Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por Amigaço

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
O casamento. Hetero Amigaço 7377 88 Nota 3.5
A bicha da mineração. Gays Amigaço 5047 71 Nota 4
Barranqueiros Sado Amigaço 12882 106 Nota 3.5
No boteco do Xeréu. Gays Amigaço 8148 74 Nota 3.5
Confissões de uma ninfomaníaca. Hetero Amigaço 6166 69 Nota 3.5
O Palestrante. Gays Amigaço 4941 83 Nota 3.5
Moto taxista Gays Amigaço 7563 76 Nota 3.5
Curto e grosso. Gays Amigaço 7814 74 Nota 3.5
Frutas,legumes e verduras. Hetero Amigaço 6071 81 Nota 3.5
João e o sonho. Gays Amigaço 5932 86 Nota 3.5
A filha do Senador. Hetero Amigaço 6284 65 Nota 3.5
Ressurreição. Gays Amigaço 10669 83 Nota 3.5
Corte de energia. Gays Amigaço 9742 110 Nota 3.5
A madame e o negão. Hetero Amigaço 29050 151 Nota 4
Chifres. Traição Amigaço 8172 89 Nota 3.5
O largado. Exibicionismo Amigaço 18301 75 Nota 3.5
A despedida Gays Amigaço 4746 68 Nota 3.5
O restaurante. Fetiche Amigaço 5314 62 Nota 3.5
Eu, Tio Euzébio e Branquinha Hetero Amigaço 77369 256 Nota 4
O cigano. Hetero Amigaço 3606 75 Nota 3.5
Seu Chicão foi meu primeiro macho Gays Amigaço 7745 100 Nota 4

A madame e o negão.

Compare Preços de: Nintendo | Notebook CCE | Notebook Microboard | Notebook Itautec | Notebook HP

Escrito dia 04 de julho de 2007 na categoria Hetero por Amigaço

Tudo recomeçou quando percebi que a grama do quintal precisava ser aparada, pois além de alta, estava toda cheia de ervas daninhas. Eu adoro o gramado que rodeia nossa casa e faz parte de nosso jardim, tão amplo e projetado por um paisagista de renome. Havia uma empresa que cuidava especificamente dele , porém fechou , depois que o dono resolveu investir dinheiro em jogos de caça-níqueis e enriqueceu.

Dessa forma o gramado ficou um tanto quanto abandonado. Chamei a atenção do João para o problema, e ele respondeu que eu mesma tratasse disso , já que tinha coisa mais importante para fazer : “Por que você não come a grama? Garanto que resolveria o problema.” Aconselhou-me ele desaforadamente.

Quando solteira , eu era uma vaca , trepava com todo mundo , porém depois que me casei com o João , mudei completamente e tornei-me uma respeitável senhora de sociedade . João é fiscal tributário e ganha rios de dinheiro com as propinas que recebe de comerciantes desonestos , e assim vivemos honradamente durante os últimos quinze anos . Temos duas lindas filhas que estudam no período da manhã em uma caríssima escola particular e só fumam maconha aos sábados, nas baladas e são muito esforçadas, pois passam o dia todo fazendo cursos de inglês,francês, balet, sumô , thai ken dô , arranjos florais, tarô e Feng Chui.

João começou a falhar como macho após o nascimento da última menina e , a princípio , para sanar o não comparecimento , presenteava-me com belas jóias, mas quando lhe disse que jóias não satisfazem bocetas, desistiu, e não tocou mais no assunto. Nem na boceta. Eu sempre tive uma boceta insaciável desde menina, e, apesar dos 45 anos atuais , continua em atividade como certos vulcões. Camilinha, minha melhor amiga, enfrenta o mesmo problema com o marido que é Deputado Federal, mas sublima organizando chás beneficentes para velhinhas desamparadas. Eu sou diferente dela e quero que as velhinhas desamparadas se fodam.

O primeiro me chegou como quem vem do lixão. Era negro . Só não vou dizer que era um “deus grego” porque esse negócio de “deus grego” é coisa de bichona analfabeta e eu sou muito mulher e fiz o supletivo nos tempos de estudante. O negão tocou a campainha e perguntou se eu estava precisando de alguém para aparar a grama. Disse que cobraria barato,como se isso tivesse alguma importância para mim..

Eu o convidei a entrar e perguntei se ele tinha as ferramentas para o serviço e ele disse que quem costumava fornecer as ferramentas eram as madamas que o contratavam para aparar a grama.

Clique aqui para diversão & romance em sua cidade!!!

Levei-o para o quartinho dos fundos e mostrei-lhe o aparador e o tesourão. Antes de começar o serviço, perguntou-me se não tinha jeito de arranjar uma birita pra “criar coragem” . Esse povo é uma desgraça . Não trabalha se não tiver combustível. Peguei uma garrafa de whisky importado do Paraguai e deixei ali a sua disposição. Tomamos duas talagadas e ele perguntou se podia usar o meu banheiro, pois precisava “dar um mijão”.

