Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por Amigaço

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
O casamento. Hetero Amigaço 7376 88 Nota 3.5
A bicha da mineração. Gays Amigaço 5045 71 Nota 4
Barranqueiros Sado Amigaço 12882 106 Nota 3.5
No boteco do Xeréu. Gays Amigaço 8147 74 Nota 3.5
Confissões de uma ninfomaníaca. Hetero Amigaço 6166 69 Nota 3.5
O Palestrante. Gays Amigaço 4941 83 Nota 3.5
Moto taxista Gays Amigaço 7561 76 Nota 3.5
Curto e grosso. Gays Amigaço 7812 74 Nota 3.5
Frutas,legumes e verduras. Hetero Amigaço 6070 81 Nota 3.5
João e o sonho. Gays Amigaço 5931 86 Nota 3.5
A filha do Senador. Hetero Amigaço 6282 65 Nota 3.5
Ressurreição. Gays Amigaço 10667 83 Nota 3.5
Corte de energia. Gays Amigaço 9741 110 Nota 3.5
A madame e o negão. Hetero Amigaço 29049 151 Nota 4
Chifres. Traição Amigaço 8170 89 Nota 3.5
O largado. Exibicionismo Amigaço 18300 75 Nota 3.5
A despedida Gays Amigaço 4746 68 Nota 3.5
O restaurante. Fetiche Amigaço 5314 62 Nota 3.5
Eu, Tio Euzébio e Branquinha Hetero Amigaço 77369 256 Nota 4
O cigano. Hetero Amigaço 3605 75 Nota 3.5
Seu Chicão foi meu primeiro macho Gays Amigaço 7745 100 Nota 4

Curto e grosso.

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Escrito dia 13 de julho de 2007 na categoria Gays por Amigaço

Curto e grosso.

Hoje levantei-me disposto a gozar convenientemente o meu primeiro dia de férias. Tomei um belo banho, coloquei a melhor roupa, usei o melhor perfume e sai. No shopping, fiquei observando os homens compenetrados e suas pastas misteriosas, as mulheres procurando as roupas que melhor escondessem suas gorduras, as patricinhas em grupos se exibindo para os rapazes e os rapazes em bando se pavoneando para elas. Comecei a entrar em depressão e resolvi dar uma volta pelos subúrbios. Passei na casa do Leocádio que está novamente desempregado e deixei ali um recado para o Sebastião. Sebastião e seu bastão. Mandei um breve recado para o Tião. Foi por intermédio do Leocádio que cobrou alguns trocados para servir de mensageiro.. Mandei dizer que se ele não comparecesse às oito horas da noite, sua mulher ficaria sabendo de tudo. Como ele é casado há três anos e tem dois filhos, sabe que não convém me desafiar.

Às oito e quinze o Tião estacionou na porta da frente. Entrou meio carrancudo, mas depois que botei no DVD um filme pornô ele se animou um pouco. Ficou sentado no sofá, bebericando uma latinha de cerveja,depois outra e mais outra até completar seis e eu apalpei a rolona através do moletom desbotado . Gosto muito da pica dele. É branca, grossa, cabeça larga, vermelha e úmida.

Com certeza é o pau mais chorão que já chupei. Quando se excita, começa a expelir aquele suco viscoso que mela tudo e o deixa bem gosmento. Como veio direto do trabalho - trabalha como mecânico numa oficina - não havia tomado banho e apresentava cheiro de macho genuíno. Eu me ajoelhei entre suas pernas grandes, arregacei bem o prepúcio do caralho e saboreei durante um bom tempo. Quanto mais o chupava, mais a gosma embranquecida se formava ao redor da glande, de modo que era impossível saber se era dele ou minha, se gozara ou não.

Porém, depois de algum tempo, a gosma tornou-se tão abundante que descia até as bolas e percebi que havia ejaculado enquanto eu o chupava. Recriminei-o por ter melado todo o assento do sofá. Levantei-me, fui até o banheiro lavar a boca e ele levantou-se atrás, segurando as calças e procurando não melar toda frente do moletom, caminhando com as pernas abertas..Lavou-se, entrou no velho Chevette e foi embora após ter recebido trinta reais. E mais a certeza de que ela não ficaria sabendo de nada. Eu cumpro minha palavra,ele sabe.

