondeu dizendo que realmente não estava preparada pra transar naquele dia, já que era só a sua terceira vez, mas que, desta vez, ela estava. Na hora nem percebi, mas sabe quando dá aquele estalo alguns segundos depois e cai a ficha? Pois bem, quando deu esse estalo, perguntei: - Como assim, dessa vez está? Imaginei que ela fosse responder que estava pronta pra transar com ele de novo, e perguntei isso. Mas ela respondeu: - Agora estou sim, mas não quero mais fazer com ele. "Opa, essa é a minha chance", pensei. E perguntei: - E comigo? Ela respondeu na lata: - Com certeza. Você é um cara legal demais. Podia ter aproveitado a situação e ter feito chantagem, ameaça ou coisa assim. Mas pelo contrário, você foi super cavalheiro e me respeitou. E eu gosto disso num homem. Nossa, nem preciso dizer que o gordinho aqui se sentiu o máximo. Uma massageada no ego assim, vinda de uma princesa como ela, era pra deixar qualquer um nas nuvens. E fui logo direto ao assunto: - E quando vai ser? Hoje? Ela respondeu: - Hoje não, amanhã. Aos sábados eu faço curso pré-vestibular de manhã até as 14 horas. Mas não estou com vontade de ir não.
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A idéia me pareceu ótima. Combinamos então que ela sairia de casa "atrasada", por volta das 9 horas. Só que invés de ir pro cursinho, ela iria pra casa da avó, que estaria na casa de seu tio. Como ela mora sozinha, não teria ninguém na casa. E por volta das 10 horas nos encontraríamos lá. Antes de ir embora na sexta, nos beijamos escondido e quase rolou na repartição. Mas seguramos a onda e guardamos pro dia seguinte. Chegando lá, foi uma loucura. Começamos nos beijando na sala, fomos tirando a roupa até o quarto de visita da casa, e chegando lá o bicho pegou. Ela realmente era muito branca, mas isso era o de menos. Perguntei se ela já tinha feito um boquete e ela disse que só uma vez, pro meu chefe, e não foi nada bom. Perguntei se ela queria tentar de novo e ela aceitou. Começou meio tímida, meio com nojo, mas depois que engatou, chupava com maestria, como se estivesse chupando um delicioso sorteve. Ao tirar sua roupa e deitá-la na cama, percebi sua bucetinha, delicada e cheirosa. Chupei até fazê-la gozar na minha boca. Depois, beijei-a e fiz ela sentir o gosto de sua xaninha. Apontei meu pinto pra sua bucetinha e fui enfiando bem devagar, pra ela ir sentindo o tamanho do meu meninão e ir se acostumando. Quando senti que ela estava no clima, comecei a bombar, ditando o ritmo pra que ela não gozasse rápido e aproveitasse o máximo. Foi muito bom. Coloquei-a em cima de mim e ela cavalgou com jeito de mulher experiente. Ficamos um bom tempo assim, foi quando sugeri comer seu cuzinho. Ela disse que sua primeira vez foi no cú quando ela tinha 14 anos, e que não gostou. Deixei ela bem a vontade pra decidir se queria ou não, mas enquanto ela estava em cima de mim, eu ia passando a mão em sua bundinha branca e gostosa, e passava um dedo no seu reguinho. Quando enfiei um dedo, ela deu uma gemida e aumentou o ritmo.
Percebi e deixei meu dedo lá, tirando e enfiando de vez em quando. Cheguei no ouvido dela e perguntei de novo se ela queria que eu comesse seu cú. Ela disse sim. Dei mais umas bombadas e a coloquei de bruços na cama. Dei várias lambidas no seu anelzinho, e enfiei primeiro um, depois dois dedos. Quando ela se acostumou com os dois dedos, entrei em ação. Troquei a camisinha e coloquei uma bem lubrificada. Coloquei dois travesseiros embaixo de sua barriga pra dar uma empinada na sua bunda, abri bem sua bunda e coloquei meu pinto. A cabeça entrou até que fácil, mas percebi que doeu pela sua expressão. Tirei e coloquei de novo. A expressão diminuiu dessa vez, então continuei. Que bundinha linda ela tinha!!! E que cuzinho apertadinho e delicioso... Fui bombando bem devagar, aumentando o ritmo aos poucos e, quando percebi, ela já estava gemendo de prazer. Puxei sua cabeça e beijei sua boca rapidamente. Falava no ouvido dela coisas do tipo "você é maravilhosa, espetacular", e percebia um riso em sua boca. Perguntei como estava, e ela sussurou "não para, não para". Mudamos de posição e a coloquei de ladinho (li uma vez que essa é a melhor posição pra se fazer sexo anal, pois dói menos pra mulher). Ela empinou a bundinha pra mim, e eu coloquei de novo. Uh, que delícia! Enquanto metia no seu cuzinho, acariciava suas pernas, seus peitinhos, seus cabelos, enfei um dedo em sua xaninha e comecei a masturbá-la. Olha, ficamos muito, mas muito tempo mesmo nessa brincadeira. Gozamos rios de porra. Enquanto estávamos ainda de ladinho, esperando meu pau amolecer dentro do cú dela, ela me disse que tinha sido a melhor transa dela, que nunca imaginou que dar o cú era tão bom assim, que queria repetir isso. Eu, com cara que misturava prazer com dever cumprido, só a beijava.
Nos levantamos, e enquanto eu tomava banho, ela fazia alguma coisa pra gente comer. Segunda-feira, no serviço, nos encontramos e ela me confessou que achava que não ia ser tão bom, pois achava que eu só queria curtir com ela como fez o nosso chefe. Falei que não, que tinha adorado, e que queria fazer tudo de novo. Sinto que ela está querendo algo mais. Mas eu ainda estou relutante. Primeiro porque não estou muito a fim de uma relação séria no momento. Segundo porque, falando com o meu lado safado, ainda tem a casada que eu quero comer de novo. E que, aliás, vai ser na sexta. Mas confesso que estou um pouco balançado. É difícil escolher entre o amor e um ótimo sexo. Vou pensar muito no assunto. E semana que vem vou contar como foi a segunda transa com a casada. E talvez a segunda transa com a minha princesa. Votem nesse conto se vocês gostaram. E, no próximo conto, eu já devo deixar um e-mail pra que possamos trocar idéias e aventuras. Um abraço! Kito_Love.