| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| O casamento. | Hetero | Amigaço | 7377 | 88 | ||
| A bicha da mineração. | Gays | Amigaço | 5047 | 71 | ||
| Barranqueiros | Sado | Amigaço | 12882 | 106 | ||
| No boteco do Xeréu. | Gays | Amigaço | 8148 | 74 | ||
| Confissões de uma ninfomaníaca. | Hetero | Amigaço | 6166 | 69 | ||
| O Palestrante. | Gays | Amigaço | 4941 | 83 | ||
| Moto taxista | Gays | Amigaço | 7563 | 76 | ||
| Curto e grosso. | Gays | Amigaço | 7814 | 74 | ||
| Frutas,legumes e verduras. | Hetero | Amigaço | 6071 | 81 | ||
| João e o sonho. | Gays | Amigaço | 5932 | 86 | ||
| A filha do Senador. | Hetero | Amigaço | 6284 | 65 | ||
| Ressurreição. | Gays | Amigaço | 10669 | 83 | ||
| Corte de energia. | Gays | Amigaço | 9742 | 110 | ||
| A madame e o negão. | Hetero | Amigaço | 29050 | 151 | ||
| Chifres. | Traição | Amigaço | 8172 | 89 | ||
| O largado. | Exibicionismo | Amigaço | 18301 | 75 | ||
| A despedida | Gays | Amigaço | 4746 | 68 | ||
| O restaurante. | Fetiche | Amigaço | 5314 | 62 | ||
| Eu, Tio Euzébio e Branquinha | Hetero | Amigaço | 77369 | 256 | ||
| O cigano. | Hetero | Amigaço | 3606 | 75 | ||
| Seu Chicão foi meu primeiro macho | Gays | Amigaço | 7745 | 100 | ||
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Tudo recomeçou quando percebi que a grama do quintal precisava ser aparada, pois além de alta, estava toda cheia de ervas daninhas. Eu adoro o gramado que rodeia nossa casa e faz parte de nosso jardim, tão amplo e projetado por um paisagista de renome. Havia uma empresa que cuidava especificamente dele , porém fechou , depois que o dono resolveu investir dinheiro em jogos de caça-níqueis e enriqueceu.
Dessa forma o gramado ficou um tanto quanto abandonado. Chamei a atenção do João para o problema, e ele respondeu que eu mesma tratasse disso , já que tinha coisa mais importante para fazer : “Por que você não come a grama? Garanto que resolveria o problema.” Aconselhou-me ele desaforadamente.
Quando solteira , eu era uma vaca , trepava com todo mundo , porém depois que me casei com o João , mudei completamente e tornei-me uma respeitável senhora de sociedade . João é fiscal tributário e ganha rios de dinheiro com as propinas que recebe de comerciantes desonestos , e assim vivemos honradamente durante os últimos quinze anos . Temos duas lindas filhas que estudam no período da manhã em uma caríssima escola particular e só fumam maconha aos sábados, nas baladas e são muito esforçadas, pois passam o dia todo fazendo cursos de inglês,francês, balet, sumô , thai ken dô , arranjos florais, tarô e Feng Chui.
João começou a falhar como macho após o nascimento da última menina e , a princípio , para sanar o não comparecimento , presenteava-me com belas jóias, mas quando lhe disse que jóias não satisfazem bocetas, desistiu, e não tocou mais no assunto. Nem na boceta. Eu sempre tive uma boceta insaciável desde menina, e, apesar dos 45 anos atuais , continua em atividade como certos vulcões. Camilinha, minha melhor amiga, enfrenta o mesmo problema com o marido que é Deputado Federal, mas sublima organizando chás beneficentes para velhinhas desamparadas. Eu sou diferente dela e quero que as velhinhas desamparadas se fodam.
O primeiro me chegou como quem vem do lixão. Era negro . Só não vou dizer que era um “deus grego” porque esse negócio de “deus grego” é coisa de bichona analfabeta e eu sou muito mulher e fiz o supletivo nos tempos de estudante. O negão tocou a campainha e perguntou se eu estava precisando de alguém para aparar a grama. Disse que cobraria barato,como se isso tivesse alguma importância para mim..
Eu o convidei a entrar e perguntei se ele tinha as ferramentas para o serviço e ele disse que quem costumava fornecer as ferramentas eram as madamas que o contratavam para aparar a grama.
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Levei-o para o quartinho dos fundos e mostrei-lhe o aparador e o tesourão. Antes de começar o serviço, perguntou-me se não tinha jeito de arranjar uma birita pra “criar coragem” . Esse povo é uma desgraça . Não trabalha se não tiver combustível. Peguei uma garrafa de whisky importado do Paraguai e deixei ali a sua disposição. Tomamos duas talagadas e ele perguntou se podia usar o meu banheiro, pois precisava “dar um mijão”.
