Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por Amigaço

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
O casamento. Hetero Amigaço 7376 88 Nota 3.5
A bicha da mineração. Gays Amigaço 5046 71 Nota 4
Barranqueiros Sado Amigaço 12882 106 Nota 3.5
No boteco do Xeréu. Gays Amigaço 8147 74 Nota 3.5
Confissões de uma ninfomaníaca. Hetero Amigaço 6166 69 Nota 3.5
O Palestrante. Gays Amigaço 4941 83 Nota 3.5
Moto taxista Gays Amigaço 7563 76 Nota 3.5
Curto e grosso. Gays Amigaço 7813 74 Nota 3.5
Frutas,legumes e verduras. Hetero Amigaço 6070 81 Nota 3.5
João e o sonho. Gays Amigaço 5932 86 Nota 3.5
A filha do Senador. Hetero Amigaço 6282 65 Nota 3.5
Ressurreição. Gays Amigaço 10668 83 Nota 3.5
Corte de energia. Gays Amigaço 9741 110 Nota 3.5
A madame e o negão. Hetero Amigaço 29050 151 Nota 4
Chifres. Traição Amigaço 8171 89 Nota 3.5
O largado. Exibicionismo Amigaço 18300 75 Nota 3.5
A despedida Gays Amigaço 4746 68 Nota 3.5
O restaurante. Fetiche Amigaço 5314 62 Nota 3.5
Eu, Tio Euzébio e Branquinha Hetero Amigaço 77369 256 Nota 4
O cigano. Hetero Amigaço 3606 75 Nota 3.5
Seu Chicão foi meu primeiro macho Gays Amigaço 7745 100 Nota 4

A filha do Senador.

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Escrito dia 09 de julho de 2007 na categoria Hetero por Amigaço

A filha do Senador.

Não havia como não se encantar com Malvina....Já naquela idade sabia tocar piano, cantar marchinhas, bordar , recitar trechos de romances famosos, falar um pouco de francês, e, principalmente, surpreender a todos com suas tiradas inteligentes. A mãe, mesma, sentia-se embevecida e surpresa com tanta sabedoria.

Filha de famoso político, nascera excepcionalmente bela e talentosa para qualquer assunto que lhe era apresentado. Se ouvisse o pai tratando de negócios com seus cupinchas e notasse alguma dificuldade nos entendimentos, ela simplesmente se intrometia na conversa e apontava alguma solução racional. Se notava alguma preocupação materna em relação ao jantar a ser oferecido logo à noite, ela sugeria o menu completo que regalaria a todos.

Não existia na casa, nas redondezas, nas fazendas e nos mercados quem não a reverenciasse como futura sucessora do Senador, mesmo porque sendo filha única, era o que se esperava dela para a continuidade daquela oligarquia.

Porém, o fato mais curioso, além de todos os atributos já mencionados acima é que ela era também uma fabulosa putinha. Assim como o pai nascera já viciado em chupar as tetas do governo, ela, por hereditariedade, nascera com o desejo de mamar num belo cacete, talvez porque a mãe, preocupada com a beleza dos seios, a desmamara muito nova. É evidente que essa qualidade não era bem vista por alguns, mas em se tratando da filha de tão importante político, todos procuravam naturalmente não chamar muito a atenção para o fato. Referiam-se , em voz baixa, ao desejo incontrolado da mocinha como “Aquilo”. Malvina não se preocupava excessivamente com o que poderiam dizer a seu respeito. Gostava de chupar e pronto. Usava de sua sabedoria e esperteza para conseguir seus intentos desde a mais tenra idade.

Malvina iniciou sua prática muito cedo, com um preto velho a quem a mãe havia lhe apresentado como benzedor, na tentativa de curar-lhe o que pensava ser olho gordo depositado em sua filha por algum inimigo político.

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Na verdade, o Preto Velho não era tão velho assim e gostava de uma boa sacanagem. Trancados dentro do quarto onde se faziam as rezas e as benzeções, Malvina satisfez sua curiosidade mais premente quando o Preto Velho depositou-lhe nas mãos um roliço caralho cabeçudo e ensinou-lhe a manejá-lo, afirmando que aquele era um segredo entre os dois e se fosse descoberto, a reza perderia todo o encanto. Esperta como era, ela logo aprendeu a lição e jurou jamais abrir a boca para não desfazer o feitiço.

A mãe, notando sua evidente recuperação, levou-a diversas vezes ao benzedor e nesse espaço de tempo, Malvina teve oportunidades diversas de aprimorar seus conhecimentos. Revelou-se tão pródiga no manuseio da pica que, às vezes, sentada na salinha ao lado -a casa paupérrima não tinha forro- a mãe podia ouvir o barulho esquisito de castanholas , quando, na verdade, o que ouvia era o som das mãos da filha trabalhando numa frenética punheta sobre o membralhão molhado de saliva. A matrona logo percebeu que ali dentro do quartinho não ocorriam apenas rezas e benzeções. E passou essa informação ao seu marido, o senador.

Tempos depois, o Preto Velho foi encontrado com a garganta cortada sobre sua cama, mortinho da silva, mas isso já é outra história e o Senador não gostava de repisar o assunto. Malvina chorou a morte do benzedor, mas o pai consolou-a dizendo que essas coisas acontecem e que poderia ter sido pior, por exemplo, se tivessem usado uma serra elétrica, ao invés de facão, o que seria deveras mais dolorido....

Passou o tempo e Malvina não se esqueceu das lições aprendidas e, um dia, passeando pelos lados do curral, enquanto lia versos de Cassimiro num livrinho de bolso que costumava carregar consigo, observou o retireiro em sua labuta para ordenhar as vacas. Aproximou-se e ficou olhando encantada as mãos grandes do mulato que seguravam a teta da vaca e apertando-a , fazia saltar dentro do balde o jato de leite grosso e branco. Ficou encantada com a vaca, com o leite, com a teta e principalmente com o mulato.

