Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por Amigaço

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
O casamento. Hetero Amigaço 7376 88 Nota 3.5
A bicha da mineração. Gays Amigaço 5045 71 Nota 4
Barranqueiros Sado Amigaço 12882 106 Nota 3.5
No boteco do Xeréu. Gays Amigaço 8147 74 Nota 3.5
Confissões de uma ninfomaníaca. Hetero Amigaço 6166 69 Nota 3.5
O Palestrante. Gays Amigaço 4941 83 Nota 3.5
Moto taxista Gays Amigaço 7563 76 Nota 3.5
Curto e grosso. Gays Amigaço 7813 74 Nota 3.5
Frutas,legumes e verduras. Hetero Amigaço 6070 81 Nota 3.5
João e o sonho. Gays Amigaço 5932 86 Nota 3.5
A filha do Senador. Hetero Amigaço 6282 65 Nota 3.5
Ressurreição. Gays Amigaço 10667 83 Nota 3.5
Corte de energia. Gays Amigaço 9741 110 Nota 3.5
A madame e o negão. Hetero Amigaço 29050 151 Nota 4
Chifres. Traição Amigaço 8171 89 Nota 3.5
O largado. Exibicionismo Amigaço 18300 75 Nota 3.5
A despedida Gays Amigaço 4746 68 Nota 3.5
O restaurante. Fetiche Amigaço 5314 62 Nota 3.5
Eu, Tio Euzébio e Branquinha Hetero Amigaço 77369 256 Nota 4
O cigano. Hetero Amigaço 3606 75 Nota 3.5
Seu Chicão foi meu primeiro macho Gays Amigaço 7745 100 Nota 4

Ressurreição.

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Escrito dia 06 de julho de 2007 na categoria Gays por Amigaço

Eu já havia comprado o litro de gasolina e a caixa de fósforos, no dia anterior. Já havia colocado tudo dentro do carro junto com meus documentos, todos os papéis mais importantes, minhas fotos antigas e recentes.

Fechei a casa, tranquei a porta e joguei a chave no bueiro da esquina. Eram seis horas da manhã quando saí da garagem. O dia estava frio, nublado e com certeza choveria mais tarde. Precisava me apressar antes que começasse a chover. Precisava me apressar antes que a decisão se transformasse em medo. Ralhei comigo mesmo: “Não seria agora que o medo me venceria,novamente .”

Havia poucas pessoas na rua , velhos e velhas, dirigindo-se à padaria para comprar pão e leite. Eu os olhei com certa compaixão, pela última vez.

“Vou ser um pouco mais breve que eles”, pensei enquanto dirigia para fora dos limites da cidade. Sabia mais ou menos o local apropriado para o ato , um lugar tranqüilo,distante dos olhares e possíveis intervenções ,sob uma frondosa árvore existente na antiga estrada abandonada, perto da mata virgem..

Ali, parei o carro, pensei um pouco e ri em resposta ao me perguntar: “E se realmente existir algo após, como pregam os imbecis?”

Abri o litro de gasolina e, lentamente derramei-o sobre os bancos do carro e sobre meu corpo, meus ombros e meu colo. Mas não molhei minha cabeça, pois imaginava que o ardor nos olhos me impediria de encontrar os fósforos. A pele ardeu bastante até que eu pegasse a caixa de fósforos, procurando um palito para acendê-lo. Eu o acendi e joguei-o por sobre meu ombro.

O fogo se iniciou no banco traseiro, mas antes de me alcançar a fumaça negra penetrou em meus pulmões,travou meu cérebro e nesse instante,devo ter perdido parcialmente a consciência . Senti apenas que algo me arrastava para fora do carro, levando-me para distante das chamas, da fogueira. Acho que permaneci deitado no chão durante não sei quanto tempo, enquanto ouvia vozes que me pareciam distantes. Entendia muito pouco do que diziam e não conseguia responder. Estava meio desacordado e mudo, porém não sentia a pele queimada, portanto meus propósitos não tinham sido alcançados. Continuava vivo. Esta certeza me causou um desespero profundo e debati meus braços e pernas até sentir que estavam me segurando fortemente e me pressionando contra o chão duro. Também não conseguia distinguir com a visão nada que não fossem sombras ou vultos. Com certeza o calor intenso e repentino dentro do carro havia me queimado as retinas, causando-me algum grau de cegueira. Parecia-me haver dois vultos ao meu redor, mas não saberia dizer quem ou o que eram .