Claro que não permiti , pois o que pensaria a empregada ao ver um negão mijando no meu banheiro? Disse-lhe que podia muito bem mijar ali mesmo, perto muro.
Enquanto ele mijava, olhei o caralho – ele não fez questão de esconder – não vou dizer que era um cavalo , pois isso é coisa de escritor de contos eróticos , mas que era bem maior que o do João , tenho certeza , mesmo estando mole . Elogiei – o dizendo que há muitos anos não via um igual ao dele.
Ele guardou o caralho e começou a cortar a grama usando o aparador em linha reta formando um quadrado e eu chamei sua atenção dizendo que ficaria melhor se ele trabalhasse em círculos . Disse-me que sabia fazer o seu serviço e que quem andava em círculo era caranguejo – não sei de onde tirou essa idéia. Em todo caso , deixei – o trabalhar e fui dar umas instruções à empregada que estava ocupada passando a roupa e ordenei-lhe que lavasse todos os azulejos do banheiro principal. Ela me olhou com aquele olhar mortal , mas não disse nada de ofensivo.
As meninas estavam no curso de francês e o João saíra cedo para receber suas propinas . Eu não tinha nada para fazer, então coloquei uma cadeira de vime no jardim e fiquei folheando uma revista “Caras” , lendo as besteiras que as celebridades costumam dizer. Claro que não descuidava do negão e quando ele terminou de aparar o primeiro quadro eu me aproximei para verificar se estava tudo certo. Detesto serviço mal feito. Havia algumas moitinhas desiguais e me curvei para arranca´-las , esquecida de que minha saia era curta e estava sem as calcinhas. Só percebi essa falha quando o negão se aproximou e disse que eu tinha uma bela bunda “ainda”. A palavra “ainda” me irritou - detesto quando lembram minha idade – mas resolvi relevar e disse-lhe que ele não tinha visto o principal , portanto não poderia julgar.
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Ele se dirigiu para o local onde havia ficado a garrafa de whisky a fim de tomar mais uma dose e eu o segui , admoestando-o , pois se ficasse bêbado não poderia terminar o serviço. Ele respondeu que precisaria de duas ou três garrafas “daquela porra” para o derrubar e me ofereceu uma dose. Enquanto entornávamos , ele tirou o caralho flácido das calças encardidas e gabando-se de que aquilo fazia sucesso entre as madamas, perguntou o que eu achava . Respondi-lhe que não sabia , pois para tanto precisaria que estivesse duro e que poderia dar minha opinião depois que terminasse o segundo quadro de grama .
Terminou rapidinho o segundo quadro ,tão rápido que me surpreendi, mas observei que havia outras pequenas moitas desiguais na grama. Curvei –me para arrancá-las e ao fazer isso senti a mão dele no meu traseiro, e senti mais : o dedo sujo percorrendo a extensão toda de minha boceta – para cima e para baixo.
Revoltada com aquela ousadia , ergui-me , repreendi-o dizendo que era uma senhora honesta e casada,com marido bundão,mas com marido . Ele lambeu o dedo úmido de meus humores e ofereceu mais uma dose de whisky do Paraguai o qual aceitei recatadamente .
Disse que, pelo tamanho da racha , eu poderia agüentar até um jegue . Essa observação não me ofendeu , pois, de certa forma ele dizia a verdade. Fomos então até o local certo, atrás do muro da piscina onde o olhar da empregada não podia nos alcançar e enfiei a mão dentro de seu moletom. Apertei o caralho e notei que crescia em minha mão até adquirir um belo tamanho. Apalpei a cabeça do caralho, esfreguei os dedos sob o prepúcio e ao redor do sulco largo da chapeleta.
“Agora volte a fazer seu trabalho, ainda não está suado o suficiente.” ordenei-lhe sentando-me na cadeira de vime e cheirando os dedos impregnados de seu forte odor de macho.
Tomamos mais uma dose de whisky e ele sugeriu que eu colocasse a cadeira de vime atrás do muro da piscina de onde poderia observar minha boceta enquanto trabalhava e voltou ao cortador de grama com o moletom esticado na frente o que atrapalhava o seu andar meio simiesco.
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Resolvi atender a sugestão , sentei –me com as pernas bem abertas e dedilhando o grelo , conversei com minha boceta : “Olha lá , querida...o negão que está querendo abusar de você....você quer?....quer sentir aquela cabeçona calando a sua boca? ... quer ser fodida por ele ?”
A garrafa de whisky já estava ao meio e eu podia ouvir minha boceta respondendo afirmativamente com os movimentos dos lábios e sua língua úmida .