Correu para a mãe, pedindo-lhe permissão para aprender a ordenhar as vacas. E queria que o mulato a ensinasse, não poderia ser outro - provavelmente havia já percebido o volume do sacão quando ele estava agachado ao lado do animal. A mãe, que jamais se negava a contentar-lhe um desejo, elogiou o seu interesse pela pecuária e ordenou ao mulato que sua nova tarefa seria aquela: ensinar sua filha a ordenar a teta da vaca. Deixou-a, pois, aos cuidados do mulatão e voltou à sala onde recepcionava uma amiga, esposa de um Deputado Federal corrupto..

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O mulatão surpreendeu-se com a desenvoltura da garota, pois logo que ficaram a sós, sentiu os dedinhos dela apalpando não as tetas da vaca, mas as suas partes, especialmente as grandes bolas que ela imaginava estarem cheias de leite grosso. Como não era mocho e não perdia tempo com preâmbulos, o mulato abriu as braguilhas da calça e deixou que ela apalpasse o que bem quisesse, talvez para praticar primeiro, com um substituto, a ordenhação do leite. E, enquanto ela puxava para baixo o longo e grosso caralho ainda não de todo endurecido, tentando ordenhá-lo, com a outra mão massageava as bolas peludas dele.

Colocou o balde no chão e ficou esperando que o leite saísse , mas não conseguia nada a não ser algumas gotas na ponta do caralho , lambuzando a cabeça da pissa e sua mão. O mulato, meio preocupado, olhava por sobre a cerca do curral e como tudo ao redor estivesse a contento, pegou sua mãozinha, segurou-a ao redor da picassa e ensinou-lhe os movimentos certos para o seu tipo, que possuía o prepúcio bem mais apertado que o do falecido Preto Velho.

Assim Malvina aprendeu novas técnicas e fez surgir um belo e reluzente cabeção avermelhado. Rapidamente suas duas mãozinhas se puseram a manuseá-lo com força fazendo o prepúcio cobrir e descobrir o cabeção repetidamente. Não demorou muito para sentir o caralho pulsar fortemente e inúmeros jorros grossos de porra genuína saltarem dentro do balde enquanto ele mesmo inteiro estremecia como se estivesse sofrendo um ataque epilético. . Ficou uma boa quantidade no fundo do balde e a tarefa seguinte foi completá-lo com leite da vaca. Orgulhosa de seu feito, ela encheu uma caneca da mistura e correu a oferecê-la para a senhora do Deputado, a qual achou que seria deselegante recusar o presente e bebeu – o todo com um sorriso encantador.

Nas semanas subseqüentes, Malvina punheteou várias vezes o mulato, sempre de manhãzinha quando se levantava e se dirigia ao curral onde ele já a esperava ansioso. Era um horário em que todos ainda dormiam e ela podia se dar ao desfrute de brincar com o pintão escuro e largo dele até que o mulato se descontrolasse e jorrasse os jatos de porra no chão do estábulo. .

Por diversas vezes ele tentou dar umas bolinadas na bocetinha dela, mas em tempo, imaginou o que lhe aconteceria se passasse do ponto entre o bom senso e o estrago feito. Mesmo assim, achando que ela já havia aprendido a ordenhar o suficiente, um dia, colocou-a sentada sobre um arreio, abriu-lhe as coxas e deu-lhe umas lambidas na bocetinha.

Convenceu-a dizendo que se fizesse isso, o “leite” dele espirraria em volume dobrado, o que de fato ela verificou como verdadeiro, assim que ela segurou o caralhão, fez os movimentos adequados e ele ejaculou umas seis ou sete esporradas dentro do balde.

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De outra feita, explicou-lhe que o mesmo poderia ser conseguido se ela desse um beijo na cabeça do seu pau,em sinal de gratidão. Não foi preciso pedir duas vezes: há muito ela sentia vontade de colocar aquela mamadeira na boca para sentir-lhe o sabor. Depois de conseguir que ela aplicasse um delicado beijo na sua cabeçona avermelhada, foi mais fundo e apostou que ela não conseguiria enfiar a ponta dele inteira na boca.

Malvinha, que tanto era inteligente quanto teimosa, aceitou o desafio, ajoelhou-se e esforçou-se até enfiar a cabeçona inteira dentro da boca. Como o prepúcio teve de ser bem arregaçado para facilitar a tarefa, ela pôde sentir, pela primeira vez na vida, o gosto almiscarado contido na cabeçorra de um caralho e se a princípio tirou – o da boca para cuspir a saliva misturada com o gosto dele, na segunda vez que foi desafiada já passou a achar o gosto e o cheiro do macho uma iguaria mais saborosa que os pratos franceses encomendados pelo senador. Passou a chupar aquela frutona com tanta vontade que ele sempre a presenteava com uma chuva de coalhada.

Ocorreu que em certa manhã, foram espionados por um negrinho ajudante do mulato o qual , para conseguir as graças do Senador , apressou-se a contar-lhe mais ou menos o que havia presenciado.

Dias depois, tanto o mulato quanto o negrinho desapareceram misteriosamente da fazenda.

Desesperada com a ausência do seu instrutor, Malvina queixou-se ao pai pelo sumiço do homem, mas o Senador explicou-lhe que esse tipo de gente faz parte da população flutuante que aparece e desaparece ao sabor do vento. Assim, o matuto foi deliberadamente substituído por um caquético velho horripilante, na tarefa de ordenhação. E Malvina desinteressou-se profundamente pelo tal trabalho.