Claro que não permiti , pois o que pensaria a empregada ao ver um negão mijando no meu banheiro? Disse-lhe que podia muito bem mijar ali mesmo, perto muro.

Enquanto ele mijava, olhei o caralho – ele não fez questão de esconder – não vou dizer que era um cavalo , pois isso é coisa de escritor de contos eróticos , mas que era bem maior que o do João , tenho certeza , mesmo estando mole . Elogiei – o dizendo que há muitos anos não via um igual ao dele.

Ele guardou o caralho e começou a cortar a grama usando o aparador em linha reta formando um quadrado e eu chamei sua atenção dizendo que ficaria melhor se ele trabalhasse em círculos . Disse-me que sabia fazer o seu serviço e que quem andava em círculo era caranguejo – não sei de onde tirou essa idéia. Em todo caso , deixei – o trabalhar e fui dar umas instruções à empregada que estava ocupada passando a roupa e ordenei-lhe que lavasse todos os azulejos do banheiro principal. Ela me olhou com aquele olhar mortal , mas não disse nada de ofensivo.

As meninas estavam no curso de francês e o João saíra cedo para receber suas propinas . Eu não tinha nada para fazer, então coloquei uma cadeira de vime no jardim e fiquei folheando uma revista “Caras” , lendo as besteiras que as celebridades costumam dizer. Claro que não descuidava do negão e quando ele terminou de aparar o primeiro quadro eu me aproximei para verificar se estava tudo certo. Detesto serviço mal feito. Havia algumas moitinhas desiguais e me curvei para arranca´-las , esquecida de que minha saia era curta e estava sem as calcinhas. Só percebi essa falha quando o negão se aproximou e disse que eu tinha uma bela bunda “ainda”. A palavra “ainda” me irritou - detesto quando lembram minha idade – mas resolvi relevar e disse-lhe que ele não tinha visto o principal , portanto não poderia julgar.

Encontre as loiras mais safadas em sua cidade!!!

Ele se dirigiu para o local onde havia ficado a garrafa de whisky a fim de tomar mais uma dose e eu o segui , admoestando-o , pois se ficasse bêbado não poderia terminar o serviço. Ele respondeu que precisaria de duas ou três garrafas “daquela porra” para o derrubar e me ofereceu uma dose. Enquanto entornávamos , ele tirou o caralho flácido das calças encardidas e gabando-se de que aquilo fazia sucesso entre as madamas, perguntou o que eu achava . Respondi-lhe que não sabia , pois para tanto precisaria que estivesse duro e que poderia dar minha opinião depois que terminasse o segundo quadro de grama .

Terminou rapidinho o segundo quadro ,tão rápido que me surpreendi, mas observei que havia outras pequenas moitas desiguais na grama. Curvei –me para arrancá-las e ao fazer isso senti a mão dele no meu traseiro, e senti mais : o dedo sujo percorrendo a extensão toda de minha boceta – para cima e para baixo.

Revoltada com aquela ousadia , ergui-me , repreendi-o dizendo que era uma senhora honesta e casada,com marido bundão,mas com marido . Ele lambeu o dedo úmido de meus humores e ofereceu mais uma dose de whisky do Paraguai o qual aceitei recatadamente .

Disse que, pelo tamanho da racha , eu poderia agüentar até um jegue . Essa observação não me ofendeu , pois, de certa forma ele dizia a verdade. Fomos então até o local certo, atrás do muro da piscina onde o olhar da empregada não podia nos alcançar e enfiei a mão dentro de seu moletom. Apertei o caralho e notei que crescia em minha mão até adquirir um belo tamanho. Apalpei a cabeça do caralho, esfreguei os dedos sob o prepúcio e ao redor do sulco largo da chapeleta.

“Agora volte a fazer seu trabalho, ainda não está suado o suficiente.” ordenei-lhe sentando-me na cadeira de vime e cheirando os dedos impregnados de seu forte odor de macho.

Tomamos mais uma dose de whisky e ele sugeriu que eu colocasse a cadeira de vime atrás do muro da piscina de onde poderia observar minha boceta enquanto trabalhava e voltou ao cortador de grama com o moletom esticado na frente o que atrapalhava o seu andar meio simiesco.

Encontre as mais gostosas morenas em sua cidade!!!

Resolvi atender a sugestão , sentei –me com as pernas bem abertas e dedilhando o grelo , conversei com minha boceta : “Olha lá , querida...o negão que está querendo abusar de você....você quer?....quer sentir aquela cabeçona calando a sua boca? ... quer ser fodida por ele ?”

A garrafa de whisky já estava ao meio e eu podia ouvir minha boceta respondendo afirmativamente com os movimentos dos lábios e sua língua úmida .

