| Nome | Categoria | Autor | Visitas | Votos | Classif. | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| O casamento. | Hetero | Amigaço | 7377 | 88 | ||
| A bicha da mineração. | Gays | Amigaço | 5047 | 71 | ||
| Barranqueiros | Sado | Amigaço | 12884 | 106 | ||
| No boteco do Xeréu. | Gays | Amigaço | 8151 | 74 | ||
| Confissões de uma ninfomaníaca. | Hetero | Amigaço | 6167 | 69 | ||
| O Palestrante. | Gays | Amigaço | 4942 | 83 | ||
| Moto taxista | Gays | Amigaço | 7564 | 76 | ||
| Curto e grosso. | Gays | Amigaço | 7815 | 74 | ||
| Frutas,legumes e verduras. | Hetero | Amigaço | 6073 | 81 | ||
| João e o sonho. | Gays | Amigaço | 5936 | 86 | ||
| A filha do Senador. | Hetero | Amigaço | 6284 | 65 | ||
| Ressurreição. | Gays | Amigaço | 10671 | 83 | ||
| Corte de energia. | Gays | Amigaço | 9744 | 110 | ||
| A madame e o negão. | Hetero | Amigaço | 29052 | 151 | ||
| Chifres. | Traição | Amigaço | 8174 | 89 | ||
| O largado. | Exibicionismo | Amigaço | 18303 | 75 | ||
| A despedida | Gays | Amigaço | 4750 | 68 | ||
| O restaurante. | Fetiche | Amigaço | 5315 | 62 | ||
| Eu, Tio Euzébio e Branquinha | Hetero | Amigaço | 77369 | 256 | ||
| O cigano. | Hetero | Amigaço | 3606 | 75 | ||
| Seu Chicão foi meu primeiro macho | Gays | Amigaço | 7748 | 100 | ||
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Despedida.
Era um professorzinho recém-formado , a primeira tentativa de trabalho na zona rural , substituindo por um mês a professora que estava de licença médica.. Loirinho,delicado,voz sussurrante, mãos suaves e cuidadosas.
A escolinha perdida no meio da estrada , uma única sala , grande para acolher todas as séries juntas. Os alunos barulhentos e encapetados, desfazendo a idéia que tinha das pessoas que viviam na roça. Não paravam quietos nas carteiras.
Na fila da quarta série os maiores,alguns já rapazes quase formados no tamanho do corpo mas não na cabeça. Havia mais meninas que meninos ,claro.
Durante quinze dias sofreu para fazer com que as crianças cumprissem as tarefas até que ao final desse prazo começaram a gostar dele.
Ao término do dia , voltavam em procissão barulhenta zanzando pela estrada arborizada para as casas do vilarejo.
O professorzinho era o último a sair , pegava sua bicicleta e pedalava até o ônibus que o levava para a cidade.
O professorzinho durante as aulas evitava os olhares maliciosos dos moleques mais afoitos, no início da adolescência , maldosos na intenções de comprovar suas desconfianças. O Julião era o que mais se mostrava , moreno e dentes brancos,olhos espremidos ,calção largo e surrado , as pernas já taludas e com certeza,orgulhoso da masculinidade que começava a se manifestar violenta . Chamava o professor para ver seus exercícios na carteira e quando o mesmo se aproximava, afastava a cadeira de modo que os olhos do mestrinho não pudessem deixar de relancear sobre o volume formado no calção azul marinho desbotado.
Um pequeno tremor sacudia o mestre cada vez que ouvia a voz do rapazote chamando-o para mostrar o que tinha acertado ou errado. Cauteloso,aproximava-se e observava antes ,que , discretamente a ponta do membralhão semi-ereto aparecia entre a coxa morena e o final do tecido azulado. Respirava fundo e fingia não notar nada de anormal, para que o ato premeditado pelo aluno não fosse notado pelos colegas ao redor. Sentia o cheiro do sexo subir até as suas narinas e ficava levemente corado . Ás vezes, demorava-se mais um pouco debruçado sobre ele, mais que o necessário, e o rapaz se exibia orgulhoso ,mas discreto para não que não percebessem que havia repuxado a perna do calção um pouco mais de modo que o professor pudesse admirar mais um pouco daquilo que a natureza havia lhe provido.
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Ao término da aula , todos se afastavam rapidamente mas o Julião zanzava , chutava a bola contra a parede caiada e , por fim,seguia o rumo dos outros . Eram já vinte e oito dias passados e faltavam dois dias para a licença de trabalho terminar. O professorzinho estava inquieto. E se a professora resolvesse reassumir o cargo um dia antes? E se o Julião faltasse justamente no último dia? Já estava tão viciado em observar o rapaz se mostrando por baixo da carteira , que não podia admitir a idéia de que tudo acabaria daquela maneira tão insonsa. Não podia adiar mais sua decisão.
E , no último dia, alegrou-se ao ver , lá no final da fileira,na última das carteiras, o Julião , com as pernas abertas, o olhar ansioso para que ele se aproximasse. O rapaz não tirava os olhos dos lábios rosados do professorzinho que repetia a tabuada do sete vezes.
Ao corrigir os exercícios , notou que todos haviam acertado absolutamente tudo. Menos o Julião. Recomendou que ele ficasse de castigo após a aula e os outros meninos riram muito dele. Mas o Julião não parecia aborrecido. Ao contrário, impaciente esperava pela aplicação do castigo. Finalmente bateram as cinco horas da tarde. Todos se ergueram e numa algazarra se despediram do mestre.