Voltou a dedicar-se às praticas mais corriqueiras como estudar as exceções das regras gramaticais e a bordar delicados guardanapos que, segundo a mãe, serviriam para seu enxoval. Mas então chegou à fazenda um novo agregado do Senador-Coronel, rapaz vindo dos cafundós, rústico e inculto, que pelo fato de ter desfeito a virgindade da filha de outro importante político, teve que esconder-se por uns tempos sob a proteção do Senador. Malvina logo se encantou com a presença do rapagão e o mesmo, que já se encontrava em situação delicada , não lhe deu muita atenção a princípio. Isso magoou-a muito mas ,tenazmente,ela não desistiu de estabelecer um colóquio amigável entre ambos. Por diversas vezes, entrou no quarto dele e espiou pelo buraco da fechadura durante o banho e surpreendeu-se com o que viu. Tanto o corpo quanto o acessório eram impressionantes em beleza, tamanho e rusticidade.

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Como o casarão era muito vasto – havia quinze quartos nele – pois o Senador esmerava-se na aplicação do dinheiro público, havia sempre a oportunidade de os dois se cruzarem pelos corredores, porém ele sempre que podia , evitava a aproximação..

Durante um almoço, ao inteirar-se de que o rapaz era analfabeto, posto que filho de político, Malvina condoeu-se da situação e confidenciou à mãe o quanto gostaria de ajudar em sua introdução no conhecimento das letras. A mãe, santa criatura, não viu mal algum nisso e prometeu à filha arranjar um quartinho despercebido para que ela pudesse orientá-lo nas primeiras lições.

Foi assim que , quando o Senador se ausentava para tramar sua próxima campanha política, Malvina começou a ensinar o bê-a- ba´ ao molecão, primeiro com a zelosa presença da mãe,depois sozinhos , quando a mãe percebeu o quanto era difícil e demorado ao rapaz entender que antes de P ou B usa-se o M .

Já na segunda aula em que ficaram sozinhos, Malvina descansava a mão sobre a coxa do rapaz . Na terceira aula já segurava a mão dele colocando –a sobre seu peitinho para mostrar-lhe o quanto ele estava progredindo em conhecimentos lingüísticos e a emoção que isso causava nela.

Outras vezes , a mão boba dele procurava aninhar-se entre suas coxas , as quais ela as abria despercebidamente enquanto observava a reação causada em suas virilhas . Mais que estudar, eles se estudavam demoradamente descobrindo segredos e surpresas.

Malvina finalmente, já um tanto impaciente e cansada de preliminares, olhou o corredor para verificar se estava deserto, voltou à mesa de estudos e apalpou demoradamente o membralhão do caipira embasbacado. Puxou-o pela abertura da braguilha e assustou-se com a magnitude da peça, e desejou ardentemente aplicar nela seus conhecimentos lingüísticos .

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Para tanto, entrou embaixo da mesa, colocou-se entre suas pernas e a toalha da mesa a escondia completamente enquanto chupava a cabeçona vermelha e saborosa. Não havia dado ainda a quarta chupada quando percebeu que o rapaz se revolvia tentando se livrar e ela percebeu que a mãe estava à porta do quarto perguntando pela filha . Permaneceu em silêncio, oculta pela toalha longa, com a boca cheia pelo caralho que , em segundos perdeu a rigidez de antes.

Mas o rapaz que, nesta situação não se mostrou tão imbecil, explicou-lhe que a menina havia saído para ir ao banheiro e voltaria dentro meia hora. A mãe retirou-se e ela rapidamente aproveitou para engolir tudo, já que o caralhão flácido, não ocupava tanto espaço. Chupou-o amorosamente aplicando todos os seus esforços até ele recuperar sua rigidez costumeira e ela, por fim, teve que degustar três ou quatro cuspidas de porra dentro das bochechas. Levantou-se ligeira, enxugando os lábios com o lencinho bordado e continuou a lição como se nada houvesse ocorrido .

Numa outra ocasião, quando ele estava oculto sob a toalha da mesa , ela com as coxas bem abertas sentia a língua lisa e esperta percorrer a extensão toda da bocetinha orvalhada, foram surpreendidos por uma das empregadas que vinha lhes trazer dois copos de suco de laranja. Malvina usou a mesma artimanha, mas algo ficou suspenso no ar. Mesmo assim foi recompensada depois com longos beijos e enérgicas chupadas nos lábios da boceta que acabou presenteando- o com uma bela emissão de líquidos vaginais , ao gozar entre suspiros .

Porém, como nesse mundo nada é durável, a não ser a miséria, com a volta do Senador o truque da toalha foi –lhe suposto e não demorou três dias até que dois capangas se apresentaram no casarão com a missão de reconduzir o rapaz às suas origens, nos grotões. E Malvinha teve que, pesarosamente, ver o seu companheiro ser escoltado pelos capangas do pai vingativo. Não se sabe bem se ele casou ou se acabou comendo capim pela raiz. E assim Malvina viu-se outra vez sem nada de interessante para fazer a não ser ler os livros chatérrimos da empoeirada biblioteca paterna. Entretanto, não por muito tempo.

Eram vários os homens que faziam a segurança do Senador em seu casarão, todos evidentemente pistoleiros de confiança dele, mas havia alguns deles ,um principalmente, a quem Malvina começou a dedicar especial atenção. O primeiro mais visado era um moreno forte e massudo, talvez porque o tecido da calça ficava retesado bem naquele ponto em que seus olhos se fixavam com freqüência. Às vezes,quando sentia que não estava sendo observada pelos outros , ao passar perto dele, ela dava uma roçadinha no volume de sua braguilha , como se fosse sem propósito. Após isso, entrava em seu quarto e se masturbava, imaginando estar acariciando o cacete do moreno, batendo-lhe uma punheta e até mesmo beijando-o com sua boquinha gulosa. O pistoleiro já havia percebido os interesses dela, mas não podia demonstrar o tesão que sentia ao vê-la passar por ele , lambendo os lábios rosados e úmidos , num convite ao mesmo tempo velado,obsceno e debochado.

