Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por Amigaço

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
O casamento. Hetero Amigaço 7377 88 Nota 3.5
A bicha da mineração. Gays Amigaço 5047 71 Nota 4
Barranqueiros Sado Amigaço 12882 106 Nota 3.5
No boteco do Xeréu. Gays Amigaço 8148 74 Nota 3.5
Confissões de uma ninfomaníaca. Hetero Amigaço 6166 69 Nota 3.5
O Palestrante. Gays Amigaço 4941 83 Nota 3.5
Moto taxista Gays Amigaço 7563 76 Nota 3.5
Curto e grosso. Gays Amigaço 7814 74 Nota 3.5
Frutas,legumes e verduras. Hetero Amigaço 6071 81 Nota 3.5
João e o sonho. Gays Amigaço 5932 86 Nota 3.5
A filha do Senador. Hetero Amigaço 6284 65 Nota 3.5
Ressurreição. Gays Amigaço 10668 83 Nota 3.5
Corte de energia. Gays Amigaço 9741 110 Nota 3.5
A madame e o negão. Hetero Amigaço 29050 151 Nota 4
Chifres. Traição Amigaço 8172 89 Nota 3.5
O largado. Exibicionismo Amigaço 18301 75 Nota 3.5
A despedida Gays Amigaço 4746 68 Nota 3.5
O restaurante. Fetiche Amigaço 5314 62 Nota 3.5
Eu, Tio Euzébio e Branquinha Hetero Amigaço 77369 256 Nota 4
O cigano. Hetero Amigaço 3606 75 Nota 3.5
Seu Chicão foi meu primeiro macho Gays Amigaço 7745 100 Nota 4

Corte de energia.

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Escrito dia 05 de julho de 2007 na categoria Gays por Amigaço

Corte.

A ruazinha era semi abandonada , com muitos terrenos baldios cobertos de mato , algumas casinhas simples inacabadas. Na última delas parou o furgão e dele desceu o funcionário que tinha por mister desligar os fios de energia daqueles que não haviam pago a conta na data predeterminada.

Na janela,viu um rostinho que a principio pensou ser uma menina loirinha de cabelos encaracolados e claros.

O poste era alto e ficava bem em frente à janela, de modo que o rapaz viu o funcionário encostar rapidamente a escada no madeiro.

Enquanto subia , olhou pela janela e viu a boquinha rósea , entreaberta , como a perguntar o que estava acontecendo. Perguntou-lhe se os pais estavam e avisou que teria que interromper o fornecimento de energia por falta de pagamento.

Então percebeu que se tratava de um rapaz com características do sexo feminino. Os olhos esverdeados, a boca rósea, pequena e delicada . Olhava-o com certa tristeza e desesperança. Os pais estavam trabalhando e só voltariam à noite. Ele estava cuidando da casa, varrendo e tirando o pó. O homem contrastava em tudo : era alto,os braços e pernas longos , magros , fortes , moreno. O rosto duro ,quadrado e mal barbeado. Estava suado como mostrava sua camiseta amarelada com o logotipo da empresa meio apagado .

Pediu um copo de água gelada, antes de fazer o serviço. O funcionário rodeou a casinha e entrou no cômodo dos fundos onde uma geladeira velha foi aberta e mostrou em seu interior apenas algumas garrafas com água .

Estava sedento. Tomou três copos cheios. Olhou ao redor: a miséria fez com que se lembrasse do lugarejo no nordeste de onde fugira, alguns anos atrás,após ter fodido a filha do vereador. Não que fosse tarado ou coisa parecida, mas a garota era franzina pra agüentar o seu tamanho. Foi aquele sufoco. O povo queria linchá-lo . A sorte foi o caminhoneiro que lhe deu carona na estrada. Assim, de carona em carona, acabou chegando no Rio de Janeiro.