Mal havia saído, comecei a procurar o papel onde havia anotado o número do celular do Zé eletricista.. Encontrei-o numa das gavetas do criado mudo. Liguei, caiu na caixa postal, mas cinco minutos depois ele ligou para mim, perguntando qual era o problema. Disse-lhe que necessitava urgente de seus serviços e perguntei se ele estava sóbrio o suficiente para dar umas bombadas, pois meu cuzinho estava piscando.

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O Zé afirmou que estava sem bicicleta e que viria, se eu fosse buscá-lo de carro em seu barraco. Perguntou quanto lhe pagaria. Disse-lhe que não podia pagar mais de vinte reais e aceitou na hora.

Ele mora um bocado longe e no caminho de volta, parei para comprar uns espetinhos numa espelunca e os devoramos no carro mesmo. Sua mulher o abandonou para morar com outro cara nos sem-terras. Havia chegado há pouco do serviço e estava usando uma calça que imitava aquela camuflagem militar. Achei legal, estava suado, sujo, mas embora cansado, nunca nega fogo. Quando chegamos ele viu o garrafão de vinho sobre a mesa e se animou. Tomou um, dois, três copos cheios. Enquanto isso, fui ao banheiro e lavei bem meu cuzinho , depois passei vaselina ao redor e dentro dele. Ficou bem escorregadio . O pau dele não é muito grosso na haste, mas em compensação tem uma chapeleta enorme. Passei a vaselina nela também, passei bastante, mais que o suficiente para ficar bem escorregadia, enquanto ele observava em silêncio as manobras de meus dedos sobre o seu vasto cabeção.

Postei-me de joelhos sobre o sofá e a bunda bem aberta na altura certa para ele me enrabar. Primeiro pincelou a ponta na entrada e tive que rebolar um pouquinho até que ele encontrasse o canal. Lentamente senti a cabeça abrindo minhas pregas e então empurrei meu cu contra ele até que afundou completamente. Após a entrada do enorme cogumelo tudo fica mais fácil e gostoso. Pedi que retirasse e enfiasse várias vezes até ficar bem aberto. Gosto de sentir aquela chapeleta alargando gradativamente o anel do meu cu. Quando já não doía mais, ele começou a foder-me com movimentos lentos e compassados. O problema é que ele goza muito rápido. Como está sem mulher há algum tempo, não consegue se controlar. Avisou que já estava quase gozando e pedi que esporrasse não dentro, mas sobre minha bunda. Ele obedeceu e rápido senti uma lavada de porra que bateu em meu rego e desceu pelo olho do cu. Comentou alguns problemas que tivera com o patrão, no serviço, mas não lhe dei muita atenção. Fui ao banheiro, tomei um bom banho e ele apenas subiu a calça e se abotoou. Levei-o no carro de volta para seu barraco. Na escuridão do bairro, tive que acender a luz interna para procurar os vinte reais prometidos. Ele viu a nota de cinqüenta e pediu mais. Disse-lhe que não – trato é trato. Conformou-se e desceu rapidamente.

No caminho de volta, passei em frente à Igreja dos crentes. O Edson, que é o pastor ou o pregador, sei lá, estava na porta do salão que alugam para funcionar como templo e ao me ver dentro do carro tentou se esquivar, se esconder, mas eu estacionei logo abaixo, desci , entrei e ajoelhei-me num dos bancos de madeira. Fazia meses que não o procurava e com certeza ele achava que já havia esquecido dele. Mas como esquecer uma caceta daquele porte e tamanho? Jamais. Ele surgiu por uma das portas laterais e me viu ajoelhado. Não ficou muito satisfeito, claro. Mas também não havia mais vivalma ali. O culto já havia terminado e ele estava já fechando o templo. Fiz um sinal para que se aproximasse e ele , meio relutante, acabou se acercando , ajoelhou-se a meu lado e perguntou o que eu desejava dele . Disse-lhe que gostaria de dar uma chupada no seu caralhão. O Edson positivamente tem aquilo que podemos chamar um caralhão. Não sei como a esposa dele faz para agüentar aquilo tudo na xoxota. Há cinco meses atrás eu o chupei no mato, ele não me conhecia e pediu uma carona na estrada. Enquanto conversávamos, dei a ficha completa. Eu fui convencendo-o aos poucos e finalmente, mais por curiosidade, creio eu, aceitou que eu parasse o carro perto de uma estrada abandonada e o chupasse. Em seguida, parece que se arrependeu por ter consentido com aquilo.