Abri completamente a boceta e deixei que ele , de longe a apreciasse . Ele largou o cortador de grama e veio como um touro, o moletom já colocado embaixo do saco peludo , o caralho pulsando, farejando a racha para se esconder , mas eu o impedi:

“Não...ainda não...tome mais um gole...ainda há muito serviço....” Enquanto ele entornava mais um , eu segurei o caralho suado, arregacei completamente suas peles e dei uma longa chupada no cabeção da pica.:

“ Meu bom Deus!" - pensei – “Como é gostoso o sabor de um macho !” . E, embora sentindo que ele estava tão arretado que não poderia segurar a gozada por muito tempo, me arrisquei chupando com bastante força,engolindo até a metade,fazendo os lábios mamarem gostosamente ao redor da glande maciça , escorregadia e saborosa.

Taí uma coisa que nunca consegui fazer ao João : chupar sua rola. Nunca suportei a idéia de pôr na minha boca aquele pau branco e insonso. Logo o dele ,que havia me tirado daquela vida de prostituta arrependida. Vá entender a natureza das mulheres!

Chupei o caralho ensebado do negão o tempo suficiente até perceber que iria gozar , mas no momento certo parei, apertei o canal largo que havia em sua extensão inferior , impedindo que a porra jorrasse. Ele trancou os dentes , irritado e me chamou de cadela , o que naquelas alturas era um elogio e tanto. Quis trepar sobre mim,porém tranquei as coxas e disse que só deixaria foder na boceta se terminasse o trabalho. Afinal, faltava apenas um quadro para ser aparado.

Clique para amor & romance em sua cidade!!!

Não demorou dez minutos e já estava de volta , dizendo que queria chupar minha xana como eu havia feito em sua caceta – direitos iguais – pensei, e me abri para que ele se agachasse entre minhas coxas brancas e enfiasse a língua grossa e esperta dentro dela , lambesse o grelo e espumasse os lábios grossos entre meus pentelhos. Senti-me banhada em sucos e saliva enquanto minha xoxota beijava os lábios que a chupavam num demorado idílio.

Satisfeita sua tara ,conclui que não deveria adiar mais o inevitável e eu me ajoelhei no assento da cadeira de vime , coloquei a bunda bem arrebitada e segurei o caralho em sua base. Dizer que estava duro é bobagem . Na verdade, poucas vezes vi algo tão sólido em minha vida. Largo, grosso e sólido. Não permiti que ele me usasse. Nunca gostei de ser usada. Passei a cabeçona ao longo da racha e encontrei minha abertura . Há séculos que não era visitada pelo João. Permiti que a glande me abrisse aos poucos , guiei o caralho atolando-o até na metade e puxei – o para fora ,ouvindo o ruído molhado que fazia ao escapulir . Aquilo me encantava. Repeti a manobra diversas vezes . Adorava o som de beijo molhado cada vez que a cabeçona se desalojava da boca da boceta melada.

O negão resfolegava sobre meus ombros , porém cada vez que se tornava mais afoito , eu o continha, o impedia de meter tudo – afinal há muito tempo que minha boceta não aquentava um “jegue” daquela proporção. Era preciso que se acostumasse primeiro. Necessário que o canal de recepção estivesse bem lubrificado pela baba do amor e se dilatado o suficiente .

Depois de várias tentativas , minha mão já conseguia manejá-lo a contento fazendo – o atolar-se inteiro dentro de mim e iniciar os movimentos acelerados da foda propriamente dita. Então retirei minha mão e deixei que a natureza seguisse o seu curso. Felizmente a cadeira de vime era bastante resistente , fôra comprada numa feira de artesanato durante uma viagem de férias que havíamos feito pela Bahia , João pagou um dinheirão por ela!

O negão que , de cortar grama não entendia tanto quanto pensava, revelou-se um fodedor de categoria... tanto que por fim deixei que me usasse , abri exceção,abri tudo até as redondezas do útero e ,antes que esperasse, recebi uma escumalha de porra que me encheu inteira por dentro. Gozou antes de mim, o desgraçado, e fui obrigada a exigir que continuasse a meter o caralho esporrado e,portanto,muito mais liso, até chegar a um orgasmo que me deixou prostrada sobre a ridícula cadeira.

Quando o caralho desatolou-se repentinamente, liberou uma enxurrada de porra e sucos que me desceram pelas coxas e lambuzaram toda a almofada de algodão cru bordada carinhosamente pelas velhinhas desdentadas do agreste pernambucano , a qual com certeza terei de repor e nem sei se há similar no mercado.

Encontre as mais safadas ruivinhas em sua cidade!!!

Terminamos a foda junto com a garrafa de Whisky , recebeu o que havíamos combinado e se despediu, piscando-me um olho .

Agora, toda semana é esse inferno! A campainha do portão de ferro toca , a empregada vai atender e volta com a informação de que há um negão lá fora perguntando se há grama para cortar.

Mando dizer que se foda. Odeio essa gentalha! Não se pode dar a mão e já querem o braço!

É o fim!

Comentários 0 Comentários

Faça seu comentário

Download Legal