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O rapaz loirinho recebeu o copo com a mãozinha delicada e ,deu um pequeno beijo no lugar onde ele havia colocado e boca para beber. Sorriu. Perguntou-lhe se ele cortava a energia elétrica das casas o dia todo. Respondeu que sim. Esse era o seu trabalho. Enquanto respondia notou o olhar do rapaz em sua braguilha nas calças de brim caqui. Sentiu vontade mijar. Havia tomado muita cerveja na casa da Jorja, na noite anterior e mais toda aquela água. O pau endurecia meia bomba quando tinha muito mijo pra despejar. Lembrou que tinha tentado gozar nas coxas da Jorja , mas estava tão bêbado que não havia conseguido. Perguntou se podia dar uma mijada no banheiro. O rapaz, muito rapidamente, levou-o até o mictório meio escuro e muito pequeno onde ficava o vaso sanitário. Olhou o vaso e era branquinho como neve. Limpinho. Bem diferente daqueles vasos amarelados da empresa.

Permaneceu quieto perto do vaso, esperando que o rapaz se afastasse. Mas ele continuava ali, bem próximo. Os olhinhos esverdeados corriam espertos do vaso para a sua braguilha entreaberta. Balançava os braços como uma bonequinha de pano. A boca rósea parecia desenhar um beijo como o que havia dado no copo onde ele bebera água. Bem que sentiu-se um pouco incomodado, mas o rapaz continuava esperando. Olhou -o, silenciosamente. Sabia que havia aqueles que nasciam bichinhas,mas nunca se incomodou com esses caprichos da natureza.

A mãozona rude meteu se dentro da braguilha e puxou o pênis para fora. Percebeu o olhar de admiração do rapaz e sorriu. Pegou a mãozinha delicada e guiou-a para o instrumento ainda não completamente duro.A mãozinha delicada segurou-o carinhosamente.

Deixou que os dedinhos, espertos como nunca houvera imaginado , o puxasse completamente para fora e observou a reação de espanto no semblante dele. Mas o mijo já estava saltando e o rapaz dirigiu a ponta do membro em direção ao vaso. Ficou segurando-o firmemente enquanto olhava e ouvia os jatos meio amarelados fazerem um barulho borbulhante de encontro à água do vaso.

Nos últimos jorros de mijo o pênis havia crescido mais e já estava praticamente em seu tamanho real quando excitado. Pensou em se afastar e guardá-lo ,mas o rapaz continuava segurando-o com delicadeza de seda. Não tinha mais como se esquivar. A mãozinha macia segurando ao redor do caralho era uma novidade desconcertante para ele.

Encostou a porta da madeira e o rapaz sentou-se sobre a tampa do vaso sanitário.

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Aproximou-se e deixou que ele o acariciasse com as duas mãozinhas. Estava curioso e provavelmente nunca havia visto um igual àquele. Não gostava de banhar-se junto com os companheiros, no fim do expediente, para não ser motivo de gozação. Alguns riam,invejosos,outros, zombeteiros: “sai pra lá,cabra da peste!.”

O menino queria examinar tudo, ver todas as particularidades e nem se davam conta de que o nordestino tinha horário a cumprir. Ajudou o sujeito a tirar as duas bolonas peludas e apalpou-as delicadamente.

O calor era excessivo ali dentro e o cheiro de seu sexo envolveu a ar ao redor quando o rapaz ,com certo esforço , arregaçou todo o prepúcio até descobrir a cabeça inteira .Não havia conseguido enfiar na boceta da Jorja porque estava bêbado. Ela também não havia se esforçado muito para isso. Já fazia quase um mês que não gozava. Não era homem de ejacular durante o sono. Nem quando sonhava que estava fodendo a loira do chefe. Sempre acordava com o pintão enorme mas sem ter ejaculado nas cobertas. Os companheiros diziam que gozavam até dormindo.,

Sentiu os dedinhos do rapaz percorrendo a pele reluzente da cabeçona marrom, latejante .