Ele tentou me intimidar, perguntando se eu não tinha vergonha de falar sobre o assunto dentro do templo, aquele lugar sagrado onde recolhem os dízimos. Mas como sentiu minha mão acariciando o volume do seu pênis por baixo do banco, levantou-se e entrou num quartinho, destinado a guardar aparelhos musicais tais como baterias, cornetas, bumbos, essas coisas que os crentes tocam nos cultos. Eu o segui.

Quando entrei, ele já havia aberto a braguilha e tentava despertar o monstro com uma massagem. Disse que eu deveria fazer rapidamente ou tudo acabaria se complicando tanto para ele quanto para mim. Ele é magro e alto, sua braguilha ficou na altura exata de meu rosto quando me ajoelhei. Segurei-o com as duas mãos e fui engolindo até onde podia, mas ele se afastou para trancar a porta e apagar a luz do quartinho. Engoli o pistolão novamente sentindo o gosto salgado e meio esporrado. Acho que ele havia gozado nas calças enquanto pregava e a substância havia ressecado embaixo do prepúcio. Sabe-se lá em que pensam esses pastores enquanto pregam a palavra... Ou então era sebo mesmo. O Edson é desse tipo de sujeito que tem sebo, mas não tem cheiro desagradável. Não dá pra distinguir se é porra ressecada ou esmegma. Mas que é gostoso, não resta dúvida. De outra forma não faria isso.

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O fato é que limpei a cabeça inteira e ela ficou daquele jeito, tão grossa que mal consigo enfiá-la inteira dentro da boca. Levantei-me e fui acender a luz, pois gosto de observar o cacete que estou chupando. É preciso chupar na ponta e masturbar o restante da pica para que ele goze. O quartinho é tão pequeno que qualquer chupadela ressoa com um barulhão. Imagine com as chupadas vigorosas que eu dava naquela cabeça enorme e lambuzada do caralho dele! Ele estava preocupado com isso, pois não queria ser surpreendido por alguém naquela situação. Eu simplesmente não queria que ele ejaculasse logo. Quando sentia que ia gozar, eu parava de punheteá-lo ,dava um tempo e depois recomeçava. Até que não deu mais para segurar e ele jorrou uma grande quantidade pelo olhão que existe na ponta da cabeça rombuda. Devo ter engolido três grandes ondas de porra , sem pestanejar , pois era justamente aquilo que esperava dele.

Na despedida, fez me prometer que nunca mais o procuraria. Eu jurei. Ele fechou o templo e não permitiu que o levasse para casa. Preferiu ir de ônibus.

Já passava da meia noite e o sono não chegava, a cidade já meio adormecida, a longa fileira de postes iluminados convidando-me a prosseguir, de modo que preferi ficar rodando por ruas escuras e mal calçadas. Algumas fábricas e indústrias funcionam durante a noite e estão cheias de serralheiros, torneiros, ferramentistas e o escambau. Cumprem os turnos e saem em bandos como lobos famintos, alguns em busca de presas. Geralmente as presas são as próprias esposas gordas e sonolentas que os aguardam nas casinhas do subúrbio.

Eu sei do perigo contido na caça, mas fazer o quê? É tentando viver que se morre. Cinco ou seis deles aguardavam no ponto de ônibus, passei lentamente, observando as malas expostas nos uniformes suados e sujos. Eles riram e um deles, baixinho, feio, se coçou o pau, mas não vi muita vantagem. O negão alto e magro a seu lado era bem mais interessante.

Na segunda volta pelo quarteirão, percebi que o ônibus já passara, levando a maior parte deles e restaram apenas o baixinho e o negão. Parei o carro, observei, fiz um sinal e o baixinho se aproximou. Não era o que esperava. Perguntei-lhe se o negão não estava a fim de ganhar uma chupada e cem reais. Ele se afastou meio chateado, mas transmitiu o recado ao negão. O negão olhou, pensou, se coçou, e por fim veio até onde eu estacionara. Perguntou se podia levá-lo até a vila depois. Perguntei-lhe se era grande, médio ou pequeno. Respondeu que as mulheres não reclamavam. Conheço essa conversa. Não me engana. Deve ser pequeno e não gosto de chupar pau pequeno, esclareci. Perguntou-me se garantia os cem reais. Respondi que gostaria de ver, primeiro. Ele resolveu provar o que dizia, e virando-se de costas para o baixinho que nos observa, mostrou -me sua ferramenta exposta fora do uniforme, enorme de fato, mesmo assim flácido... Eu me animei e abri a porta do carro para que ele entrasse. Pisei no acelerador e o baixinho fez um sinal com o dedo em riste...