Abri completamente a boceta e deixei que ele , de longe a apreciasse . Ele largou o cortador de grama e veio como um touro, o moletom já colocado embaixo do saco peludo , o caralho pulsando, farejando a racha para se esconder , mas eu o impedi:
“Não...ainda não...tome mais um gole...ainda há muito serviço....” Enquanto ele entornava mais um , eu segurei o caralho suado, arregacei completamente suas peles e dei uma longa chupada no cabeção da pica.:
“ Meu bom Deus!" - pensei – “Como é gostoso o sabor de um macho !” . E, embora sentindo que ele estava tão arretado que não poderia segurar a gozada por muito tempo, me arrisquei chupando com bastante força,engolindo até a metade,fazendo os lábios mamarem gostosamente ao redor da glande maciça , escorregadia e saborosa.
Taí uma coisa que nunca consegui fazer ao João : chupar sua rola. Nunca suportei a idéia de pôr na minha boca aquele pau branco e insonso. Logo o dele ,que havia me tirado daquela vida de prostituta arrependida. Vá entender a natureza das mulheres!
Chupei o caralho ensebado do negão o tempo suficiente até perceber que iria gozar , mas no momento certo parei, apertei o canal largo que havia em sua extensão inferior , impedindo que a porra jorrasse. Ele trancou os dentes , irritado e me chamou de cadela , o que naquelas alturas era um elogio e tanto. Quis trepar sobre mim,porém tranquei as coxas e disse que só deixaria foder na boceta se terminasse o trabalho. Afinal, faltava apenas um quadro para ser aparado.
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Não demorou dez minutos e já estava de volta , dizendo que queria chupar minha xana como eu havia feito em sua caceta – direitos iguais – pensei, e me abri para que ele se agachasse entre minhas coxas brancas e enfiasse a língua grossa e esperta dentro dela , lambesse o grelo e espumasse os lábios grossos entre meus pentelhos. Senti-me banhada em sucos e saliva enquanto minha xoxota beijava os lábios que a chupavam num demorado idílio.
Satisfeita sua tara ,conclui que não deveria adiar mais o inevitável e eu me ajoelhei no assento da cadeira de vime , coloquei a bunda bem arrebitada e segurei o caralho em sua base. Dizer que estava duro é bobagem . Na verdade, poucas vezes vi algo tão sólido em minha vida. Largo, grosso e sólido. Não permiti que ele me usasse. Nunca gostei de ser usada. Passei a cabeçona ao longo da racha e encontrei minha abertura . Há séculos que não era visitada pelo João. Permiti que a glande me abrisse aos poucos , guiei o caralho atolando-o até na metade e puxei – o para fora ,ouvindo o ruído molhado que fazia ao escapulir . Aquilo me encantava. Repeti a manobra diversas vezes . Adorava o som de beijo molhado cada vez que a cabeçona se desalojava da boca da boceta melada.
O negão resfolegava sobre meus ombros , porém cada vez que se tornava mais afoito , eu o continha, o impedia de meter tudo – afinal há muito tempo que minha boceta não aquentava um “jegue” daquela proporção. Era preciso que se acostumasse primeiro. Necessário que o canal de recepção estivesse bem lubrificado pela baba do amor e se dilatado o suficiente .
Depois de várias tentativas , minha mão já conseguia manejá-lo a contento fazendo – o atolar-se inteiro dentro de mim e iniciar os movimentos acelerados da foda propriamente dita. Então retirei minha mão e deixei que a natureza seguisse o seu curso. Felizmente a cadeira de vime era bastante resistente , fôra comprada numa feira de artesanato durante uma viagem de férias que havíamos feito pela Bahia , João pagou um dinheirão por ela!
O negão que , de cortar grama não entendia tanto quanto pensava, revelou-se um fodedor de categoria... tanto que por fim deixei que me usasse , abri exceção,abri tudo até as redondezas do útero e ,antes que esperasse, recebi uma escumalha de porra que me encheu inteira por dentro. Gozou antes de mim, o desgraçado, e fui obrigada a exigir que continuasse a meter o caralho esporrado e,portanto,muito mais liso, até chegar a um orgasmo que me deixou prostrada sobre a ridícula cadeira.
Quando o caralho desatolou-se repentinamente, liberou uma enxurrada de porra e sucos que me desceram pelas coxas e lambuzaram toda a almofada de algodão cru bordada carinhosamente pelas velhinhas desdentadas do agreste pernambucano , a qual com certeza terei de repor e nem sei se há similar no mercado.
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Terminamos a foda junto com a garrafa de Whisky , recebeu o que havíamos combinado e se despediu, piscando-me um olho .
Agora, toda semana é esse inferno! A campainha do portão de ferro toca , a empregada vai atender e volta com a informação de que há um negão lá fora perguntando se há grama para cortar.
Mando dizer que se foda. Odeio essa gentalha! Não se pode dar a mão e já querem o braço!
É o fim!