Ele parecia apreciar cheiro de macho. Algumas mulheres com quem já havia transado evitavam aquele contato. Sentiu mais tesão.. O pênis enrijeceu completamente e quase tocava no rosto , a pele macia e branquinha , a boquinha pequena e rosada . Talvez pequena demais para o tanto que pretendia. O rapaz queria chupá-lo,não havia mais dúvida em sua mente.

Com certeza já havia praticado com algum conhecidoe agora queria provar algo mais substancioso.

Afastou as mãos do rapaz,segurou o pênis e passou a cabeçona entre os delicados lábios esperando a sua reação. Imediatamente,o rapaz olhou-o com um sorriso malicioso, maroto e deu uma pequena chupada no olhão da ponta, úmido de gosma.Um fio viscoso e transparente os uniu. Repetiu o ato e a boquinha se abriu engolindo metade da cabeçona. Sentiu a lingüinha relutante procurando lugar na parte inferior da glande e os lábios apertados movendo-se sobre a superfície oleosa e retesada. Sim,ele gostava de chupar uma rola. E gostava de chupar rola grande. Aquela era a primeira daquele calibre que ele tentava engolir,pensou ,meio orgulhoso.

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Sentiu o medo e o desejo , misturados, arrepiar sua espinha e sem poder se conter,segurou os cabelos loiros e encaracolados , enfiou a cabeçona inteira dentro da boca até que os lábios se deformaram no esforço .Tentou novamente e dessa vez o rostinho ficou enrubescido com o esforço.

Mas agüentou valentemente a investida. Começou a chupá-lo desajeitadamente.

A boquinha se abria até seus limites máximos e ele chegava a resfolegar pelo nariz engolindo a cabeça e o pescoço dele.

O nordestino não ia agüentar muito . Estava já melando tudo, os lábios , o queixo do rapaz, seu cacete babando de prazer em cada chupada mais afoita. Quando a gosma era muita, o rapaz parava,engolia e em seguida colava os lábios no olho da cabeçona para conseguir mais.

Pensou em parar e gozar fora . E se o guloso engasgasse e começasse a tossir ? E se vomitasse em cima dele? Além disso ,queria que o rapaz visse o que nunca havia visto. Lembrou-se das punhetas batidas embaixo do juazeiro lá no sertão. A porra era tanta que se espalhava por alguns metros e ficava escorrendo no tronco da árvore.

Masturbava-o continuamente, arregaçava bem o pau antes de engolir o cabeção, o ruído molhado quase se podia ouvir lá fora - ainda bem que não havia vizinhos ao lado..pensou, enquanto as pernas estremeciam e ele se preparava para ejacular.

O rapaz pareceu assustar-se quando ele impediu a última chupada com um forte puxão, o cabeção ficou pulsando no ar e uma jato contínuo, esbranquiçado, acertou seu rostinho, depois outros com quase a mesma intensidade lambuzou tudo à sua frente, as gotas de porra borrifadas na toalha vermelha pendurada no prego da parede.

Sentiu uma espécie de arrependimento ao ver o resultado daquilo na face do rapaz, estava arfante, mas ,então, curioso, ficou a observar como o danado se deliciava recolhendo tudo com os dedos e engolindo o produto de sua esporrada.

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Seu caralho,subitamente amolecido pendia um palmo fora da braguilha e quando fez o gesto para guardá-lo, o rapaz timidamente ajudou-o a subir o ziper .

Pegou a toalha vermelha e enxugou-se,passou-a para o rapaz que fez o mesmo. Não conseguia dizer uma única palavra e um silêncio pesado os envolveu.

Saiu do banheiro bem mais suado do que entrou,a camiseta colada nas costas, e caminhou para o poste onde completou o corte da energia. Depois subiu no veículo, consultou na prancheta o próximo endereço, deu a partida e engatou uma primeira.

O rapaz permaneceu na janela, olhando para a poeira que se levantara .

Depois sorriu e voltou a varrer a casa.

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