Perguntei onde morava e ele citou o nome de uma vila muito distante. Bom que seja distante, respondi passando a mão em sua braguilha e acariciando o volume que aumentava lentamente de tamanho. Procurei descobrir o formato da cabeça e verifiquei que era das largas, tão apreciadas por mim e tão raras de serem encontradas. Dei sorte, em meu primeiro dia de férias. O cheiro de seu suor e do cacete já duro, meio exposto, quase me sufocava, com os vidros fechados. Durante o trajeto, já próximo de sua vila, a oportunidade numa rua muito escura, sem lâmpadas, sem casas por perto e estacionei ao lado do muro em ruínas. Ele pensou que fosse ser chupado ali, no assento do carro, mas detesto essa idéia. Já que me custará cem reais, que seja bem feito. Pedi que permanecesse em pé, ao lado da janela do carro, onde continuei sentado. Ele desceu, deu a volta, abriu todo o zíper do uniforme encardido e abanou o cacetão, apenas vislumbrado na sombra da noite, pois tive de apagar os faróis se não quisesse chamar a atenção de curiosos ou assaltantes.

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Aproximei os lábios e cheirei. Queijo forte, muito forte. Arregaçou o prepúcio e o cheiro aumentou. Terrível. Coragem. Eu gosto. Muito. Lambi. A cabeçona imensa pulsou, lisa e reluzente diante de meus olhos. Chupei a ponta, tomei mais coragem, os lábios envolveram mais um pouco, chupei novamente, a cabeçona inteira avançou e entrou, enchendo-me as bochechas completamente e quase vomitei. Precisei cuspir. A segunda tentativa foi mais suportável, os lábios procurando atrás da aba, os pontilhos de esmegma que ainda restaram. Minha boca inteira se banhou com o sabor da pissa mal lavada. Eu quero. Tudo. Estou pagando. Através da janela minhas mãos o buscaram, segurei o caralho, medi a grossura desde o pé até a extremidade, arregacei até onde podia e comecei a chupar. Ele mudo, na expectativa. Engoli quase a metade, impossível ir mais fundo, muito grosso para a garganta. Gosto de ouvir o som da caceta úmida escorregando para fora e para dentro, enquanto chupo. Me excita . Aumento a força das chupadas, ele pressiona o corpo contra a janela, meus olhos arregalados, uma pequena cuspida na língua – Vai gozar? – ainda não – chupa mais – quase – tá quase...

Minha cabeça se moveu freneticamente pra fora e pra dentro da janela, num constante sim, venha, esporre bastante...me alimenta... Toda bicha percebe o que tem de ser feito na hora certa e minha boca deslizou gulosamente fazendo o grosso caralho úmido de saliva desaparecer dentro e fora, cada vez mais entesado, pulsante, rígido. Gemeu, estremeceu, lançou o jorro de uma só vez, espesso, quente e saboroso. Eu o degustei, sabor de castanhas? Engoli tudo, passei a língua ao redor dos lábios para recolher o tanto que saltou , escorreu e o recuperei avidamente. Cem reais de porra entregue no endereço correto! O lenço, o lenço para me limpar o queixo... que esporrada enorme...uma só...mas que quantidade! Fazia muito tempo que não gozava. Passei-lhe a nota de cem reais que ele recolheu silencioso. Não quis que eu completasse o percurso. Casado, solteiro, noivo? Seguiu a pé mesmo. Pagodeiro. Foi ótimo conhecê-lo. Deixa o serviço toda noite nesse mesmo horário? Não sempre, às vezes tem hora extra. Seu nome, qual é? Sem chance. Acendi os faróis do carro e dei uma vistoria, verificando se estava faltando algo. Não, não estava. Restou o cheiro do cacetão ensebado nas narinas e a esporrada ressecando ao redor da boca.

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Finalmente saciado, voltei para minha casa, masturbei-me no banheiro, tomei outro banho, e dormi enquanto tentava assistir um filme chato na televisão.

Ah... Esses homens! Que seria de minhas férias sem eles?

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