Ache solteiros sexy em sua cidade...de graça!!!

Sei que me carregaram durante um longo tempo, mas não poderia dizer até aquele momento para onde, talvez para perto de um regato dentro da mata virgem.

Minhas roupas foram retiradas, percebi que a cueca era também retirada de mim e depois a água banhando meu corpo era fria como gelo e arrepiava minha pele . Banharam-me durante quase uma hora, eram mãos muito rudes e grandes, quatro mãos, pude perceber, e elas se intrometeram em todas as reentrâncias de meu corpo, minhas nádegas, minhas coxas e meus peitos, minhas costas, meus ombros, até que não havia mais como sentir o cheiro de gasolina e dos pelos queimados . Murmúrios continuavam a zumbir em meus ouvidos enquanto era carregado por braços grandes e fortes para outro local, eu tinha certeza agora que estava dentro da mata cerrada, pois as folhas e cipós roçavam-me entre um solavanco e outro.

O fato de não poder ver,ouvir ou falar era angustiante, mas tudo ficou pior quando percebi que eu era colocado de bruços sobre um estrado,meio inclinado para o frente ,minhas mãos eram amarradas nos dois cantos superiores e meus pés nos dois cantos inferiores, como se estivesse crucificado com as pernas bem abertas . O zumbido em meus ouvidos tornou-se mais persistente, como se houvesse uma discussão, uma espécie de disputa entre os vultos, e percebi que o estrado era lentamente abaixado de forma que meus pés tocaram e se apoiaram no solo. Eu tentei me soltar, mas o máximo que consegui foi fazer um ridículo rebolado, e o meu desespero serviu apenas para aumentar os rumores atrás de mim o qual, por um segundo, me pareceram risadas. E o inevitável aconteceu...

Dois braços longos, fortes e peludos roçaram-me por baixo do sovaco,travaram-se sobre meus ombros e eu , desesperado, mexi minha bunda em todas as direções possíveis sem , no entanto, conseguir tirar o cu da reta! Inexoravelmente , um caralho de proporções assustadoras ( digo isso porque a ponta rombuda dele fez um estrago terrível na porta do cu) começou a ser introduzido em mim , apesar de todos os meus esforços para me livrar daquele pesadelo terrível. Quanto mais tentava me safar, mais a besta-humana se introduzia dentro de mim até perceber que a batalha estava perdida. Percebi isso ao ter minhas nádegas arranhadas pelos pentelhos enormes, espinhosos que acompanhavam o fim daquilo tudo. Um frio intenso tomou conta de meu corpo e minha visão, já embaçada, ficou ainda mais prejudicada pelas lágrimas que me ardiam nos olhos. E a besta fera se saciou o quanto quis , não se importando com a dor causada , o pênis latejando ,entrando como um embolo no meu reto aberto em todas as suas possibilidades ,em minhas entranhas , o vômito que saltou de minha garganta ao sentir meus intestinos serem injetados de porra abundante como uma enxurrada fervente. O caralho foi finalmente desatolado de uma só vez, meu cu soltando um enorme peido ao ser esvaziado repentinamente.

Senti que a chuva começava a cair sobre mim e minha cabeça ergueu-se em busca da água que lavaria o vômito e me mataria a sede. Choveu torrencialmente e o barulho das rajadas e as pancadas de vento gelado não impediram que o outro se colasse em minhas costas , o cacete ainda mais grosso (compreendi o motivo da discussão , momentos atrás) procurando entre minhas nádegas brancas e macias o caminho já bem aberto e lubrificado fartamente . Nem foi tão doloroso quanto me pareceria. Era mais ou menos como cagar para dentro...O frio da chuva era compensado pelo calor do corpo sobre mim e seu membro certeiro chegou ao mais profundo de meu âmago sincronizando as batidas de meu coração ao pulsar do monstro, convencendo-me lentamente de que ele era o meu senhor ,de que ele era meu leme. E , depois de muita água e muitos gemidos , eu gozei ao saber que estava sendo usado. Que algo ou alguém me desejava.

Tudo está bem , mal como está.

Encontre as morenas mais safadas em sua cidade!!!

A polícia jamais saberá onde foi parar o corpo que deveria estar carbonizado dentro do carro, nem há documentos que permitam uma tentativa de busca.

Eu não vejo,não ouço,não falo ,mas eles me tratam muito mal . E assim está bom. A vida aqui na mata é mais digna que aí. E os imbecis estavam certos.

Deus existe e sabe o que faz.

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