Uma menininha chorou ao saber que não ira mais vê-lo.
O professorzinho acariciou os cabelos da última negrinha que se despediu e voltou para sua mesa. O Julião permaneceu lá no fundo fingindo que escrevia a tabuada .Passaram-se longos minutos até que, trêmulo, ele aproximou-se do aluno e curvou-se sobre a carteira .
Julião havia abaixado o cós do calção desbotado e o caralho erguia-se arregaçado , a cabeçona enorme pulsando :
-Olha aí , professor...o senhor não acha que já tô pronto pra casar?
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O professorzinho arregalou os olhos , surpreso , não havia calculado que era tão grosso e grande , visto de relance antes , entre o medo de ser desmascarado pelos outros alunos.
-Venha até minha mesa...precisamos conversar – foi tudo o que conseguiu balbuciar. – E feche a porta....
O Julião fechou a porta e as janelas da sala de aula . Depois aproximou-se da mesa do professor e ficou perfilado de modo que o mestrinho pudesse observar os contornos do pênis escondido pelo tecido rústico,estufado. E enquanto o professor conferia sua tarefa, enfiou a mão dentro do calção e esfregou os dedos ali, deixou que ficassem impregnados pelo odor que havia no cabeço da pissona pois rústico como era, mesmo assim havia percebido que o professorzinho bichinha gostava daquilo.
“Nossa” (pensou o mestre )” Este almoço está sendo preparado há um mês...” Pediu que o rapaz se aproximasse mais e sussurrou :
-Você errou todas as continhas .....Quanto é dezoito mais cinco?
-Num é vinte um ?... Ao responder , o matuto havia percebido o desejo do professor e ousado tirar o caralhão empinado para fora e botou-o bem em frente aos olhos do teacher,que estudou , olhou aquilo , embevecido.
-Não...vamos calcular..quer que te ensine? – A voz saia como um lamento da boquinha sequiosa do professor..
Procurou na gaveta da mesa e achou a fita métrica. Colocou-a sobre o cacetão e calculou com exatidão:
-Veja...até aqui são dezoito centímetros....mais cinco desde a cabeça até a ponta dela...quanto dá ?
- Parece que dá vinte e três,professor...
-Isso,meu rapaz...acertou ... vamos fazer o seguinte : cada vez que você acertar uma pergunta , eu dou um beijo nisso aí...concorda?
O aluno nem teve tempo de responder e já os lábios do professor procuravam a cabeçorra da pissa e aplicava ali no olhão dela um apaixonado beijo que umedeceu tudo tal a quantidade de caldo surgindo ali. Rapidamente o professor lambeu os lábios aprovando o sabor másculo daquela geba adolescente , e portanto, nunca visitada antes por lábios tão macios e carinhosos.
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Depois pegou a fita métrica e passou – ao redor da haste :
-Agora vamos aprender sobre circunferência...veja ... aqui temos ....quinze centímetros....nossa!
Em seguida mediu ao redor da glande e sussurrou : -Aqui temos ...dezoito centímetros....que absurdo....nunca imaginei....Julião,me responda ... quantos centímetros a cabeça do seu pau é mais grossa que a haste dele ?!
-Aí é fácil ,né professor....são três centímetros de grossura a mais...
-Acertou de novo! ....
O professorzinho já ovalava os lábios quando o rapaz ,não agüentando mais de tesão , empurrou forçando-o a engolir a cabeçona einteira... Os olhos do professor se arregalaram ante a invasão, mas mesmo assim os lábios conseguiram balbuciar :
-Nosssssaaaa ... como está ensebada.....!
-Qué que eu passe cuspe pra limpar ? Perguntou o matuto resfolegando.
-Não..eu gosto... você não costuma arregaçar o prepúcio quando lava a pica,não é ?
O matuto não entendeu o vacabulário usado e tirando a cabeça do pau para fora,produzindo um ruído molhado , arregaçou bem e perguntou preocupado :
-Prep...prep ... o que professor...? Faço isso não....
-Deixa pra lá....ainda bem que você não faz....deixe comigo....
E procurando ficar na posição mais onfortável, de vez em quando olhando desconfiado para verificar se não havia chegado ninguém que o surpreendesse naquela situação,o professorzinho entregou-se ao prazer de satisfazer o desejo de ambos.
Segurou o caralho com as duas mãos.arregaçou completamente a pele dele e avançou lábios e língua para chupar os roletes de esmegma que circulavam o sulco atrás da glande enorme.
Ruidosamente chupou o máximo que conseguia fazendo-o desaparecer até quase a metade dentro de sua boca encharcada de gosma...
Ao matutão maravilhado com aquilo tudo que em seus sonhos só desconfiava, tremiam-lhe as pernas e gemia :
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-Aiiiii...faz mais professor....faz bastante....bem que eu dsconfiava....
Ao professor,verificando que não conseguia abocanhar tudo devido à grossura excessiva, restava-lhe masturbar a parte que ficava de fora e chupar o cabeção gosmento e cada vez mais entesado.
Ao final de dois minutos, sentiu uma esporrada tão forte dentro da boca que lambusou – o todo e viu outras do mesmo tamanho espalhar-se sobre a mesa,melando tudo : cadernos, diários e livros.
Dizem que Julião se tornou excelente em matemática e a velha professora jamais entendeu porque as páginas o livro de chamadas estavam coladas justamente no dia 30 de novembro de 1967.
.....