Certa noite, o Senador recebeu a visita de um correligionário e a conversa se estendeu até altas horas da noite. Ficou apenas o citado segurança moreno de guarda na porta do gabinete do seu pai. Estava perfilado, sério quando ela passou por ele sabendo que todos, inclusive a mãe, já estavam dormindo. Só o Senador e seu cupincha permaneciam em confabulo lá dentro e o segurança armado com o trinta e oito na cintura, montando guarda na porta trancada.

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Malvinha apagou as luzes do corredor e, logo depois, ele sentiu a mãozinha da filha do patrão acariciando o volume do seu cacete que se avolumava na perna esquerda do uniforme de pistoleiro.. Permaneceu imóvel, estático, entre o desejo de permitir ou de afastá-la antes de se complicar com o patrão. Mas o tesão foi mais forte. Deixou que ela pegasse o pau ainda meio mole por sobre o tecido, apalpasse diversas vezes até começar a endurecer e ela teve a certeza de que ele era dono de uma geba incomum, principalmente na grossura. Sentiu um desejo intenso de tirar aquele pintão para fora da calça e dar-lhe uma bela chupada. É claro que a situação não permitia isso. A qualquer momento a porta poderia se abrir e o pai a surpreenderia fazendo massagens na cacetona de seu segurança. Mas a partir dessa noite, ela não descansou até conseguir os seus propósitos.

Percebeu que durante certas noites ele era escalado para vigiar os arredores do casarão e passava o tempo todo rondando por ali. A janela de seu quarto era não muito alta de modo que, quando teve oportunidade , deixou-a entreaberta e lá pelas quatro horas da madrugada, ao ouvir os passos dele sobre as folhas secas se aproximando do seu quarto, ela acendeu a lamparina, certificando-se de que era ele mesmo, e não outro segurança. Então despiu a camisola e mostrou-se por inteira nua ante os olhos dele, encostada à janela. Ele avançou, e no frio da madrugada apalpou-lhes os peitinhos rígidos, alvos, dedilhou os biquinhos arrebitados e ameaçou pular a janela para entrar dentro de seu quarto, mas ela o impediu. Deus sabe o que aconteceria a sua bocetinha se ele a pegasse de jeito ali dentro! – pensou – e sinalizou-lhe que gostaria apenas de continuar o que havia começado no corredor, durante aquela noite.

–Ficaria imensamente feliz se você me mostrasse o seu pintão bem duro... sussurrou ela em seu ouvido.

Imediatamente, ela teve seu desejo satisfeito, pois ele, encostado no batente da janela, abriu o cinturão, e expôs sua mercadoria para que ela a avaliasse. Com certeza já ouvira alguém comentando sobre as preferências da filha do patrão . Deixou que ela o massageasse com as duas mãos até que adquirisse o tamanho de um roliço trabuco. A cabeçona dele era de um formato que lembrava-lhe a do preto velho, porém a cor e o tamanho eram diferentes : era muito saliente e comprida, majestosa, e deixou-lhe a impressão de que se tratava de um fruto desconhecido ,delicioso e suculento. Ao mesmo tempo em que o arregaçava bem, o peão observou sua boquinha gulosa se abrindo para sentir o sabor daquilo.. E ela, para mostrar que não era inexperiente na prática, começou a chupar o cabeção inteiro,fazendo-o entrar até os recônditos de sua garganta , por fim engolindo quase a metade do caralhão e deliciando-se com o sabor másculo .

Aquela era uma das melhores chupadas que o pistoleiro já havia ganhado em toda sua vida e, ao primeiro cantar do galo, ele ejaculou tudo o que tinha direito, assustando-a com a quantidade de porra que expeliu, lambuzando-a nos lábios, no queixo, nos cabelos, nos braços, mãos, seios e tudo o mais que pudesse estar à sua frente.

Preocupado com o fato que havia ocorrido, quase à sua revelia, nem se ocupou em secar o caralho – enfiou-o dentro das calças, verificou a presença do 38 na cintura e afastou-se no escuro. O dia já começava a raiar e Malvinha se lavava no banheiro tentando se livrar da melequeira que o segurança havia despejado sobre seu corpo . Aquela foi para ela uma madrugada inesquecível. Outras, porém estavam programadas, pois o segurança começou a ameaçar seus companheiros, dizendo que a ronda noturna deveria ser feita exclusivamente por ele e por mais ninguém. Os companheiros começaram a desconfiar de tanta dedicação ao trabalho, justamente o mais cansativo.

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Malvina, em cujas veias corria o sangue político para o qual o pouco é sempre desprezível, sonhava com aquela majestosa cacetona lhe cutucando as dobras da bocetinha ainda virgem.

Jamais caralho algum havia se encostado naquela racha , pois ela desejava que aquele que o fizesse,deveria ser digno disso em safadeza, tamanho e dureza. Não se contentava com coisa pouca, tal como o pai em seus desígnios politiqueiros. Era mal de família. E aquele segurança era o sujeito certo para ela. Assim, certa madrugada, ao se aproximar tesudo da janela, verificou que ela estava sentada no batente, a bunda nua , o cuzinho e a boceta expostos ,se oferecendo , esperando-o.

Ele passou os dedos por baixo, procurando a entrada da rachinha, encontrou-a fácil e lisa, pois ela havia se untado com algum creme lubrificante. Puxou a bunda um pouco mais para fora da janela de modo que pudesse ficar na altura correta. Ele segurou o caralhão e passou-o de leve na portinha e ela sentiu o calor, abriu-se mais, convidando-o a entrar e ele forçou, mas a primeira tentativa foi desastrosa devido as desproporções e ela se retraiu sobre o batente , sem saber exatamente se o agüentaria ou não.

Novamente tentaram, dessa vez ele deixou que ela mesma se incumbisse de recebê-lo e Malvina começou a remexer o cuzinho em círculos, forçando sua boceta a se adaptar ao tamanho do cabeção. O creme que havia passado ajudou bastante ela sentiu finalmente a rachinha se abrindo para acomodá-lo. E o cabeção da pica já estava todo dentro, uma delícia, ela ruminava para si mesma, quando ouviu fortes batidas na porta do seu quarto. Ao mesmo tempo, um tropel lá fora, o caralho subitamente desalojado de si e o segurança desaparecera na escuridão. Recompôs-se rapidamente, trancou a janela e foi atender a porta. Era o pai, perguntando se tudo estava bem.

O corpo do pistoleiro foi encontrado no dia seguinte, numa grota, cravado de balas.

Segundo o Senador explicou-lhe, esses tipos se enchem de cachaça, ficam desafiando os outros até que encontram o que merecem. Malvina chorou sua má sorte, pois por questão de alguns minutos a mais, teria conseguido o suficiente para afundar o restante na bocetinha ainda virgem.

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E Malvina, que jamais consentiria em deixar inacabado um serviço bem iniciado, não se deu por satisfeita enquanto não encontrou um substituto à altura para o amante assassinado. Foi com certeza o alcagüete, aquele que prejudicou seus planos e que, portanto, deveria ter algo melhor para oferecer, que substituiu o pistoleiro na tarefa de fazer a ronda do casarão nas noites frias. Malvina espiou o caboclo que passava rente a sua janela vagarosamente durante as madrugadas. Espiou-o pela fresta da janela e seu vulto era de homem alto, vigoroso, jovem. Certa noite ,rostinho colado na madeira da janela, ouviu o nítido ruído de uma forte mijada que farfalhava as folhas secas. Espiou pela fresta e viu o vulto dele, segurando o longo e grosso pênis de onde escapavam os jatos de mijo. Desarvorou-se no desejo de provar aquela jeba provocadora. Numa dessas oportunidades, janela entreaberta, jogou-lhe um beijinho, mostrou-lhe os seios e ele, sorrateiramente, aproximou-se. Malvina exibiu as coxas entreabertas, esperando a reação, e ela veio em forma de exibicionismo: o caboclo mostrou-lhe seu pau, reluzente sob a luz do luar, bem mais avantajado do que todos os que já havia visto antes. Tão longo e tão grosso que ela teve de observá-lo por mais de um minuto para acreditar em seus próprios olhos. O quarto dos pais ficava do outro lado do casarão, distante o suficiente para que ela ousasse praticar o ato que tanto a seduzia: chupar um caralho como aquele, largo, cabeçudo e liso. Foi o que fez em seguida, convidando-o a se aproximar, segurando-lhe a cacetona e movimentando as mãos até que se revelasse aquela cabeçona nua. Curvando-se, abrindo os lábios, engolindo a cabeçorra em formato de sino, sugando-lhe todo o sabor másculo e almiscarado. Quase chegou ao orgasmo ao fazê-lo e com a larga experiência que já havia adquirido, ansiou por provar tudo o que o cacetão do macho poderia lhe oferecer. Sabia como trabalhar a boquinha e a língua esperta sobre a pele retesada do cabeção gosmento de pré-gozo. As duas mãozinhas, rápidas nas teclas do piano, punhetearam o grosso tronco enquanto os lábios não se cansavam de mimá-lo. Logo ele se revolveu sem gemer e ela recebeu vários jatos de esperma quente que lhe desceram para o estômago sem perda alguma!

Mas não era só isso que pretendia. Desconhecendo os estragos que uma peça como aquela poderia causar a uma donzela ainda virgem, correu a buscar o pote de creme e besuntou toda a ferramenta duríssima. Fez o mesmo com a bocetinha, postou-se depois com a bunda no batente, o cuzinho rosado à mostra, a bocetinha virgem, gotejante, à disposição dele e pediu-lhe que o atolasse todo até o fim, mesmo que a machucasse. Não foi preciso pedir novamente e, imediatamente, o caboclo, enlouquecido pelo desejo que ela lhe atiçava, puxou sua bunda para si, a cabeçona lambuzada encontrou o caminho e Malvina lançou um estridente e lancinante grito de dor ao ser penetrada profundamente até perto do útero. Seu grito ecoou na madrugada e acordou o casarão inteiro. O caboclo, assustado, retirou a pica e correu, mas as luzes dos lampiões já se acendiam no barracão dos agregados. Tiros na escuridão e o corpo do caboclo caiu inerte, embaixo da velha paineira, as calças ainda desabotoadas. Malvina, num átimo, trancou sua janela antes que alguém chegasse e ventilou a bocetinha ensangüentada, tão rudemente invadida pelo membro cavalar. Deixara de ser virgem... nem havia gozado.... e mais um se fora de forma trágica...O Senador, na mesma manhã, espalhou a informação de que o sujeito fora surpreendido tentando roubar as jóias da esposa. Foi enterrado fora das terras da fazenda como pessoa non-grata.

De certo modo Malvina revoltava-se contra as armadilhas do destino. Todas as vezes que desejava um homem, sempre ocorria algo em contrapartida para impedir seus planos. Por semanas tratou em silêncio da ferida produzida pelo cacete do amado e ao fim de duas semanas, já conseguia urinar sem gemer. Nada contou à mãe sobre suas dores, claro. Não era idiota. E , como já sabia que suas proporções físicas não eram as mais indicadas para receber aquilo que sua mente política ansiava, resolveu preparar-se para tempos futuros. Como já não era mais virgem, pôde usar cremes apropriados, objetos cada vez mais avantajados, movimentos cada vez mais calculados, conseguiu expandir sua boceta até que se acostumasse a receber metade do socador do pilão, uma longa e grossa peça de madeira roliça semelhante à medida de um braço. “Jamais serei surpreendida novamente, enquanto viver!” rejubilou-se ao fim de três meses de exercícios íntimos atolando o socador até na metade e sentindo que ainda sobrava algum espaço.

Onde encontrar aquele que lhe supriria as necessidades? Um homem tão desprezível que não se envergonhasse de roubar o doce de uma criança, como o pai, o senador? Mas, ao mesmo tempo, um macho tão potente cujo caralho se igualasse ao socador do pilão? Haveria nesse mundo de Deus um homem assim? E Malvina se distanciava dos estudos, dos livros, da política, dos homens refinados que viviam puxando o saco do senador. O pai apresentava-lhe seus escolhidos de acordo com suas conveniências políticas e ela torcia o nariz, ignorando-os. Caminhava pelos pastos, pensativa, ansiosa, cavalgava pelos montes, em seu cavalo preferido, sonhadora... e adentrava a floresta que se abria nos confins da fazenda paterna. Escura, repleta de ruídos e sussurros estranhos. Ouviu o tropel e o relinchar da égua , adentrou mais na floresta e vislumbrou o negro Simão no cio. O fazedor de rapaduras corria semi-nu no encalço da égua, seu pênis projetando-se da virilha, batendo na barriga e nos joelhos e não havia dado ainda pela presença de Malvina, que observava sua correria, não muito distante..

Ao vê-la, finalmente, parou atônito, tentando se cobrir e não percebeu a ponta vistosa do pênis aparecendo por baixo do calção largo. Malvina não pensou duas vezes, e desceu do cavalo. Assim como os animais, os negros também lhes pertenciam, pensamento comum a todo bom político:

- Esqueça a égua, Seu Simão. Ela não te deseja...

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- Que tá fazendo aqui, assim tão longe da sede da fazenda, menina?!

-Procurando uma coisa que não encontro por lá...

-E já encontrou o que procurava?

Malvina olhou maliciosa para o volume que surgia pouco abaixo do tecido rasgado do calção largo:

-Estou olhando para ele, nesse momento...

O negro Simão seguiu seu olhar e logo percebeu do que Malvina estava falando. Sentiu-se homenageado e um pouco constrangido a princípio. Depois, como era tão safado a ponto de foder a égua do vizinho, perguntou:

-Você gostou do pouco que viu, é?

Malvina sorriu um sorriso maroto e respondeu:

-Não sei...ainda não pude examinar de perto...

O negro Simão tinha o dobro de sua idade e também de sua estatura. Malvina amarrou o cavalo numa árvore e adentrou no meio das plantas mais altas, onde os troncos e as copas das árvores faziam sombra e assento.

-Já ouvi contar muita história a seu respeito, menina, tu é um perigo...a filha do senador, não é?...

-Por que seria eu um perigo, Simão? O que as pessoas andaram lhe contando?

-Tu não te lembra daquele retireiro que está desaparecido até hoje? Era meu chapa... meu primo... me contava tudo o que vocês dois aprontavam naquele curral...

Malvina não se sentiu constrangida com aquele comentário e não negou o fato:

-Tenho muitas saudades dele...onde estará? Ele era tão prestativo...

-Deve estar debaixo da terra... teu pai, aquele safado, deve ter despachado ele pro inferno quando descobriu as safadezas de vocês. Mas é verdade mesmo o que o povo comenta?

-Mas o que tanto esse povo comenta sobre mim, afinal? Insistiu Malvina , já um tanto irritada . O negro Simão foi direto no ponto:

- Dizem que você gosta de chupar como uma bezerrinha... qualquer um...

- Isso é uma grande mentira, Seu Simão...não é todo homem que me desperta o desejo... só alguns.

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- Pois tu acabou de dizer que encontrou o que procurava... olhou direto pro meu pau...eu percebi na hora... mas tu é um perigo... muito novinha... se teu pai fica sabendo disso , ele manda me matar, sabia?

-Meu pai não precisa saber de tudo que eu faço, e estamos bem escondidos aqui...

O negro Simão entendeu o recado e sentiu uma vontade incontrolável de descobrir se ela era mesmo tudo o que diziam. Mostrou o sinal do cacete sob o calção e ficou esperando a reação dela:

-Eu tenho uma mamadeira bem grande e cheia...quer ver?

Malvina estremeceu de vontade, seu olhar pousou no final da perna do calção e ela observou apenas a ponta do prepúcio enrugado.

Safadeza era com o negro Simão mesmo. Naquele momento esqueceu o que pudesse acontecer depois. Ele desceu o calção e mostrou o caralho bambo, que mesmo assim chegava ao meio de suas coxas suadas.

Malvina arregalou os olhos. Boatos sempre a informaram que os negros costumavam ser bem dotados, mas aquilo era assombroso!

Assim que ela apertou as duas mãos ao redor da haste flexível e macia, a cabeçona livrou-se do prepúcio e surgiu volumosa, o cheiro do suor bem forte e inebriante. O negro Simão observou a língua esperta lambendo os lábios numa demonstração dos pensamentos que fervilhavam na mente dela.

-Vai firme, não passe vontade, resfolegou o negro Simão aproximando-se mais dela e colocando à mostra as duas bolas que inchavam dentro do saco peludo e enrugado.

-Você não meteu na égua , não é ?

-Faz duas semanas que não fodo...só tou suado ...é assim mesmo.

Ao ouvir aquilo, Malvina não pôde resistir mais e enfiou o cabeção dentro da boca e começou a mamar como se o pinto dele fosse uma enorme mamadeira negra. Seus lábios ficaram pegajosos e mesmo assim ela, gulosamente, continuou chupando tudo o que conseguia.

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-Puta que os pariu...uma menina ainda e já sabe chupar desse jeito!

Ao passo que ela o chupava, o caralho se esticava, engrossava, crescia de todas as formas. Chegou a um tamanho exorbitante que Malvina comparou-o ao socador do pilão, porém bronzeado, o que parecia aumentar mais ainda o seu volume.

Maravilhada com tudo aquilo, Malvina tirava-o da boca, beijava-o, voltava a mamar, seus lábios percorrendo toda a superfície lustrosa e bem lisa do cabeção ensebado. O cacete do Seu Simão era de longe o mais saboroso de todos que já havia chupado e ela começou a sentir um enformigamento na bocetinha, um calor subindo-lhe pelas coxas e, de repente o orgasmo explodiu dentro dela ao mesmo tempo em que sentia sua boca se enchendo de porra grossa e viscosa do negro Simão! Ele estava gozando dentro de sua boca, numa quantidade jamais vista por ela antes! Estava alimentando-a fartamente com sua porra de fazedor de rapadura! E ela engolia tudo sem pestanejar sentindo ainda as contrações na boceta gosmenta de gala. Desfaleceu de tanto prazer,sentando-se abruptamente na relva.

Quando tudo se acalmou, o negro Simão ergueu o calção, guardou sua ferramenta e a preocupação o trouxe de volta à realidade:

-Faz tempo que saiu da sede da fazenda? Seu pai já deve estar te procurando...some daqui e não conte nada disso a ninguém.

Malvina entendeu a preocupação dele e antes de desamarrar o cavalo, ainda pediu-lhe : - Volto daqui a três dias...não falte, por favor...quero que me possua...

-Entendi, menina... Agora se avia... Vai... Invente qualquer desculpa, mas não diga que esteve por aqui, combinado?

Malvina montou no cavalo e galopou para os rumos da sede da fazenda. Felizmente ao chegar, soube que o pai havia se ausentado e estava resolvendo seus negócios numa fazenda distante dali. Só a mãe veio ao seu encalço e Malvina sabia que a mãe costumava ser uma espiã de mão cheia. Contava tudo o que ocorria em sua ausência ao marido. Nada lhe escapava.

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Malvina ainda sentia nos lábios o gosto do caralho que havia acabado de chupar, mas teve a feliz idéia de encontrar uma desculpa para seu sumisso:

- Estive visitando algumas famílias pobres que vivem perto do rio. Papai anda tão distante desse povo que parece-me importante visitá-los de vez em quando. Para que não se esqueçam da gente na hora do voto, não é?

A mãe realmente pareceu acreditar em suas palavras e até elogiou-a sobre a preocupação com a política.

-Voltarei lá daqui a três dias... a senhora não gostaria de acompanhar-me?

A mãe fez cara de desânimo:

-Você bem sabe que não suporto ver essa gente, filha... estãos sempre doentes, reclamando da vida... eu não seria uma boa companhia, mas vou separar umas roupas velhas, que não usamos mais, para você agradá-los.

Três dias depois, ainda cedinho, Malvina montava no cavalo com a trouxa de roupas na garupa e despedia-se da mãe com um sorriso encantador. Seguiu para os lados do rio até que a visão da mãe não pudesse alcançá-la e depois desviou o caminho para os lados da floresta. Adentrou a floresta, amarrou o cavalo com corda bamba para que pudesse continuar pastando, esperou algum sinal, mas nada, só o canto dos pássaros entre as árvores. Esperou durante meia hora, cansou-se de esperar e deitou-se na relva. Com certeza o negro Simão deveria estar procurando-a em outro local, ali por perto. Abriu a trouxa de roupas velhas e procurou, no meio delas, o pote de vaselina que havia escondido - na esperança de receber, sem muita dor, o caralho do negro Simão. Excitou-se ao lembrar daquele caralho tão grosso que parecia o socador do pilão. Olhou sua bocetinha e passou bastante vaselina entre os lábios encarnados dela. Imaginou a sensação que sentiria ao receber aquele cabeção separando suas pregas. Embora o cacete do sujeito que havia lhe tirado a virgindade fosse bem grande, o do negro Simão tinha quase o dobro em grossura! Quase gozou ante esse pensamento. A sensação de ansiedade tomava conta de seu corpo. Desejou ter à mão o socador para utilizá-lo e começou a masturbar-se fazendo os dedos entrar e sair da bainha. Mas logo ouviu o ruído de passos atrás de si e a voz grossa do negro Simão:

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-Que beleza, menina... veio preparada...

-Seu Simão... pensei que tivesse esquecido o que combinamos...

-Se tem coisa que homem não esquece é essa...você tá disposta mesmo a levar o meu...?

O nego Simão postou-se ao lado dela e passou as mãos nas entre - coxas, avaliando o material, apalpando o rasguinho que havia entre as pernas. Percebeu imediatamente que ela sofreria um bocado e só mesmo o tesão por foder a filha do senador , ele, um relés rapadureiro, o fazia esquecer o perigo que estava correndo.

Malvina pediu que ele tirasse a camiseta, calção e ficasse todo nu. Ele obedeceu e ficou pelado, olhando enquanto ela também se despia, apressadamente. Malvina deixou que ele lhe erguesse o vestido e retirou por sobre os cabelos. Parecia uma menininha assustada. Nua e trêmula de desejo. Olhou o cacetão se erguendo e aproximou os lábios dele. O negro Simão ficou olhando o quanto ela era afeita a uma rola como a dele: arregaçou-a completamente e lambeu por baixo do prepúcio procurando o sebinho rançoso, sua boca percorreu toda a pele retesada da glande marrom e tentou, sem conseguir, fazer com que os lábios a escondessem completamente.

-É muito grosso para caber na boca... resfolegou ela admirando-o encantada. Masturbou-o até que ficasse completamente ereto, uma barra de músculos que não se curvava , a cabeçona bem larga , reluzente.

-Quero enfiar tudo isso em minha bocetinha, gemeu ela, medindo com as mãos quase dois palmos .

-Vai com calma, menina...quantos anos você tem? Acho que consegue fácil assim? Tá pensando que é uma éguinha?

-Estou preparada...eu quero foder...foder com esse caralhão negro...eu trouxe até vaselina pra facilitar...

Em seguida, Malvina lambuzou o cacete inteiro de vaselina e mandou que ele se deitasse sobre as roupas velhas, com aquele porrete apontado para cima. Colocou-se agachada sobre a virilha do negro Simão. Deixou que ele olhasse por um bom tempo os lábios de sua boceta farejando o cabeção da pica e quando já não agüentava mais, sentou-se lentamente, empalando-se aos poucos naquela tora de músculos. Demorou uma dois minutos até que conseguiu acomodá-lo. Só parou quando sentiu os pentelhos negros dele roçando os pelinhos de sua racha. Ele olhou assustado ao ver que a boceta se abria ao máximo para agasalhar o pau que a égua mal conseguia!

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De fato o trabalho de alargamento que Malvina praticara durante meses, surtira efeito, e apesar da pouca idade, sua boceta havia adquirido a capacidade de receber aquela geba enorme.

Malvina gemeu de prazer ao sentir o calor que lhe era transmitido pelas pulsações do caralho dentro de sua gruta. Queria senti-lo entrar novamente, portanto foi subindo, desatolando-o lentamente até que escapou com um ruído molhado. Queria tomá-lo em outra posição e então passou-lhe outra camada de vaselina, ficou de quatro sobre a relva e pediu que ele enfiasse por trás. O negro Simão obedeceu como um menino e seu corpanzil cobriu o dela. A pica escorregou por entre as coxas, abriu o caminho e foi afundando-se, tirando a respiração de Malvina que gozou repentinamente e uma onda de gala escapou de sua boceta. Era a primeira vez que atingia um orgasmo tão delicioso. Tentaram em todas as posições que ela sugeria e ele fez-lhe todas as vontades. O pintão continuava duríssimo e ele gabou-se de poder manter a ereção o quanto desejasse, mas já não estava agüentando mais, pois não era de ferro..

-Posso esporrar dentro de tua concha? Isso é perigoso, pois você pode ficar prenha...

-Não...não goza ainda...fode mais um pouco , depois quero chupar tudo no bico da sua mamadeira...

Ele carregou-a para lá e para cá, repisando as folhas secas, a pissona atolada na racha, as pernas dela cruzadas em sua virilha e, finalmente ele anunciou:

-Agora vai...você quer mesmo mamar?

Imediatamente ela se desvencilhou dele, ajoelhou-se frente às pernas do negro Simão e procurou a cabeça da pistola com os lábios bem abertos.

Um jato espesso, esbranquiçado de porra espargiu-se sobre ela, melando-lhe as bochechas rosadas. Apressadamente, colou os lábios sobre a ponta do membralhão para não deixar escapar mais nada. O negro Simão bambeou as pernas, gemendo:

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-Puta que pariu! Se melou toda...

Ambos ouviram, nesse instante, um ruído entre os arbustos, próximo a eles, e Malvina imaginou ser o cavalo dela pastando. O negro Simão afastou-se rapidamente, olhando desconfiado, pegou suas roupas, sabia que o ruído não fora produzido pelas patas do cavalo.

-Teu pai já tá sabendo de tudo, aquele filha duma puta... concluiu o negro raivosamente.

Malvina desesperou-se, engoliu ruidosamente o resto de porra que ainda mantinha na boca e agarrou o vestido, jogando-o sobre a cabeça. Correu para o cavalo, montou e desapareceu galopando para os lados do rio, sem ao menos olhar para o Simão que havia acabado de tirar-lhe as últimas pregas. Estava com a boceta toda inchada e doía-lhe a cavalgada, mas precisava distanciar-se o mais rápido possível, para ocultar o flagrante.

Fez então o que havia prometido à mãe: desviou a cavalgada e chegou ao rio. Visitou uma velha fofoqueira que morava sozinha no barranco do rio e prometeu-lhe trazer roupas usadas na próxima visita. A velha, adoentada, mas não cega, agradeceu a visita, entregou-lhe um trapo, recomendando com um sorriso desdentado:

-Limpa sua boca, menina... está tudo lambuzada ...

Malvina se fez de desentendida, limpou as bochechas e realmente verificou que havia um grosso espirro de porra bem evidente em seu rosto.

Em casa já, a mãe recebeu-a com sorrisos e perguntou-lhe se a visita fora compensadora. O pai observava-a de dentro do escritório, onde conversava em surdina com quatro de seus capangas.

Três dias depois chegou ao casarão a notícia de que o nego Simão caíra dentro do tacho de melaço, onde costumava produzir suas rapaduras. Infelizmente não foi possível salvá-lo, pois havia uma faca traiçoeiramente cravada em suas costas.

Esperta como era, Malvina não ignorava que sempre houvera a mão providencial do pai por atrás dos destinos do preto velho, do mulato retireiro, do filho do político, do segurança-pistoleiro, do caboclo estuprador, do negro Simão...

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E Malvina aprendeu mais uma lição política: as pessoas são descartáveis.

Foi nessa época que Malvina, muito a contragosto, viu-se obrigada a seguir os conselhos do pai e seguiu para um colégio interno, bem distante de seu Estado.

Ela voltaria, alguns anos depois, para governá-lo. Começaria na prefeitura da cidadezinha, como começam alguns dos grandes ladrões deste país. E continuaria sendo safada, tanto na intimidade como na política, igualzinha ao pai.

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